Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha Pampa

Por Murilo Fonseca

44 bikers, que galera bacana
44 bikers, que galera bacana

Mais uma vez um galerão se reuniu no sábado a tarde para o pedal da Band. A cada sábado mais gente nova se une ao grupo da já consagrada pedalada. Apareceram velhos amigos, novos amigos e as figuras já carimbadas do pedal.
O pedal foi classe A, seguimos sentido bairro Alvorada para um percurso muito bem escolhido pelo nosso Race Ventura (Luciano). Matas fechadas, pula cerca, lugares bem apertados, descidas com obstáculos, outra cerca, algumas subidas, pinguela, cerca…
Talvez o maior obstáculo tenha sido o sol que castigou forte na primeira hora do pedal e fez com que uma parte da turma resolvesse voltar. Sábia escolha, pois ainda tinha chão pra riscar e sensatez nunca é demais quando se trata de expôr nosso corpo ao limite, e esse cada um tem o seu.
Pois bem, parte da turma voltou e a outra parte seguiu em frente, entre os que seguiram estava nosso mascote, o caçulinha da turma (filho do Marquinho da Shok Boutique) que me fugiu agora o nome mas que em breve vai começar a dar trabalho pra gente acompanhar.
Logo após a ponte do bigode chegamos a um buteco, buteco mas buteco mesmo. Lá tomamos uma coca-cola quente que nessas horas fica uma delícia, sempre observados por um companheiro motoqueiro bebum que se divertia com nossa presença enquanto tragava seu cigarro e tentava se enquilibrar sentado no barranco.
Nem deu pra ver direito quando o Kuririn passou por nós em sentido contrário em ritmo de competição, tá treinando forte o cara.
Abastecidos de refri, salgadinhos e outras “cositas mas”, foi só pegar o estradão e chegar a cidade depois de mais um pedal de sucesso.
O ponto negativo ficou por conta de um fazendeiro que não permitiu nossa passagem pela estrada que corta a fazenda dele, é um pouco difícil de entender mas vai saber, ele deve ter os motivos dele. Mas isso foi coisa muito pequena perto do que foi o pedal. Valeu a todos e até a próxima.
Confira as fotos
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Diário de bordo: Pedal Noturno Trilha do Boi

Esta galera não afina nunca
Esta galera não afina nunca

Por Bruno Fernandes, 26/08/10
Como diria o nosso Cacique Magela, salve salve simpatia. Alô você que está sempre ligado no noispedala. Quinta-feira para mantermos a tradição, realizamos nosso pedal noturno semanal.
A galera saiu do Balão da Chevrolet (antigo balão da Wolks). O destino foi a primeira trilha que realizamos no Pedal Noturno, a batida Trilha do Boi. 10 companheiros participaram, dentre eles os quatro incansáveis, Doutor Valner, Gagame, Renato Amaral e Markim Caxão.
O Luis farol de carreta estava lá firme com seu farol modelo 2010/2001. Participaram também o novato Juninho Gráfica Solar, Banhão, Breno corretor, Valder Filho das baterias, João da Pivodrip e o Ernane tirense ausente.
Foi um pedal sem nenhum incidente e nenhuma história para contar. Somente registramos que o Gagame perdeu sua mala de ferramentas. Se por acaso alguém encontrar, fale com ele ou deixe na portaria da rádio. Quem ouvir, favor retransmitir o recado.
Ah, dia 12 de setembro, terceira etapa da Copa Cemil de Enduro Regularidade MTB. Vá preparando. Em breve todas informações e inscrições abertas aqui no Noispedala.

Confira as fotos desta jornada

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Boi 15/07/10

15/07/2010, por Renato Amaral

Tá esquentando
Tá esquentando

A trilha agendada foi a Trilha do Boi. A galera se reuniu na Praça Champagnat à espera do guia Euler. Só esqueceram de avisar pra ele. Hoje tivemos a presença de quatro estreantes no pedal noturno: Gustavo, Anilson, César e Rafael. Éramos 16 bikers no total: os estreantes, Eu, Hebinho, Grandão, Sérgio Zaggo, Walner, Kléber, Vinícius Diógenes, Markin Kxão, Iuri, Pedro Elias, Cadu e Herculano.
O Hebinho compareceu na sua já tradicional pedalada do mês. Hoje as ausências do Cacique Magela e do Bruno Fernandes eram mais que justificáveis: a dupla foi homenageada no evento Amigo do Projeto Saúde & Equilíbrio pelo incentivo ao esporte através do site www.noispedala.com.br. É graças a esta grande iniciativa que eu pedalo, que você pedala, que noispedala! Parabéns, esta é apenas uma das várias que virão. Também foram homenageados como atletas e incentivadores do esporte os bikers Júnio Alves e Coelho Bala.
Colaram a corrente foi com super bonder?
Colaram a corrente foi com super bonder?

