Fotos do Pedal da Band na Trilha do IEF

Mantendo a tradição, a galera do pedal da band reuniu mais uma vez no último sábado às 14 horas na Band Bike. Foram 15 pessoas que fizeram a trilha do IEF. Disposição não faltou para essa galera, que mesmo em tempos de fenamilho estava lá firme.
É isso aí galera, vamos pedalar…
Confira as fotos:
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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha da Vaca Atolada

02/09/2010, por Renato Amaral

Renato Amaral, o único dos "4 fominhas" presente no pedal de hoje
Renato Amaral, o único dos "4 fominhas" presente no pedal de hoje

Há muitas semanas não tínhamos tantas histórias num só diário de bordo. A primeira delas é a ausência do Dr. Walner, que não falta nunca (ou não faltava). Outra ausência foi a do Marco Túlio Gagame que agora disse que não passeia mais, só treina. Estreando tivemos o Dr. André (Patrocínio-MG) e retornando ao pedal noturno, João Vitor Duracell, que mais uma vez deu show de roda no seu pai Luís Farol de Carreta!!!
O ponto de encontro da galera foi na Power Bike. Contamos a galera na saída para a matinha do confinamento: éramos 10. Da matinha seguimos em direção às Molas Americanas e ao viveiro de mudas do IEF. Na subida da matinha do IEF o primeiro tombo: Juninho Alcides mergulhou nas folhas secas. Logo depois na mesma subida foi a vez do Luís Farol de Carreta. O Duracell não deixou por menos quando perguntei se foi ele quem caiu: “Não!!! foi o “roia” do meu pai”
Passamos em frente à escola agrícola onde alguns se aventuraram no já famoso globo da morte. E foi lá que o Duracell “pagou língua” e levou um tombão.
O tombo do Duracell no Globo da Morte. O Muleque foi show de roda!
O tombo do Duracell no Globo da Morte. O Muleque foi show de roda!

Aí começou a saga: descemos em direção à trilha da vaca atolada, subimos, ligamos pro Banhão, descemos de novo, erramos, voltamos, erramos de novo e quando tudo parecia perdido, encontramos a trilha certa. E na travessia do córrego mais um tombo, mas só a bike do Cadu que caiu dentro d’água e descobrimos que sua lanterna é à prova d’água.
Chegamos ao bairro Eldorado sem muito atraso, pois havíamos puxado o ritmo no início da trilha. Se o Gagame tivesse ido ele diria: “Ainda dá tempo de ver a “plaça” é nossa!”.
Essa semana fica um abraço especial pra turma de alunos da Escola Municipal “Frei Leopoldo” de Patos de Minas. Eles estão fazendo uma matéria para o jornal da escola sobre o noispedala. Já conhecem o site, o esporte mountain bike e vão ouvir, conversar e entrevistar um dos idealizadores do site: o Magela.
Ah, e aquela abraço para a galera que vai pedalar no feriadão na Serra do Cipó. Boa viagem galera! E voltem com muitas histórias para contar.

Confira as fotos desta aventura

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Diário de bordo: Pedal Noturno: Trilha da Vaca Atolada 22/07/10

22/07/2010, por Bruno Fernandes

Luis Led caiu de bunda no chão
Luis Led caiu de bunda no chão

Aí sim, fomos surpreendidos novamente. Este diário de bordo vai ser com a minha visão sobre a trilha noturna de ontem. E o que eu tenho a dizer? Gostei demais. Surpreendeu-me muito. Saímos de um ponto de encontro diferente, na Catedral de Santo Antônio. Estávamos lá 17 companheiros. A maioria pensava que seria uma trilha comum, pois era um lugar muito batido e próximo à cidade. Confesso que eu também não esperava muita coisa.
Os assuntos principais eram a cicloviagem do Doutor Lucas Couto, a bike elétrica que o Celinho tá vendendo e as romarias. Foi um pedal como os de antigamente. O frio não castigava muito e parecia que a galera não queria que ele terminasse, visto o clima de harmonia que estava.
O salvador Banhão passando pela Matinha do Confinamento
O salvador Banhão passando pela Matinha do Confinamento

Saímos sentido Matinha do Confinamento, onde logo no primeiro colchete dois fatos marcantes. Gagame e Felipe resolveram soltar uma bomba. E O Luis Farol de Carreta? Estava estreando o seu farol 2.0 com um led que ilumina até a lua se for preciso. Ele foi testar o farol andando em uma roda: “esse farol ilumina até andando em uma roda”, quando de repente, cai de bunda no chão. Foi uma risada só. Estamos pensando em evoluir o apelido dele para Luis Led. Aprovado?
Seguimos a trilha passando por dentro da matinha, depois passamos pela cerca e viramos na última porteira para passarmos na Lagoa do Enduro do Batalhão. Foi aí que chegamos ao SEST/SENAT onde encontramos com o companheiro Robinho Dinossauro que estava trabalhando. Ficou naquela vontade de pedalar com a gente, mas primeiro a obrigação. O Lazinho que agora é speedeiro estava treinando na Avenida do Planalto.
Ao chegarmos às Molas Americanas, emoção pra valer. O Gagame disse: “Agora eu sou o guia”. Fomos tranqüilos até chegarmos à encruzilhada antes da BR e quebramos a esquerda.
Passamos ao lado do Viveiro do IEF, subimos outra matinha muito bacana e chegamos à Escola Agrícola.
Enfim encontramos a cachoeirinha
Enfim encontramos a cachoeirinha

