Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha Açoteia 2

11/02/2012 – Por Murilo Fonseca

Trilha Açoteia 2
Trilha Açoteia 2

Na trilha deste sábado São Pedro nos abençoou com uma leve chuva no começo da pedalada. O céu nublado no restante da trilha aliviou o calor que castigou nos dias anteriores e o clima foi perfeito pra pedalar.
Não foi possível fazer todo o percurso planejado pelo Luciano, pois um riacho que deveríamos atravessar estava com o nível de água acima do normal devido às chuvas. Mas só alteramos um pequeno trecho e seguimos em frente.
Passamos por terrenos argilosos e isso aumentou bastante o peso das bikes e exigiu mais força no pedal e equilíbrio pra não escorregar no barro.
Duas gancheiras quebradas e Celinho Mac Guiver entrou em ação com seu “Serviço Alternativo de Emergência” também conhecido como “gambiarra” e tudo se resolveu.
Alguns chegaram rebocados, é verdade, mas todos chegaram bem e já esperando a trilha do próximo sábado.

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As fotos da semana

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Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha da Baixadinha 2

04/02/12 – Por Márcio Abdala

Pedal da Band é festa?
Pedal da Band é festa?

Após a trilha Açoteia da semana passada, uma pertinente revisão da bike na Band foi realizada. Agora sim, pronto para mais um pedal e sem ruídos hidráulicos.
Sábado foi surpreendente, não só por ser na Trilha da Baixadinha 2, mas, também, pela reunião de quase 60 bikers: homens, mulheres, crianças, enfim, uma família. A trilha, de dificuldade média/baixa, aconteceu sob um forte sol em quase todo o percurso, tornando qualquer sombrinha requisitada e bastante contemplada. Saímos sentido ponte do rio paranaíba e logo pegamos o estradão. Passamos por várias trilhas estreitas, matas fechadas, subidas e algumas descidas técnicas que exigiram algumas habilidades. Tivemos pneus furados e pequenos tombos, imprevistos normais e rapidamente solucionados.
Olha só Patos de Minas ali...
Olha só Patos de Minas ali...

O desgaste do sol foi forte, principalmente para os bikers iniciantes. A dica é: além de levar muita água/isotônico para reposição hídrica, providenciar a reposição energética (géis de carboidratos). As barrinhas de cereais são importantes antes ou depois dos pedais, armazenando e repondo os estoques de glicogênio, respectivamente. Porém, durante a trilha, há uma demora na digestão causando fermentação gástrica, devido aos cereais existentes no composto. E lembremos: atividade física durante a semana ajudará no condicionamento físico e proporcionará um pedal mais prazeroso.
A cada sábado a qualidade do pedal aumenta, proporcional à quantidade dos participantes. Até sábado que vem, num provável recorde.
Parabéns mais uma vez ao: Celinho, Luciano e ao Noispedala. Abraços a todos!

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Confira também as fotos

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Diário de Bordo: Pedal da Band na Trilha das Cavas

