50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5
50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5

41. Existem alimentos que podem turbinar a sua performance de atleta. Eles contém uma grande quantidade e variedade de nutrientes. Dentre eles destacamos o alho, gengibre, oleaginosas, abacate, banana, cacau, quinoa, chia, batata-doce, beterraba, coco, frutas vermelhas, ovos, brócolis e salmão.
42. Também existem alimentos que devem ser consumidos em pequenas quantidade ou evitados, se queremos uma boa performance. Bebidas alcoólicas, refrigerantes, bolachas recheadas e salgados processados, comidas pré-cozidas e molhos que possuem grande quantidade de gorduras e açucaras.
43. Manter a concentração. Quando temos pela frente um obstáculo técnico, olhe para frente a mantenha-se concentrado. Visualize todo o trecho e quando você ver com clareza onde termina, foque no domínio da bike e oriente a sua roda para uma rota menos complicada. Você pode alternar olhares para o próximo ponto e a roda dianteira.
44. Escolha um pneu de qualidade. Um bom pneu proporciona qualidade na tração, curvas e frenagens em sua bike. Para fazer curvas com maior facilidade, prefira pneus com cravos laterais maiores e em maior quantidade. Já os cravos centrais são responsáveis pela tração e frenagem.
45. Escolha o pneu de acordo com o tipo de terreno. Para terreno barroso, prefira cravos maiores e mais espaçados, pois acumula menos barro nos pneus. Em um terreno seco, prefira pneus mais largos e cravos mais próximos, que proporciona maior desempenho e tração.
46. Aplicativos podem auxiliar a medir seu desempenho. Seu smartphone pode servir como um verdadeiro GPS em seu treino ou passeio. Listamos alguns aplicativos como o Strava, Runkeeper, Endomondo e MapMyRide. Eles ainda podem fazer você acumular milhas aéreas com o programa Mova Mais.
47. Utilize roupas apropriadas. É muito importante que você utilize produtos específicos para pedalar. Bermuda, capacete e luva são essenciais. Os produtos trarão para você o conforto e segurança necessários para um bom passeio ou treino.
48. Vontade. Vários motivos levam uma pessoa para pedalar, como perder peso, interação com outras pessoas, praticar esporte, de baixo impacto, dentre outros. Mas, seja qual for o objetivo, a vontade é fundamental. Metas ajudarão você a manter o desejo de pedalar sempre vivo.
49. Cuidado com trânsito. Mantenha distância de portas de carros parados. Muitos motoristas não olham para o retrovisor ou você pode estar em um ponto cego. Sempre que possível, utilize a faixa seguinte.
50. Não passe o sinal vermelho com a sua bike. Você pode ser atingido por um veículo em alta velocidade.

CIMTB: Confira as dicas para ter um bom desempenho em Congonhas

Copa Internacional de MTB 2012 - Congonhas MG
Copa Internacional de MTB 2012 – Congonhas MG

