Diário de Bordo: Pedal noturno na Trilha do Cão que morde

07/04/11 – Por Heber Contador
Oi sou Heber Contador. Repórter por 1 dia do Noispedala!

Pedal Noturno
Pedal Noturno

Cheguei pontualmente na Power Bike e a turma já se aglomerava. Herley XX pediu-me pra comprar pilhas pra sua Lanterna pois era noite de estrear a sua nova bike. Aproveitei e pedi R$ 10,00 emprestado pra comer pizza no Vaninho Star Lanches.
O restante estava tudo normal, Magela que seria o nosso guia, ausente. Dr. Valner no horário. (19:25) e então 19:30 saímos em direção a Trilha do Cão que Morde. Detalhe, um companheiro de sacolinha amarela (Daniel ou Luciano) disse que sabia a trilha direitinho. Estavam fechando a trilha o Euler e o Bruno.
Seguimos, em direção da Av. Fátima Porto e rapidamente subimos a Av. JK em direção a Molas Americanas, quando de repente uma quebra, o amigo Bartolomeu perdeu a roldana do câmbio traseiro, e em vez de voltar, seguiu até o Pesque Pague São Gabriel na esperança de arrumar a bike e seguir a trilha, porém voltou pra casa mais cedo.  Estavam fechando a trilha o Euler e o Bruno.
Alguns, já queriam ir embora, outros fazer uma trilha mais convencional pra chegar mais cedo na Star Lanches, mais ficou decidido pelos Líderes que iríamos fazer a Trilha que estava AGENDADA.
Então começamos a subir a montanha logo depois do pesque pague em direção ao cafezal. Mas fomos surpreendidos por um Balaio de Gato (peguinhas durante Enduros de Regularidade) em uma encruzilhada. O nosso guia ficou confuso, subimos e descemos o mesmo trajeto algumas vezes e o pessoal já deu aquela desaminada! O Euler Tenente estava descontente, o Sérgio Zaggo ficou Bravo. O Marquim Caixão era só alegria! Pra ele tudo tava bão!!!
Então, pasmem!!! Voltamos pelo mesmo caminho! Chegando no Pesque Pague, a bike do Banhão furou o Pneu! Ficamos esperando o conserto, e por nossa surpresapercebemos que a galera que estava na frente, foram todos embora! (FALTA DE COMPANHEIRISMO NA MINHA MODESTA OPNIÃO)
Enfim, uma Trilha pra ser esquecida! (Batizada de Trilha do Cão que Mia). Não houve companheirismo! Não nos confraternizamos na Star Lanches! Mais uma vez , não completei a Trilha Pré-Determinada (Peraí ninguém completou né). E fui eu que fechou a trilha e mais uma vez subi os morros para o Jardim Califórnia sozinho e pensando na vida.
O Bruno Fernandes, ficou desolado! Nem seu fiel escudeiro, Renato Amaral o esperou! (aliás ele levou um tombinho, pra não perder o costume).
Se caso eu desaperecer dos Pedais Noturnos nos próximos 6 meses, vocês já sabem porque!
Fica a dica, para os próximos pedais. Mais companheirismo, menos orgulho!

Convite: Trilha da Mulher de Branco, chegou o dia!

Fala galera do Noispedala. Finalmente a chuva passou e chegou a hora de pedalar. Hoje faremos a Trilha da Mulher de Branco, que das últimas vezes em que “tentamos” fazê-la, rendeu muitas histórias para contar. A primeira vez uma boa parte de galera lembra, que perdemos e a chuva chegou. Na segunda vez nem chegamos a sair, pois o temporal tomou conta. Somente o Walder foi pedalar naquele temporal, subindo o cenourinha.