Diário de Bordo By – Vanessa
Fotos – Celinho Band  Bike

Galera da Band na Trilha das Cavas
Galera da Band na Trilha das Cavas

Diário de bordo, trilha das Cavas dia 20/08/2011 14h30min hora de saída.
Como desafio Vanessa Prados, Murilo, Marcos, Vanelton, Fernanda, Celinho, Marquinho, Paulo fizeram a escolha de uma trilha maior, para gastar  energias e colocar os colegas há superar o novo.
Que turma linda!
Agora vejam que boné invocado, nem vou falar se essa moda pega!
O trajeto foi de muitas surpresas. Logo no início parece que íamos sufocar com a fumaça, da queima de um pasto.
Pessoas foi um sobe morro, desce morro, quantas dificuldades.
Claro tem aqueles que são os mais fortes de pedaladas digo Marquinho, Murilo e o grande Celinho.
Cuidados têm que ter com o guia, pois ele fica se perdendo no trajeto.
Mas, fomos abençoados com uma linda fazenda, no qual o fazendeiro nos recebeu com uma deliciosa água, onde também todos puderam encher suas garrafinhas.
O dia quente! Também podemos descansar por alguns minutos na varanda, que estava fresca.
Contudo todos puderam assentar para um breve descanso, os bancos eram por tamanho, vejam os grandes. Obrigada fazendeiro!
Continuamos, mas o guia novamente faz agente pedalar mais um pouco. Quantos mata-burros é hora de descer, pois alguns têm medo de cair. Poeira é de atolar as rodas e os pés veja foto esse pé é de Celinho.
Gente parecia um piquenique era tal de comer rapadura e barrinha de cereal para amenizar a fome e dores de câimbra, que eu acho que tem gente que vai engordar com essas trilhas.
Com o por do sol, veja onde foi parar o lindo boné. Celinho diz dois bonés desse todo nós ficaremos na sombra, rssssssss
Fernandinha, diz que Vanessa colocou a amizade em risco com tanto morro, mas ao final cansada sim, mas feliz por ter alcançado o objetivo e o percurso. Gente vale a pena!
Olhe que linda da Fernanda! Pessoas que gostam de pedalar e gosta de curtir a beleza da natureza, um passeio tranquilo e rodeado de companheiros, aqui fica nosso convite a você.
Geralmente aos sábados às 14h00min saindo da Band Bike.
Valeu Galera…….um grande abraço e ate a próxima.

Confira as fotos:

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Diário de Bordo: Trilha das Cavas no Feriadão de Nossa Senhora Aparecida

Trilha das cavas: a melhor trilha na opinião de muitos. Dura, pesada, técnica… e a partir de sua última edição, sinistra no sentido literal da palavra.
Saímos do Posto do Alvorada às 08:00h. Da turma do noispedala somente eu (Renato Amaral) e o Euler. Os demais: elite. Junio Alves, Dimarzim, Vaninho, Colorido, Robson, e cia Ltda. Talvez esse tenha sido nosso erro. Já ouviram o ditado que galinha que anda com pato morre afogada? Sentimos bastante o ritmo do pessoal.

Renato recebe os primeiros socorros
Renato recebe os primeiros socorros

Na descida que leva à represa o Alisson Kuririn pensou que o barulho estranho fosse no câmbio.
Parou, olhou: “vocês não acreditam o que aconteceu, meu quadro quebrou”. Ainda faltava muito chão e a partir daí fomos no ritmo dele, que não podia forçar a bike.
Até aí nenhuma foto porque não dava pra andar no ritmo dos caras e ainda ficar tirando fotos. A primeira foto foi do ponto de partida para o sinistro. Arranquei mais forte do que deveria, virei pra começar a descida mais ainda.
A bike saiu do trilho e a roda dianteira topou com um barranco e me arremessou. Só me lembro da pancada no ombro e do meu capacete se arrastando no chão.
Chegou o resgate
Chegou o resgate

Quando parei, cadê a bike? Eis que ela aterrissa sobre minha cabeça. Santo capacete. Só alguns arranhões… até eu colocar a mão no ombro. Tinha uma ponta de osso ali, protuberante. A galera improvisou uma tipóia com minha câmara de ar reserva e chamamos o resgate noispedala. Agora, imobilizado e fora do circuito da bike e das atividades por um bom tempo.
O saldo negativo foi de um pneu furado, um quadro Scott quebrado (Kuririn) e uma clavícula partida ao meio. O saldo positivo foi o companheirismo e o aprendizado. Valeu, pessoal!
Narrado por Renato Amaral e digitado por Bruno Fernandes (que ainda se encontra no departamento médico também). Vamos só acompanhar a 4ª e última etapa da Copa Cemil de Enduro que acontece dia 24 de outubro.

