Diário de bordo: Pedal noturno na Trilha dos 50 cents

09/12/10 – por Bruno Fernandes
Bom, o que dizer deste pedal noturno? Imitando o grande herói Lagoense Feliz, do nosso diário de notícias Patos Hoje, “na minha modesta opinião, o pedal de hoje foi muito bom, pois com o apoio de todos, fizemos um pedal à moda antiga: uma pedalada bem tranquila, ritmo passeio, onde o papo de elite rolou solto e nem mesmo os novatos desafinaram, juntos somos fortes”. Estreando hoje tivemos o Luciano e o Paulo Henrique. Éramos 16 companheiros.

Como assim pedal noturno? E o sol?
Como assim pedal noturno? E o sol?

Já que o novato Luciano não tinha lanterna, nosso companheiro de bom coração, que não havia feito sua boa ação do dia, Markim Kxão, emprestou uma de suas duas lanternas para ele.
Tivemos também o retorno do Pedrão, filho do Euler e, claro, do Flávio do Galo e de nossa estrela maior, o Gagame, que por sinal foi um exímio guia. Com indicações de dificuldades em alguns lugares e inclusive falando para passarmos calados próximo às casas. Logo após passarmos pelas Molas Americanas, ele sugeriu que fizéssemos a trilha que eu gostaria de ter marcado. Só que ele colocou bastante pimenta nela. Da maneira que ele nos guiou, encurtou bastante o pedal, só que passamos por uma descida técnica e uma subidinha mais técnica ainda. Que lugar bacana.
Havia uma expectativa para o barro no fim da descida. Quando chegamos, havia uma ponte e nenhum sinal de barro. Barro somente em uma fazenda após a subida.
Gagame e suas fotos tortas
Gagame e suas fotos tortas

Na descida todo mundo mandou bem, inclusive o Pedrão. O Euler ficou fechando a trilha, acompanhando o filho e, quando observou, ele já tinha era descido. Fotógrafos não faltaram. Hoje tivemos dois “Chilons”: o Banhão e o Renato. O Banhão ficava lá recordando as vezes em que ele já foi para folias de reis de bicicleta.
Quando passamos pela última fazenda, recordamos o caminho que passamos na última semana, onde desistimos pensando que estávamos no caminho errado. Aí foi só completar a trilha, quando surgiu a ideia de passarmos na Star Lanches para comermos uma pizza. Só que com qual grana? Ahh, o Vaninho “pendura” pra gente.
Chegando lá, cadê o Vaninho? Ele estava viajando para a cidade satélite de Lagoa Formosa. Foi quando apareceu o Juninho (Cemil) Melhor de Patos para nos salvar. Ele emprestou a grana que faltava para pagarmos a pizza.
Depois disso foi cada um para a sua casa. Alguns ainda fizeram a trilha da Fátima Porto, que por sinal está mais emocionante que o dólar.
E aí? Já decidiu qual será o seu presente no nosso Pedal Solidário de Natal? Clique aqui e confira mais detalhes sobre esta nossa ação.
Vale a pena conferir as fotos. Tem umas do pôr do sol bem bacanas. E em breve teremos mais “chapas”.
Será mesmo a mulher de Branco?
Será mesmo a mulher de Branco?

Confira as fotos deste pedal noturno.

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Cenourinha e Descida do Dólar

02/12/2010, por Renato Amaral
Nos encontramos na Nutry Suplementos, onde fomos recebidos com uma maltodextrina gelada para começar bem o pedal. Eu (Renato) aproveitei pra me abastecer da energia que ia me faltar neste retorno ao pedal, e também o Bruno Fernandes, Herculano, Ernane, Adriano, Luís Farol de Carreta, Walder e Markin Kxão.

Para ficar registrado...
Para ficar registrado...