Lá houve uma apresentação do Globo da Morte, aqueles de circos. O Duracell que pelo que eu vi, não caiu nenhuma vez novamente, deu um show. Começou então a descida. Eis que o Gagame erra o lugar de virar e chegamos a um brejo / esgoto. Os Marquinhos encontraram uma vaca atolada e era de consenso tentar salvar a vaca. Embora tenhamos criado várias alternativas, nenhuma foi executada.
Resolvemos então subir e quando o Gagame já estava errando novamente, o Banhão acerta o caminho e aí sim, conseguimos chegar à cachoeirinha. Foi quando eu avistei uma luz e fui lá avisar sobre a vaca. Ela tava lá desde a semana passada e não conseguia sair, mas estão tratando dela.
Terminamos a trilha chegando pelo Eldorado, pulando as duas cercas. Foi quando o Renato Amaral intimou eu, Marquinho Caixeiro, Gagame  e Felipe para subirmos um morro novo, atrás da Dipam. E os Zelites não desafinaram.
Termino esse diário com a impressão que esqueci algo. Me ajude aí, o que eu esqueci?
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Diário de Bordo: Trilha da Matinha, Viveiro IEF e Dólar 27/05/10

27/05/2010, por Renato Amaral.
O pedal noturno passa por cima de tudo mesmo: que Fenamilho que nada! A galera quer é pedalar! Éramos 14 bikers: Eu, Banhão, Cadu, Celinho (Band Bike), Euler e Pedro, Gagame, Kleber, Luís Farol de Carreta e Duracell, Markin Kxão, Rantar, Sérgio Zaggo e Walner (que nos alcançou quase chegando à matinha). Eu fui o fotógrafo da vez, o Euler foi o guia e o Cadu o fecha-trilha.

Celinho Band Bike, o retorno
Celinho Band Bike, o retorno

Saímos do Posto São Cristóvão logo depois das 19h e pedalamos em direção à matinha.
O clima estava bem agradável e a turma como sempre, animada. Na entrada da matinha notamos que o Gagame não estava entre a galera. Logo ele liga pro Luís Farol de Carreta que tinha atalhado e estava esperando na “Surrascaria” Gaúcha. De lá seguimos pelo Planalto para entrar pelas Molas Americanas, de onde pedalamos até o anel viário.
No mata-burros antes de chegar ao anel viário o Gagame armou seu tradicional susto nos bikers: escondeu-se dentro do mata-burros e quando o Luís Farol de carreta vinha passando o Gagame levantou-se e quase matou o homem de susto.
Assustou hein Luis Farol de Carreta? Valeu Gagame!
Assustou hein Luis Farol de Carreta? Valeu Gagame!

Era noite de lua cheia e estava tão clara que dava pra ler a quilometragem no cateye. Apreciando a lua cheia de faróis apagados, dali mesmo a galera decidiu que a melhor opção pra prosseguirmos era a subida do dólar e lá fomos nós! Alguns retornaram pela Escola Agrícola: Rantar, Kleber, Luís Farol de Carreta com o Duracell, que levou também o Pedro pra deixar em casa. O Euler não teria desculpa no dólar… e não precisou. Subiu pra caramba. O Sérgio Zaggo também vem pedalando cada dia mais forte. A galera mandou muito bem na subida do dólar e eu, pela primeira vez conseguir vencer aquela ladeira. Dali até o trevo do Posto Cometa a galera fez ritmo de maratona e depois de tomar um banho de poeira de um caminhão chegamos (imundos) ao trevo.
Não parou por aí. Pra completar o tour decidimos descer o cenourinha. O Gagame não quis nos acompanhar alegando que tinha marcado de encontrar as gatinhas na Fenamilho. O Banhão seguiu com ele pela Marabá. A descida do cenourinha foi bacana e dessa vez nenhuma cascavel.
Ué Bocão, essa camisa da Lana Mayrink veio com defeito ou aconteceu algum acidente?
Ué Bocão, essa camisa da Lana Mayrink veio com defeito ou aconteceu algum acidente?

Pra comemorar que eu tinha subido o dólar pela primeira vez Eu resolvi comprar um lote (também pela primeira vez) no ponto mais valorizado da cidade: bem na praça champagnat. O freio da frente foi o inimigo. Voei por cima da bike e depois ela voou em cima de mim. Quando eu já estava no chão, duas garotas que assistiram de camarote falaram: cuidado moço! Pensei: agora não adianta ter cuidado. Saí ileso. Cuidado eu tive por estar usando os equipamentos adequados: luvas, manga comprida e capacete. Aliás, o capacete evitou que o acidente fosse grave porque o quadro deu uma pancada forte nele.
E quem me zoar pelo tombo, no próximo diário de bordo eu falo mal!

Conrira as fotos desta aventura!

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