Confira as fotos desta aventura e do resultado

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Diário de Bordo: Trilha das Cavas 17/07/10

Depois de uma descida emocionante, chegou a hora de atravessar o riacho
Depois de uma descida emocionante, chegou a hora de atravessar o riacho

Era uma manhã muito propícia para a prática do Mountain bike. O frio que incomodava até dias atrás não castigava mais e também não fazia muito calor. O ponto de encontro foi o Posto do Bairro Alvorada. Ao chegarmos (Eu, Renato Amaral e Danilo) observamos que havia uma grande concentração de pilotos de MotoCross. O Gagame ficou todo ouriçado com as motos.
Na subida encontramos com o Sérgio Zaggo de carro. Ele não pôde ir. Saímos então para a Trilha das Cavas, até então inédita para mim. Eu, Valner, Raquel, Euler, Tora Racing, Gagame, Fabiano Spaço, Vaninho Star Lanches, Felipe, Sirlânio bombeiro, Herculano, Danilo e Renato Amaral.
Fomos bem tranqüilos até a ponte do Bigode, subimos o morro depois da Olaria, daí para frente foi só trilha, praticamente começava nossa aventura na primeira descida.
Que visual hein? A galera subindo o segundo morro mais complicado da trilha
Que visual hein? A galera subindo o segundo morro mais complicado da trilha

A trilha realmente é muito bacana, com descidas que elevam muito a adrenalina e também algumas subidas muito técnicas. A cada momento um novo desafio. E muuuuitas trilhas.
Vários tombos aconteceram como o do Renato, do Danilo, do Herculano e claro, do Sirlânio Bombeiro, que perdeu a metade da calça.
O Gagame desapontou a galera, pois em uma das descidas mais fáceis ele arroiou. Tem que treinar mais hein parceiro? Mas deixando a brincadeira de lado, o cara está pedalando muito bem.
E assim foi mais uma trilha show de roda como diz meu amigo Robinho. E vamos treinar galera, pois as Romarias estão chegando.

Confira as fotos de mais uma aventura da galera de sábado

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Diário de Bordo: Trilha Perau das Andorinhas 20/03/10

Para muitos, acordar antes do nascer do sol aos sábados é loucura! Para quem gosta de uma boa trilha, nem tanto.  Hoje, para poucos, foi um prazer! Às 06:30 já estávamos no Posto Cometa prontos para sair: eu (Renato), Bruno, Euler, Hebinho, Herculano, Marquinhos Vaninho e Walner.

Chegamos ao Auto Posto Presidente
Chegamos ao Auto Posto Presidente

Partimos em direção a Presidente Olegário, tendo como destino a trilha do Perau das Andorinhas. Desembarcamos as bikes no Auto Posto, em P.O. e trilhamos guiados pelo Euler e pelo  Vaninho.  O objetivo foi “mapear” e levantar o nível de dificuldade pra levar a galera em peso.
É indescritível mas vamos tentar: um visual fantástico que fez valer cada pedalada. As paradas na primeira parte do percurso foram inevitáveis.  A cada momento uma paisagem mais impressionante que a outra: além do grande Perau das Andorinhas, avistamos cachoeiras, córregos, rios, belas montanhas e até mesmo uma pegada de onça e uma cobra. A cobra não teve muita sorte e numa descida rápida no estradão foi atropelada por 4 bikers.
A descida não é nada fácil, mas vale muito a pena
A descida não é nada fácil, mas vale muito a pena

A primeira parte do percurso foi descrita pelo Hebinho como um bike-trekking. Quando não era subindo com a bike nas costas era descendo empurrando. Entre uma foto e outra, um obstáculo e outro, trilhas muito boas de pedalar. No topo dos morros era só pedalar e curtir o visual antes das descidas radicais que alguns se aventuravam a descer montados. O Walner curtiu bastante o percurso: “é desse tipo que eu gosto”. O Marquinhos levou um binóculo para observar o perau. Era fila pra olhar. No caminho encontramos um cavaleiro (que o Bruno acha que é parente dele) e o Vaninho aproveitou para pedir algumas informações. Seguimos então na direção das terras do lendário “Zé Médio”. Nesse meio tempo o Herculano já havia comprado três terrenos. O Marquinhos também andou comprando terrenos por lá.
A cara do Euler depois que ele foi atacado pelos marimbondos
A cara do Euler depois que ele foi atacado pelos marimbondos