Um dos momentos marcantes da trilha
Um dos momentos marcantes da trilha

Então devido a pedidos e como desafio ao Magela que disse que agora sabe ela 100%, resolvemos marca-la para hoje. O Ponto de Encontro é a Band Bike às 18h50. Sairemos às 19 horas.
Novatos são bem-vindos, mas como não é uma trilha com nível de dificuldade baixo, entre em contato com o Magela (9975-4745) ou o Bruno (9169-0141) e veja se você está no perfil apto a completar sem dificuldades.
Segundo informações do Climatempo, não há previsão de chuvas para hoje em Patos de Minas. Confira em http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/173/patosdeminas-mg.
Isso mesmo, eu, Bruno Fernandes irei voltar a fazer trilhas hoje!
Confira o diário de bordo da outra vez que fomos nela.

Assista também ao vídeo que foi produzido com imagens da Trilha da Mulher de Branco.


Mais detalhes:
18 de novembro de 2010
Pedal Noturno: Trilha da Mulher de Branco
Horário: 18:50
Ponto de Encontro: Band Bike
Tolerância de 10 minutos na saída
Guia: Magela
Dificuldade: Média
Info: Bruno (9169-0141) Magela (9975-4745)
Distância: 30 km
Fotos: Magela e Celinho
Diário de Bordo: Bruno

Ela aparecerá?
Ela aparecerá?

Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Ribeirão Mataburrinho

12/08/10 – Por Bruno Fernandes

Galera na porta da Star Bike
Galera na porta da Star Bike

Eram 19h em ponto quando cheguei à Star Bike do nosso amigo Zé Gonçalves. A Oficina tava cheia dos Elites, só na resenha. Mas o que tava lotada mesmo era a Rua. 27 bikers animados para fazer essa que em minha opinião é a melhor trilha para ser feita a noite, até que provem o contrário, é claro. Havia muitos novatos.
O Felipe Xandinho estava lá, de uniforme escolar ainda. Eram 19h08 quando subimos a Major Gote, sentido Marabá. A turma dividiu um pouco, mas como o ritmo do pedal noturno é de passeio, sempre esperamos e reduzimos o ritmo. Foi quando chegamos ao Posto Cometa e ficou decidido que o Cadu seria o Fecha trilha. As fotos ficaram por conta do Renato Amaral e do Banhão. Tivemos uma desistência, o André, novato de Patrocínio resolveu voltar. Fica firme companheiro, semana que vem tem mais. Ah, e o Felipe Xandinho? Ele foi em casa, trocou de roupa, preparou a bike e encontrou a galera lá no Posto Cometa. Tá pedalando muito o moleque.
Momento da resenha
Momento da resenha

Na saída do estradão do Sumaré, bate aquele receio que a poeira tomaria conta. Sorte nossa que estava bem tranqüila e foram somente os carros do início. Chegamos então ao trevinho do dólar e pegamos a estradinha. Conferimos se tava todo mundo. O Cadu confirmou. Passamos pelo mata burro com corrente, pegamos as trilhas traiçoeiras.
Quando eu pensei que todos passariam ilesos, vejo que a galera parou. Eu e o Renato Amaral tínhamos esticado na frente. Voltamos então e vimos que o Marquinho Caxão havia caído em um buraco de tatu e deslocou o ombro. Mesmo com o auxílio do Doutor Carlos Campos, ele não conseguiu voltar. Até que ele conseguiu sozinho dar um jeito no ombro dele. Recomendamos que voltássemos e chamássemos o SAMU, mas ele quis continuar.
Momento que decidimos a voltar
Momento que decidimos a voltar

Passamos então a mata sem nenhuma história para contar e após ela, fomos conferir se estavam todos lá. Eu grito: “Cadu, tá todo mundo aí? Cadu? Cadu? Cadê o Cadu?”. Fomos contar e vimos que faltavam três companheiros. Após uma consulta pública, ficou decidido que voltaríamos para encontrá-los. Neste momento, ficamos por um instante calados para perceber um barulho. Eram vacas vindo a todo vapor. Teve companheiro que quase subiu numa árvore de medo. Após voltarmos à mata e subirmos um pouco das trilhas traiçoeiras, verificamos três luzes. Estavam lá Doutor Cleber, Cadu e o novato Diego Maradona.
Resumindo, uma trilha que tinha tudo para ser marcante, deu tudo errado. Resolvemos voltar pelo estradão do Sumaré mesmo, quando ao chegarmos ao Posto Cometa, o pneu do Sérgio Zago estava furado. Paramos, resolvemos o problema e chegamos sem alterações em casa.
É isso aí galera. Não são todas as trilhas que saem como a gente espera, infelizmente. Mas mesmo assim, o clima de companheirismo e animação que estava valeu à pena. Semana que vem tem mais. Deixe aí seu comentário, principalmente se você é novato.

