Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha das Cinco Cachoeiras em Guarda-Mor

Guarda-Mor, 21 de setembro de 2014
Por Olemar Caixeta

Uma das cinco cachoeiras
Uma das cinco cachoeiras

Mais uma vez participei de um convite do colega,  Celinho da Band Bike, para uma viagem em Guarda Mor.
Após um farto e variado cafe da manhã, às 5 horas, em frente a BAND BIKE, as bikes foram acondicionadas no ônibus fretado e no transbike do Luciano. A viagem de ônibus, quase cheio ocorreu tranquila, com uns dormindo, outros em bate papo e outros restabelecendo da ressaca da noite que estava se acabando (o Bernado que o diga).
Na chegada a Guarda Mor fomos recepcionados por autoridades da cidade e outros patenses que foram em seus próprios veículos e mais ciclistas de várias cidades como Vazante, Lagamar, Lagoa Formosa, Paracatu, Coromandel, totalizando 104 ciclistas.
O passeio começou e terminou com pessoas entre 14 a 60 anos, 40 a 140 kg, homens e mulheres.
Logo no início, observamos uma fila se estendendo por ate 1 km entre o primeiro e o ultimo, e antes de começarmos a subida da serra do funil ja tivemos à disposiçao para um refrescante banho uma belissima cachoeira.
No meio da serra o carro de apoio dava aquele animo para terminarmos a sofrida  mas agradável tarefa oferecendo agua fresca, sucos, frutas etc..
No topo da serra o banho de outra linda cahoeira. Daí demos início a uma trilha dentro de uma vegetação de cerrado, onde todos tivemos que pedalar em fila indiana, sem perder o da frente de vista para não se perder na vegetação preservada do local.
Atravessamos um riacho e apos uma subida, onde vi algumas  meninas me ultrapassando sem descer da bike, (Natalia, Versiane…), encontramos novamente o carro de apoio, desta vez com um sanduíche para retomarmos as forças.
Daí descida até a última e mais linda das cachoeiras, onde uns foram chegando e outros saindo apos um refrescante banho. Em seguida pedalamos por uma estrada plana ate a cidade, tolizando o percurso de aproximadamente 32 km, onde um delicioso almoço nos esperava.
Cansados, retornamos às nossas casas, satisfeitos por ter realizado, no dia da arvore, inicio da estaçao da primavera, mais uma cicloviagem, onde conhecemos lugares ineditos, e ainda interagindo com pessoas diferentes.
Clique aqui e confira as fotos.

Maratona 10 anos Liga Patense de MTB será dia 23 de fevereiro em Patos de Minas

Dia 23 de fevereiro às 9 horas da manhã será realizada em Patos de Minas a Maratona comemorativa aos 10 anos de Liga Patense de Ciclismo. A prova será disputada na modalidade Maratona Trip Trail. Ao contrário do Cross Country, você só dá uma volta. Tem o nome Trip Trail porque é praticamente uma viagem por trilhas e estradas de terra. As trilhas feitas por lazer pelos entusiastas do Mountain Bike costumam ter a característica de um trip trail. É menos técnica e menos pesada que o Cross Country. A prova será disputada na região dos trinta paus, antiga estrada Patos / Presidente Olegário.
A largada será nas dependências do Posto Itamarati. O local conta com estacionamento amplo, padaria e restaurante. A competição é uma realização da Liga Patense de Ciclismo e conta com o apoio da Cemil, Subway, Prefeitura Municipal de Patos de Minas, Noispedala, Star Bike, O Mundo das Peças, Auto Center José da Silva e Copasa.

Cartaz oficial do evento
Cartaz oficial do evento

Inscrições

As inscrições serão feitas aqui no Noispedala ao custo de R$ 50,00 para as categorias com premiação em dinheiro e R$ 40,00 para as demais categorias.
As categorias e premiações ficaram definidas da seguinte maneira:

Categoria Idade Inscrição Distância Primeiro Segundo Terceiro Quarto Quinto
Elite Livre R$ 50,00 50 km R$ 200,00 + troféu R$ 150,00 + troféu R$ 100,00 + troféu Troféu Troféu
Feminino Livre R$ 50,00 40 km R$ 100,00 + troféu R$ 70,00 + troféu R$ 50,00 + troféu Troféu Troféu
Júnior 16 a 18 anos R$ 50,00 40 km R$ 100,00 + troféu R$ 70,00 + troféu R$ 50,00 + troféu Troféu Troféu
Sub 30 19 a 30 anos R$ 50,00 50 km R$ 150,00 + troféu R$ 120,00 + troféu R$ 80,00 + troféu Troféu Troféu
Master A 30 a 34 anos R$ 50,00 50 km R$ 150,00 + troféu R$ 120,00 + troféu R$ 80,00 + troféu Troféu Troféu
Master B 35 a 39 anos R$ 50,00 50 km R$ 150,00 + troféu R$ 120,00 + troféu R$ 80,00 + troféu Troféu Troféu
Master C 40 anos acima R$ 50,00 40 km R$ 150,00 + troféu R$ 120,00 + troféu R$ 80,00 + troféu Troféu Troféu
Estreante Livre R$ 50,00 40 km R$ 100,00 + troféu R$ 70,00 + troféu R$ 50,00 + troféu Troféu Troféu
Infanto Juvenil (podem ser acompanhados pelos pais) 11 a 13 anos R$ 40,00 18 km Troféu Troféu Troféu Troféu Troféu
Turismo Masculino Livre R$ 40,00 18 km Troféu Troféu Troféu Troféu Troféu
Turismo Feminino Livre R$ 40,00 18 km Troféu Troféu Troféu Troféu Troféu

Altimetria

Confira todos os detalhes do percurso clicando aqui.

Observações

Para você que não sabe chegar ao Posto Itamarati, clique aqui e confira o mapa com opcão de traçar rota.

Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha do Cais – Perau das Andorinhas

19/08/12 – Perau das Andorinhas, Presidente Olegário – MG
Por Márcio Abdala

O Tamanduá
O Tamanduá

Mais um domingo que tivemos o prazer de despertar as 5 horas da manhã, rumo ao grande Perau das Andorinhas. (Região Olegarense, formada por grutas e paredões de pedras que abrigam andorinhas no período de migração.)
Éramos no total 22 ciclistas, guiados por mais um roteiro inédito, elaborado pelo Luciano Pit Stop. Desta vez o GPS rumava para o maravilhoso Cais.
Sabíamos previamente, que o pedal seria lindo, mas, enfrentaríamos pela frente uma elevação de quase 1.200 metros e 40 Km de extensão. Números que no Perau, se multiplicam, devido aos obstáculos naturais daquela região. O fôlego e a raça eram requisitos básicos.
Tivemos apenas dois sustos, a queda do ciclista Marcelo, perto de um pequeno despenhadeiro, mas, que por sorte, provocou apenas a quebra do seu selim. Nada que o Celinho (Célio Batista dos Reis) não resolvesse em apenas alguns minutos. Ele utilizou apenas um alicate, o conhecimento e seu grande poder de improviso. Problema solucionado.
22 companheiros em mais uma aventura
22 companheiros em mais uma aventura

A outra situação inusitada foi quando todos os 22 “bikers” acuaram uma vaca “louca”, dentro de uma mata (sem querer, claro). Ela investiu contra alguns, houve várias reações de desesperos e correrias, por parte de vários companheiros. História que não poderá ser detalhada, devido às regras internas, que estabelecem alguns sigilos do Pedal da Band. Gostaria muito de poder descrever, mas não posso. O importante é que todos se safaram.
Passamos por várias trilhas surpreendentes, numa delas, fomos presenteados por uma breve companhia, o Tamanduá-Mirim, que nos recebeu literalmente de braços abertos, porém, numa postura defensiva. Após alguns minutos, ele nos permitiu realizar algumas fotos. Foi emocionante.
Quando chegamos no topo do Cais, procuramos uma sombra provinda dos eucaliptos, nela avistávamos uma boa parte da região. Era um momento de reflexão, descanso e para um breve lanche.
No retorno, ainda encarávamos um sol típico de deserto, terrenos cascalhados, alternando por solos arenosos. Em vários momentos, o pedal se transformou num trekking, com a bike nas costas.
A cada metro percorrido, tínhamos panoramas que surpreendiam, visualizávamos cachoeiras e regiões provavelmente inóspitas, momentos que não se retratam numa simples fotografia ou nessas linhas.
O pedal no Perau é inesquecível. Até a próxima amigos!

TV Noispedala especial Trilha do Cais

Percurso GPS

Fotos

TV Noispedala: Confira como foi o Desafio Abraço a Patos

Foi um pedal diferente. Foi muito bacana! Esse aniversário de 120 anos de Patos de Minas ficará marcado para muita gente. Confira os melhores momentos do Desafio Abraço a Patos com edição e imagens de Luciano Pit Stop. Ahh, tem umas do Bruno Fernandes também. Assista:

Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha das Aranhas

12 de maio de 2012 – Por Fernando Melo

Trilha das Aranhas
Trilha das Aranhas

Mais ou menos 25 participantes, todos com uma energia e uma expectativa só.
Após a Ponte do Rio algumas orientações sobre os pontos de paradas para a espera do grupo. Certos de que seria uma das trilhas mais bonitas de se fazer, mais orientações sobre equipamentos de segurança para alguns participantes, importância dos capacetes, etc.
Célio e Luciano estreando com os radinhos de comunicação, rsrsrs… um diálogo muito rico:
_Você não é mais gago!
_E você não é mais surdo! rsrsrsrs…
Dando sequencia, logo na primeira ponte, com as ‘’PEQUENAS’’ costeletas da estrada,  ficaram algumas garrafas de aguara para trás. Em seguida o morro mais bravo, a subida do lixão. Todos subiram, mesmo que empurrando, subiram…! Veio a descida, beleza…a sombra dos pinheiros, mas passou rápido e do outro lado outra subida, que subida! O fôlego fiou pequeno. No final começou a trilha radical. Ah, após a subida do morro o Bruno Gurgel  passou mal, detalhe…dor de barriga…pode acontecer com qualquer um.
A parte mais interessante: Contornando os eucaliptos e o café, veio as decidas e começaram os tombos,   a chuva começou também…parece que tinha sido combinado  com são Pedro!
Enfim…a travessia das aranhas, e como tinha aranhas! Em seguida a travessia do córrego, ah antes do córrego o Sérgio teve que voltar…Tinha compromisso com a esposa,  compromisso que nada, o cansado que bateu forte…!
Logo após a travessia do córrego, muito barro, muita lama e muito tombo. Começaram os problemas em algumas bicicletas. O Célio para não perder a prática resolveu…!
Tombo mesmo foi o do Geraldo Junior, que mais que depressa olhou para ver se tinha alguém filmando ou vendo…sorte dele, não tinha não, só o Fernando viu!
Após a subida, Célio amarrou duas camas de ar e guinchou um ciclista por mais de 10 km. O Célio sim ficou com o treino completo e ainda passou todos e chegou na frente arrastando o companheiro…!
Valeu galera!!! Pelo companheirismo, as boas gargalhadas, as novas amizades que se iniciaram nesta trilha. Espero que ainda venham várias outros!!!
Parabéns aos organizadores!!!

Assista ao vídeo do Luciano Pit Stop

Diário de bordo: Trilha casca grossa – Perau das Andorinhas

O agronegócio e o turismo radical
O agronegócio e o turismo radical

Presidente Olegário (Mió lugar do mundo) – 1° de maio de 2012 (18 anos sem Ayrton Senna)
Por Bruno Fernandes
Quem nunca ouviu aquela piadinha? P.O.? P.O. lugar do mundo? Pior lugar do mundo o ca#*#*. Desculpem o palavrão, mas o sentimento é esse mesmo.
É de conhecimento de todos que nossa cidade-satélite Presidente Olegário é um grande celeiro agrícola. Presto serviços para a Prefeitura desta cidade desde 2004, e sempre dizem que é surpreendente a quantidade de opções para a prática do turismo radical. Hoje foi possível ver de perto este contraste. Poucos metros separavam uma enorme lavoura de soja de trilhas extremamente técnicas e com um visual incrível. O Perau das Andorinhas é muito bonito.
A foto oficial
A foto oficial

Já havia pedalado outras vezes na região, mas o percurso que o Luciano Pit Stop preparou foi surpreendente. Parabéns meu caro. Tem que passar a fórmula do google earth. Até o Euler Caixeiro Viajante com toda sua experiência, ficou de boca aberta com o pedal. Não sei muito bem explicar o caminho que fizemos. Eu não fazia a menor ideia onde eu estava. E nem fazia questão de saber. O que eu queria mesmo era desfrutar do que a trilha oferecia e das divertidas resenhas.
O que vai ficar marcado?

  • A quantidade de tombos. Foram muitos, muitos mesmo. Com destaque para a queda do Pedro Elias. Apesar do susto e dos ralados, ele está bem.
  • O ataque dos marimbondos. Até agora estou sentindo dores.. rs..
  • O extra-big-power sanduíche do Marcinho. Dava para alimentar uma família de 8 filhos em diversos países da África.
  • O retorno às trilhas do meu amigo Renato Amaral.
  • A melancia que compramos em um “oasis” à beira da Rodovia.
  • O sofrimento da maioria do companheiros. Mas queriam o que? A trilha chama Casca Grossa não é por acaso.

Por isso finalizo dizendo. Hoje, 1° de maio de 2012, para 19 bikers, Presidente Olegário é o mió lugar do mundo.

