Diário de Bordo: Pedal Noturno Cenourinha e Descida do Dólar

02/12/2010, por Renato Amaral
Nos encontramos na Nutry Suplementos, onde fomos recebidos com uma maltodextrina gelada para começar bem o pedal. Eu (Renato) aproveitei pra me abastecer da energia que ia me faltar neste retorno ao pedal, e também o Bruno Fernandes, Herculano, Ernane, Adriano, Luís Farol de Carreta, Walder e Markin Kxão.

Para ficar registrado...
Para ficar registrado...

Primeiro subimos o cenourinha, onde descobrimos que o colega novato Adriano não tinha a coroinha à sua disposição. O jeito foi ele subir empurrando nos lugares mais difíceis e assim seria em todos os outros. Mas nada de atrasos. O cara sobe mais rápido empurrando do que eu pedalando de coroinha.
No alto do cenourinha ainda estávamos decidindo pra onde ir: beco dos grossos, dólar, ponto chic. Nos deslocamos até o Posto Cometa. De lá mesmo o Luís Farol de Carreta decidiu abandonar a turma e retornar pela Av. Marabá, alegando dores…
Pegamos o estradão do Sumaré a todo vapor e decidimos descer o dólar. Decepção para alguns: patrolaram o dólar e está mais liso do que bumbum de neném, sem as famosas valas e cascalho solto. Segundo o Herculano agora deixou de ser dólar e não passa de uns cents. Ruim para uns, bom para outros como eu mesmo que evitava as bacadas e para o novato Adriano que estava sem lanterna.
Depois do dólar o Markin Kxão nos guiou para um caminho desconhecido que parecia não ter saída. Era uma descida forte e pra subir de volta foi osso. Chegando de volta ao anel viário, quando tudo parecia certo, eis que Bruno Fernandes escorrega no estradão e leva aquele capote. Só serviu pra se sujar e pra sentir que não vai ser qualquer tombo que vai lhe quebrar a mão novamente.
Quem não foi com medo do barro se deu mal. Tinha, mas não atrapalhou em nada. Chegamos secos e relativamente limpos, mas eu, particularmente, com a alma lavada. Sem contar que a natureza deu seu show à parte em todo o trajeto com a sinfonia dos sapos e a tempestade de vaga-lumes!

Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Ribeirão Mataburrinho

12/08/10 – Por Bruno Fernandes

Galera na porta da Star Bike
Galera na porta da Star Bike

Eram 19h em ponto quando cheguei à Star Bike do nosso amigo Zé Gonçalves. A Oficina tava cheia dos Elites, só na resenha. Mas o que tava lotada mesmo era a Rua. 27 bikers animados para fazer essa que em minha opinião é a melhor trilha para ser feita a noite, até que provem o contrário, é claro. Havia muitos novatos.
O Felipe Xandinho estava lá, de uniforme escolar ainda. Eram 19h08 quando subimos a Major Gote, sentido Marabá. A turma dividiu um pouco, mas como o ritmo do pedal noturno é de passeio, sempre esperamos e reduzimos o ritmo. Foi quando chegamos ao Posto Cometa e ficou decidido que o Cadu seria o Fecha trilha. As fotos ficaram por conta do Renato Amaral e do Banhão. Tivemos uma desistência, o André, novato de Patrocínio resolveu voltar. Fica firme companheiro, semana que vem tem mais. Ah, e o Felipe Xandinho? Ele foi em casa, trocou de roupa, preparou a bike e encontrou a galera lá no Posto Cometa. Tá pedalando muito o moleque.
Momento da resenha
Momento da resenha

Na saída do estradão do Sumaré, bate aquele receio que a poeira tomaria conta. Sorte nossa que estava bem tranqüila e foram somente os carros do início. Chegamos então ao trevinho do dólar e pegamos a estradinha. Conferimos se tava todo mundo. O Cadu confirmou. Passamos pelo mata burro com corrente, pegamos as trilhas traiçoeiras.
Quando eu pensei que todos passariam ilesos, vejo que a galera parou. Eu e o Renato Amaral tínhamos esticado na frente. Voltamos então e vimos que o Marquinho Caxão havia caído em um buraco de tatu e deslocou o ombro. Mesmo com o auxílio do Doutor Carlos Campos, ele não conseguiu voltar. Até que ele conseguiu sozinho dar um jeito no ombro dele. Recomendamos que voltássemos e chamássemos o SAMU, mas ele quis continuar.
Momento que decidimos a voltar
Momento que decidimos a voltar