Confira as fotos deste pedal noturno

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Diário de Bordo: Trilha do Aragão e Rivalcino 08/07/10

08/07/2010, por Renato Amaral

Resenha no Ponto de Encontro
Resenha no Ponto de Encontro

Hoje partimos do Posto São Cristóvão. Antes disso a resenha foi bacana. O Tora Racing compareceu pra animar a turma pra mais uma trilha sua no sábado e o Bruno também esteve por lá para anunciar oficialmente a confirmação da prova de Cross Country que o noispedala vai organizar na cidade de Rio Paranaíba. Hoje ele trocou o pedal pela caneta e ainda tinha algumas articulações políticas na agenda. O Álisson Kuririn também chegou por lá, mas com pneu fino: não queria nada com a dureza hoje.
Éramos 13 bikers. Seguimos pela JK, onde paramos para arrumar a bike do Pedro. O Luís Farol de Carreta usou toda sua experiência pra consertar a bike do menino.  De lá seguimos pelas Molas Americanas e depois para a trilha do Aragão.
Chegou a hora de pular a porteira
Chegou a hora de pular a porteira

No meio da trilha do Aragão o Thiago Bicalho (SB Uniformes) lembrou que tinha uns uniformes pra entregar e resolve voltar sem lanterna: “Dá pra ir, olha a lua!” Cade? E foi.
O Gagame não se contentou com as subidas pra chegar à rodovia e enquanto a gente esperava o pessoal ele descia pra subir novamente. O que será que ele tomou?
A grande questão da noite foi a discussão sobre a velocidade do avião do Luís Farol de Carreta. Walner, o nome do avião é? HyCAUSE: descobri que esta é a areronave mais rápida do mundo e já atingiu uma velocidade de 11.000km/h o que dá 3,05 Km/s, 100 vezes menos do que você falou, Luís. Além dessa polêmica o Luís também foi o dono do único terreno da noite.
Esta é a vista que temos lá de cima galera
Esta é a vista que temos lá de cima galera

Atravessamos a rodovia e o dono da primeira fazenda foi bem receptivo: nos recebeu soltando os cachorros nos dois sentidos.
Na segunda porteira contamos a galera e faltava um: o Pedro. Os cachorros continuavam latindo ao longe e ouve-se um grito: PAIÊÊÊ !!!! O Euler respondeu calmamente: Pedala!!! O Pedro chegou à porteira e não conseguia nem conversar.
Deste ponto em diante só as boas descidas até o pesque-pague que ainda teve a história das vacas camufladas no escuro: no beco de grama alguns quase atropelaram as coitadas que dormiam.
Estão abertos os debates: avião do Luís, potencial do Gagame e os cachorros…

