Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha da Macumba

Tradicional Pedal da Band
Tradicional Pedal da Band

Pela primeira vez, o Celinho reuniu a galera que está iniciando para um pedal bem bacana no sábado a tarde. Tinha muita gente experiente lá também. Não eram só iniciantes.
E a cobertura ficou show.
Passamos pela Ponte do Rio Paranaíba até a matinha da macumba. Teríamos que entrar na pista de motocross country Santo Antonio mas não foi possível.

28 BIKERS: Paulinho – Advogado – Renato Amaral – Leandro – Fabricio Babu -Gabriel – Joao Paulo – Marquinho Shok Boutique – Matheus – Welington – Luciano – Bruno Gurgel – Celinho – Alex Band Bike – Vinicius – Murilo – Breno – Daniel – Euler – Adriano – Geovane Itau – Fabio – Joao Victor – Vanelton – Marquim Orbea – Hebinho contador – Matheus 2

Confira o vídeo do Luciano:

Percurso GPS

Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha das Matinhas

Diário de bordo. “ By Vanessa Prados”

Foi demais a Trilha
Foi demais a Trilha

Trilha sentido Ipanema, confinamento, matinha, entorno patão, IEF e Sebastião Amorim.
Mais um sábado e mais uma trilha saindo da Band Bike Hoje dia 30/07/11 às 14h00min, guia e fotos Celinho e o entusiasmo da galera.
A grande novidade é que integraram ao grupo  a Vanessa Prados e Luciana (Toyopatos),que deixa aqui o convite às mulheres que gostam de pedalar.
Também a primeira trilha do Paulinho e a Segunda do Marquinho (chok  boutique)
Todos prontos para pedalar ai vai à foto oficial da partida!
Que galera lindaaaaaaaa! (por conta da Vanessa)
10 Bikeres : Luciana (toyopatos) ,Vanessa , Paulinho, Marquinho (chok boutique) Ricardo, Vanelton (Sagra), Celinho (Band Bike), Waguinho, Leandro e Alex (Band Bike)
Vale lembrar que o trajeto é surpresa para os iniciantes.
Ah! Quantas surpresas! Trilha que maravilha! Tombos, pneus furados, gancheira quebrada e um passador SRAM quebrado. (faz parte)
Gente vocês não acreditam quem é o cara que gosta de fotografar as maravilhas, apertos e tombos dos colegas.  Não vou contar você leitor de terá que descobrir.
O trajeto cheio de buracos, pau, cascalho um desse e sobe de morros. Acha pouco e o tal de pular cerca, porteira, buraco e mais cada integrante achando que consegue passar sua bike(Vanessa).
É gente altura nessa hora faz falta, veja a Vanessa até que levantar a bike, mas altura da cerca cadê? Mas, tudo bem gente vale o esforço. Celinho é quem não pode rir muito né!
Luciana pela primeira vez com o pedal de encaixe na trilha passava aperto.
Pessoas na mata quantas surpresas gente quase morre enforcada por cipó, é sai de lá com o mapa riscado nos braços e pernas.
Risosssss, chegando ao patão o grande achando que é o bom de pular um pequenino morro caí, mas não basta vem logo o Ricardo que também se acha e cai em cima de quem?
Quem? Do Celinho gente aiiiiiiiiii, que dó!
É dó mesmo, mas das bikes que estragaram. Pois os dois se aconchegaram e tiveram pequenos arranhões e um passador quebrado. (Vale tudo)
Quem foi chegando ficou olhando sem saber até se ria ou não, mas logo todos caíram nas risadas né Vanessa, pode rir, seu momento vai chegar.
Não basta o tombo dos dois, e bikes estragadas, aqui mesmo mais uma bike que estraga pneu furado do Vanelton. Para  pedalar feliz e seguro (a) é pedalar com a equipe da Band Bike pois são profissionais até nas trilhas. Em poucos minutos bikes arrumadas e também troca de câmara.
Com todos os imprevistos a turma sempre junta aproveita o momento e se interagem com comentários do trajeto.
Continuação no trevo Ricardo não percebe que no tombo a gancheira do cambio ficou torta  e quando passou de marcha já era arrancou o cambio todo e após um criteriosa avaliação não tinha recurso e voltar pra casa, pediu carona logo pro primeiro carro e  foi atendido continuamos.
Trajeto bom estrada, mas tão breve nossa que terror nova trilha.
Terra arada pensa?
Tudo bem, já estamos aqui mesmo passamos.
Entra na mata, ah tem gente que sabe tudo né meio quilo (Alex). Percurso errado, voltamos.
Tudo bem aqui tem gente nova que gosta de rir, que tomou dois tombos em menos de 50 metros é você né Vanessa, pouca gente viu, mas um ficou registrado.
Sai da mata entra numa estrada com um morrinho aiaiaai.
É Lú você não subiu, tomou cerveja pergunta o Celinho?
Eu não, empurrando sua bike sem perceber que o pneu furou. Mas como sempre tem um colega de plantão a avisou, teimosa diz não furou quando viu oh pena.
Não preocupa Lú aqui é com os profissionais da Band Bike.
Aqui votação para a chegada, com opção rápida e outra mais longa, mas não houve o que pensar, pois o Vaguinho tinha hora marcada para chegar (obs: a policia da casa), assim para não perdermos o parceiro fomos pelo caminho mais rápido.
Pessoas não é que ele nem olhou para traz, foi embora num só embalo, tudo bem Vaguinho descobrimos que sua esposa é quem manda parabéns.
Enfim, foi maravilhoso o passeio.
Rimos, sofremos, perdemos calorias, hidratamos, descansamos os pensamentos e voltamos cheios de alegrias, energias positivas para a nova semana.
Valeu, obrigada a todos.
Redação: Vanessa Prados
Supervisão: Celio
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Pedal da Band: Trilha do entorno do Patão