Primeiro subimos o cenourinha, onde descobrimos que o colega novato Adriano não tinha a coroinha à sua disposição. O jeito foi ele subir empurrando nos lugares mais difíceis e assim seria em todos os outros. Mas nada de atrasos. O cara sobe mais rápido empurrando do que eu pedalando de coroinha.
No alto do cenourinha ainda estávamos decidindo pra onde ir: beco dos grossos, dólar, ponto chic. Nos deslocamos até o Posto Cometa. De lá mesmo o Luís Farol de Carreta decidiu abandonar a turma e retornar pela Av. Marabá, alegando dores…
Pegamos o estradão do Sumaré a todo vapor e decidimos descer o dólar. Decepção para alguns: patrolaram o dólar e está mais liso do que bumbum de neném, sem as famosas valas e cascalho solto. Segundo o Herculano agora deixou de ser dólar e não passa de uns cents. Ruim para uns, bom para outros como eu mesmo que evitava as bacadas e para o novato Adriano que estava sem lanterna.
Depois do dólar o Markin Kxão nos guiou para um caminho desconhecido que parecia não ter saída. Era uma descida forte e pra subir de volta foi osso. Chegando de volta ao anel viário, quando tudo parecia certo, eis que Bruno Fernandes escorrega no estradão e leva aquele capote. Só serviu pra se sujar e pra sentir que não vai ser qualquer tombo que vai lhe quebrar a mão novamente.
Quem não foi com medo do barro se deu mal. Tinha, mas não atrapalhou em nada. Chegamos secos e relativamente limpos, mas eu, particularmente, com a alma lavada. Sem contar que a natureza deu seu show à parte em todo o trajeto com a sinfonia dos sapos e a tempestade de vaga-lumes!

Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Ribeirão Mataburrinho

12/08/10 – Por Bruno Fernandes

Galera na porta da Star Bike
Galera na porta da Star Bike

Eram 19h em ponto quando cheguei à Star Bike do nosso amigo Zé Gonçalves. A Oficina tava cheia dos Elites, só na resenha. Mas o que tava lotada mesmo era a Rua. 27 bikers animados para fazer essa que em minha opinião é a melhor trilha para ser feita a noite, até que provem o contrário, é claro. Havia muitos novatos.
O Felipe Xandinho estava lá, de uniforme escolar ainda. Eram 19h08 quando subimos a Major Gote, sentido Marabá. A turma dividiu um pouco, mas como o ritmo do pedal noturno é de passeio, sempre esperamos e reduzimos o ritmo. Foi quando chegamos ao Posto Cometa e ficou decidido que o Cadu seria o Fecha trilha. As fotos ficaram por conta do Renato Amaral e do Banhão. Tivemos uma desistência, o André, novato de Patrocínio resolveu voltar. Fica firme companheiro, semana que vem tem mais. Ah, e o Felipe Xandinho? Ele foi em casa, trocou de roupa, preparou a bike e encontrou a galera lá no Posto Cometa. Tá pedalando muito o moleque.
Momento da resenha
Momento da resenha

Na saída do estradão do Sumaré, bate aquele receio que a poeira tomaria conta. Sorte nossa que estava bem tranqüila e foram somente os carros do início. Chegamos então ao trevinho do dólar e pegamos a estradinha. Conferimos se tava todo mundo. O Cadu confirmou. Passamos pelo mata burro com corrente, pegamos as trilhas traiçoeiras.
Quando eu pensei que todos passariam ilesos, vejo que a galera parou. Eu e o Renato Amaral tínhamos esticado na frente. Voltamos então e vimos que o Marquinho Caxão havia caído em um buraco de tatu e deslocou o ombro. Mesmo com o auxílio do Doutor Carlos Campos, ele não conseguiu voltar. Até que ele conseguiu sozinho dar um jeito no ombro dele. Recomendamos que voltássemos e chamássemos o SAMU, mas ele quis continuar.
Momento que decidimos a voltar
Momento que decidimos a voltar