Confira as fotos deste pedal noturno

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Beco dos Borges e Dólar

Frio e Fenamilho eram dois adversários fortes do pedal noturno de ontem. Por isso esperava somente aquela galera extremamente fiel. E não foi o que aconteceu. Éramos 20 companheiros e muito animados.
No Ponto de Encontro (Balão da Wolks ou Chevrolet, vocês escolhem) estávamos lá reunidos. Tivemos a visita do Juninho (melhor de Patos) que está ausente dos nossos pedais. O cara só quer saber de treinar e competir pesado. Eram 18h07min quando saímos. Alguns chegaram no exato momento que estávamos de saída e o Walner ficou para trás, pois chegou atrasado.
A galera não subiu a Marabá em um só pelotão. Com a desculpa de esquentar e driblar o frio, uns 10 dispararam na frente. Chegamos ao trevo e nos reunimos e começamos a primeira descida. Sem nenhum incidente. Subimos o morro do Arraial dos Afonsos. E a galera está cada dia mais preparada. O Pedrão empolgado ainda com a viagem de Vazante subiu pedalando o morro quase todo. Ah, o assunto era Vazante. E foi só a primeira pessoal. Muitas surpresas estão por vir. Aguardem.
Quando terminamos o morro, eram 20h40min mais ou menos. Então decidimos partir para o Plano B. Descer o Dólar. Uns queriam ir embora (inclusive eu). Só que quando nos lembramos da emoção que é, fomos vencidos. Todo mundo foi. E pedalando pra valer.
Na descida do dólar somente uma incidente. O Doutor Kleber perdeu o controle e comprou aquela gleba de terras como ele mesmo disse.
Após a descida do dólar, mais descida. O único momento frio da trilha, próximo ao córrego do caminho até a rodovia. Eu e o Pedrão deixamos a galera para trás e subimos pesado. Chegamos ao final do morro e ficamos de lá observando as lanternas movendo-se no escuro. Um espetáculo a parte.
Chegamos pelo Sebastião Amorim e cada um seguiu o seu destino. Ah, infelizmente não temos nenhuma foto deste pedal noturno.
É isso aí galera do pedal. Semana que vem tem mais. E dia 30 de maio é o tradicional Enduro do Milho. E as 100 primeiras inscrições ganham uma camiseta. Até domingo inscrições com exclusividade aqui no noispedala
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Convite Pedal Noturno, quinta-feira 03/12/2009

Pedal noturno na Trilha do Boi
Pedal noturno na Trilha do Boi

Galera do NPD, quinta-feira o pedal noturno fará o seguinte percurso: Sairemos da Padaria Rosário sentido Ponte do Rio Paranaíba. Vamos descer as pedreiras e voltar pela estrada do Friends / Aterro Sanitário.
Ponto de Encontro: Padaria Rosário – Rua Ataualpa Maciel 264 – Esquina com Rua Araguari
Horário de Saída:
18h50min com tolerância de 10 minutos
Nível da Trilha : Médio
Previsão de Km: 28 quilômetros.
Previsão de Hora de Chegada: 21h30min, caso não ocorra nenhum incidente.
Não Esquecer: Bike Regulada e Lubrificada, Remendo de Pneus, Ferramentas,Luvas, Capacete,  Água, Repositor Energético, Documentos e Dinheiro.
Importante:Somente não iremos, se na hora da saída, estiver chovendo forte, chuviscos e garoas estaremos saindo.
Guia: Magela
Autor do Diário de Bordo: Hebinho
Fotos: Luis Farol de Carreta e Kuririn
Recursos disponíveis na Trilha:
Medicamentos: Band-Aids, Rifocina, Anti-Alérgico, Analgésico, Gelol, Relaxante muscular, Eno. Caso alguém necessite de algum medicamento especial, gentileza levar o mesmo.
E não esqueça. Novatos são bem-vindos.

Diário de Bordo: Noispedala a noite na Trilha do Boi

Já que o Diário de Bordo é redigido em primeira pessoa, sempre no principio, haverá o nome de quem está escrevendo. O de hoje está sendo redigido por mim, Bruno Fernandes.

Quem cai no noispedala 3 vezes escolhe a música. Então Franguinho, qual música você escolhe?
Quem cai no noispedala 3 vezes escolhe a música. Então Franguinho, qual música você escolhe?