Passamos então a mata sem nenhuma história para contar e após ela, fomos conferir se estavam todos lá. Eu grito: “Cadu, tá todo mundo aí? Cadu? Cadu? Cadê o Cadu?”. Fomos contar e vimos que faltavam três companheiros. Após uma consulta pública, ficou decidido que voltaríamos para encontrá-los. Neste momento, ficamos por um instante calados para perceber um barulho. Eram vacas vindo a todo vapor. Teve companheiro que quase subiu numa árvore de medo. Após voltarmos à mata e subirmos um pouco das trilhas traiçoeiras, verificamos três luzes. Estavam lá Doutor Cleber, Cadu e o novato Diego Maradona.
Resumindo, uma trilha que tinha tudo para ser marcante, deu tudo errado. Resolvemos voltar pelo estradão do Sumaré mesmo, quando ao chegarmos ao Posto Cometa, o pneu do Sérgio Zago estava furado. Paramos, resolvemos o problema e chegamos sem alterações em casa.
É isso aí galera. Não são todas as trilhas que saem como a gente espera, infelizmente. Mas mesmo assim, o clima de companheirismo e animação que estava valeu à pena. Semana que vem tem mais. Deixe aí seu comentário, principalmente se você é novato.

Confira as fotos deste pedal noturno

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Diário de bordo: Pedal Noturno Trilha da Meia noite 29/04/10

29/04/2010, Por Renato Amaral
EM BREVE FOTOS.
Está virando rotina. Às quintas quando não chove, São Pedro faz um marketing violento de uma chuva que não vem. Mas dessa vez choveu forte e alguns pontos da cidade e com muito vento. Em pouco tempo as estrelas voltaram ao céu e os que realmente estavam com vontade de pedalar compareceram. Saímos da Power Bike após 19:30. Éramos onze corajosos (até então).
O Cacique Magela estreando seu recém-chegado e tão aguardado ultra massa quadro Specialized foi o guia. Saímos da Marabá em direção ao cenourinha e já na descida antes do cenourinha o Edinho Galena quebrou um raio e teve que soltar o freio traseiro. Cada um no seu ritmo nos separamos na subida. E bem no meio da grande subida, de repente, uma chuva torrencial que só durou o suficiente pra molhar a galera. Esperamos no fim da subida e quando achamos que o Luís Farol de carreta e Duracell haviam desistido lá ao longe surgem dois faróis, ou melhor, três. O Luís estava todo orgulhoso. O Duracell subiu todo o cenourinha sozinho, sem ajuda, só no pedal. Valeu a espera.
Passamos no posto cometa para a foto oficial e quando olhei o Gagame já estava lavando a bike e a sapatilha. Nem apareceu nas fotos. Algo estranho. Ele já estava era se aprontando pra ir embora. Com essa desistência o Gagame atingiu uma taxa de desistência de 75% . Nos últimos quatro pedais noturnos ele abandonou três. Com ele seguiram-se quase todos. Cada um com seu motivo. Foram quatro os guerreiros que decidiram prosseguir: O guia Magela, o Walner, O Markim Caixão e Eu. Teve suas vantagens.
Seguimos e logo na entrada do Estradão do Sumaré descemos o morro antes da Valoriza. Nenhum incidente. Tudo sob controle. Fizemos uma trilha reduzida voltando ao Estradão. Era 21:30h quando retornamos ao asfalto. O Dr. Walner sugeriu descer o cenourinha e foi bem aceito. Lá fomos nós.
Na parte alta do cenourinha avistamos uma lanterna vindo ao nosso encontro. Estranho. Será que alguém resolveu voltar? Era o corajoso Rogério da Silva treinando corrida, sozinho. Animado o rapaz.
Pra não passarem em branco as estatísticas dos tombos o Magela colaborou: errou o pé no mata burro e pisou no vão: chão. E quase levou o Markin com ele.
Pra descida do cenourinha ainda sobrou história: Eu vinha na frente (fazendo escola de kamikaze) e quase passei em cima de uma cascavel. Quando passei ela armou o bote, ficando com a cabeça levantada. O Magela vinha logo atrás e quase… Ele chegou a levantar o pé. Descemos no embalo e o Dr. Walner ficou observando o animal até ele sumir no meio do pasto. Era grande.
No fim da descida entramos pelo loteamento Chácaras Caiçaras, alcançando novamente a Marabá. Foi uma excelente pedalada. Não percam a próxima (ou não desistam)!