As feras do MTB têm um grande desafio pela frente: pedalar por 57 quilômetros na quarta etapa da Copa Internacional Levorin de mountain bike. A galera da Copa Amadores vai suar um pouco menos, afinal o circuito é um pouco menor, 38 quilômetros.
A organização da CIMTB selecionou dicas para quem deseja ter um bom desempenho e ainda levar pra casa aquela sensação de dever cumprido, além da satisfação em participar de um prova de maratona no maior evento de mountain bike da América do Sul.
O trânsito no percurso
Os atletas precisam ter um cuidado especial durante o trajeto da maratona. Em muitos trechos do percurso existe tráfego de automóveis. Por isso, é indispensável que todos os atletas tenham atenção com o trânsito e trafeguem somente pela direita. O respeito às leis de trânsito é uma das obrigações dos atletas em provas no formato maratona.
IMPORTANTE: As placas de MUITO PERIGOSO! DEVAGAR estarão sinalizando os “mata-burros” que são bastante comuns na região durante o percurso.
Hidratação e alimentação para a prova
Aconselhamos que os atletas levem água para hidratação, apesar dos quatro pontos da organização na pista. A hidratação e reposição energética são fundamentais para garantir o bem estar do atleta.
Meio ambiente e os atletas
A organização pede para os atletas terem consciência ecológica e não jogarem nenhum tipo de lixo no chão. Nos pontos de água espalhados pelo percurso é permitido jogar lixo. O atleta que for flagrado jogando lixo na pista será punido pela direção de prova.
Controle de passagem no percurso
Teremos dois controles de passagem no percurso. O atleta terá que parar e colocar o pé no chão para receber a marcação. Só serão marcados aqueles que respeitarem o procedimento. Quem não receber a marcação será desclassificado.
Categorias DUPLAS – vejam as categorias no regulamento
Os atletas das categorias duplas não precisam estar juntos nos controles de passagem e na chegada. Porém, o tempo será marcado quando o segundo atleta passar.
Área de apoio e apoio aos atletas
O atleta que receber apoio fora da área determinada será desclassificação imediatamente. Caso um atleta ajude um colega, a desclassificação é imediata para os dois. Na categoria de dupla a ajuda entre os atletas da dupla é permitida.
Comunicação na pista e câmeras
Não é permitido nenhum tipo de comunicação de rádio ou celular entre os atletas e entre atletas e suas respectivas equipes. O atleta que estiver se comunicando será desclassificado. Não é permitido, também, o uso de fones de ouvido e câmeras no capacete ou bike na prova .
Apoio mecânico
Teremos duas áreas de apoio mecânico da organização sendo uma no PC 30 e o Suporte Avançado da Shimano antes do PC 46.
Resgate de atletas no percurso
Em caso de desistência recomendamos que o atleta fique próximo a uma pessoa da organização para que o resgate seja providenciado.
Largada e tempo de prova
O início das largadas está marcado para as 9h30. A prova será encerrada às 14h na área de apoio. Todos os atletas que chegarem a partir deste horário serão desclassificados e devem abandonar a prova. Aqui, em nosso site vocês  encontram a planilha com os horários e percurso detalhados de cada categoria.
Premiação  
Todos os atletas que completarem a maratona ganharão medalha. Elas serão entregues após a bandeirada de chegada. Fiquem atentos: a premiação da prova será 14h30. Os atletas que não estiverem no pódio perderão o prêmio e a medalha.
Numerais dos atletas (costal e bike) – IMPORTANTE
Todos os atletas devem estar com seus numerais (costal e bike) instalados para a prova. O atleta que chegar na entrada do bolsão, sem um dos numerais, não poderá entrar. O regulamento prevê que o atleta receberá na primeira etapa um par de números (costal e bike) que serão utilizados em todo o campeonato (cinco etapas) obrigatoriamente. O extravio ou perda acarretará o pagamento de R$ 10,00 para aquisição de cada placa, entretanto os números danificados serão trocados pela organização, sem ônus para o atleta, desde que o material danificado seja entregue à organização na secretaria.
Entrada nos bolsões de largada – IMPORTANTE
Depois de confirmar a inscrição na secretaria do evento, o atleta deve se dirigir a entrada do bolsão referente à sua categoria. Todos os bolsões estarão identificados. Recomendamos que não deixem para a última hora, pois não há atraso. O atleta que alinhar, na categoria errada e largar, será desclassificado.
Categorias CIMTB que farão percurso menor – IMPORTANTE
As categorias PNE (Para-desportista), Over60, Sub60, Sub55, Sub17 e Sub 15 farão o percurso de 38 km, junto com os amadores. A responsabilidade de pegar o caminho certo na divisão de percurso (para esquerda no PC 10) é do atleta, mas faremos algumas ações para orientar. As outras categorias da CIMTB farão o percurso de 57 km e devem entrar a direita na divisão do percurso. Fiquem atentos!
Alinhamento dos 15 primeiros no bolsão de largada
Os atletas que estiverem entre os 15 primeiros colocados de cada categoria devem se identificar na entrada do bolsão ao responsável. O posicionamento deve ser feito à frente dos atletas da sua categoria, logo na entrada, pois não será feita a chamada posterior como no cross country. Na categoria SuperElite, chamaremos os 40 primeiros atletas de acordo com o ranking da CIMTB. Se houver atletas internacionais, eles serão posicionados de acordo com o ranking da UCI.
Ducha para atletas e lava-bike 
A organização instala todos os anos várias duchas para os atletas atrás da Romaria. Essas duchas são simples e tem a função auxiliar para o atleta lavar a sujeira superficial da prova. Os lava-bikes serão instalados ao lado das duchas.
Máscara hospitalar
Devido ao período de seca, os atletas podem sofrer com a poeira em determinados trechos da maratona. Para evitar incômodos quanto a respiração, a CIMTB aconselha que os atletas levem máscara hospitalar.
Por assessoria CIMTB

Saiba como manter o prazer de pedalar mesmo no inverno

Para quem está acostumado a andar de bicicleta diariamente ou mesmo para os esportistas de final de semana, é preciso ter muito cuidado com as oscilações de temperatura na hora de sair por aí pedalando. Especialmente nessa época do ano, com a chegada do inverno, é necessário tomar alguns cuidados.
Saiba como manter o prazer de pedalar mesmo no inverno
Saiba como manter o prazer de pedalar mesmo no inverno