No sábado a galera da Band Bike fez mais uma trilha inédita. Eles também realizaram a estréia da câmera GoPro, que promete fazer imagens aluscinantes.
Participaram o Celinho, Fabinho, João Paulo, Leandro Band Bike, Leandro e Luciano Delegado.

Confira o vídeo

Confira o roteiro GPS e as fotos.


Celinho Band Bike
Celinho Band Bike

Diário de Bordo: Trilha em Paracatu

Certo dia o Flávio do Galo incentivou o Luiz Moura de Paracatu a pedalar. O cara gostou da ideia, comprou uma bike e gostou bastante da novidade. Depois de algum tempo, ele convidou o Flávio do Galo e marcaram para 26/03/2011 o Pedal em Paracatu.

A melhor trilha
A melhor trilha

O Flávio falou com o Gleidson e estes reuniram-se com o Bruno, o Geomar e o Euler e mesmo em uma época de chuva, viajaram 200 km para este pedal.
Para formar a turma de 10 companheiros, somaram-se a nós o Mateus, o Tuco, o Zé Maria e um dos maiores conhecedores das trilhas da região de Paracatu, o Rogerinho.
Acho meio difícil falar dos lugares que passamos, pois não conheço nada daquela região. Só sei que já saímos da cidade em trilha, próximo a um clube. Chegamos às margens da BR 040, onde havia muita água. Verdadeiras lagoas. Saímos rasgando aquilo tudo e chegamos a primeira serra. Ah, era só TRILHINHA. Com muuuito cascalho e pedras. Plano praticamente não existia. Ou subia ou descia.
Descemos uma serra de 3 km sem trégua. Um prato cheio para pilotos de Down hill. As curvas muito fechadas foram responsáveis por algumas quedas, mas nada grave. Chegamos então à um córrego. A galera prontamente adentrou-se e fez aquele tratamento de crioterapia. Logo após paramos em uma fazenda e fomos presenteados com uma água trincando de gelada.
Começou então as subidas. No meio desta subida, o Rogerinho, estilo TORA, que andava até com um facão na bike, sugeriu mudarmos o percurso e subirmos outra serra. 7 km de subidas. E que subida boa. Alguns companheiros sofreram um pouco e ficaram sem água.
Chegamos por trilha até à rodovia, onde resolvemos descer a BR num ritmo alucinante. Descidas muito boas. Paramos na biquinha e renovamos as energias com uma água nota 10.
Chegamos a Paracatu por volta de 12h30. Impressionante como todos os horários foram cumpridos de acordo com a programação.
Saímos de Paracatu às 15 horas. Logo nos eucapliptos de P.O., encontramos com o Jorge e um companheiro, que olharam para nosso carro e trombaram e foram os dois ao chão.
Quilômetros depois, encontramos uma grande galera de estradeiros retornando de um treino. Neste momento, quem liderava o treino era o Lazim.
Agradecemos o Luiz Moura, que nos recebeu em sua casa, um verdadeiro hotel 5 estrelas.
E aí galera, o que vocês acharam do pedal. Na minha singela opinião, foi a melhor trilha que já fiz.
Deixe aí seu comentário e vamos manter contato para marcarmos um novo pedal em Paracatu.