Diário de Bordo: Pedal Noturno Ribeirão Mata Burrinho

“O melhor pedal noturno de todos os tempos”. Essa frase eu ouvi de muitos companheiros. E realmente foi. Mas porque foi o melhor? Bom, aqui mais uma vez quem vos fala é Bruno Fernandes.

Duracell tomando um de seus 10 copos de malto
Duracell tomando um de seus 10 copos de malto

Eram 18h51 quando cheguei ao nosso grande parceiro Nutry Suplementos. Havia poucas pessoas. Um deles era o Júlio, patense que tem bike no sangue que reside em Goiânia e é membro do Pedal do Cerrado (http://pedaldocerrado.com/). A galera da Nutry tava muito animada, fazendo com que a galera do noispedala se sentisse mais em casa ainda. Diversas informações sobre produtos foram passadas aos bikers e havia uma malto deliciosa para tomarmos. Para quem não toma, vale à pena comprar galera, pois auxilia muito na pedalada. Há também o Carbomax que está em promoção. E quem ligar na Nutry e dizer que é do noispedala vai ganhar 20% de desconto em diversos produtos. Aproveitem galera! Na degustação só houve um problema. O João Victor Duracell que parecia muito mais um jogador de futebol, exagerou na dose. O menino que deveria é tomar calmante para pedalar mais tranqüilo, ele tomou uns 10 copos. E ainda queria encher a garrafinha.
Saímos da Nutry bem atrasados. Já eram 19h11min. Ficou decidido que o guia seria o Euler Caixeiro Viajante, o fotógrafo foi o sempre prestativo Alisson Tião Vulgo Pó. Saímos pela Major Gote. Quem passava ficava impressionado com a galerona do pedal. Seguimos até chegarmos ao Posto Marabá onde o Iuri estava aguardando.
Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos
Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos

Veja como ficou a lanterna do Banhão
Veja como ficou a lanterna do Banhão

Subindo a Marabá, algumas pessoas disseram que o Luis Farol de Carreta e o Duracell haviam voltado, mas nada disso. Eles chegaram a tempo de ouvir as recomendações, pois a trilha do Ribeirão Mata Burrinho sempre prega algumas surpresas.
Contamos a galera. Éramos 19 bikers (até agora eu acho que eram 20). No estradão do Sumaré a galera dividiu em dois pelotões. Os Zelite só queriam saber de girar, inclusive o Felipe que estava uma alegria só, estreando bike e sapatilhas novas. O Gagame estava em seu dia mais inspirado. Fica até complicado escrever tudo que ele disse. Vou deixar para vocês comentarem as grandes descobertas desse “astronauta maluco”. Os rôia não estavam preocupados nem um pouco em pedalar. Estavam é conversando pra valer. E como estava bacana. Que clima legal. Ops… clima que eu digo é em relação às amizades. Pois o frio chegou galera.
Bruno passando pela mata
Bruno passando pela mata

Entramos sentido dólar e na primeira entrada à esquerda, fomos pular o mata burro que tem a corrente no meio. Sem acidentes até então. O Euler Caixeiro Viajante estava com medo do barro e o Gagame dizia que não passava, pois o mato estava alto. Ao sairmos da estradinha e entrarmos nas trilhas cheias de pedras, tocos e buracos de tatu, as emoções começaram. O primeiro a cair como sempre foi o Duracell. Logo após foi o Banhão, que passou por cima do guidão da bike e arrebentou a lanterna em vários pedaços.
Passamos pela matinha bem tranquilamente e deu início à segunda descida. O Duracell, o maior latifundiário da região, caiu mais algumas vezes. Uma galera grande saiu catando mamona, mas não chegou a cair, como Eu, Luis Farol de Carreta, Valner, Marquim Caxão e mais gente que não estou lembrando.
Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?
Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?