Renovamos as energias à sombra da mata de galeria, onde nos reabastecemos com o sanduba da Star Lanches (Vaninho) e água naturalmente gelada. Subimos do outro lado com as bikes nas costas por uma mata fechada. O Euler, o único que pegou o caminho certo, foi premiado com várias ferroadas de um enxame de vespas. Quando ele deu gritou “corre, corre”, o Bruno e o Hebinho correram morro acima com as bikes nas costas, rs. Eu larguei a bike e corri morro abaixo.
A segunda parte do percurso foi estradão: e tome subida! Destaque para o Euler que, mesmo não passando bem por causa das ferroadas, pedalou muito nas subidas. O Marquinhos mesmo gripado também pedalou bem. O Bruno não deixou barato acompanhando as “zelites”.  Vaninho, Walner e Herculano teriam energia pra pedalar mais umas duas horas de subida. Quando a água acabou, pegamos “emprestado” numa casa, pulando uma cerca eletrificada. No final, o Vaninho salvou o Marquinhos, que queria nadar num rio que parecia mesmo convidativo. O dono da fazenda confirmou depois: a água era poluída.
Bastante curioso este rio. Uma pena ele ser poluído.
Bastante curioso este rio. Uma pena ele ser poluído.

Acredite: foi incrível! Foi tão incrível que nem o Hebinho reclamou de nada! Mas sofreu.
Eu não sofri tanto porque levei a sério aquela história de bike-trekking e empurrei a bike em grande parte das grandes subidas. Ao todo foram 31Km de trilha em 5h e 19min.
Com uma chegada triunfal em Presidente Olegário, Bruno e Hebinho foram reconhecidos pela população local: “mamãe, olha os menino da internet, olha os meninos do youtube!”
Agora que Bruno e Hebinho já estão famosos e o Euler e Vaninho já estão craques no caminho é só agendar a próxima pra galera comparecer em peso. E como vale a pena!
Confira as fotos desta trilha. Vale a pena já ir familiarizando com ela, pois voltaremos lá muitas vezes.
Fotos do Marquinhos
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Fotos do Renato Amaral
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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha dos 30 paus 18/03/10

Olá galera do pedal, o que dizer sobre o pedal noturno de ontem? Bom, primeiro eu vou contar uma história. Há uns 15 dias atrás o Juninho me disse que queria levar a galera em uma trilha, mas ele deixou bem claro, é TRILHAAAAA. Aí eu pensei comigo, “a galera ta cansada de fazer trilha do boi, vão gostar.

Nosso astro maior GAGAME se orientando pelos satélites
Nosso astro maior GAGAME se orientando pelos satélites

O tempo foi passando, a moral do Juninho foi aumentando (o cara ficou em segundo na elite do Pedal na Serra no DF) e chegou o dia de sairmos da Star Bike. Então porque não fazermos essa TRILHAAAA inédita no pedal noturno e inédita para a maioria?
Pois bem, cheguei à Star Bike 18h50min. Já havia muita gente. A galera não ficou com medo do temporal com chuva de granizo que caiu na tarde e não ficaram com medo do barro que prometia está.
Já eram 19h08min quando saímos e subimos sentido 30 paus. A galera reuniu-se e contamos. Éramos 27 bikers. Passamos algumas recomendações sobre principalmente o primeiro morro, pois prometia está bem molhado e escorregando. Ficou decidido que o Gleidsson seria o Chilon da vez e o Heber Contador (primo do Alberto Contador e meu parceiro) seria o fecha trilha.
Veja como ficou a canela do Bocão após a briga com o pedal Júnior Baiano
Veja como ficou a canela do Bocão após a briga com o pedal Júnior Baiano