É recomendável se vestir em camadas, como uma cebola, pois quando iniciamos o exercício a sensação de frio é maior e, com a frequência da pedalada, o calor aumenta e as peças podem ser removidas aos poucos.
Então, o bacana é vestir uma primeira pele que absorve e expele o suor, como as dry fit, um agasalho leve, um moletom meio termo e um colete – para proteger a região respiratória – e, para frios mais intensos, pode-se até usar um gorro.
Evitar a famosa combinação de camisa de algodão e moletom é o ideal, já que a dupla demora para absorver o suor e, com o contato direto com a pele, pode causar resfriados e micoses.
Outra dica importante é o aquecimento. Iniciar com pedaladas mais tranquilas, utilizando uma marcha bem leve, por cinco a dez minutos, e depois, repetir o mesmo processo no final para ir “desacelerando” o organismo.
Em relação à alimentação, se o tempo for superior a uma hora, deve ser feito um reforço de carboidratos – cerca de 1/3 a mais do que se costuma comer -, pois em épocas frias, o organismo já gasta naturalmente mais energia para manter a temperatura corporal, necessitando um “extra” de energia para o esforço físico.
Para manter o corpo sempre hidratado, o ideal é dar um gole generoso de água a cada 30 minutos – mesmo sem vontade de beber. O bacana é não perder a oportunidade e o ânimo de pedalar nos dias frios.
A dica foi do Renato Amaral @ammaral

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 4

31 O freio dianteiro é o mais eficiente deles. O de trás também reduz a velocidade, mas, como o peso do corpo é transferido para a frente, a eficiência dele cai. Se tiver de brecar de sopetão, jogue o peso do corpo para trás, segure o guidão e module os manetes para que as rodas não travem.

Mais 10 dicas para você virar um biker expert
Mais 10 dicas para você virar um biker expert

32 Braços levemente dobrados funcionam como amortecedores contra choques. Se eles chegam ao guidão exageradamente esticados.
33 troque o avanço do guidão por um menor ou incline-se mais para a frente. Você está no meio de uma descida e a corrente sai para o lado do quadro. O que fazer? Não é preciso sair da bike. Usando o manípulo de mudança da frente, pressione-o não até que passe para o segundo prato, mas quase, e pedale suavemente. Em 90% das vezes, a corrente volta a entrar.
34 Procure levar um elo de engate com você (ou preso à bike com uma fita adesiva) para se a corrente quebrar, consiga repará-la rapidamente.
35 Se ela sair para o lado do crank, não pedale, pois poderá parti-la. Isso porque, provavelmente, ela ficará encaixada entre o prato e o crank, sendo necessário ir lá com a mão.
36 Quando for mudar de marcha, alivie a força nos pedais antes e, especialmente, quando estiver pedalando em uma subida.
37  Se acha que o seu capacete está sujo demais, não coloque-o dentro da água para lavá-lo. Você vai estragá-lo. Use um pano úmido.
38 Se caiu e o selim saiu dos rails, não perca tempo tentando colocá-lo de qualquer maneira. Se o caminho para casa é longo, pegue uma câmera e enrole-a entre os rails e a superfície do selim para que fiquem relativamente fixos até que consiga chegar em casa.
39 Aprenda a lubrificar os cabos. Solte o L (o tubo de alumínio que une os freios) do V-Brake dos freios.
Mova o conduíte, deslizando para cima para descobrir o cabo. Ponha algumas gotas de óleo de teflon especial, vendido em lojas especializadas.
40 Uma das piores avarias mecânicas que pode vir a ter é o desviador traseiro ir “desta para melhor” quando estiver no meio do nada, algo como o seu carro ficar apenas com o ponto morto no meio da estrada.
Solução: se tiver um descravador de corrente, retire alguns elos dela para que a corrente fique fixa em uma só marcha (como se você transformasse a sua magrela em uma singlespeed). Ao menos, conseguirá  chegar em casa.

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 3

21 Em temperaturas extremas, seja calor ou frio, procure, depois de beber, soprar pelo tubo da mochila de hidratação para que o líquido volte ao recipiente e mantenha o líquido que você guarda ali em uma temperatura adequada.