Passamos então a mata sem nenhuma história para contar e após ela, fomos conferir se estavam todos lá. Eu grito: “Cadu, tá todo mundo aí? Cadu? Cadu? Cadê o Cadu?”. Fomos contar e vimos que faltavam três companheiros. Após uma consulta pública, ficou decidido que voltaríamos para encontrá-los. Neste momento, ficamos por um instante calados para perceber um barulho. Eram vacas vindo a todo vapor. Teve companheiro que quase subiu numa árvore de medo. Após voltarmos à mata e subirmos um pouco das trilhas traiçoeiras, verificamos três luzes. Estavam lá Doutor Cleber, Cadu e o novato Diego Maradona.
Resumindo, uma trilha que tinha tudo para ser marcante, deu tudo errado. Resolvemos voltar pelo estradão do Sumaré mesmo, quando ao chegarmos ao Posto Cometa, o pneu do Sérgio Zago estava furado. Paramos, resolvemos o problema e chegamos sem alterações em casa.
É isso aí galera. Não são todas as trilhas que saem como a gente espera, infelizmente. Mas mesmo assim, o clima de companheirismo e animação que estava valeu à pena. Semana que vem tem mais. Deixe aí seu comentário, principalmente se você é novato.

Confira as fotos deste pedal noturno

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Beco dos Borges e Dólar

05/08/2010, por Renato Amaral

Uma pausa para a foto oficial
Uma pausa para a foto oficial

Vinte e um bikers se reuniram na Power Bike para os últimos ajustes e bater um papo animado. O Noispedala está ingressando cada vez mais bikers. Hoje tivemos cinco estreantes: Os Cristianos, Diego, Ronan Pif Paf e o novo Robinho (da Martins) da turma que foi providencial emprestando a câmera fotográfica. Partimos na direção da Igreja Nossa Senhora da Abadia e de lá seguimos até alcançarmos a Av. Marabá.
No início do Estradão viramos à esquerda em direção ao Beco dos Borges. Na primeira descida a galera deu show. Ninguém alcançou o Walner que deixou todo mundo pra trás! E o Marco Túlio Gagame comeu poeira quando passei por ele. Fica duro, Gagame! Lá de baixo os primeiros tiveram um visual bacana: a imagem da fila de faróis ao longo da descida que só perdeu para a “estrela cadente” que rasgou o céu.
Cadê as luvas Cadu?
Cadê as luvas Cadu?

Depois de uma grande descida sempre haverá uma grande subida, já dizia o Pedrão filho do Euler. E dessa grande subida o Herculano gostou e elogiou os estreantes nem tanto. Sofreram bastante e depois da foto oficial retornaram pelo estradão. Só ficou o Diego, apadrinhado pelo Rantar.
Quando liguei pro Bruno ele logo me perguntou: – E aí, quem caiu na descida do dólar hoje? Não exatamente no dólar, mas logo abaixo quem levou um tombaço foi o Cadu. Puxão de orelha nele: estava sem luvas. Mas ele ficou bem… sujo. Ainda houve o tombo do Rafael que caiu no buraco da ponte e quase desceu total. Foi por pouco.
Os destaques desta trilha foram muitos, inclusive o pequeno Duracell que pedalou todo o trajeto na moral. Só precisa de juízo porque tá descendo muito rápido. O papai Luiz Led Farol de Carreta que já não o alcança nas descidas agora vai ter que correr atrás nas subidas também. Poxa, Duracell, domingo é dia dos pais, dá uma moral pro seu. Deixa ele te passar! Parabéns a todos os pais!
Agora, fica o lembrete que neste final de semana iremos pedalar até Andrequicé e quem se interessar, clique aqui e saiba mais detalhes sobre essa aventura. Qualquer dúvida, entre em contato com o Bruno (9169-0141) e com o Magela (9975-4745).
Guia: Euler; Fecha-trilha: Markinho Kxão; Fotos: Renato; Comentários: VOCÊ!

Confira as fotos

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Diário de Bordo: Trilha da Matinha, Viveiro IEF e Dólar 27/05/10

27/05/2010, por Renato Amaral.
O pedal noturno passa por cima de tudo mesmo: que Fenamilho que nada! A galera quer é pedalar! Éramos 14 bikers: Eu, Banhão, Cadu, Celinho (Band Bike), Euler e Pedro, Gagame, Kleber, Luís Farol de Carreta e Duracell, Markin Kxão, Rantar, Sérgio Zaggo e Walner (que nos alcançou quase chegando à matinha). Eu fui o fotógrafo da vez, o Euler foi o guia e o Cadu o fecha-trilha.