O clima estava bacana e o pessoal estava animado. Os estreantes não decepcionaram e pedalaram legal. No caminho, o Sérgio nos deixou por dentro dos detalhes de sua aventura no Caminho da Luz (Bike Luz 2010) e o Herculano nos animou mais ainda para o pedal na Serra da Canastra. Ele esteve por lá no último fim de semana com uma turma de São Paulo e “roteirou” o trajeto para nos guiar pelas belas paisagens do Parque.
Na volta, depois da ponte do bigode, a galera seguiu direto pelo estradão, abreviando a trilha. Teve sua vantagem, pois logo depois a corrente da bike do Cadu estourou. O “mecânico” Iuri resolveu com um “show de mecânica”. Vencidas as últimas subidas até o asfalto a galera já estava pensando nas próximas trilhas.
Guias: Herculano e Sérgio; Fecha-trilha: Iuri; Fotografias: Vinícius Diógenes e Cadu. Comentários: VOCÊ!
Confira as fotos:
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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Boi 22/04/10

22/04/2010, por Renato Amaral.
Como sempre, o pedal noturno semana a semana, cada vez melhor! Quando cheguei à concentração no “balão da wolks” já vi que a turma estava animada e que o pedal ia ser bom demais.

Uma pausa para a foto oficial
Uma pausa para a foto oficial

Atenção para a chamada: Eu, Allysson Kuririn, Cadu, Euler Caixeiro Viajante, Felipe Xandinho, Flávio Bocão, Heber Contador (Araújo Contabilidade), João Victor Duracell, Luís Farol de Carreta , Marco Túlio Gagame, Walner, Iuri, e, esta semana recebendo a “visita” de Helinho Amorim e Nayara. O Amarildo NTV (pai do Gagame) apareceu pra dar um alô pra galera e recomendar ao Marco Túlio muito cuidado. O Gagame pedalou na bike do pai e fez diferença: dessa vez ele não abandonou no meio.
O ritmo geral foi tranqüilo devido às diversas longas paradas: tempo para as resenhas e para apreciar o céu com as lanternas desligadas enquanto os fecha-trilhas ainda estavam pra chegar.
Na última parada nos deparamos com uma cobra cascavel que estava de tocaia nos esperando na encruzilhada, mas algum caminhão acabou com os planos dela antes. Falando em cobra o Hebinho estava “igual a uma caninana” como diria o Cacique Magela. E falando em encruzilhada, o Gagame e o Felipe forjaram uma macumba com uns copos e pedras no caminho. Não colou, assim como o susto que eles tentaram passar na galera, escondidos no mato.
Euler Caixeiro Viajante preparando para atacar a "Caninana"
Euler Caixeiro Viajante preparando para atacar a "Caninana"

No Dia da Terra (22/04), não podia ser diferente: muita terra, mas com letra minúscula. E com muita poeira e cascalho solto, as subidas ficavam difíceis e as descidas perigosas. Na última descida do estradão dos trinta paus uma curva com muita terra (poeira) acumulada foi uma verdadeira arapuca: eu perdi o controle da bike, mas consegui me virar (ufa!), já o Gagame que vinha atrás sem lanterna foi parar na área de escape: o meio do mato.
De volta ao asfalto, no posto, o Luís patrocinou Coca Cola pra galera. Acho que a Coca fez mal pro Flávio Bocão: ele queria voltar e fazer a trilha de novo e tava falando em ir a BH de bike (mas acho que esses planos não eram todos praquela noite).  O Luís precisava fazer a trilha de novo para procurar seu Cateye perdido quando o Duracell caiu em cima dele (mas ele ia de moto).
Uns quinze minutos depois chegam o Euler, o Helinho Amorim e a Nayara. O Euler ficou para ajudar o Helinho que sofreu muito com fortes câimbras de rolar de dor (literalmente).
O destaque da trilha fica para o Hebinho que comprou um “carbo” novo na Nutry Suplementos e não parecia nem de longe o mesmo do pedal anterior.
Fica o convite para o próximo, sempre com muito pedal, turma animada e histórias pra contar!

