Diário de Bordo: Pedal noturno na trilha da mulher de branco

Foi uma trilha com o clima bem tranquilo, embora pedalando forte e com poucas paradas. Saímos da Band Bike. Estavam lá o Celinho e o Waguinho finalizando as atividades do dia. E claro, nos convidou para pedalarmos amanhã em P.O., com a turma de lá. Bora lá galera? Ainda deu tempo de o Luis Farol de Carreta arrumar a lanterna do Magela. Desta vez o Rodrigo Liderança não chegou aso 48 minutos do segundo tempo, aí seguimos viagem.

Galera marcou presença
Galera marcou presença

Ao passarmos pela Lagoa Grande, encontramos o Euler Caixeiro Viajante fazendo um cooper ou pagiando sua filha não sei ainda. O assunto era um só. Trilha da Maria Fumaça. E como é bom falar daquele passeio.
Seguimos então sentido Avenida JK, onde o Sérgio Zaggo encontrou conosco na esquina da Autopatos com uma chegada triunfal. A Elenice foi leva-lo para pedalar, pois não havia como chegar a tempo para o ponto de encontro. Ela deu uma desculpa para o motivo da não nos acompanhar. “Queria economizar os pneus da bike”.
Tudo comum para mim até chegarmos ao cafezal antes da matinha e viramos à direita, dentro dele. Pensei que perderíamos mais uma vez, visto a fama desta Trilha da Mulher de Branco. Depois de passarmos um milharal, vi que o Magela estudou bastante este percurso no Google Earth e conseguiu chegar redondinho à fazenda daquela família que nos acolheu da última vez, quando já estávamos perdidos.
Nosso novo companheiro com sua nova bike
Nosso novo companheiro com sua nova bike

Ao chegarmos à fazenda, uma novidade. O Lucas havia ganhado uma bike top. Toda de lite inclusive. Só que tem um detalhe. Ele ainda não sabe andar nela. Depois da promessa que da próxima vez que passarmos lá, ele já vai acompanhar nossa galera, seguimos a trilha com o seu irmão pedalando ela. Eles também nos disseram que acessaram o site e inclusive baixaram a foto que têm eles. Só faltou eles deixarem comentário né galera?
Subimos alguns morros, passamos pelo Aragão. Alguém aí viu a mulher de branco? Depois de descer o beco, uma subida bastante acentuada. O Olemar disse a mim que ali ninguém sobe. Eu o desafiei e mesmo sentido algumas dores no joelho, subi-a por inteiro, sem colocar o pé no chão. Depois fiquei sabendo que o Walner também conseguiu tal proeza.
Aí foi só seguirmos e chegarmos à Avenida JK e notarmos a falta do parceirinho Criscelle e do Luis Farol de Carreta, que até agora não sabemos o paradeiro deles.
É isso aí galera. Amanhã teremos o pedal em P.O. e domingo o Enduro a Pé no Clube Caiçaras. Vamos prestigiar os eventos.
PS. Não sei se vocês observaram, mas finalmente concluímos a trilha da mulher de branco.

Confira as fotos

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Cemitério do Arraial 25/03/10

Aqui quem vos fala é o companheiro Bruno Fernandes. Já eram 19h04min quando cheguei ao ponto de encontro da semana, a Power Bike do nosso amigo Herlley que em breve estará com um site bem bacana. A galera já estava presente. O Euler Caixeiro Viajante e o Luis Farol de Carreta já haviam ligado preocupados com o meu atraso.

Galera subindo a Marabá
Galera subindo a Marabá

Na saída houve algumas trocas de funções. O Gleidsson Ludyele Confecções passou a ser o guia e o Euler Caixeiro Viajante fecharia as porteiras e acompanharia os meninos. O fotógrafo por livre e espontânea pressão foi o Cadu Sagra.
Tudo preparado para a saída, eis que 100 metros depois o Flávio Bocão percebe que o pneu estava vazio. Enchemos mais ou menos para ele pedalar até a Star Bike onde o Zé Gonçalves tava fazendo cerão. Pneu do Bocão cheio e prosseguimos sentido Avenida Marabá. Chegando ao Posto Caiçaras encontramos com o Banhão.
Já no início do Estradão do Sumaré, algumas pessoas resolveram ir ao Posto Cometa completar as garrafinhas. No retorno do posto, o Fábio Lana que era a primeira vez que ia a um pedal noturno, passa por uma “tartaruga” sinalizadora no asfalto e compra aquele asfalto (já que não era terra). Alguns machucados no joelho e mão. Ele resolveu voltar.
Descendo o morro
Descendo o morro

Seguimos e descemos o morro antes da Valoriza. Nenhum incidente. Tudo sob controle. Quando chegou para descermos até ao Cemitério do Arraial, resolvemos mudar o roteiro, pois já estávamos uns 30 minutos além do tempo regulamentar.
Passamos na estradinha acima do cafezal e chegamos ao morro ao morro do Arraial dos Afonsos. A galera tá cada dia mais treinada. O Pedro ficou enrolando um pouco, mas depois de uma injeção de ânimo ele subiu o morro bonito.
A galera reuniu novamente no fim do morro, já no estradão do Sumaré. Seguimos todos juntos até ao Posto Cometa aonde vimos que ainda tava cedo. O Luis Farol de Carreta foi abordado por um policial pensando que ele estava de moto na contramão, visto a potência de seu farol de carreta.
O barulho que ouvimos ao final seria deste cachorro?
O barulho que ouvimos ao final seria deste cachorro?