Às 18h56min, quando cheguei ao ponto de encontro do noispedala a noite desta semana. A Star Bike. O Zé Gonçalves estava socorrendo alguns bikers ainda, inclusive o Durex que queria ir com a camisa daquele time que era atrás da Padaria Elis Marina, que recuso a dizer o nome aqui. Coloquei minha bike para dentro somente para encher o pneu e o Gleidsson já veio bravo pensando que eu iria atrasar todo mundo. Calma meu treinador.
Já eram 19h08min quando já estávamos cansados de esperar a Gata Seca que nos deu o bolo mais uma vez. Então saímos em direção ao bairro Alvorada. O Sol nos trazia uma falsa impressão que eram 4 da tarde pelo menos.  Subimos a Ataualpa Maciel, até que alguns companheiros foram encher os pneus no posto e quase se perderam.
No momento de entrarmos na terra, encontramos com mais quatro companheiros, inclusive o Lelé com sua meia rosa, fechando assim a turma. Eram 25 bikers animados para fazermos a Trilha do Boi. Tudo muito bom até chegarmos à Olaria, que foi quando os principais fatos começaram a acontecer. No início do tradicional morrinho da Olaria, o Flavim 5 segundos após falar que quem colocasse o pé no chão pagaria uma coquinha, meteu o pezão no chão e não pagou nada. O Cristiano da Padaria, marinheiro de primeira viagem perdeu o equilíbrio da bike ao passar em um buraco e foi aquele tombo. E o Franguinho (guarde bem esse apelido, você vai ouvir falar nele mais umas vezes), 5 metros antes de terminar a subida, caiu tão bonito que ficou lá deitado no chão.
Para manter a tradição, logo após a subida da olaria, o Hebinho foi desviar de um poço d’água, escorregou e caiu dentro do poço. Firma o pelo parceiro. Depois disso, o show do Franguinho continuou. Ele se distraiu com um sapo e não conseguiu evitar mais um tombo. Menos de 1 km depois, o Juninho, o popular baruiada veio gritando daquele jeito, o Franguinho assustou e caiu novamente.
E o , só andando na manha, enquanto isso, o Gleidsson parecia uma máquina multifuncional. Servia de guia, voltava pra ver se tava tudo ok com a galera, corria na frente e tirava fotos, ia ao final da galera e mais fotos. Enquanto isso, o Zé da Star bike só na maciota.
Antes de chegarmos nos 30 paus, o Breno, outro marinheiro de primeira viagem sofre com cãibras e o Juninho Baruiada vai fazer sua atividade extra de guincho. Rebocou-o em dois morros. Mas não afina não Breno. Vai treinando que semana que vem tem mais.
Eu fico muito satisfeito quando companheiros me confidenciam que custam a esperar chegar à quinta para pedalarmos a noite e também quando os que estão viajando como o Luís e o Magela ficam com inveja da galera que foi.
É isso aí companheiros! Semana que vem noispedala a noite de novo. Vamos passar lá na Star Lanches. Sugiro que leve 7 reais parar lancharmos lá no nosso amigo Vaninho Star.
Não deixe de comentar galera. Principalmente se eu me esqueci de narrar algum fato aqui no Diário de Bordo.
Clique aqui e confira as fotos do noispedala a noite do dia 19/11/2009 na Trilha do Boi.

Diário de Bordo – Nightbike 12/11 – Matinha / Esc. Agrícola

Zé da Star Bike saindo fo final da matinha e assustando o Coelho Bala
Zé da Star Bike saindo fo final da matinha e assustando o Coelho Bala