Confira as fotos deste excelente pedal noturno:

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Diário de bordo: Pedal noturno Trilha do boi 18/02/10

Quem escreveu o diário de bordo foi o Djanilton, o cicloturista que está fixando moradia em Patos de Minas. Vale a pena conferir o relato dele. Infelizmente não temos fotos deste pedal noturno.
Hoje é dia de mais um pedal noturno com a galera do Noispedala.
A noite vem chegando e é hora da galera se reunir para mais um pedal. O tempo tá super nublado com chuva constante e o pedal pelo visto será cancelado.
Eu me mantenho otimista e alguns teimam em dizer que não iremos a lugar nenhum.
Por volta das 18h25 e ainda não tinha nenhum ciclista no ponto de encontro, apenas eu e a ADK. -”Será que sou o único que acredita que a chuva vai parar?”, penso comigo mesmo.
Às 18h24, o Zé recebe uma ligação de alguém e no outro lado da linha o sujeito não parece muito animado quanto ao tempo, pois a chuva ainda tá caindo de leve.
Zé fala pelo telefone com o outro cara na linha que sair na chuva é ir procurar problema e que se continuar assim não vai ir pedalar.
18h30 e nada de ninguém, pelo visto realmente não irá haver pedal hoje.
18h36, Zé recebe mais uma ligação, pelo tom da conversa, que não foi nada animadora, realmente não iremos pedalar hoje. -”Debaixo de chuva é complicado sair e do jeito que está não vai ter nado hoje”, explica Zé por telefone ao receber um terceiro telefonema.
Eu já estou ficando até desanimado por causa do cancelamento do pedal de hoje, quase uma hora de espera e não irá acontecer nada mesmo?
A chuva agora está mais leve, bem fraca, mas o pessoal tá esperando ela parar por completa, em contra-partida, a Trilha do Boi por onde íamos nessa noite, deve está completamente encharcada e com muita lama, dando mais um motivo para o cancelamento.
O tempo deu uma melhorada por volta das 18h46, o que deve ter animado muita gente, mas não o suficiente para fazer o pessoal sair de casa.
Às 18h53 aparece um ciclista, era o Gagame e dois minutos depois o Flávio Bocão.
Mais alguns instantes e logo aparece o Luiz Farol de carreta com o seu filho, o Yaguinho e pra fechar o time o Marquinhos da funerária. Tem um outro sujeito. Mas eu não consigo lembrar o nome dele.
Com esses oito atletas o pelotão está formado e não deixando o tradicional pedal de quinta-feira ser esquecido, começamos a traçar nossa rota e a escolhida é realmente a Trilha do Boi.
Logo no início da pedalada, o filho do Luiz tenta fazer uma gracinha com a bicicleta e acaba indo ao chão, conduzido pela guia. Sorte que ele não se machucou.
Quando entramos na estrada de terra somos surpreendidos por um fio de alta-tensão que está tocando uns galhos de uma árvore, gerando leve estalos e algumas faíscas. O Marquinhos e o Luiz até que tentam comunicar a Cemig, mas a tentativa é do vão, pois não temos o endereço do lugar e fica algo parecido com um trote.
Continuando, como a chuva já havia parado a um bom tempo, a trilha tava ótima, poucos buracos, nem sinal de lama ou poças d’água, muito bom para pedalar. Eu já não estava mais com minha bike aro 20, o Ângelo me emprestou uma aro 26 com câmbios e suspensão que ele tem, onde foi usado apenas o tamanho das rodas, pois depois de quase estragar quatro vezes os câmbios da magrela desisto e coloco ele do uma macha (coroa grande combinada com a terceira catraca), que é usada do início ao fim do pedal.
A noite vem vindo, uma temperatura super agradável e bom até demais. Quando estávamos todos de boa, subindo o primeiro morro, o filho do Luiz inventa sei lá de onde que está cansado, o pai coruja faz uma espécie de reboque para o filho, que se repete por todo o trecho, até o Bocão que não tinha nada a ver com o peixe deu uma força ao Luiz, rebocando vez e outra o pequeno e folgado ciclista. Ah tem mais sobre esse fato, o garotinho nem pedalava quando estava sendo rebocado, segundo ele era pra descansar, que folga enh?
Continuamos com a pedalada e por volta do sétimo quilômetro fazemos o retorno, por uma trilha que por ter mato alto dos dois lados, tinha vez que andavamos em fila indiana.
Problemas a parte, seguimos passeio. Gagame o nosso guia, tava todo animado para ir pela trilha de uma tal cenoura, o Luiz mais experiente com a chuva e com a lama resolveu nem arriscar seguir o palpite do “guia”.
Eu já nem sabia mais onde estava, meu “gps” nem funcionava mais e eu estava mais desorientado do que bêbado em labirinto de espelhos. Só sei que descemos uns três quilômetros ou mais, sei lá, de morro. Agora eu estava lá na frente, seguindo o Yago e o Gagame. Ouvi um suposto boato que o Marquinhos caiu da bike, mais ainda tem que confirmar com ele e com quem tava na turma de traz.
Depois do momento morro abaixo, chegamos em um milharal, o nosso amigo Bocão resolveu fazer uma parada para pegar emprestado uns milhos, quando demos por sua falta nem o farol da bike dele viamos mais.
Eu e outro sujeito voltamos para ter o que tinha acontecido; nisso ele já estava voltando, com umas cinco espigas de milho em mãos. Se ele fosse levar aquilo tudo, até que ia está tudo bem, mas socot pra mim, o único que tinha uma pequena mochila, que ainda tinha espaço, que foi ocupado pelo milho “emprestado”.
O filho do Luiz parecia até o guia, todo o buraco que via avisava a todos. Mas não pedalava quase nada.
Depois de pouco mais de duas horas e meia por dentro de trilha e após uns 13km ainda não confirmados, chegamos novamente ao asfalto. O Luiz filho agora recuperou-se do cansaço e de um suposto nariz sangrando e começou a subir e descer guias e calçadas (para muitos conhecidos por passeio).
E assim vai terminando mais um pedal noturno, a galera vai se separando e indo cada um para suas casas. Até a próxima aventura e foi isso por essa noite. Ah, antes que reclamem ou pergunte, não teve fotos, nenhuma sequer, ninguém levou câmera daí o motivo simples e principal.