No início da estrada do Cenourinha paramos para ouvir uns gritos estranhos. Cada pessoa pensou que era uma coisa diferente. Seguimos a trilha e logo depois o pneu do Bruno Fernandes furou. O engraçado é que a câmara reserva dele também tava furada. Aí o Renato Amaral emprestou uma para ele.
Chegamos então a decida do Cenourinha onde o Herlley foi o último a sair e o primeiro a terminar. E olha que a lanterna dele não tava lá essas coisas. O cara desce muito.
Faltava então só subir o morro da Agroceres, onde no final cada um já foi pro seu lado.
É isso aí galera! Esse foi o primeiro pedal noturno sem nossa estrela maior Gagame que por motivo de força maior não pode está presente no pedal, mas estava lá no ponto de encontro. Deve ter sido por isso que foram somente 23 bikers.
Vai ser um fim de semana com poucas trilhas em Patos de Minas, pois a galera vai toda para Araxá curtir a Copa Internacional de Mountainbike. Para você que fica, curta nossa cobertura aqui no Noispedala.
Confira as fotos deste pedal noturno.
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Diário de Bordo: Trilha Cemitério Arraial dos Afonsos 17/12

Que belo por do sol de hoje. Novatos sejam todos bem-vindos!
Que belo por do sol de hoje. Novatos sejam todos bem-vindos!

Aqui quem vos fala é Bruno Fernandes, autor substituto do Diário de Bordo desta semana, onde o guia e editor Magela por motivos profissionais teve que se ausentar.
Eram 18h48min quando cheguei ao ponto de encontro, a Band Bike. O papo era o pedal noturno da semana anterior, aonde chegamos mais de meia noite, guiados pelo líder Gagame. Observei que havia muitas caras novas. Uma galera bem diferente das tradicionais trilhas que acontecem quintas e fins de semana. Sejam todos bem-vindos. Como disse no convite, novatos sempre são bem-vindos.
O Vandinho assim que chegou (com camisa) veio logo me perguntando: Cadê o Hebinho? Aquele fofoqueiro.
Às 19h07min saímos sentido Avenida Padre Almir, onde mais dois novatos desceram as bikes do transbike e uniram-se conosco. Subimos a Padre Almir, passamos pela Avenida Paracatu e chegamos à Major Gote. O primeiro destino era o Posto Caiçaras onde encontramos com a Turma do Gleidsson. Ficou definido que o Gleidsson seria o guia e o Xandinho seria o fecha-trilha.
Quando estávamos subindo a Marabá, assistindo mais uma vez o show de Bike Street do Victor, surge uma indagação geral. Cadê o Marco Túlio? Já tinha gente querendo voltar, dizendo que sem ele não teria graça nenhum. Quando já estávamos todos desanimados, eis que encontramos o Marco Túlio Gagame com sua bike nova. Ele não quis assumir, mas já havia descido e subido o Cenourinha seis vezes, afinal ele está largando o Amarildo (que nos deu o bolo mais uma vez) e em 2010 correrá na elite.
Quando entramos na terra, contamos a galera. 28 bikers. Comunicamos que na próxima semana não haveria pedal noturno devido ao Natal e que terça seria o Pedal Solidário. Quem disse que aceitaram? Vício é foda. Exigiram o pedal solidário na terça e um pedal noturno na quarta.
Viramos antes da Valoriza e descemos sentido Fazenda do Jorge Arthur, onde o rolou um flashback na cabeça do Luis Farol de Carreta. Ele nunca vai esquecer-se do terreno que ele comprou nesta descida. Para não passar em branco, o Carlos Eduardo, um dos novatos que já havia sido alertado por está trajando uma camisa que contradiz com os bons costumes do Noispedala, levou um tombo, mas de leve só.
Mas o fato que mais chamou a atenção foram as “gaganhas” (aranhas) que atacaram o Gagame. Ele disse que foram mais de 20 e ficaram rodando no rosto dele. Infelizmente eu não presenciei o fato, mas pelo que o pessoal disse, foi muito engraçado.
Continuamos o pedal onde o Farnésio Chilon Kuririn Porto Voador não perdia um lance sequer. Impressionante. Parece que o cara é onipresente. E não pode passar em branco também a cordialidade do famoso Gagame que corria na frente, abria a porteira, todo mundo passava e ele esperava para fechar. E ainda por cima, ele era sempre o primeiro a chegar. Nem parecia que já tinha treinado e estava fazendo o pedal noturno só para interagir com a galera.
Passamos pelo cemitério onde o Marquinho Caxão sumiu. Alguém tem notícias dele? Logo após o pneu do Eduardo Urubu Waldemar furou. Paramos para trocar a câmara ao som de um bom e velho rock and roll. O Kuririn colocou o celular dele para tocar AC/DC. Parecia uma boate. Depois do problema contornado, demos início à subida.
Na subida a galera se distanciou um pouco, mas subiu na manha. Fica bem interessante ver as lanternas de longe. Fico imaginando o que passa pela cabeça dos fazendeiros. Quando estávamos no ponto de ônibus do estradão, na maior resenha, o Ângelo da Engeset, no alto dos seus dois metros de altura, não tira os pés do pedal de encaixe e foi aquele tombo. O chão até tremeu.
Quando a galera toda chegou ao ponto, seguimos no estradão do Sumaré, paramos para tirar fotos nos coqueiros do Posto Cometa e a galera se dividiu. Uma parte foi descer o Cenourinha e outra desceu a Marabá.
É isso aí galera. Terça-feira é o dia fazermos o nosso dever social. Contamos com todos vocês. Compareça às 19 horas em frente à Tele.Com, no prédio anexo à CTBC com um presente. Iremos doá-lo à Creche do Bairro Alvorada.
E aguarde que o pedal noturno de quarta-feira também será marcado.
Clique aqui e confira as fotos do Pedal Noturno Trilha do Cemitério do Arraial dos Afonsos.