TV Noispedala com edição e imagens do Luciano Pit Stop

Confira as fotos do Geraldo Júnior

[nggallery id=349]

Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha Açoteia

28 de janeiro de 2012 – Por Márcio Abdala

Ter médico pedalando tem suas vantagens. O paciente ciclista passa bem
Ter médico pedalando tem suas vantagens. O paciente ciclista passa bem

Olá, amigos!… esse diário de bordo ficou sob a minha responsabilidade; um prazer estar revivendo aquela tarde nestas linhas. O nosso guia Luciano Pit-Stop também me proporcionou uma surpresa: batizar o nome da trilha, até então, inédita.
Açoteia, um espaço multi-uso, onde podemos visualizar o horizonte. Desfrutamos exatamente isso. A todo momento podíamos visualizar a nossa cidade e/ou todo o horizonte por um ângulo distinto. (pronúncia: aço-têia)
Outro sábado que uma galera de peso se reuniu para o pedal da Band. Muitos não puderam comparecer, devido a outro grande evento na cidade, o jogo do URT 1 x 0 Brasília. Se é que me entendem. Enfim, voltemos ao pedal.
Seguimos sentido ponte do Rio Paranaíba e pegamos o estradão, sob um sol escaldante, mas todos animados aguardando uma “nuvenzinha” e a energia de um novo lugar.
A foto oficial
A foto oficial

Passamos por alguns rasos riachos, outros, relativamente fundos, além de atoleiros. Carregamos as bikes em alguns momentos, passamos em matagais e pegamos uma chuva que refrescou o nosso inédito pedal, alguns tombos são de praxe e sempre uma atração a parte nas lentes do BBBand. A paisagem é indescritível e o conselho é apreciar de perto!
Gustavo de Vieira teve uma queda, ocasionando o deslocamento do seu ombro, sendo prontamente atendido pelo biker Dr. André, o qual realizou a redução do ombro deslocado. Foi improvisada uma tipóia com câmara de ar reserva. Gustavo e seu irmão Geraldo retornaram mais cedo por um justo motivo. Ele passa bem!
No retorno a maioria optou em seguir o estradão até a cidade, alguns já apresentavam câimbras e certo cansaço… outros preferiram voltar pelo atolado “friends”, onde, logo no inicio, minha corrente arrebentou. Não adiantava mais bradar pelo Celinho, já que ele regressara com a outra turma. Só me restou finalizar a trilha sendo “rebocado” pelos fiéis companheiros, apreciando a paisagem que insistia surpreender.
Abraços a todos, em especial aos que não me deixaram na mão. A trilha só é completa quando toda sua essência é compartilhada (parafraseando Alex Supertramp).

Assista a edição semanal do Luciano Pit Stop

Confira as fotos dessa aventura

[nggallery id=302]

Diário de bordo: Pedal da Band na Trilha Ponte a Ponte (Cavas)

Pedal da Band
Pedal da Band

Sábado a galera da Band reuniu como de costume e realizou um pedal bem bacana. Mesmo com a ameaça de chuva, o comparecimento foi em peso. Participaram 47 bikers. Destaque para os 3 garotos (o mascote filho do Marquinho e a turma do Robinho).

Confira as fotos desse pedal.

[nggallery id=294]
[nggallery id=295]

Diário de Bordo: Luciano Renato e Murilo na Trilha Descidas do Messias

Quem batiza a trilha é o Murilo, homenageando o avô que vive em uma fazenda que fica logo ali, atrás de uma das montanhas por onde passamos.

Cachoeira na Trilha Descida do Messias
Cachoeira na Trilha Descida do Messias

O idealizador da trilha ainda nos contou grandes histórias do senhor Messias que tem 83 anos de muita VIDA (com letra maiúscula).
Partimos de Serra do Salitre para uma trilha inédita, traçada via GPS pelo Luciano. Antes disso, o bandeirante Murilo já havia percorrido a pé parte do percurso.
A primeira referência a Serra do Salitre vem de outro bandeirante, Lourenço Castanho Taques, em 1675. Mais de três séculos depois fomos explorar o território por ele bem dantes descrito.
O percurso incluiu visita a três cachoeiras:  Xexéu, Ivo  e Peta. Pra não constipar, como aconselha os mais antigos, a primeira cachoeira vimos de longe, a segunda vimos de perto e a terceira vimos de dentro. Assim não tem perigo.
Seguindo o roteiro GPS do Luciano fizemos um pedal espetacular com descidas sem fim. Ou melhor, eram findas no distrito de Catiara. Lá paramos numa tradicional “venda” que o Murilo chama de “Saloon do Velho Oeste”. Tinha fumo de rolo, aguardente , salame, salgadinho Xebec, corda, vassoura, extrato de tomate… só não tinha água mineral. Pode ser do filtro de barro mesmo.
Abastecidos, seguimos a diante. Como as descidas acabaram o jeito foi subir a serra da Catiara até Serra do Salitre. Tinha tudo para ser sofrido, mas o tempo agradável do cair da noite e a lua cheia contribuíram ainda mais para o sucesso do novo percurso para amantes do MTB.

Confira o vídeo editado pelo Luciano

Vejam o percurso e as fotos desta aventura