Diário de Bordo: Trilha do Boi 28/01/2009

Aqui quem vos fala é o companheiro de pedal Bruno Fernandes. Eram 18h54min quando cheguei à Star Bike ainda com minha lanterna para arrumar e com o pneu vazando ar pelo bico. Pior que não era só a minha lanterna. Era de dois novatos também, o Léo e o Rantar.

Robinho mostrando como não se deve ir vestido em uma trilha
Robinho mostrando como não se deve ir vestido em uma trilha

Dois fatos me chamaram a atenção. Primeiro o super simpático Senhor Olímpio (Professor Pardal) e o Robinho que estava de calça jeans, botas e bike com pneus de speed.
Às 19h o patrocinador e guia Zé Gonçalves chegou, resolveu vários problemas nas bikes da galera, inclusive na minha. Saímos para pedalar já eram 19h14min. Grande atraso. Fique atento, pois nas próximas semanas isso não irá acontecer mais.
Seguimos sentido Alvorada para fazermos a tão sonhada e solicitada pelo Zé Gonçalves trilha do boi, onde encontro com o Professor Pardal descendo. Ele disse que vai pedalar semana que vem com a bateria nova que já chegou aos correios.
Chegamos ao estradão da Béia onde o Robinho despediu de mim e do Euler. Contamos a galera. 32 bikers. Ficou decidido que o fecha trilha seria o Gleidsson e o fotógrafo seria o Alisson Tião com a câmera do Luis Farol de Carreta. Quando começo a subir quem me ultrapassa? O próprio. O dinossauro das bikes. Tudo numa boa, todos pedalando unidos respeitando o guia.
Tudo certo até que não sei ainda quem conseguiu errar a tão manjada trilha do boi. O pior foi que neste erro outro dinossauro das trilhas, o Euler da Autopatos descontrolou ao passar em um mata-burro e deixou a bike cair. Quase que ele vai junto. Neste momento escutei os gritos da galera. Era um motoqueiro que estava passando que pelo visto assustou com a quantidade de pessoas a lanternas e comprou um terreno. A roda do Walder da Motoagra no mesmo lugar empenou não sei como ainda.
Uma pausa para a foto oficial. 32 bikers
Uma pausa para a foto oficial. 32 bikers

Seguimos pedalando até que o novato Mateus, que segundo ele é de Bebedouro SP, morou em Uberlândia, Alagoas e casou com uma patense seguiu o mesmo caminho do Euler da Autopatos.
Como já era de esperar, o Robinho na curva do início da subida dos 30 paus fura o pneu da bike e termina empurrando.
Paramos no Posto do Alvorada, tomamos uma água e fizemos a foto oficial. Foi onde observamos um fato notório. O Markim Caxão não caiu nenhuma vez. Isso mesmo que você leu.
É isso aí galera! Semana que vem tem mais pedal noturno. Deixe seu comentário dizendo o que você achou da trilha.
Clique aqui e confir as fotos deste pedal noturno.