Mais dicas...
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22 Em algumas ocasiões, os parafusos divididos pelo quadro (suporte de caramanhola, bagageiro), que aparentemente não têm uma função, podem nos tirar de algum apuro. Como todos têm mais ou menos as mesmas medidas, podem ser repostos no caso de uma perda. Você poderá, por exemplo, usar um do suporte da caramanhola para prender a polia do câmbio traseiro.
23 Se um dos raios da roda romper, o melhor a fazer é prendê-lo perto do mais próximo, para que consiga voltar para casa. É sempre importante levar com você uma chave de raios, um raio na medida da sua magrela e um niple. Na grande maioria das vezes, ele quebra no cotovelo, junto a flange, onde ele é mais exigido. Se ele quebrar, desaparafuse do niple, enrole o raio quebrado no outro ao lado. Para afrouxar, gire no sentido anti-horário. Para apertar, no sentido horário.
24 Se você usa um GPS, procure protegê-lo do tempo com um saco plástico.
25 Observe se, ao engatar a 1ª marcha, a corrente está na coroa maior. Se estiver na 2ª, veja se, ao empurrar o câmbio com a mão até a coroa maior, ela muda ou não. Se não mudar nem que a empurre, afrouxe o parafuso do câmbio marcado como L. Se, ao empurrar, ela mudar, tensione o cabo, girando o tensor do trocador direito para a frente.
26  Mais uma dica para quem morre de medo de se deparar com um pneu furado em uma trilha longe da “civilização”. Se o furo  não for grande demais, uma solução de emergência é grudar chiclete na câmera.
27 Nunca, nunca fique atrás de um cavalo solto no caminho. Mantenha uma distância que permita a você uma margem de manobra.
28 Se é daqueles que leva uma garrafinha dágua na caramanhola, não esqueça de retirá-la quando for consertar um pneu furado e tiver de virar a bike de ponta cabeça. Caso contrário, poderá ficar sem o precioso líquido.
29 Na chuva, os cuidados e a atenção devem ser redobrados. Comece a frear com certa antecedência e mantenha distância de carros e outras bikes, já que o chão liso ou com poças d´água são um convite a derrapagens e colisões. Aumente o raio das curvas, especialmente se o terreno está liso.
30 Se a ideia é pedalar em um terreno mais acidentado ou em um aonde vai encontrar um número considerável de pedras soltas, equipe a sua magrela com um pneu traseiro com cravos grandes. O seu desempenho será melhor. Em terrenos planos e pouco arenosos, prefira pneus mais lisos.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 2

11 A bike freia e muda de marcha como se estivesse nova, mas faz um ruído constante na corrente. Se tiver um pouco de lubrificante, bastam alguma gotas na corrente para que fique mais suave.

Mais dicas...
Mais dicas...

12 Se a corrente sair da catraca maior para fora (lado do pedal), gire meia volta o parafuso marcado com um Hi no câmbio dianteiro. Se a corrente cair da catraca menor para o lado do quadro, gire o parafuso Lo meia volta no sentido horário.
13 Se sente que a caixa de direção tem uma pequena folga, é hora de fazer um ajuste.Solte os parafusos do avanço de guidão o suficiente para que eles girem sem que faça esforço. Aperte um quarto de volta o parafuso localizado no meio da tampa sobre o avanço. Vá apertando aos poucos, um quarto de volta por vez. Alinhe o guidão ao eixo da roda. Aperte os parafusos do avanço. Com a bike entre as pernas, acione o freio dianteiro e chacoalhe-a para a frente e para trás. Se ouvir um clique ou a caixa de direção se mexer, é preciso apertar mais. Repita o procedimento, tomando cuidado para não espanar o parafuso.
14 Pneu furado. Você é do tipo que deixa os desmontáveis em casa? Você pode usar as chaves de roda para tirar o pneu da roda. Mas cuidado para não danificar o aro.
15 E se tiver esquecidos os remendos? Há muitas soluções, mas uma dica que nunca falha é colocar em uma das revisões completas ou ao trocar os pneus um par de remendos na parte interna do pneu, entre ele e a câmera. Na hora da emergência, isso é um verdadeiro tesouro.
16 Você desceu da bike várias vezes e, em algum dos momentos em que tirou a mochila, perdeu a boca da mochila de hidratação e, agora, a água está vazando. Sopre para que o líquido entre na bexiga. Como solução de emergência, use algum objeto cônico (pode ser um ramo ou papel enrolado) e encaixe no extremo do tubo.
17 Os insetos podem amargar o seu passeio. Se uma vespa o picar, faça um pouco de barro com a água da mochila e aplique sobre a picada.
18 Cruzar um córrego ou rio até tem a sua diversão, mas já cansou de passar por eles e de a água entrar na sapatilha pelas ranhuras onde elas se fixam nos pedais clip. Ao voltar para casa, passe silicone e as sapatilhas ficarão impermeáveis, ao menos nessa área.
19 Se está apenas na metade do percurso e o canote não para de mexer por mais que tenha apertado o parafuso, uma lata de alumínio de qualquer refrigerante pode solucionar o problema. Corte uma pequena tira da lata até que molde uma lâmina fina que seja quase todo o diâmetro do canote e coloque-a sobressaindo pela parte superior do quadro. Isso fará com que ele se ajuste
e poderá chegar ao seu destino.
20 Depois de uma descida, você se dá conta que seus antebraços não “aguentam mais”. Uma boa maneira de evitar que isso ocorra é levar os manetes do freio relativamente desapertados ou perto do guidão, o que fará o esforço de manter o guidão e frear ao mesmo tempo mais suportável.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

