Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Ribeirão Mataburrinho

12/08/10 – Por Bruno Fernandes

Galera na porta da Star Bike
Galera na porta da Star Bike

Eram 19h em ponto quando cheguei à Star Bike do nosso amigo Zé Gonçalves. A Oficina tava cheia dos Elites, só na resenha. Mas o que tava lotada mesmo era a Rua. 27 bikers animados para fazer essa que em minha opinião é a melhor trilha para ser feita a noite, até que provem o contrário, é claro. Havia muitos novatos.
O Felipe Xandinho estava lá, de uniforme escolar ainda. Eram 19h08 quando subimos a Major Gote, sentido Marabá. A turma dividiu um pouco, mas como o ritmo do pedal noturno é de passeio, sempre esperamos e reduzimos o ritmo. Foi quando chegamos ao Posto Cometa e ficou decidido que o Cadu seria o Fecha trilha. As fotos ficaram por conta do Renato Amaral e do Banhão. Tivemos uma desistência, o André, novato de Patrocínio resolveu voltar. Fica firme companheiro, semana que vem tem mais. Ah, e o Felipe Xandinho? Ele foi em casa, trocou de roupa, preparou a bike e encontrou a galera lá no Posto Cometa. Tá pedalando muito o moleque.
Momento da resenha
Momento da resenha

Na saída do estradão do Sumaré, bate aquele receio que a poeira tomaria conta. Sorte nossa que estava bem tranqüila e foram somente os carros do início. Chegamos então ao trevinho do dólar e pegamos a estradinha. Conferimos se tava todo mundo. O Cadu confirmou. Passamos pelo mata burro com corrente, pegamos as trilhas traiçoeiras.
Quando eu pensei que todos passariam ilesos, vejo que a galera parou. Eu e o Renato Amaral tínhamos esticado na frente. Voltamos então e vimos que o Marquinho Caxão havia caído em um buraco de tatu e deslocou o ombro. Mesmo com o auxílio do Doutor Carlos Campos, ele não conseguiu voltar. Até que ele conseguiu sozinho dar um jeito no ombro dele. Recomendamos que voltássemos e chamássemos o SAMU, mas ele quis continuar.
Momento que decidimos a voltar
Momento que decidimos a voltar

Passamos então a mata sem nenhuma história para contar e após ela, fomos conferir se estavam todos lá. Eu grito: “Cadu, tá todo mundo aí? Cadu? Cadu? Cadê o Cadu?”. Fomos contar e vimos que faltavam três companheiros. Após uma consulta pública, ficou decidido que voltaríamos para encontrá-los. Neste momento, ficamos por um instante calados para perceber um barulho. Eram vacas vindo a todo vapor. Teve companheiro que quase subiu numa árvore de medo. Após voltarmos à mata e subirmos um pouco das trilhas traiçoeiras, verificamos três luzes. Estavam lá Doutor Cleber, Cadu e o novato Diego Maradona.
Resumindo, uma trilha que tinha tudo para ser marcante, deu tudo errado. Resolvemos voltar pelo estradão do Sumaré mesmo, quando ao chegarmos ao Posto Cometa, o pneu do Sérgio Zago estava furado. Paramos, resolvemos o problema e chegamos sem alterações em casa.
É isso aí galera. Não são todas as trilhas que saem como a gente espera, infelizmente. Mas mesmo assim, o clima de companheirismo e animação que estava valeu à pena. Semana que vem tem mais. Deixe aí seu comentário, principalmente se você é novato.

Confira as fotos deste pedal noturno

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Diário de bordo: Trilhas do fim de semana 19 e 20 de junho

Na manhã de sábado, 10 bikers fizeram mais uma trilha guiada pelo Tora Racing. Bruno Fernandes, Euler Caixeiro Viajante, Herculano, Danilo, Tora, Robinho Dinossauro, Coca-Cola, Alisson Pó e Walner.