As 18h55min horas do dia 12 novembro, já estavam quase todos do noispedala na porta da Academia Lúcia Queiroz, disputando o concurso do farol mais potente, quando apareceu um cara com roupas de ir à missa, perguntado o motivo de estarmos ali equipados com nossas mountain bikes, ao saber que toda quinta-feira à noite noispedala aqui em Patos de Minas, ele se apresentou, e nos disse que é de Uberlândia e que toda quinta-feira trabalha em Patos e na próxima semana vai trazer sua bike pra pedalar com a gente. Plínio, bem-vindo ao noispedala!
As 19h03min saímos em direção a Lagoa Grande para fugirmos do trânsito da Rua Doutor Marcolino, pois a turma era grande; 29 “bicicleteiros”. Quando chegamos à Avenida JK, entramos na Avenida da antiga CEASA e após passarmos pela Cica, pegamos uma trilha que leva até a Vila Olímpica da URT, foi quando tivemos nossos primeiros capotes, o Coelho que estava estreando uma lanterna de caçar tatu colocada na bike, foi subir um barranquinho e a sua bicicleta cabritou e jogou o Coelho no chão, pouco mais a frente o Miltim brecou a bike e não destravou os pés dos pedais, foi o primeiro capote dele na noite. Quando resolvemos pegar um atalho que leva a estrada do confinamento o Miltim e o Luiz entraram em uma espécie de terra movediça e atolaram até os cubos.
Subimos o zoca e quando pulamos a 1ª cerca o Fabiano (spaço) quebrou a gancheira e teve que voltar pra casa mais cedo. No final da matinha o Zé (star bike) que chegou atrasado e deu a volta pelo Patão, escondeu na matinha e deu um berro quando o Coelho (mais medroso) passou que quase matou o coitado de susto. Logo após pularmos a porteira tivemos uma corrente quebrada, enquanto consertávamos a corrente, parte da galera foi na frente, possivelmente puxados pelo Marco Túlio (gagame), que constantemente tem se adiantado do restante da turma, desrespeitando a regra do noispedala a noite que é andar atrás do guia, com isso acabou levando a galera para o caminho errado fazendo com que não passássemos na trilha da lagoa que fica no fundo da Ceasa nova e fomos direto para a BR 365. Quando chegamos à rodovia, um carro parou e ligou o alarme, pouco depois saiu de dentro do carro um policial rodoviário federal perguntado se nós iríamos atravessar a rodovia. Rapidamente ele parou o trânsito, que estava pesado naquela hora, o que possibilitou que todos atravessassem a BR com segurança, fica aqui o nosso agradecimento a Polícia Rodoviária Federal.
Galera do Noispedala marcando presença na Lagoa Grande mais uma vez
Galera do Noispedala marcando presença na Lagoa Grande mais uma vez

Pegamos a Avenida do SEST/SENAT e entramos em uma estrada de terra no fundo do bairro Planalto, foi quando flagramos um casal transando, calma aí gente, era um casal de sapos. Atravessamos a Av. JK pegamos a estrada do Canavial sentido viveiro do IEF, tudo tranqüilo o Hebinho passou pelo mata-burro sem problemas, subimos pela rodovia entramos no prolongamento da Av. Afonso Queiroz até a Escola Agrícola, saímos do asfalto pegamos a trilha e começamos a descer, quando chegamos a um curral o Batista (bocão) caiu num buraco e levou aquele capote clássico (voou por cima do guidão da bike), logo após o capote do Bocão, foi a vez do Alex (Power bike) cometer um erro fatal na trilha noturna que é arrumar o farol descendo, não deu outra, capotou também. A essa altura o Miltim já tinha levado uns 5 tombos, o suficiente para acabar com o resto do couro do corpo dele, que havia sobrado do capote que ele levou na última quinta-feira. E não parou por aí não, o Ângelo (varejão) conseguiu bater numa pedra de mais de 100 kg fazendo com que a pedra saísse do lugar, quem ficou paradinha foi a magrela dele, já o Ângelo, foi cair de costas uns 5 metros pra frente.
Após muitas cercas, barro, terra movediça, córrego, capotes, susto chegamos ao bairro Eldorado com direito a torcida em camarote para ver a gente pular a última cerca às 21h40min. Teve até quem falasse que esse foi o melhor noispedala à noite até agora.
Quinta que vem noispedala de novo!
Não deixe de ver as primeiras fotos do Noispedala a noite.

Diário de Bordo 05/11/09 – Trilha do Pesque Pague

Gata Seca, quem é você?
Gata Seca, quem é você?