Diário de Bordo: Noispedala a noite na Trilha do Boi

Já que o Diário de Bordo é redigido em primeira pessoa, sempre no principio, haverá o nome de quem está escrevendo. O de hoje está sendo redigido por mim, Bruno Fernandes.

Quem cai no noispedala 3 vezes escolhe a música. Então Franguinho, qual música você escolhe?
Quem cai no noispedala 3 vezes escolhe a música. Então Franguinho, qual música você escolhe?

Às 18h56min, quando cheguei ao ponto de encontro do noispedala a noite desta semana. A Star Bike. O Zé Gonçalves estava socorrendo alguns bikers ainda, inclusive o Durex que queria ir com a camisa daquele time que era atrás da Padaria Elis Marina, que recuso a dizer o nome aqui. Coloquei minha bike para dentro somente para encher o pneu e o Gleidsson já veio bravo pensando que eu iria atrasar todo mundo. Calma meu treinador.
Já eram 19h08min quando já estávamos cansados de esperar a Gata Seca que nos deu o bolo mais uma vez. Então saímos em direção ao bairro Alvorada. O Sol nos trazia uma falsa impressão que eram 4 da tarde pelo menos.  Subimos a Ataualpa Maciel, até que alguns companheiros foram encher os pneus no posto e quase se perderam.
No momento de entrarmos na terra, encontramos com mais quatro companheiros, inclusive o Lelé com sua meia rosa, fechando assim a turma. Eram 25 bikers animados para fazermos a Trilha do Boi. Tudo muito bom até chegarmos à Olaria, que foi quando os principais fatos começaram a acontecer. No início do tradicional morrinho da Olaria, o Flavim 5 segundos após falar que quem colocasse o pé no chão pagaria uma coquinha, meteu o pezão no chão e não pagou nada. O Cristiano da Padaria, marinheiro de primeira viagem perdeu o equilíbrio da bike ao passar em um buraco e foi aquele tombo. E o Franguinho (guarde bem esse apelido, você vai ouvir falar nele mais umas vezes), 5 metros antes de terminar a subida, caiu tão bonito que ficou lá deitado no chão.
Para manter a tradição, logo após a subida da olaria, o Hebinho foi desviar de um poço d’água, escorregou e caiu dentro do poço. Firma o pelo parceiro. Depois disso, o show do Franguinho continuou. Ele se distraiu com um sapo e não conseguiu evitar mais um tombo. Menos de 1 km depois, o Juninho, o popular baruiada veio gritando daquele jeito, o Franguinho assustou e caiu novamente.
E o , só andando na manha, enquanto isso, o Gleidsson parecia uma máquina multifuncional. Servia de guia, voltava pra ver se tava tudo ok com a galera, corria na frente e tirava fotos, ia ao final da galera e mais fotos. Enquanto isso, o Zé da Star bike só na maciota.
Antes de chegarmos nos 30 paus, o Breno, outro marinheiro de primeira viagem sofre com cãibras e o Juninho Baruiada vai fazer sua atividade extra de guincho. Rebocou-o em dois morros. Mas não afina não Breno. Vai treinando que semana que vem tem mais.
Eu fico muito satisfeito quando companheiros me confidenciam que custam a esperar chegar à quinta para pedalarmos a noite e também quando os que estão viajando como o Luís e o Magela ficam com inveja da galera que foi.
É isso aí companheiros! Semana que vem noispedala a noite de novo. Vamos passar lá na Star Lanches. Sugiro que leve 7 reais parar lancharmos lá no nosso amigo Vaninho Star.
Não deixe de comentar galera. Principalmente se eu me esqueci de narrar algum fato aqui no Diário de Bordo.
Clique aqui e confira as fotos do noispedala a noite do dia 19/11/2009 na Trilha do Boi.

NightBike está de volta nesta quinta-feira

Nightbike realizado em anos anteriores
Nightbike realizado em anos anteriores

Os tradicionais NightBikes, as trilhas noturnas realizadas em anos anteriores estão de volta nesta quinta-feira 01 /10.
O ponto de encontro será na Praça Champagnat às 19 horas. A trilha que iremos fazer é a tradicional Trilha do Boi, e o nível de dificuldae é médio.
Percorreremos em média 26km.