Equipe DB participará do XTERRA Estrada Real neste fim de semana

Equipe DB
Equipe DB

Os atletas da Equipe DB, Breno Teixeira, Arthur Franco, Robert Gurnet, Vladimir Fortes, Bruno Zinato e Fabio Rocha estão em Tiradentes para disputar a edição Estrada Real do XTERRA.
Eles participarão do MTB Cup que conta com um percurso bem empolgante.
O percurso é de São 46km e passam das fronteiras de Tiradentes e vão até a linda cidade de São João Del Rei, onde os atletas podem ver paisagens incríveis do alto dos morros das duas cidades.

A DB está apoiando esses atletas como incentivo a prática de esportes.

Diário de Bordo: Cicloviagem Matutu

Existe em Patos de Minas uma turma que não se contenta em pedalar sempre nas mesmas trilhas. Um de seus integrantes é o Lúcio Flávio. Ele é agrônomo e formou em Lavras, uma região perfeita para a prática do mountain bike. Ele então convidou o restante da turma para conhecer esta região ainda não explorada por bikers, o Vale do Matutu. Até que este sonho fosse possível de ser realizado, foram várias reuniões para definirmos estratégias e logística dessa viagem. O roteiro ficou por conta do Luciano Pit Stop que pesquisou as trilhas no google earth e inseriu-as em seu GPS.
Confira o diário de bordo desta aventura, escrito por Henrique Cury. Não deixe de assistir aos vídeos no fim do diário de bordo.
“Matutu significa, na língua indígena, Cabeceira Sagrada”
O Matutu é um vale majestoso aos pés da Serra do Papagaio. Sua paisagem de rara beleza abriga  excelsas forças naturais que inspiram a alma e renovam o corpo. Lugar ancestral, segundo a lenda era aqui  onde as tribos indígenas  peregrinavam, reconhecendo a pureza e a magia de suas fontes e cachoeiras, que se derramam  das alturas.

Lúcio Flávio no Complexo da Zilda - Trekking - Cachoeira Racha da Zilda
Lúcio Flávio no Complexo da Zilda – Trekking – Cachoeira Racha da Zilda

Viajamos cerca de 6 horas até lavras onde encontramos com Lúcio e seguimos até Carrancas – MG, ao chegarmos já nos encantamos com a natureza deslumbrante e as imensas e íngremes montanhas que marcam o cenário regional.
Fomos muito bem recebidos por João – o dono da Pousada Pontal do Moleque e a expectativa e a emoção do primeiro dia já nos contagiou , o entusiasmo era tanto que assim que chegamos fomos fazer um trekking nas mediações da Pousada para conhecer a cachoeira Racha da Zilda localizada no Complexo da Zilda.  Tínhamos certeza que essa viagem seria a maior aventura de nossas vidas. Jantamos um peixe com iguarias típicas da região, muito bem preparado pela esposa de João, Lucimar.
Fomos descansar ansiosos com o primeiro dia de trilha. “QUE VENHA MATUTU”.
A turma que encarou esta aventura.
A turma que encarou esta aventura.

 

1º dia – Trilha do Moleque: Pousada Pontal di Moleque rumo a Minduri.

Downhill de 7km
Downhill de 7km

39 km com ganho em elevação de 1355 mts, Trilha muito técnica com subidas e descidas longas, muitas pedras e areia pelo caminho.
07h00 – A galera se reuniu em frente a Pousada para as orações e foto oficial.
Bikers: Edson Veloso (Rosca), Giovane Braga, Henrique Cury, Henrique Nunes, Luciano Pit Stop, Lúcio Flávio, Márcio Abdala, Rômulo do Valle e Vandinho Caixeta.
Logo de cara enfrentamos uma subida de 4 km e uma descida de 2 km até chegarmos em um riacho onde nosso amigo Vandinho Caixeta nos surpreendeu com sua primeira de muitas “pérolas”: “QUE QUEBRADA É ESSA LUCIANO?” que significa lugar diferenciado,  realmente era um lugar perfeito, em todos ângulos que olhávamos éramos surpreendidos por uma paisagem mais bela que outra, a região formada por muitas rochas.
Romulo e Vandinho no tablado octogno na chapada do abanador
Romulo e Vandinho no tablado octogno na chapada do abanador