Descendo para a Mata do Ribeirão Mata burrinho
Descendo para a Mata do Ribeirão Mata burrinho

Saímos da Praça Bandeirantes sentido Baixadinha dos Gonçalves. Aí começaram os atalhos do Tora. Fomos até atravessarmos o estradão que liga a BR 365 à Zalagoas e aí começou a emoção pra valer. Destaque para a descida que fica logo após o Paraíso Camping Clube que tem um misto de descida técnica e aquele trecho que você pode soltar o freio. Sem contar a paisagem do local e a matinha que adentramos após a descida.
Por incrível que pareça, chegamos antes do meio dia em casa, apenas com o pneu do Coca-Cola furado e nenhum tombo.
No domingo também pedalamos. Fizemos a trilha do Arraial dos Afonsos guiados pelo Rantar. Bruno Fernandes, Renato Amaral, Renato Lima, Rantar, Doutor Kleber, Pedro Elias Cadu e Vanelton Sagra.
Tudo nos conformes até o Bruno começar a dar palpite. Como o pessoal andava meio parado, a intenção era cortar o morro do Arraial pela metade e voltar.
Galera no Viaduto da Pipoca
Galera no Viaduto da Pipoca

Resolvemos descer até o cemitério. Depois de 40 minutos subindo o morro, resolvemos is sentido Ribeirão Mata-burrinho. Aí foi emoção pra valer. Vários tombos. Primeiro foi o Pedro Elias no tradicional buraco de tatu, depois o Renato Amaral duas vezes e pra fechar o Renato Lima comprou um terreno com bastante cascalho.
No final da subida do dólar, encontramos os corretores de imóveis Vinícius Diógenes e Breno. Ao chegamos, encontramos com o Doutor Romes e o Paulo Trosso que estavam voltando de um treino de speed no Viaduto da Pipoca. Chegamos antes do meio dia também.
Também pela manhã de sábado, os bombeiros fizeram a trilha da Usina e relataram o seguinte:
Por Joaquim (Bombeiro)
Bombeiros unidos pelo pedal
Bombeiros unidos pelo pedal

Eram 07horas e 25minutos quando cheguei ao Posto Alpa(Camalle), e nem sinal dos companheiros de pedalada. O dia estava lindo, céu claro, mas fazia muito frio, talvez a manhã mais fria deste mês. O que deve ter intimidado os colegas bikers. Eram exatamente 07horas e 35minutos, como não havia aparecido ninguém  até o momento, desloquei com minha bike, sentido Viaduto da Pipoca, pela ciclovia da avenida Jk, momento em que passava pelo posto Sem Fronteira, entrada do bairro Planto, fui surpreendido por dois bikers, que estavam nos aguardando . São eles o Sirlânio e o Hely Braga, que também são bravos Soldados do Fogo. Eramos apenas três companheiros.
Seguimos pela Avenida JK, logo em seguida atravessamo-la e entramos na entrada das molas americanas. Fomos observando as casas e logo a frente vimos a esquerda  um campo de futebol, e uma bar ao lado e o Hely Braga disse-nos já temos um local para tomar aquela coca-cola quando retornarmos, concordamos por unanimidade. Resolvemos subir pela BR 365 e entrar depois do trevão.
Essas cavas já fizeram muitas vítimas
Essas cavas já fizeram muitas vítimas

Fomos seguindo pedalando um pouco mais forte como o intuito de esquentar o corpo. Quando notamos já estávamos chegando ao  Aragão. Logo após o Aragão resolvemos pegar um atalho, depois do mata-burro, era uma descida muito forte, que o nosso amigo Hely Braga, acabou comprando um pedaço daquele terreno, acredito que não foi uma boa compra, pois era pura cava, kkkkk….
Quando chegamos à usina, nossas bikes, já estavam todas impregnadas, de poeira e as marchas desreguladas. Foi o momento crucial para podermos dar aquela descansada e lubrificar e regular as marchas. Quando estávamos próximo do Aragão, resolvemos continuar por terra, passando pelo cafezal, pois a trilha estava muito emocionante.
Atravessamos em fim a rodovia 365, e fomos ao barzinho tomar aquela coca-cola geladíssima, para fechar a trilha.
É isso ai galera, compreendemos a ausência de todos, mais não vamos deixar que o frio nos desanime, pois nem o tempo pode contra nós. E no próximo final de semana tem mais, fiquem ligados no noispedala.