No fim da descida, o Gagame mais uma vez passou dentro do Ribeirão. Passamos pela ponte (que ponte?) e deu início à subida. Uma surpresa. No local onde todos esperavam muito barro, não havia praticamente nada.
Quando chegamos à cerca elétrica, o Edinho demonstrou ser um legítimo galeneiro (gentilício de pessoas que tiveram o prazer em morar na Galena). Na maior tranqüilidade ele resolveu o problema e todos passamos. Estavam presentes também o Hebão, o Rantar, o Claudinho, O Otávio e o Renato Amaral que a cada dia que passa, estão demonstrando mais intimidade com o pedal.
Após a primeira fazenda, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Paramos e o Herlley Power bike ajudou o sempre prestativo Euler no pitstop. Terminamos a subida e paramos para tirarmos a foto oficial com nossa bela Patos de Minas ao fundo.
Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez
Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez

Seguimos e deu início à descida do Pesque Pague. Daí foi só pegarmos a rodovia e chegarmos pelas Molas Americanas. Chegando à JK eu assustei pra caramba. Já eram 22h50min. Como o tempo passou rápido e nem percebemos.
É isso aí galera! Fique atento às trilhas do fim de semana. Esforçaremos para ter pelo menos uma no sábado e uma no domingo.
E sempre aquele recado. Deixe seu comentário, pois é ele que nos motiva a escrever os diários de bordo. E essa trilha, vale a pena você deixar sua opinião registrada.

Veja as fotos desta aventura!

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Cemitério do Arraial 25/03/10

Aqui quem vos fala é o companheiro Bruno Fernandes. Já eram 19h04min quando cheguei ao ponto de encontro da semana, a Power Bike do nosso amigo Herlley que em breve estará com um site bem bacana. A galera já estava presente. O Euler Caixeiro Viajante e o Luis Farol de Carreta já haviam ligado preocupados com o meu atraso.

Galera subindo a Marabá
Galera subindo a Marabá

Na saída houve algumas trocas de funções. O Gleidsson Ludyele Confecções passou a ser o guia e o Euler Caixeiro Viajante fecharia as porteiras e acompanharia os meninos. O fotógrafo por livre e espontânea pressão foi o Cadu Sagra.
Tudo preparado para a saída, eis que 100 metros depois o Flávio Bocão percebe que o pneu estava vazio. Enchemos mais ou menos para ele pedalar até a Star Bike onde o Zé Gonçalves tava fazendo cerão. Pneu do Bocão cheio e prosseguimos sentido Avenida Marabá. Chegando ao Posto Caiçaras encontramos com o Banhão.
Já no início do Estradão do Sumaré, algumas pessoas resolveram ir ao Posto Cometa completar as garrafinhas. No retorno do posto, o Fábio Lana que era a primeira vez que ia a um pedal noturno, passa por uma “tartaruga” sinalizadora no asfalto e compra aquele asfalto (já que não era terra). Alguns machucados no joelho e mão. Ele resolveu voltar.
Descendo o morro
Descendo o morro

Seguimos e descemos o morro antes da Valoriza. Nenhum incidente. Tudo sob controle. Quando chegou para descermos até ao Cemitério do Arraial, resolvemos mudar o roteiro, pois já estávamos uns 30 minutos além do tempo regulamentar.
Passamos na estradinha acima do cafezal e chegamos ao morro ao morro do Arraial dos Afonsos. A galera tá cada dia mais treinada. O Pedro ficou enrolando um pouco, mas depois de uma injeção de ânimo ele subiu o morro bonito.
A galera reuniu novamente no fim do morro, já no estradão do Sumaré. Seguimos todos juntos até ao Posto Cometa aonde vimos que ainda tava cedo. O Luis Farol de Carreta foi abordado por um policial pensando que ele estava de moto na contramão, visto a potência de seu farol de carreta.
O barulho que ouvimos ao final seria deste cachorro?
O barulho que ouvimos ao final seria deste cachorro?