50 dicas para você virar um biker expert

Fazer uma viagem ou uma trilha de mountain bike exige conhecimentos mínimos de mecânica para que consiga se livrar dos percalços que aparecem no caminho. Confira as 10 primeiras dicas.
1. Procure não pedalar sozinho. Se o fizer, avise parentes ou amigos sobre o percurso que vai fazer. Seja realista sobre o seu condicionamento físico e informe-se sobre o tempo. Lembre-se  de que, no verão, as temperaturas são altas e que deve-se evitar a prática de atividade física nos horários em que o sol está a pino.

Mais 10 dicas para você virar um biker expert
Mais 10 dicas para você virar um biker expert

2. Outro detalhe importante é ficar atento às condições climáticas e quantas horas vai gastar no passeio, para que não seja pego de surpresa no meio do caminho por uma forte chuva ou pela escuridão. Dê preferência por pedalar pela manhã, pois o desgaste será menor e terá mais tempo para voltar no caso de um imprevisto.
3. Procure ser amigável com todos, não economize um “bom-dia” e sempre que encontrar alguém seja gentil, pois nunca se sabe quando irá precisar de ajuda. Mesmo pedalando em estradas de terra, siga os princípios básicos de como andar de bicicleta: trafegue pela direita, respeite os cruzamentos e pedestres, obedeça a sinalização e, mais do que nunca, leve todo o lixo produzido no passeio de volta para casa. Deixe apenas as suas pegadas e guarde somente lembranças ou imagens do local.
4. Carregue sempre com você uma garrafa com água ou bebida energética e algo para fazer um lanche, como uma barrinha de cereais, gel de carboidratos, frutas secas ou passas. Leve, também, um kit básico com ferramentas, uma câmera reserva, bomba de ar, remendo etc. Não esqueça: dinheiro, documentos e celular, indispensável para quem curte pedalar.
5. Revise a bike periodicamente, especialmente antes de sair de casa para fazer um passeio ou viagem. Verifique a pressão dos pneus e o estado do câmbio, dos freios e dos pneus. O principal? Os parafusos dos passadores, do selim e do canote.
6 Praticamente todos os problemas têm solução, desde que você tenha se preparado para enfrentá-los. Às vezes, na pressa, acabamos por não cumprir os requisitos prévios mínimos e as complicações começam no meio do caminho, por exemplo, uma das sapatas de freio que roça no aro. A solução é simples: no próprio freio, encontrará um minúsculo parafuso na parte lateral.
Aperte-o meia volta (girando no sentido horário) e a sapata se separará do aro.
7. Se perceber que a bike está instável e que está difícil rodar, provavelmente é porque a pressão dos pneus está baixa. Pare imediatamente e os encha. A pressão deve ser de, no mínimo, 2.0 BAR (para pessoas mais leves pode ser um pouco menos, mas nunca abaixo de 1.8 BAR).
8 Você chega à primeira descida de seu passeio e nota que a bike não freia como antes, ainda que faça força no manete do freio. Uma das razões mais prováveis é que as sapatas – no caso do freio V-Brake – ou as pastilhas – no caso do freio a disco – estão desgastadas. Se a superfície de contato com o aro estiver irregular, pegue uma lixa ou lima e desbaste as arestas.
9. As marchas não param de raspar durante a troca! Regra nº 1: quanto mais tempo pedalar com o câmbio desajustado, mais difícil será ajustá-lo de novo. Regra nº 2: ponha o câmbio traseiro com a corrente engrenada na catraca menor. Esse será o ponto de partida. Regra nº 3: não encoste nos parafusos do câmbio se não souber para que eles servem. Você pode piorar as coisas. Se o problema for um pequeno desajuste, provavelmente é a tensão do cabo. Levante a roda traseira, gire o pedal com as mãos e acione o câmbio para que a corrente suba à catraca maior. Se não subir, falta tensão no cabo. Gire o ajuste no sentido anti-horário (um quarto de volta) para esticar o cabo.. Se continuar não subindo, gire mais um quarto de volta. Se o problema se mantiver inalterado, volte o regulador e dê mais tensão ao cabo, soltando o parafuso de fixação ao lado do câmbio.
10. Se, ao contrário, eles não baixam, suba a corrente até a catraca maior e gire o tensor correspondente um quarto de volta, desta vez, no sentido horário.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

10 lições dos esportes de aventura

Praticar um esporte de aventura sozinho ou em equipe, encarando longas distâncias e diversos obstáculos, aumenta o condicionamento, tonifica os músculos e deixa aquela sensação gostosa de superação de limites.
Essas modalidades cheias de adrenalina, no entanto, podem acrescentar ou desenvolver outras habilidades extremamente úteis na vida de quem se propõe a enfrentá-las. Do desejo de partir para a aventura à realização dela, tudo pode trazer um ensinamento passível de ser usado em outras esferas da vida. Confira as habilidades que você pode desenvolver praticando esportes de aventura.