Confira as fotos destes pedais

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Ribeirão Mata Burrinho

“O melhor pedal noturno de todos os tempos”. Essa frase eu ouvi de muitos companheiros. E realmente foi. Mas porque foi o melhor? Bom, aqui mais uma vez quem vos fala é Bruno Fernandes.

Duracell tomando um de seus 10 copos de malto
Duracell tomando um de seus 10 copos de malto

Eram 18h51 quando cheguei ao nosso grande parceiro Nutry Suplementos. Havia poucas pessoas. Um deles era o Júlio, patense que tem bike no sangue que reside em Goiânia e é membro do Pedal do Cerrado (http://pedaldocerrado.com/). A galera da Nutry tava muito animada, fazendo com que a galera do noispedala se sentisse mais em casa ainda. Diversas informações sobre produtos foram passadas aos bikers e havia uma malto deliciosa para tomarmos. Para quem não toma, vale à pena comprar galera, pois auxilia muito na pedalada. Há também o Carbomax que está em promoção. E quem ligar na Nutry e dizer que é do noispedala vai ganhar 20% de desconto em diversos produtos. Aproveitem galera! Na degustação só houve um problema. O João Victor Duracell que parecia muito mais um jogador de futebol, exagerou na dose. O menino que deveria é tomar calmante para pedalar mais tranqüilo, ele tomou uns 10 copos. E ainda queria encher a garrafinha.
Saímos da Nutry bem atrasados. Já eram 19h11min. Ficou decidido que o guia seria o Euler Caixeiro Viajante, o fotógrafo foi o sempre prestativo Alisson Tião Vulgo Pó. Saímos pela Major Gote. Quem passava ficava impressionado com a galerona do pedal. Seguimos até chegarmos ao Posto Marabá onde o Iuri estava aguardando.
Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos
Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos

Veja como ficou a lanterna do Banhão
Veja como ficou a lanterna do Banhão

Subindo a Marabá, algumas pessoas disseram que o Luis Farol de Carreta e o Duracell haviam voltado, mas nada disso. Eles chegaram a tempo de ouvir as recomendações, pois a trilha do Ribeirão Mata Burrinho sempre prega algumas surpresas.
Contamos a galera. Éramos 19 bikers (até agora eu acho que eram 20). No estradão do Sumaré a galera dividiu em dois pelotões. Os Zelite só queriam saber de girar, inclusive o Felipe que estava uma alegria só, estreando bike e sapatilhas novas. O Gagame estava em seu dia mais inspirado. Fica até complicado escrever tudo que ele disse. Vou deixar para vocês comentarem as grandes descobertas desse “astronauta maluco”. Os rôia não estavam preocupados nem um pouco em pedalar. Estavam é conversando pra valer. E como estava bacana. Que clima legal. Ops… clima que eu digo é em relação às amizades. Pois o frio chegou galera.
Bruno passando pela mata
Bruno passando pela mata

Entramos sentido dólar e na primeira entrada à esquerda, fomos pular o mata burro que tem a corrente no meio. Sem acidentes até então. O Euler Caixeiro Viajante estava com medo do barro e o Gagame dizia que não passava, pois o mato estava alto. Ao sairmos da estradinha e entrarmos nas trilhas cheias de pedras, tocos e buracos de tatu, as emoções começaram. O primeiro a cair como sempre foi o Duracell. Logo após foi o Banhão, que passou por cima do guidão da bike e arrebentou a lanterna em vários pedaços.
Passamos pela matinha bem tranquilamente e deu início à segunda descida. O Duracell, o maior latifundiário da região, caiu mais algumas vezes. Uma galera grande saiu catando mamona, mas não chegou a cair, como Eu, Luis Farol de Carreta, Valner, Marquim Caxão e mais gente que não estou lembrando.
Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?
Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?