Celinho Band Bike, o retorno
Celinho Band Bike, o retorno

Saímos do Posto São Cristóvão logo depois das 19h e pedalamos em direção à matinha.
O clima estava bem agradável e a turma como sempre, animada. Na entrada da matinha notamos que o Gagame não estava entre a galera. Logo ele liga pro Luís Farol de Carreta que tinha atalhado e estava esperando na “Surrascaria” Gaúcha. De lá seguimos pelo Planalto para entrar pelas Molas Americanas, de onde pedalamos até o anel viário.
No mata-burros antes de chegar ao anel viário o Gagame armou seu tradicional susto nos bikers: escondeu-se dentro do mata-burros e quando o Luís Farol de carreta vinha passando o Gagame levantou-se e quase matou o homem de susto.
Assustou hein Luis Farol de Carreta? Valeu Gagame!
Assustou hein Luis Farol de Carreta? Valeu Gagame!

Era noite de lua cheia e estava tão clara que dava pra ler a quilometragem no cateye. Apreciando a lua cheia de faróis apagados, dali mesmo a galera decidiu que a melhor opção pra prosseguirmos era a subida do dólar e lá fomos nós! Alguns retornaram pela Escola Agrícola: Rantar, Kleber, Luís Farol de Carreta com o Duracell, que levou também o Pedro pra deixar em casa. O Euler não teria desculpa no dólar… e não precisou. Subiu pra caramba. O Sérgio Zaggo também vem pedalando cada dia mais forte. A galera mandou muito bem na subida do dólar e eu, pela primeira vez conseguir vencer aquela ladeira. Dali até o trevo do Posto Cometa a galera fez ritmo de maratona e depois de tomar um banho de poeira de um caminhão chegamos (imundos) ao trevo.
Não parou por aí. Pra completar o tour decidimos descer o cenourinha. O Gagame não quis nos acompanhar alegando que tinha marcado de encontrar as gatinhas na Fenamilho. O Banhão seguiu com ele pela Marabá. A descida do cenourinha foi bacana e dessa vez nenhuma cascavel.
Ué Bocão, essa camisa da Lana Mayrink veio com defeito ou aconteceu algum acidente?
Ué Bocão, essa camisa da Lana Mayrink veio com defeito ou aconteceu algum acidente?

Pra comemorar que eu tinha subido o dólar pela primeira vez Eu resolvi comprar um lote (também pela primeira vez) no ponto mais valorizado da cidade: bem na praça champagnat. O freio da frente foi o inimigo. Voei por cima da bike e depois ela voou em cima de mim. Quando eu já estava no chão, duas garotas que assistiram de camarote falaram: cuidado moço! Pensei: agora não adianta ter cuidado. Saí ileso. Cuidado eu tive por estar usando os equipamentos adequados: luvas, manga comprida e capacete. Aliás, o capacete evitou que o acidente fosse grave porque o quadro deu uma pancada forte nele.
E quem me zoar pelo tombo, no próximo diário de bordo eu falo mal!

Conrira as fotos desta aventura!