10 lições dos esportes de aventura
10 lições dos esportes de aventura

Ambição
“Estabeleça objetivos pessoais, sonhe alto e assuma um compromisso com seus sonhos”, diz Raphael Bonatto, empresário e ultramaratonista de Curitiba. Seu último sonho foi correr 27 maratonas, uma em cada capital brasileira, em 27 dias consecutivos. Tarefa que exigiu mais do que preparo físico. “A parte mais difícil foi montar a logística para realizar as provas”.
Mas ele chegou lá: no dia 21 de novembro, com a Maratona de Curitiba, concluída em 3h19m, Raphael realizou mais um projeto. O próximo? “Atravessar Portugal, correndo de norte a sul, em sete dias, passando por cidades importantes da época do descobrimento do Brasil”, adianta. A lição: você não precisa querer ir à Lua, mas deve ter metas que estimulem seguir sempre em frente.
Planejamento
Você tem um sonho? É bom também saber como realizá-lo. “Para participar de uma corrida de aventura é preciso se preparar pelo menos dois meses antes. É importante conciliar a vida profissional e familiar com os treinos e a organização de toda a logística”, diz Danilo Vivan, jornalista e praticante de corridas de aventura.
“Organize seu tempo de forma inteligente e valorize cada minuto do seu dia. No final você ganha foco e disciplina”, atesta Raphael Bonatto, que também ministra palestras motivacionais, usando suas experiências no esporte como base desse trabalho.
Jogo de cintura
Como em uma prova de aventura, a vida é cheia de imprevistos. Diante de uma dificuldade, é preciso manter a calma e buscar alternativas. “A gente aprende a desenvolver um plano B, C e até D”, brinca Bonatto. De uma maneira ou de outra, você acaba superando os problemas!
Espírito de equipe
Corridas de aventura podem ser feitas em equipes – e a figura do líder é importante. “Mas sozinho ele não chega a lugar algum. As tarefas devem ser divididas pelo grupo e as decisões tomadas coletivamente. Descentralizar é a grande lição”, explica o professor de educação física Leonardo Barbosa, organizador da Haka Race, prova de aventura que envolve modalidades como trekking, mountain bike, técnicas verticais, canoagem e orientação.

Aprender a trabalhar em equipe é uma habilidade desenvolvida nos esportes de aventura

Confiança (em si e nos outros)
Embora os integrantes de uma equipe tenham objetivos semelhantes (chegar, concluir bem a prova), individualmente as pessoas reagem de modos diferentes a determinadas situações. “É legal identificar quais os pontos fortes e fracos de cada um e usar isso em favor do sucesso do grupo”, diz Danilo Vivan. “Uma corrida de aventura é um excelente exercício de convivência e tolerância”, completa Leonardo. Ou seja: respeite as características das outras pessoas, confie em suas habilidades e extraia o melhor que cada uma tem a oferecer.
Entusiasmo
A alegria é contagiante e serve como combustível. “Em um esporte de aventura não é só o resultado que importa: você aprende a tirar prazer de tudo o que faz”, revela o ciclista Odir Züge Júnior, praticante de provas Audax, modalidade ciclística de longas distâncias (200, 300, 400 e até 1200 quilômetros). “Vibre com aquilo que está realizando. Transmita entusiasmo e satisfação. Isso faz você ir mais longe”, completa Raphael Bonatto.
Decisão
Muitas vezes a decisão a ser tomada não é a mais convencional. Às vezes é preciso assumir uma posição e bancar os riscos. “Era a primeira corrida do meu parceiro. Estávamos pedalando e faltavam dois quilômetros para a chegada. De repente, um animal cruzou nossa frente, meu amigo capotou e até se machucou um pouco. Fora que a bike entortou. Pensei: ‘acabou’. Mas ele levantou, deu um jeito na bicicleta e disse que iríamos terminar de qualquer jeito. Felizmente, tudo acabou bem”, conta Danilo Vivan.
No caso do ciclista Odir Züge, a história teve outro desfecho. Ele participava do Audax 600 (600 quilômetros pedalando) e havia se preparado muito para a prova. Devido a um problema mecânico da bicicleta, ele rodou 70 quilômetros trepidando – o que causou fortes dores nos punhos e nas mãos. “Tive de abandonar. A gente aprende a respeitar os limites do corpo e, se for preciso, parar. O fracasso momentâneo faz parte do sucesso futuro”, diz.
Humildade
Procure tirar lições dos erros e dos acertos. “Esteja aberto ao aprendizado, busque sempre mais, atualize seus conhecimentos”, sugere o ultramaratonista Raphael Bonatto. Do planejamento à realização, há inúmeras formas de ampliar os horizontes. “Nas provas de longas distâncias de bicicleta, por exemplo, a gente carrega tudo o que vai precisar – até o número de remendos de pneu você tem que calcular. E nada como a experiência e a troca de informações para ensinar”, diz o ciclista Odir Züge.
Positividade
Seja positivo e acredite em seu potencial. Dificuldades e frustrações acontecem na vida, claro. O importante é não se deixar abater. “De manhã, levante-se para superar obstáculos e vencer. Na vida ou no esporte, elimine o ‘se…’ do seu vocabulário. Tem gente que vive dizendo ‘se eu tivesse mais dinheiro, realizaria tal coisa’, ‘se não tivesse tanto calor teria corrido melhor…’ Acredite em você, faça o seu melhor e pare de lamentar. Persista, não existe vitória sem barreiras”, afirma Raphael Bonatto. “A linha de chegada está ali e você pode atingi-la”, reforça Leonardo Barbosa.
Entusiasmo
Na hora da dificuldade, é normal achar que o sofrimento nunca vai ter fim. Mas tudo na vida passa. É legal competir, brigar por boas colocações, buscar a superação, mas é fundamental também se divertir durante o percurso. “Com o esporte de aventura você sente prazer não só com o resultado, mas principalmente com o caminho até chegar lá”, diz Odir Züge. “A gente incorpora uma visão mais positiva da vida e tem a percepção de que é capaz de superar os desafios da vida, sejam eles quais forem”, finaliza Danilo Vivan.
Por Yara Achôa, iG São Paulo