O lance era “SUBIR MONTANHA” e lá estávamos enfrentando mais uma. Chegamos a uma casa toda decorada  com artesanatos locais, onde havia uma escultura de São Francisco de Assis de aproximadamente 2 metros de altura. Colhemos uns limões do pomar da casa e nosso companheiro Lúcio fez um suco, seguimos até a Chapada do Abanador e avistamos no alto da montanha um tablado de madeira em forma de octógono. Ali, era como um mirante, pois podíamos ver toda a paisagem ao redor.
Ao som de Pink Floyd trilha sonora escolhida pelo companheiro Rômulo do Valle, fizemos nossa parada para o lanche e descanso para recompor as energias.
Nossa Senhora das Graças perfeitamente colocada em uma rocha nos abençoou bem no meio do caminho. Subidas, descidas puro moutain bike até escalarmos um rochedo rumo a Chapada das Perdizes e assim seguimos nossa trilha em “queda natural” outra “PEROLA” do nosso amigo Vandinho, por aproximadamente 4 km.  A galera pirou com a adrenalina que essa descida proporcionou.
17h00 – E assim chegamos ao primeiro Totem da estrada Real em Minduri-MG, nosso destino final deste dia.
 
O ponto de entrada da comunidade é o Casarão Matutu, uma construção de 1904
O ponto de entrada da comunidade é o Casarão Matutu, uma construção de 1904

2º dia – Trilha da Descida Abençoada: Rumo ao Vale do Matutu.

Ponte de madeira no Vale do Matutu
Ponte de madeira no Vale do Matutu

64 km com ganho em elevação de 1890 mts. 40 km de estradão até Aiuruoca e 24 km de muitas subidas até a Pousada Mandala das Águas.
Fomos recebidas calorosamente pelos moradores de Minduri, que ficaram entusiasmados com nossa aventura. Ficamos hospedados na Pousada Restaurante da Célia que também é o melhor restaurante da cidade.
Alimentados e com uma boa noite de sono estávamos ali mais uma vez prontos para seguir rumo a próxima cidade – Aiuroca-MG.
Aiuruoca e o Pico do papagaio ao fundo
Aiuruoca e o Pico do papagaio ao fundo

07h50 – Bikes prontas, GPS configurado, “simbora” subir montanha. Grande parte da trilha já realizada em estradão, até chegarmos às mediações de Aiuroca quando deparamos com uma descida que margeava uma mata e que permitia a vista do nosso próximo destino, o Pico do Papagaio no Vale do Matutu. Rômulo do Valle, Vandinho Caixeta, Luciano e Roska aceleraram e os demais economizaram um pouco, pois ainda tinha muita trilha pela frente. Foi quando chegamos ao final da descida e fomos presenteados com uma queda d’água onde eram formados poços de água cristalina, por isso batizamos a trilha de Descida Abençoada.
Jantar na Pousada Mandala das aguas
Jantar na Pousada Mandala das aguas

Chegamos em Aiuroca após 48 km por volta de 14:00 horas, o comércio estava aberto, estacionamos nossas bicicletas e devoramos tudo que tinha em uma padaria local. Estávamos decididos a seguir pedalando pelo Vale do Matutu por mais 14 km apesar das subidas que iríamos enfrentar até a Pousada Mandala das Águas.
17:30 – Chegada em Matutu: Paraíso seria a definição para o Vale do Matutu, no ponto mais alto o Pico do Papagaio permanece soberano e parece contemplar os que ali moram e visitam o lugar. Pousadas aconchegantes misturam com a natureza preservada, riachos de água cristalina cravadas por pedras que parecem ser colocadas estrategicamente para formar quedas e piscinas naturais e um silencio onde só era ouvido passos, água, respiração e o contato do pneu com a terra.