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Beco dos Borges e Dólar

Frio e Fenamilho eram dois adversários fortes do pedal noturno de ontem. Por isso esperava somente aquela galera extremamente fiel. E não foi o que aconteceu. Éramos 20 companheiros e muito animados.
No Ponto de Encontro (Balão da Wolks ou Chevrolet, vocês escolhem) estávamos lá reunidos. Tivemos a visita do Juninho (melhor de Patos) que está ausente dos nossos pedais. O cara só quer saber de treinar e competir pesado. Eram 18h07min quando saímos. Alguns chegaram no exato momento que estávamos de saída e o Walner ficou para trás, pois chegou atrasado.
A galera não subiu a Marabá em um só pelotão. Com a desculpa de esquentar e driblar o frio, uns 10 dispararam na frente. Chegamos ao trevo e nos reunimos e começamos a primeira descida. Sem nenhum incidente. Subimos o morro do Arraial dos Afonsos. E a galera está cada dia mais preparada. O Pedrão empolgado ainda com a viagem de Vazante subiu pedalando o morro quase todo. Ah, o assunto era Vazante. E foi só a primeira pessoal. Muitas surpresas estão por vir. Aguardem.
Quando terminamos o morro, eram 20h40min mais ou menos. Então decidimos partir para o Plano B. Descer o Dólar. Uns queriam ir embora (inclusive eu). Só que quando nos lembramos da emoção que é, fomos vencidos. Todo mundo foi. E pedalando pra valer.
Na descida do dólar somente uma incidente. O Doutor Kleber perdeu o controle e comprou aquela gleba de terras como ele mesmo disse.
Após a descida do dólar, mais descida. O único momento frio da trilha, próximo ao córrego do caminho até a rodovia. Eu e o Pedrão deixamos a galera para trás e subimos pesado. Chegamos ao final do morro e ficamos de lá observando as lanternas movendo-se no escuro. Um espetáculo a parte.
Chegamos pelo Sebastião Amorim e cada um seguiu o seu destino. Ah, infelizmente não temos nenhuma foto deste pedal noturno.
É isso aí galera do pedal. Semana que vem tem mais. E dia 30 de maio é o tradicional Enduro do Milho. E as 100 primeiras inscrições ganham uma camiseta. Até domingo inscrições com exclusividade aqui no noispedala
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Diário de Bordo: Pedal Noturno Matinha e Dólar

O que esperar de um pedal noturno que está chovendo na hora de sair? Bom. Vai dar poucas pessoas, o guia (Magela) vai faltar, O Gagame (como sempre) via está lá, a água que cai vai dar mal contato no Duracell rendendo vários tombos  e principalmente não vai faltar emoção.

Galera preparada para sair para um pedal noturno cheio de aventuras
Galera preparada para sair para um pedal noturno cheio de aventuras

Este começou um pouco diferente para mim (Bruno Fernandes). Eu não estava nem um pouco animado, pois chovia bastante. Estavam aqui na minha casa o Renato Amaral, o Léo e o Rantar (Roundup). Eles queriam ir, eu não. Quando a chuva deu uma trégua de alguns segundos eu animei e fomos todos, mesmo ajeitando os últimos detalhes no Posto Alpa ainda.
Saímos sentido CICA. Paramos, fizemos a foto oficial. Éramos 14 bikers. Gagame, Edinho, Otávio (Novatis), Doutor Valner, Raquel (digníssima namorada do Doutor), Renato Amaral, Léo, Rantar, Marquinho Kxão, Duracell, Luís Farol de Carreta, Cadu, Alisson Pó e Eu. Não foi necessário ter fecha trilha, pois a galera andou bem unida e o Chilon da vez foi o Alisson Pó. E o guia foi o Gagame.
Duracell DaMatta, o Pipoqueiro
Duracell DaMatta, o Pipoqueiro

Depois da matinha, fomos sentido Lagoa do Enduro do Batalhão, mas ela tava toda alagada e cobriu as trilhas e não conhecíamos bem o lugar e a noite estava complicado procurar outra trilha. Voltamos, entramos no Planalto e saímos nas Molas Americanas. O Gagame que parecia uma vitrola queria ir embora com medo do pai dele deixar ele para trás no fim de semana. Só que ele esqueceu que ele era o guia. Aí ele resolveu ir conosco.
Fomos sentido viveiro do IEF e ao chegar à rodovia, ficamos sem guia. Então resolvemos subir o Dólar. Os corajosos eram nove, pois o dólar não é brinquedo. E a galera não desafinou. Depois foi só girar pra valer no retorno pelo estradão do Sumaré.
A partir da próxima semana vamos instalar um caderninho na bike do Duracell para facilitar a contabilidade dos tombos. Não faço nem idéias de quantas foram. Só sei que em um desses, ele levou o pai dele junto e ambos entraram de sócio em um terreno. A Raquel também caiu duas vezes. Uma no fim da matinha e uma na subida do dólar. O Otávio Novatis também caiu, mas não afinou hora nenhuma.
É isso aí galera. Semana que vem tem mais. Forte abraço e boas pedaladas a todos.
Confira as fotos de mais esse pedal noturno.
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Diário de Bordo: Trilha do Beco dos Borges e Dólar 04/03

Cuidado com o dólar galera!
Cuidado com o dólar galera!