Cair de bike, como se machucar menos

Um dia você ira cair, veja as dicas de uma dublê pra cair de maneria certa. Ou pelo menos, que machuque menos.
Sobre o guidão
O que acontece
Sua roda dianteira enrosca em algo, pode ser um areião, ou até em um cachorro. Sua bike vai parar por completo e você voa como super-homem sobre o guidão.
O que fazer
Não vire passageiro de si mesmo e espere seu rosto chegar ao chão primeiro. Levante os braços e se prepare. Use seu braço líder à frente para ser o primeiro a chegar ao chão e começar a absorver o impacto. O outro, dobre a frente da cabeça para proteção. Encaixe o queixo junto ao peito com o braço de proteção à frente.
Assim que seu braço líder chegar ao chão, role seu corpo sobre ele no sentido do ombro. Com sorte você terminara de costas no chão. O fato de manter a cabeça encaixada no peito ajuda no rolamento. Com sorte, se você estiver clipado, seus pés vão se soltar em algum momento. Mas de qualquer forma fique preparado, pois sua bike pode estar vindo logo atrás de você e pode querer aterrissar bem no meio da sua barriga. Use as pernas para se defender.

Lateral por cima
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O que acontece
Este tipo de queda acontece em um fração de segundos. Em uma curva, quando a bike tende a escorregar de traseira e você vai controlando a situação, se a roda tracionar ou parar de vez, a bike fica ereta de imediato e você é lançado para o lado.
O que fazer
Como no primeiro tipo de queda, você é lançado fora da bike, mas dessa vez de lado. Aqui a principal coisa a fazer é se separar da bike, largue a bike e tente soltar os pés dos clipes.
O mais importante aqui é tentar focar onde você vai cair e, se possível, escolher o local. Essa “escolha” na verdade se dá em frações de segundos quando você sente que a roda esta derrapando e pode travar começando o lançamento de ciclista. É a velha coisa de, se você vai entrar forte numa curva, já visualizar onde é a saída caso algo dê errado. Se nada disso for possível, como acontece na maioria dos casos, lembre-se de usar um braço para proteger o rosto e levar o queixo ao peito a fim de minimizar impactos na cabeça. Dobre o corpo e as pernas para que a queda seja absorvida pelos músculos e não pelos ossos.
Lateral por baixo
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O que acontece
Você entra em uma curva de maneira agressiva e uma ou as duas rodas começam a escorregar. Você sente a bike deitando de vez sem chances de voltar começando a ralação de coxa, quadril e bike se você não fizer nada.
O que fazer
Sem dúvida você precisa parar de escorregar o mais rápido possível. Diz a lenda que a 60 km/h um asfalto queima 2 centímetros de carne por segundo de derrapagem. Se esse valor esta certo, eu não sei, mas que a lycra não vai fazer muito por você nesse caso, isso não vai.
Tente virar seu corpo na direção para onde a bike esta escorregando. Se tiver tempo, solte a mão que esta mais perto do chão e use a parte de trás do ombro para absorver o principal do impacto. Tente soltar o pé que esta por baixo e use-o como freio. O principal é parar de escoregar.
Tombo bobo
Queda de bikeO que acontece
Este é o tombo mais bobo e humilhante que existe para um ciclista. Principalmente para que anda clipado ou com firma pé. Mas pode acontecer a qualquer um mais desatento. Quando você para, não consegue ou esquece de soltar os pés e cai de lado de maneira boba e ridícula.
O que fazer
Muitas vezes esse tipo de queda pode machucar até mais que outras porque você não se prepara em nada e acerta o solo com coxa, quadril e ombro de modo chapado.
Para evitar este impacto chapado, tente manter o corpo ereto até o ultimo momento. Mande a bike pra baixo para que o pedal e o guidão encontrem o solo antes que você. E quando for sua vez de chegar ao piso, tente rolar sobre o ombro para diluir o impacto.
Via: ondepedalar.com