Convite: Trilha da Mulher de Branco, chegou o dia!

Fala galera do Noispedala. Finalmente a chuva passou e chegou a hora de pedalar. Hoje faremos a Trilha da Mulher de Branco, que das últimas vezes em que “tentamos” fazê-la, rendeu muitas histórias para contar. A primeira vez uma boa parte de galera lembra, que perdemos e a chuva chegou. Na segunda vez nem chegamos a sair, pois o temporal tomou conta. Somente o Walder foi pedalar naquele temporal, subindo o cenourinha.

Um dos momentos marcantes da trilha
Um dos momentos marcantes da trilha

Então devido a pedidos e como desafio ao Magela que disse que agora sabe ela 100%, resolvemos marca-la para hoje. O Ponto de Encontro é a Band Bike às 18h50. Sairemos às 19 horas.
Novatos são bem-vindos, mas como não é uma trilha com nível de dificuldade baixo, entre em contato com o Magela (9975-4745) ou o Bruno (9169-0141) e veja se você está no perfil apto a completar sem dificuldades.
Segundo informações do Climatempo, não há previsão de chuvas para hoje em Patos de Minas. Confira em http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/173/patosdeminas-mg.
Isso mesmo, eu, Bruno Fernandes irei voltar a fazer trilhas hoje!
Confira o diário de bordo da outra vez que fomos nela.

Assista também ao vídeo que foi produzido com imagens da Trilha da Mulher de Branco.


Mais detalhes:
18 de novembro de 2010
Pedal Noturno: Trilha da Mulher de Branco
Horário: 18:50
Ponto de Encontro: Band Bike
Tolerância de 10 minutos na saída
Guia: Magela
Dificuldade: Média
Info: Bruno (9169-0141) Magela (9975-4745)
Distância: 30 km
Fotos: Magela e Celinho
Diário de Bordo: Bruno

Ela aparecerá?
Ela aparecerá?

Diário de Bordo: Trilha Alagoas voltando pela Ponte Bigode

Gata seca durante sua apresentação em cima da mesa
Gata seca durante sua apresentação em cima da mesa