3º dia – Pousada Mandala das águas (Dia de descanso para conhecer a região)

Cachoeira Mata do Fundo
Cachoeira Mata do Fundo

O lugar já encanto ao entrar, cada detalhe foi planejado com todo carinho, o jardim, as fontes, árvores ornamentais e esculturas harmonizavam com o verde da grama e o azul do céu.
Acordamos e fomos buscar informações sobre a escalada do Pico do Papagaio. Rickson James Sluss, o proprietário da Pousada Mandala das Águas e membro da associação dos Amigos de Matutu, nos informou que para esta escalada era necessário que fossemos acompanhados por um guia. Como não seria possível, foi sugerido que visitássemos 2 cachoeiras próximas – Cachoeira do Meio e Cachoeira da Mata do Fundo, parte da galera seguiu este destino, Luciano, Rômulo e Vandinho.
Acesso ao Restaurante da Tia Iraci
Acesso ao Restaurante da Tia Iraci

A cachoeira da Mata do Fundo é a maior da região, cerca de 267 metros de queda repartida e seu acesso é por trilhas no meio da mata. Mountain Bike na veia foi o resumo de uma descida que misturava velocidade, técnica e muita adrenalina.
Eu (Henrique Cury), Geovane Braga, Márcio Abdala, Edson Roska, Henrique Nunes e Lúcio Flávio resolvemos ficar no restaurante da Tia Iraci, curtindo preguiça e degustando uma deliciosa comida mineira, sucos naturais com frutas da região, e uma hospitalidade grandiosa. O acesso a este restaurante é apenas por trilha, o que o torna bastante peculiar.
No final deste dia, voltamos para a Pousada, verificamos nossos equipamentos e fomos descansar aguardando o próximo dia.
Casarão Matutu
Casarão Matutu

 

4º dia – Trilha do Lado Lá – Rumo a Baependi-MG.

Saindo da Pousada Mandala das Aguas
Saindo da Pousada Mandala das Aguas

61 km com ganho em elevação de 1937 mts.
Nosso guia Luciano Pit Stop, sempre atento e querendo aproveitar o máximo a beleza da região alterou nosso trajeto onde passaríamos por uma cachoeira antes de enfrentarmos a grande e temida subida de 13 km.
Seguimos sentido a esta trilha e nosso companheiro Rômulo do Valle, sempre andando na frente e sem GPS, se perdeu. Então fui resgatá-lo para que pudéssemos seguir todos juntos.
Passamos pela cachoeira e começamos o grande desafio do dia – 13km só de montanha. Pedras de calçamento eram colocadas nas subidas mais íngremes, quem nos encontravam se admiravam e ficavam surpresos com nossa animação e força. O que de fato era admirável, pois éramos 9 bikers determinados.
Mirante depois da subida de 13 km
Mirante depois da subida de 13 km

Estávamos muito animados, pois de acordo com a programação, logo após teríamos muita descida de 7 km com desnível maior que a subida. Fizemos uma foto no topo e logo ali começava a descida. Alertamos a todos sobre os cuidados que deveríamos e fomos de “queda natural”.
Saldo da descida: 3 tombos, Henrique Cury, Vandinho e Giovane Braga, um capacete quebrado e uma mochila de Hidratação rasgada.
Para nossa surpresa, ainda havia muita trilha, cerca de 34 km para chegarmos a Baependi. Estávamos exaustos e com certeza este foi o dia de maior esforço.
Esforço recompensado quando chegamos à Pousada Cachoeirinha e fomos recebidos com um belo jantar.
 

5º dia – Trilha Estrada Real: Rumo a Pousada Pontal do Moleque.