Chegando ao ponto de encontro do nightbike do dia 5 novembro, Pizzaria Miquelângelo, vimos o nosso super herói Chapolin e sua equipe, ou melhor, toda Família Miquelângelo com um ar de satisfação por estarmos fazendo de sua casa o nosso ponto de encontro. As 19h05min saímos e com éramos muitos fomos até a orla da lagoa grande tirar uma onda, as pessoas que faziam caminhada ficaram sem saber o que era aquilo, 33 bicicletas com seus “bicicleteiros” equipados com roupas de ciclistas e até capacetes. Percorrida a orla da lagoa, pegamos a R. Doutor Marcolino e em seguida até a Av. JK, paramos pra contar a galera na entrada das molas Americanas, o Junim (melhor de Patos) muito humilde, se prontificou em ser o fecha trilha.
Ligamos os faróis e desta vez juntaram o Luiz e o Thiago (New Bike) com seus faróis de carreta tirando onda em cima da gente, fomos na estrada do canavial sentido viveiro do IEF, no 2º mata-burro veio o primeiro capote da noite, Hebinho se assustou com o grito de “olha o Mata-burro” do Bruno e parou a bike de uma vez, esquecendo de desencaixar os pés dos pedais (falta de psicotécnico, sabe!) e não deu outra o bicho tombou bonito.
A essa altura a turma já tinha se separado devido ao nosso Doutor Walner, que sofreu um minúsculo corte próximo ao tornozelo e parou para fazer curativos (coisa de moleque que foi criado com danoninho).
Noispedala na Lagoa Grande
Noispedala na Lagoa Grande

Reunimo-nos na rodovia e como é de praxe tivemos nosso pneu furado e desta vez foi o do Luiz Matias. Aproveitamos para tiras fotos da galera e pela 1ª vez vimos o Criceles (gente boa) sorrir, sorriso meio amarelo, mas foi um sorriso! Pneu colado descemos até o Pesque Pague São Gabriel pegamos a estradinha e começamos nossa 2ª subida, aí já apareceram os elites, subido no maior gás quase derrubado os bikers educados, essas atitudes retardadas só podem ser comandadas pelo Coelho (óbvio), galera do NOISPEDALA anda é de boa!
Acabamos de subir, reunimos e contamos a turma e seguimos em direção a BR 365, atravessamos a BR e seguimos em direção ao cafezal a essa altura os 33 bikers já pedalavam agrupados e tava muito legal aqueles faróis minúsculos no meio da escuridão, imagino que quem estivesse de longe olhando aquele monte de luzinhas passando, deve está até agora se perguntando, o que seria aquilo.
Quando margeávamos o cafezal o Miltim velou o 2º capote da noite, no momento que ele foi arrumar o farol (porcaria esse faróis, toda hora o bicho desce), topou uma pedra e foi aquele capote clássico, igual ao que o Euler levou semana passada, só que o Euler tem Airbag por todos os lados e o Miltim é o puro pele e osso (chassi de frango), o coitado veio o resto da trilha reclamando de dores por todo lado.
Às 21h30min chegamos à porta do Miquelângelo, onde estacionamos nossas magrelas, uma por cima da outra, o pessoal do Miquelângelo arrumou uma mesa gigante pra gente e começou a descer pizza e cokinha, sem dúvida comemos a melhor pizza da cidade, em meio a um papo muito agradável e ainda ajudamos uma galerinha da mesa ao lado cantar “parabéns pra você”, para alguém que ainda não sabemos quem é.
Barriga cheia, pé na areia. Sábado tem mais trilha e domingo tem enduro a pé e a gente se encontra lá.
Clique aqui e veja as fotos do Nightbike 05/11/09 – Trilha do Pesque Pague voltando pelo cafezal.