Por Bruno Fernandes
Quando cheguei na praça, logo após trocar uma câmara de ar, o Marquinho chega empurrando a bike com o pneu da frente para cima, reclamando de seu notubes. Enchemos o pneu dele e tivemos que esperar o Fabiano Spaço e o Geovane Êta chegarem.
Já eram 7h20min quando saímos em direção a Alagoas, guiados pelo Euler Caixeiro Viajante, com 12 companheiros. Bruno, Luís, Robinho, Fabiano Spaço, Vaninho Star, Lazim, Euler Caixeiro Viajante, Kuririn, Geovane Êta, Marquinho, Grandão e a Gata Seca.
Descendo a Avenida Brasil, o Kuririn, o Fabiano Spaço e o Grandão resolvem encher o pneu no Posto Shell e o Grandão já fica por lá, pois teve problemas na sua raiação.
Pegamos o estradão, entramos em uma trilha, logo depois na mata. Na mata que estava bem bacana de passar. Os marimbondos não perdoaram o Fabianho Spaço. O Geovane Êta nos brindou com uma bela queda.
Logo após sairmos da mata, ao passar o primeiro mata-burro, fizemos nossa boa ação do dia. Uma caminhoneta carregada havia caído no mata-burro, e a galera do noispedala se prontificou a empurrar.
Seguimos até chegar ao corregozinho antes de Alagoas onde ouve uma competição de quem passasse montado, pena que não houve vencedor. E a cada mata-burro era um show do Lazim, que não descia em nenhum. O cara tem que dar aula disso pra galera do NPD.
Chegamos a Alagoas, onde já tinha nego reclamando que estava cansado. Tomamos umas coquinhas, batemos um papo esperto com a Gata Seca que subiu na mesa e tudo mais e enchemos as garrafinhas e saímos para completar a missão.
Se a trilha que a galera que fez com o Magela são para poucos, essa foi para raros. Pedalamos 10km a mais de subidas, passando inclusive pelo morro do Cruzeiro.
Quando chegamos à estrada do aterro sanitário, ninguém da galera quis voltar e fomos sentido à olaria da trilha do boi. Nesse momento, ao chegar à ponte do bigode, o Luís que já havia sentido cãibras, não suportou. Ligou para sua esposa que teve que vir rebocá-lo.
O restante da galera não afinou. Subimos os morros que faltavam e chegamos ao Bar do Roberto lá no Alvorada onde fomos tomar umas coquinhas e umas águas com gás e limão. Foi quando o Kuririn, que sofreu muito na trilha, mas completou bravamente, pois já havia um tempo que não pedalava, sentou sozinho em uma mesa, tipicamente escolhendo outra turma e deu aquela cochilada. Se não acordássemos o cara, ele estaria lá dormindo até agora.
Em uma das diversas conversas agradáveis, tivemos uma supresa que em 2010 deveremos ter um enduro dos moldes dos antigos. Aqueles que a galera da antiga orgulha em dizer que ficavam o dia quase todo pedalando 45 Km. Vamos aguardar.
É isso aí galera! Quinta à noite, noispedala novamente. Poste nos comentários quem mais caiu, que não estou lembrando.
Confira as fotos da Trilha das Alagoas voltando pela ponte do bigode.

Qual o maior impacto ambiental gerado no biking?

Leve seu lixo
Leve seu lixo

O biking é realizado, na maioria das vezes em trilhas e estradas preexistentes. As bikes não emitem poluentes pela queima de combustível e, ainda,  a poluição sonora das bikes é nula. Então, qual seria a “mancha” a um esporte considerado limpo do ponto de vista ambiental? O lixo nas trilhas é mancha que o esporte pode deixar para trás. Não se trata de uma situação habitual, mas existem diversos bikers que sujam os locais por onde passam.
O Lixo em trilhas é mais comum em competições do que durante passeios, mas o impacto durante passeios é maior. Como pude presenciar durante a cobertura da Final da Copa Cemil de Enduro Mountain bike 2009, após a prova existe a preocupação por parte dos organizadores em recolher  as marcações e o que seja possível para deixar as trilhas limpas. Durante os passeios isso não é possível, ao menos que alguém se habilite a vir em seguida recolhendo o rastro dos sujões. Você se habilita? Isso não é necessário.
Me lembro que ainda na pré-escola (faz tanto tempo que até o nome já mudou, agora se chama introdutório) a professora já dizia, e em casa era o que eu escutava: lixo é no lixo. Não tem nenhum próximo? Guarde com você até poder depositar no local correto.
Em enduros de regularidade, alguns competidores se desfazem da planilha atirando-a no meio do caminho. Apesar do papel ser biodegradável, a tinta não é. Os que têm esse hábito sujam a trilha e, durante alguns meses, quem fizer a mesma trilha deixará de apreciar a natureza para notar aquele papel no chão. Em razão disso, em algumas provas pelo Brasil a organização está tendo que  exigir que todos entreguem suas planilhas no final da provas e os atletas que são vistos jogando lixo durante o percurso são penalizados com perda de pontos.  Isso também não é necessário.
É necessário que todos se conscientizem e, ao invés de sujar, retribuam à natureza todo o prazer de uma bela trilha. De alguma forma, faça sua parte, faça a diferença. Ou simplesmente, não faça sujeira.
Tempo (aproximado) de decomposição de materiais
A tabela de tempo de decomposição de materiais fará você pensar na sua responsabilidade individual com relação ao lixo. O tempo de decomposição pode variar de acordo com as condições do solo ou ambiente em que os materiais foram descartados:
Tempo de Decomposição dos Materiais
Fonte: www.ambientebrasil.com.br – adaptado