Luciano em um Marco da Estrada Real
Luciano em um Marco da Estrada Real

74 km com ganho em elevação de 1536 mts.
Seguimos sentido a saída de Baependi e logo deparamos com o primeiro totem da Estrada Real, estes totens servem de orientação para peregrinos, nossa trilha de hoje seria realizada com 74km cruzando fazendas famosas como a Traituba (cidade-Cruzili), casarões, linhas férreas.
O dia foi marcado por uma mistura dos sentidos, superação, vontade de chegar, saudade de casa e uma sensação difícil de explicar, talvez seja aquele sentimento que só nós, amantes do Moutain Bike experimentamos quando realizamos nossas trilhas.
Fazenda Traituba -  teve a sua origem entre os anos de 1826 e 1831 e serviu para hospedar o Imperador D. Pedro I
Fazenda Traituba – teve a sua origem entre os anos de 1826 e 1831 e serviu para hospedar o Imperador D. Pedro I

Nosso companheiro Rômulo do Valle e Vandinho caixeta seguiram na frente, pois iriam fazer uma galinha caipira para nos receber, o restante seguiu pedalando junto contando piadas, fazendo fotos, principalmente meu caro Giovane Braga, Henrique Nunes imitando o Penhenheca (Pessoa conhecida em nossa Cidade – Patos de Minas), chamando o “Osquinha  patocina minha sworks”, Luciano aproveitando os últimos momentos para registrar cada instante, Marcio Abdala com seus comentários bacanas e claro nosso sempre saudoso Lúcio vibrando e comemorando o sonho realizado.
Foram 265 km ao total da cicloviagem superamos um ganho em elevações de 6.918 metros, descidas, escalamos rochedo, mas o que realmente marcou foi uma grande aventura de 9 caras cheios de um só sentimento: PEDALAR.
Gostaria de agradecer a todos pela companhia e também aqueles que direta e indiretamente contribuíram para realização desta cicloviagem e QUE VENHA MATUTU.

Assista aos vídeos desta aventura



Rodrigo da Silva vence o XTERRA Estrada Real 2011

Rodrigo da Silva vence o Xterra
Rodrigo da Silva vence o Xterra

Nos dias 23 e 23 de outubro foi realizado na mais mineira das cidades “Tiradentes”a edição de 2011 do XTERRA Estrada Real. A cidade encanta por ser um local cheio de história e cultura. Foi a nona etapa.
Três modalidades foram disputadas. Duathlon, night run e MTB Cup XCT e Kids (mini corrida).
No sábado os atletas largaram às 9 horas para uma corrida de 3Km, pelas ruas da cidade, em ladeiras e caminhos íngremes num percurso que exigiu condicionamento e raça. Na área de transição, já com as bikes, foram para 32Km  pela Serra de São José passando por Bichinho, em single tracks que exigiram força e preparo. A meta foi  a superação de desafios que pediram, além de músculos, muita concentração e determinação para alcançar a  chegada. Fechado circuito de bike, foram mais 9 Km de corrida.
Patos de Minas foi representada pelo atleta Rodrigo Caetano Silva na modalidade Duathlon Cross Country na categoria 30-34 anos, que obteve a primeira colocação. Parabéns Rodriguinho.

Noispedala na Trilha da Maria Fumaça, região de Curvelo / Diamantina

Em janeiro de 2010, organizamos nossa primeira expedição, para aquele lugar onde chamamos de “paraíso”. Éramos 11 companheiros de Patos de Minas e mais 9 de Curvelo e Brasília, compartilhando emoções, um papo bem descontraído e principalmente desfrutando de paisagens peculiares. O companheirismo prevaleceu acima de tudo.

Galera que fez a trilha da Maria Fumaça em 2010
Galera que fez a trilha da Maria Fumaça em 2010

Foram 3 dias de pedal. O primeiro de 101 km intenso e mais dois dias bem relax de 34 e 24 km respectivamente. Todos os detalhes e fotos de 2010 você pode conferir no diário de bordo que fizemos e também um TV Noispedala que Eu e Robinho comentamos sobre nossa cicloviagem.
Um ano depois, convidados pela galera do “Amantes do Magrela”, um grupo de bikers de Curvelo, estaremos lá de volta. Visto a nossa satisfação de termos participado ano passado, convidamos você para curtir esta aventura conosco.
Este ano será um pouco diferente. O percurso que fizemos em 2010 em três dias, será feito em quatro dias. Ou seja, os amantes da magrela sairão de Curvelo na quinta-feira pela manhã, onde seguirão até Monjolos.
Você conhecerá verdadeiros papéis de parede
Você conhecerá verdadeiros papéis de parede