No início da estrada do Cenourinha paramos para ouvir uns gritos estranhos. Cada pessoa pensou que era uma coisa diferente. Seguimos a trilha e logo depois o pneu do Bruno Fernandes furou. O engraçado é que a câmara reserva dele também tava furada. Aí o Renato Amaral emprestou uma para ele.
Chegamos então a decida do Cenourinha onde o Herlley foi o último a sair e o primeiro a terminar. E olha que a lanterna dele não tava lá essas coisas. O cara desce muito.
Faltava então só subir o morro da Agroceres, onde no final cada um já foi pro seu lado.
É isso aí galera! Esse foi o primeiro pedal noturno sem nossa estrela maior Gagame que por motivo de força maior não pode está presente no pedal, mas estava lá no ponto de encontro. Deve ter sido por isso que foram somente 23 bikers.
Vai ser um fim de semana com poucas trilhas em Patos de Minas, pois a galera vai toda para Araxá curtir a Copa Internacional de Mountainbike. Para você que fica, curta nossa cobertura aqui no Noispedala.
Confira as fotos deste pedal noturno.
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Diário de Bordo: Trilha do Ribeirão Mata-burrinho 14/01/10

29 bikers em uma trilha cheia de surpresas
29 bikers em uma trilha cheia de surpresas

Eram 19 horas quando passei pela Star Bike e falei com o Bruno para ir subindo a Marabá que eu encontrava com a galera no posto Cometa, pois estava atrasado em virtude de compromissos profissionais.
Às 19h50min cheguei de carona no trevo do Cometa com minha esposa Celma, que muitos apostam ser a Gata Seca, que por sinal anda sumida.  Encontrei 28 ciclistas, 29 comigo. Seguimos pelo estradão do Sumaré, logo em seguida viramos em direção à descida do Dólar, antes de começarmos a descer o Marquinho Caixão levou o primeiro capote da noite, e olha que ainda estávamos no plano… Imagina quando começarmos a descer!
No primeiro  mata burro, quando esperávamos juntar todo o grupo, o Carlos Campos (neurologista HNSF) parado, conseguiu a proeza de cair na frente de todo mundo e o pior é que ele fingiu ter torcido o tornozelo para amenizar a gozação da galera, pensando assim que alguém o socorreria! Mas ninguém teve piedade do pobre médico, só foram vistos flashes de máquinas fotográficas registrando o acontecido.
Ficou combinado que na descida ninguém ultrapassaria o guia, porém o Dimazim desobedeceu ao combinado e acabou sofrendo a “maldição da trilha do ribeirão Mata-burrinho”, Dimazim quase morreu (não  que ele seja burrinho). Ao ultrapassar o guia e dar uma de kamikaze encontrou uma pedra pelo caminho e não deu outra, só se viu aquela carcaça magra voando por cima da bike  e esborrachando no chão, e passou o resto da trilha reclamando de dores no ombro. Pouco mais a frente o Rodrigo (Candango), também capotou e passou o resto da trilha reclamando de dores no joelho.
Logo no final da matinha como já é de costume o Osvaldo encontrou um toco e levou mais um capote, no mesmo lugar o Super Mário Bros também capotou, mais a frente, não sei se o nome do biker é Fernando ou Ernandes, só sei que ele gozava muito do Osvaldo, encontrou um buraco de tatu e foi parar no chão também. Logo após atravessarmos a pinguela do ribeirão Mata-burrinho o Gagame que não calava a boca um segundo, brecou na frente do Ângelo (varejão) fazendo com que ele comprasse também um terreno naquela região, e não parou por aí não.
O Vinícius pegou todas as suas economias e também investiu num pedacinho de chão por ali. Desculpe se eu deixei alguém de fora, mas foram tantos capotes que talvez  algum tenha passado despercebido.
Às 22h40min chegamos a Patos e sob as luzes da cidade pudemos perceber que alguns bikers  estavam limpinhos e outros completamente sujos! Estranho né?
Confira as frases do Gagame:
– “Galela todo mundo zunto.”
– “Mazela, espela um pouco”
– “Bluno que dia estléia o site novo?”
– “Eu agola sou zelite mesmo!”
O que você achou do pedal noturno? Queremos saber. Deixe seu comentário abaixo.
É isso aí galera. Semana que vem tem mais pedal noturno.
Clique aqui e confira as fotos deste pedal noturno.