Qual bike tem o melhor desempenho na subida? Rígida ou full-suspension?

Desde o surgimento das primeiras bikes full-suspension (com amortecimento na frete e atrás) as pessoas discutem a eficiência de cada uma das bikes. O senso comum diz que as hardtails seriam mais adequadas as provas de cross-country e as full-suspensions são mais adequadas ao conforto e a provas de maratona, mas será que isso é verdade?

Hardtails (rígidas) são mais leves
Hardtails (rígidas) são mais leves

As Hardtails são bikes mais simples, mais leves e que exigem menos manutenção se comparadas a uma full-suspension. As full-suspensions são bikes um pouco mais pesadas, mais estáveis, melhores nas descidas e um pouco mais confortáveis. De um modo geral se pegarmos uma Hardtail e uma Full-suspenion similares com o mesmo grupo, a diferença de peso será em torno de 1kg a mais para a Full-suspension e uma diferença de preço em torno de R$2000,00-R$3000,00 entre as duas.
Você pode ate argumentar que as hardtails são maioria no pelotão de elite, mas com o passar dos anos fica mais comum ver atletas usando bikes full nos podiuns. Veja por exemplo Cristoph Sauser que venceu o Campeonato Mundial de MTB em 2008 usando uma full-suspension, ou o triatleta 3 vezes Campeão Mundial de Xterra Conrad Stoltz que em todas as suas vitorias estava usando uma full-suspension.
A revista portuguesa Onbike fez um teste muito interessante para ver a diferença de performance entre uma Scott Scale 30 (hardtail) e uma Scott Spark 30 (full-suspension), as duas bikes possuiam quadro de carbono e estavam equipadas com grupos SLXe possuiam basicamente a mesma geometria. A Revista testou 2 atletas em um percurso demarcado de 3km onde predominavam as subidas e que continha alguns trechos técnicos. Cada atleta fez duas tentativas no percurso usando cada uma das bikes. Os ciclistas foram intruidos a manterem-se sem ultrapassar os 80% de sua frequência cardíaca máx. O atleta 1 tinha 32 anos e 80% de sua FCmax correspondia a 150bpm, o atleta 2 tinha 18 anos e os 80% de sua Fcmax correspondia a 162bpm. Acompanhe os resultados no quadro abaixo.

Atleta Bicicleta BPM Tempo
Atleta 1 Scale 150 18’37”
Scale 148 17’19”
Spark 149 18’24”
Spark 150 17’14”
Atleta 2 Scale 161 16’49”
Scale 162 16’21”
Spark 161 16’30”
Spark 162 15’55”

Apesar de mais pesadas as full-suspensions parecem ser mais rápidas
Apesar de mais pesadas as full-suspensions parecem ser mais rápidas

Surpreendentemente os atletas conseguiram um desempenho melhor nas bicicletas de full-suspension apesar delas serem mais pesadas e o percurso ser predominantemente de subida.

Como isso se explica?

No ano passado tive a experiência de durante todo o ano pedalar com uma Sundown FS1 de Scandium e pude constatar algumas coisas:

  • Subindo sentado o curso da suspensão traseira parece manter a roda sempre “colada” no chão, o que resulta numa melhor tração. O que pode explicar os resultados do teste realizado.
  • Você consegue descer mais rápido numa full suspension. A suspensão traseira parece corrigir melhor suas barbeiragens seus erros de pilotagem.
  • Nas curvas a full suspension parece dar mais segurança, pois de novo o curso traseiro facilita a aderencia da roda traseira com o solo
  • Em pedaladas longas a full-suspension é bem mais confortável.

Faça sua escolha e bons treinos!
Indicado por Heleno Marques e extraído do http://espiritooutdoor.com/