Hoje o Diário de Bordo está sendo redigido em dupla. Bruno Fernandes e Alysson Kuririn. Eram 19h10min quando saímos da Power Bike ainda sem fotógrafo, pois ele atrasou alguns minutinhos. Logo na saída, antes de chegar ao Balão da Wolks (Chevrolet) o João Victor Duracell Farolzinho de Carreta bate feio em uma lixeira. Era o sinal que seria uma noite com muitas aventuras e histórias para contar.
Seguimos em fila indiana pela Major Gote, depois pegamos a Marabá. No Posto Park estava o nosso fotógrafo Kuririn. No Posto Caiçaras estavam o Banhão e o Padrinho Gleidsson que está satisfeito com os seus pupilos.
Paramos no Posto Cometa onde alguns foram calibrar as garrafinhas. Ficou decidido que o Gleidsson iria guiar e o Euler fechar as porteiras. Eram umas 30 pessoas. Não tenho o número exato. A galera ouviu atentamente as recomendações e seguimos para a descida antes da Valoriza.
Poucos acidentes. Apenas o Valner que ficou sem lanterna  e comprou o primeiro terreno (tentou esconder o tombo mas nós descobrimos) e o Dani Boy amigo do Flávio Bocão.
Continuamos no Beco dos Borges até o estradão do Arraial dos Afonsos, onde ao chegar a um mata-burro, nossa estrela maior, o GAGAME que é o único a participar de todos os pedais noturnos comprou aquele terreno valorizado. O pé dele ficou preso em seu novo pedal de encaixe e foi aquele tombo.
Subimos até ao estradão do Sumaré onde o Pedrão foi guinchado pelo Vaninho. A subida lá é complicada mesmo Pedrão. Paramos próximo ao Ponto de Ônibus e o Criceles e um Novato tiveram que ir embora. O Herlley colocou a roda do Paulo Sérgio para rodar. Ela parecia um oito de tão empenada.
Seguimos então em direção à descida do dólar onde estavam guardadas algumas surpresas. Antes de chegarmos lá o Banhão caiu na cerca. Já na descida, o João Victor Duracell caiu cinco vezes. A ORBEA do Herlley foi estreada e ele que costuma descer como um kamikaze o dólar, não obteve sucesso e comprou aquele terreno.  Logo após o tombo dele, o Doutor Valner e o Kuririn que ficou rindo do tombo dos dois, se descontrolou e caiu também.
Além destes tombos tivemos ainda o Paulo Sérgio, o Heber cidadão olegarense e o Vaninho que também caíram.
O Pedrão filho do Euler Caixeiro Viajante que estava passando ileso, na subida após o dólar que parecia um quiabo, perdeu o controle e também caiu.
Chegamos à rodovia onde o papo era só o tombo da galera. Seguimos sentido Star Lanches onde a pizza já estava pronta. Ainda bem, pois a galera tava faminta. Lá tivemos que contabilizar os tombos, pois era impossível lembrar-se de todos. Um detalhe legal foi que não caiu uma gota d’água sequer, surpreendendo a previsão de muitos.
Mais uma vez tivemos presença de pais e filhos. O Luis Farol de Carreta e o Duracell.O Ângelo e o João Victor e o Euler Caixeiro Viajante e o novato Pedrão.
É isso aí galera. Fiquem atentos, pois vai ter trilha no fim de semana e dia 14 tem a segunda etapa da Copa Cemil lá no Clube da ASPRA.
Confira as fotos:
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