A galera do Noispedala fará a trilha a partir do segundo dia, onde inicia a Trilha da Maria Fumaça, na cidade de Monjolos. Será assim:
Sairemos de Patos de Minas à meia-noite de quinta para sexta e seguiremos até Monjolos. Na sexta serão 27 km de Monjolos a Conselheiro Mata, depois 34 km até Barão de Guaicuí e finalmente 24 km até chegarmos à Diamantina.
O custo da viagem será por volta de R$ 300,00. Sendo que R$ 190,00 serão referentes à organização do pessoal de Curvelo, onde teremos disponíveis local para dormirmos, lanche, refeição, churrasco, café da manhã, apoio com águas, frutas e sanduíche. Teremos também refrigerante, cerveja e sucos. Haverá carros, equipe de apoio, cozinheira e churrasqueiros. Quem participar também irá ganhar a camiseta oficial do evento.
Curtiu a ideia? Entre em contato conosco. Deixe seu comentário abaixo ou ligue para 9169-0141 (Bruno), 9926-4449 (Euler) ou 9975-4745 (Magela).
Já temos uma turma grande confirmada e contamos com a sua presença, e mais uma galera para confirmar. Veja que galera! Lembrando que as vagas são limitadas a 30 pessoas.
Veja só quem está confirmado:

  • Bruno Fernandes
  • Euler Caixeiro Viajante
  • Walner Dias
  • Marquim Passarim
  • Robim Elite de Patos
  • Fabiano Spaço
  • Luis Farol de Carreta
  • Celinho Band Bike
  • Magela
  • Herculano Paulista
  • Pedro Elias Pneus União
  • Criscelle
  • Heber Contador (Primo do Alberto)
  • Reginaldo Nunes Transnunes
  • Renato Amaral Banco do Brasil
  • Walder Filho Motoagra
  • Olemar IEF
  • Lúcio Agrocerrado
  • Carlos Campos
  • Sérgio Zaggo Pivodrip
  • Helenice Zaggo esposa do Sérgio
  • Renato Coopatos
  • Gustavo BH primo do Walner
  • Raquel namorada do Walner
  • Vandinho Dentista
E aí? Topa o desafio?
E aí? Topa o desafio?

Confira as fotos de 2010

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TV Noispedala: Cobertura Copa Internacional Levorin de MTB em Congonhas

Salve salve galera do noispedala. O Bruno Fernandes e o Renato Amaral participaram no último domingo (22/08) de uma maratona de MTB pela primeira vez.
Acompanhe aí como foi esta aventura. E claro, deixe o seu comentário dizendo o que achou. E quem sabe na nossa próxima expedição, você embarca conosco.

Roteiros Planilhados da Estrada Real são lançados

Estrada Real
Estrada Real

O Programa Roteiros Planilhados da Estrada Real (ER) oferece ao turista a possibilidade de percorrer a rota turística da ER de acordo com sua vontade e disponibilidade. Os mais de 1,6 mil quilômetros do roteiro podem ser conhecidos de bicicleta, a pé, a cavalo ou de carro. O desejo do viajante dá o tom do passeio.
As planilhas de navegação foram construídas com metodologia própria, desenvolvida pelo Instituto Estrada Real (IER), tendo como base padrões internacionais de cicloturismo. A inovação está em não restringir o passeio às bicicletas.
Exatamente pela liberdade que oferece ao turista, a planilha fornece subsídios para que o turista investigue e pesquise as informações necessárias para planejar sua própria viagem. As hospedagens, os meios de alimentação, os atrativos e produtos turísticos a serem visitados e consumidos podem ser procurados e agendados pelo próprio viajante, de acordo com sua necessidade.
Algúem além de mim tem vontade de fazer uma cicloviagem pela Estrada Real? 26 ciclistas do Mountainbike BH fizeram essa viagem. Veja o blog deles clicando aqui.
Clique aqui para acessar os roteiros planilhados da Estrada Real.
Mapa Estrada Real - Caminho dos Diamantes
Mapa Estrada Real