No fim da descida, o Gagame mais uma vez passou dentro do Ribeirão. Passamos pela ponte (que ponte?) e deu início à subida. Uma surpresa. No local onde todos esperavam muito barro, não havia praticamente nada.
Quando chegamos à cerca elétrica, o Edinho demonstrou ser um legítimo galeneiro (gentilício de pessoas que tiveram o prazer em morar na Galena). Na maior tranqüilidade ele resolveu o problema e todos passamos. Estavam presentes também o Hebão, o Rantar, o Claudinho, O Otávio e o Renato Amaral que a cada dia que passa, estão demonstrando mais intimidade com o pedal.
Após a primeira fazenda, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Paramos e o Herlley Power bike ajudou o sempre prestativo Euler no pitstop. Terminamos a subida e paramos para tirarmos a foto oficial com nossa bela Patos de Minas ao fundo.
Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez
Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez

Seguimos e deu início à descida do Pesque Pague. Daí foi só pegarmos a rodovia e chegarmos pelas Molas Americanas. Chegando à JK eu assustei pra caramba. Já eram 22h50min. Como o tempo passou rápido e nem percebemos.
É isso aí galera! Fique atento às trilhas do fim de semana. Esforçaremos para ter pelo menos uma no sábado e uma no domingo.
E sempre aquele recado. Deixe seu comentário, pois é ele que nos motiva a escrever os diários de bordo. E essa trilha, vale a pena você deixar sua opinião registrada.

Veja as fotos desta aventura!

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Diário de Bordo: Trilha do Ribeirão Mata-burrinho 14/01/10

29 bikers em uma trilha cheia de surpresas
29 bikers em uma trilha cheia de surpresas

Eram 19 horas quando passei pela Star Bike e falei com o Bruno para ir subindo a Marabá que eu encontrava com a galera no posto Cometa, pois estava atrasado em virtude de compromissos profissionais.
Às 19h50min cheguei de carona no trevo do Cometa com minha esposa Celma, que muitos apostam ser a Gata Seca, que por sinal anda sumida.  Encontrei 28 ciclistas, 29 comigo. Seguimos pelo estradão do Sumaré, logo em seguida viramos em direção à descida do Dólar, antes de começarmos a descer o Marquinho Caixão levou o primeiro capote da noite, e olha que ainda estávamos no plano… Imagina quando começarmos a descer!
No primeiro  mata burro, quando esperávamos juntar todo o grupo, o Carlos Campos (neurologista HNSF) parado, conseguiu a proeza de cair na frente de todo mundo e o pior é que ele fingiu ter torcido o tornozelo para amenizar a gozação da galera, pensando assim que alguém o socorreria! Mas ninguém teve piedade do pobre médico, só foram vistos flashes de máquinas fotográficas registrando o acontecido.
Ficou combinado que na descida ninguém ultrapassaria o guia, porém o Dimazim desobedeceu ao combinado e acabou sofrendo a “maldição da trilha do ribeirão Mata-burrinho”, Dimazim quase morreu (não  que ele seja burrinho). Ao ultrapassar o guia e dar uma de kamikaze encontrou uma pedra pelo caminho e não deu outra, só se viu aquela carcaça magra voando por cima da bike  e esborrachando no chão, e passou o resto da trilha reclamando de dores no ombro. Pouco mais a frente o Rodrigo (Candango), também capotou e passou o resto da trilha reclamando de dores no joelho.
Logo no final da matinha como já é de costume o Osvaldo encontrou um toco e levou mais um capote, no mesmo lugar o Super Mário Bros também capotou, mais a frente, não sei se o nome do biker é Fernando ou Ernandes, só sei que ele gozava muito do Osvaldo, encontrou um buraco de tatu e foi parar no chão também. Logo após atravessarmos a pinguela do ribeirão Mata-burrinho o Gagame que não calava a boca um segundo, brecou na frente do Ângelo (varejão) fazendo com que ele comprasse também um terreno naquela região, e não parou por aí não.
O Vinícius pegou todas as suas economias e também investiu num pedacinho de chão por ali. Desculpe se eu deixei alguém de fora, mas foram tantos capotes que talvez  algum tenha passado despercebido.
Às 22h40min chegamos a Patos e sob as luzes da cidade pudemos perceber que alguns bikers  estavam limpinhos e outros completamente sujos! Estranho né?
Confira as frases do Gagame:
– “Galela todo mundo zunto.”
– “Mazela, espela um pouco”
– “Bluno que dia estléia o site novo?”
– “Eu agola sou zelite mesmo!”
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É isso aí galera. Semana que vem tem mais pedal noturno.
Clique aqui e confira as fotos deste pedal noturno.