Diário de Bordo do Nightbike 29/10 – Ribeirão Mata Burro

Chapolim Colorado
Às 18h55min quando eu chegava próximo ao ponto de encontro, o meu amigo Zé da Star Bike estava indo andar de bicicleta sozinho. Com certeza é devido ao capote que ele levou na frente de todo mundo no último passeio noturno, ele ainda estava com vergonha, coitadinho. Mas não tem problema não, lá na cervejaria Contorno estava toda galera do NPD e com gente nova no pedaço, às 19h00min em ponto saímos com destino a Av. Marabá sem a presença do nosso herói Super Mario Bros, que foi substituído pelo grande Chapolin (Miguelangelo), e ainda apareceu do nada o Dão da Civil, com sua pochete de ferramentas na cintura e eu tenho que confessar, achei que ele não ia dar conta de subir a Marabá, pois eu nunca vi o cara pedalando.
Acabamos de subir a marabá contamos  a turma e deram 15. O Gleidson foi voluntário em ser o último e lá foi à gente na estrada do Sumaré com suas costelas de vaca que não acabam por nada e quando ligamos os faróis, desta vez fomos humilhados pelo Luiz que conseguiu colocar um farol que mais parecia com aqueles faróis que sinalizam para os navios próximos aos arquipélagos. Para vocês terem idéia a bateria era uma berreria de carreta que ele amarrou no meio do quadro, uma autêntica jegueira, mas que iluminava muito.

Nightbike 29/10
Nightbike 29/10

Após uns 7 km na estrada do Sumaré, entramos a direita em direção a decida do “dólar” e quando chegamos ao topo da decida entramos a esquerda, mesmo eu avisando que iríamos pegar uma trilha a direita o Weuler (Autopatos caminhões) e o Marco Túlio desceram na frente e passaram do ponto, mais que de pressa o Fabiano (spaço) disse: “Deixa que eu busco eles” (profissional), aproveitou para dar uma de Junim (melhor de Patos), assim que os engraçadinhos voltaram pegamos a trilha e era trilha mesmo, só um trilhinho de vaca e pra piorar cheio de pedras, que no escuro era inevitável as derrapadas, mas descemos todos de boa sem nem um capote.
Quando chegamos à mata, eu como não passava por lá há algum tempo, não sabia que varias arvores estavam caídas sobre a trilha, e por diversas vezes tivemos que empurrar as bikes ouvido o medroso o Coelho falar sem parar; “gente vamos andar todo mundo junto, esse lugar é perigoso, não é melhor a gente voltar? gente todo mundo junto! gente eu to com medo! gente tome cuidado”, e como se não bastasse o Weuler começou com um tal de “olha o gagame, olha o gangagalho” e o Marco Túlio demorou menos de 1 minuto para começar a repetir as frases do Weuler sem parar até o fim do passeio, “olha o gagame, olha o gangagalho”.
No fim da mata o nosso amigo Euler (caixeiro viajante), que veio de Paracatu no maior gás só para pedalar com a gente, ao chegar ao fim da mata, ele travou a roda da frente da bike num toco e levou aquele capote clássico, é quando o piloto passa por cima do guidão da bike, imaginem uma pessoa de 1,95m (um metro e noventa e cinco centímetros) de altura, pensando uns 115 Kg, levando um tombo desses, como diria um locutor de rodeio “o chão tremeu” e a galera riu, mas o Euler saiu ileso, sujo, mas ileso.
Acabamos de descer as trilhas e pegamos uma estradinha abandonada, quando chegamos à ponte do ribeirão Mata  Burrinho, cadê a ponte? A enchente levou a ponte e sobraram apenas três troncos arredondados e com lodo, o Bruno só passou depois que o Luiz deu a mão pra ele segurar, vergonha… Passamos o ribeirão e começamos a subir e subir e subir quando estávamos quase chegando ao topo da montanha e eu já tava bufando, o Dão que eu achava não dar conta de subi a Marabá, passou por mim conversando como se estivesse descendo, boa surpresa.
Após reunir e contar a turma começamos a decida e chegamos à estrada da antiga rinha de galo, como é regra do nightbike o meu pneu estava furado, como estava chegando, acabei de chegar sem trocar a câmara de ar, vim só na bomba e depois enchendo nos postos de combustíveis da cidade.
As 22h10min chegamos à cidade sem chuva, pois armou chuva o tempo todo e não choveu.
É isso aí, quinta-feira que vem noispedala de novo às 19 Horas.
Clique aqui e veja as fotos do Nightbike 29/10.
O autor do Diário de Borda é o Magela.