Material

Tempo de degradação

Embalagens de gel (longa vida) Até 100 anos
Embalagens de Isotônico (Plástico) Até 450 anos
Chicletes 5 anos
Nylon 30 anos
Embalagens PET Mais de 100 anos
Pneus e câmaras de ar Indeterminado
Sacos e sacolas plásticas Mais de 100 anos
Isopor Tempo indeterminado
Papel e Papelão Cerca de 6 meses
Vidros Indeterminado
Aço Mais de 100 anos
Alumínio 200 a 500 anos

Por Renato Amaral
Biólogo – CRBio 44323/04-D

Diário de bordo: Trilha Caminho de Santiago de Minas

Seria mera coincidência?
Seria mera coincidência?

Domingo as 07h45min, quando fui pegar minha bike deparei com o pneu furado, com isso cheguei atrasado ao ponto de encontro (cervejaria contorno), as 08h10min, lá estavam o Luizinho (Super Mário Bros), Euler e o Djanilton (viajante da crossinha) e ainda tivemos que esperar o Thiago Bicalho (BS confecções), que chegou por volta das 08h30min.
Subimos a Av. Marabá ouvindo o Djanilton falar que estávamos muito devagar (na NTV ele parecia mais humilde), passamos o trevo do Cometa entramos à esquerda e logo começamos a decida, o nosso amigo Djanilton quase caiu escorregando no cascalho.
Tomamos água no corregozinho do bambuzal, tiramos fotos no cemitério e chegamos ao Arraial dos Afonsos. Tomamos cokinha no boteco e seguimos em direção a Santiago. Nosso amigo Djanilton começou a empurrar a bike nas subidas e ficar para trás (voltou a ficar humilde). Optamos por não irmos até Santiago, pois o sol tava bravo e o Márcio Araújo (Djanilton), estava sentindo as subidas com sua crossinha sem marchas.
Na volta passamos pela chácara do Seu Lúcio (Lumi Gás) e fomos premiados com um suco de manga geladíssimo e ali ficamos por uns 30 minutos ouvindo o Djanilton contar suas histórias e o moleque ainda ganhou do Lucas (bocão) uma camiseta com os dizeres da bandeira de Minas Gerais.
Fim do descanso. Saímos sentido Patos e o nosso super herói Mário Bros como é de costume sumiu na frente. As 12h10min chegamos ao trevo do Cometa onde nos dividimos e eu levei o cadáver do Djanilton para casa do meu amigo Lucas (Tele.com) onde ele se ressuscitou comendo churrasco.
Quinta-feira noispedala de novo às 18h50min.
Clique Aqui e confira as fotos da trilha Caminho das Alagoas
Por Magela

Diário de Bordo: Trilha da Lagoa Formosa pelo Aragão

Vítimas dos mata-burros
Vítimas dos mata-burros

Quando cheguei à Praça Bandeirantes, o ponto de encontro da trilha de hoje já eram 07h26min. O assunto era só um: O Garoto que está cruzando o Brasil em uma bicicleta crossinha. Aquele da matéria anterior, que saiu de Natal no Rio Grande do Norte e pretende (e vai chegar) a Porto Alegre no Rio Grande do Sul. O Luís (da lanterna-farol de carro) estava com seu filho de moto e também estava à procura do moleque.
Ah, cadê o Kuririn Voador que seria o guia da trilha? Pelo visto a asa dele continua quebrada. Mesmo sem saber muito bem o caminho, mantivemos o destino.
Depois de esperar o Doutor e a Doutora por uns 15 minutos além da tolerância, saímos à caça do Djanailton, que por nossa surpresa, assim que chegamos ao estacionamento da rodoviária, lá estava ele, montado em sua crossinha, com uma mochila (sua casa móvel) de 10 kg nas costas.
Ficamos parados por uns 15 minutos conversando com ele, ouvindo algumas de suas histórias, tiramos algumas fotos e passamos a bola para o Luís e seu filho, que o levou até a Power Bike, onde deram um trato na magrela dele, além de ganhar dois pneus novos.
Já eram mais de 8 da manhã quando seguimos o trecho, entramos na tradicional Molas Americanas. Contamos a turma, eram 13 bikers.  Descemos atrás do Motel Veraneio, descemos o morro e a primeira surpresa; a ponte estava coberta de barro. Tivemos que passar no cantinho, segurando as bikes.
Seguimos pedalando e, sempre que havia alguma dúvida, tinha alguém para ajudar. Até que o mata-burro fez a sua primeira vítima: o Fabiano (spaço), que está virando um dos personagens principais do NPD. Na dúvida de pular ou não o mata-burro, percebe que sua suspensão estava travada e desiste. Ao desistir, ele trombou feio na porteira, batendo a cabeça. Graças ao capacete, nada aconteceu. Apenas ficou abalado, pois ele não esticou em nenhum momento, preferindo ficar batendo um bom papo com o pessoal mais devagar.
Passamos por duas serras com paisagens bem bonitas, estradões, estradinhas e umas trilhinhas bacanas, até avistarmos Lagoa Formosa. Quando avistamos, havia apenas mais um morro excelente para descer, onde o Gleidson bateu o recorde de velocidade da turma hoje. 65 Km/h.
Chegamos à Lagoa Formosa pela Avenida do Laticínios Formosa, onde o Vaninho foi a uma borracharia trocar a câmara de ar, conseguindo arrebentar três câmaras de ar. Fomos até um barzinho em frente ao Banco do Brasil, tomamos uma coquinha gelada. Já eram 11h da manhã. Depois demos uma volta na lagoa e chegamos ao posto da entrada onde enchemos as garrafinhas.
Guiados pelo Grandão, encontramos um “atalho” e saímos da cidade. Neste momento cinco bikers resolveram esticar e os demais oito continuaram pedalando na manha. Até que em um morro bravo, a galera se dividiu. Flávio do Galo, Fabiano (spaço) e o Grandão erraram o caminho e foram salvos pelo caminhão de leite que passou e avisou que estavam errados.
Neste momento o mata-burro faz sua segunda vítima. O Valner (Doutor) ao passar empurrando, se desequilibra e sua bike cai entre os ferros. A sorte dele foi que conseguiu apoiar na cerca. Mesmo assim, sua roda parecia o S do Senna. O multifuncional Gleidson tinha uma chave de raios e depois de ajustes e pancadas, a roda do Doutor deu condições para que terminássemos a trilha.
Depois dos ocorridos, terminamos tranquilamente o passeio. Já eram 14h quando chegamos a Patos de Minas.
É isso aí galera, tentei chegar próximo à qualidade de narrativa do nosso Cacique Magela. E amanhã noispedala de novo!
Clique aqui e veja as fotos da Trilha da Lagoa Formosa passando pelo Aragão
Por Bruno Fernandes