Na primeira curva, uma grande surpresa. Não havia chovido. Descemos tranquilamente e ao chegar ao fim do morro, a primeira desistência. O Miquinho que encontrou conosco quando havia terminado um treino e estava sem lanterna, resolveu voltar. Uma galera ficou para trás. Foi quando o Duracell chegou avisando que seu pai foi encontrar com o atrasado Luis Farol de Lambreta e seu filho Vinícius doidim da meia noite.
Recontamos a galera. 28 bikers. Seguimos pela estrada antiga do P.O. até chegarmos ao milharal, onde descemos. Onde ninguém imaginava que existia uma trilha, pulamos a cerca e subimos umas cavas. O Gagame caiu e teve problemas com sua lanterna e passou a ser iluminado pelos satélites. O pedal-Júnior Baiano do Flávio Lana Bocão arrebentou a canela dele.
O tombo do Lúcio Agrocerrado foi um dos melhores
O tombo do Lúcio Agrocerrado foi um dos melhores

Foi quando o Hebinho começou a falar que seria outra trilha da meia noite. Por alguns momentos eu concordava com ele, pois a aventura parecia não ter fim. Quando vimos o estradão, nos localizamos, pois acredito que ninguém sabia onde estávamos. Só que logo saímos do estradão e era mais trilha. E que trilha. O Lúcio Agrônomo da Agrocerrado, que já fez até a Estrada Real, mas era marinheiro de primeira viagem no Noispedala, comprou aquele terreno.
Na descida das cavas até chegar ao córrego, às maiores surpresas. Os mais experientes caíram. Primeiro o Padrinho Chilon Gleidsson comprou aquele terreno. O Marquinho Caixão que havia muito tempo que não caia, também levou aquele tombasso. E no final, antes de pegarmos o estradão, com apenas 16 km rodados, o Euler Caixeiro Viajante caiu bonito. E o pior foi que ele caiu ao lado do Duracell e ele com aquela voz peculiar gritou: “Ê pamonhaaaaaaaa” e disparou a rir do Euler. A partir daí foi uma risada só. Não teve ninguém que não riu. Até o Euler riu. KKKKKKKK. Vale ressaltar que na descida das cavas o Duracell caiu também.
E para terminar, êÊêÊêÊ pamonhaaaaaaaaaaa!
E para terminar, êÊêÊêÊ pamonhaaaaaaaaaaa!

A partir daí foi só estradão subirmos o morro do milharal, onde o Juninho empurrou os dois meninos e passava a maioria dos bikers.
Então, com base em tudo que escrevi o que posso dizer sobre este pedal noturno? Digo que foi um pedal diferente, pois acredito que 90% das pessoas gostaram muito, mas não foi geral.
Algumas pessoas queriam mesmo é girar pra valer. Mas há um consenso. Essa trilha deve ser boa demais durante o dia.
É isso aí galera, valeu demais! Neste fim de semana teremos mais trilhas e a etapa dupla da Copa Vera Cruz de Ciclismo. Vale a pena conferir e prestigiara galera que pedala e volta com a bike limpinha.
Confira as fotos desta aventura!
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Diário de bordo: Trilha das Cavas 30/01/10

Mais uma vez aqui estou Euler Caixeiro Viajante tentando relatar o que aconteceu na trilha. O combinado era para sair 6h50min com 10 minutos de tolerância e acabamos

Antes e depois
Antes e depois

Saindo 7h30min esperando o Bruno. Depois de tanto esperar ficamos sabendo que ele não iria porque a bike dele estava com uma dor de cabeça forte da trilha noturna de ontem.
Saímos da praça da antiga Volks sentido bairro alvorada. Quando saímos da cidade pegamos o estradão. Contamos a galera que eram 14 bikers se não me engano foi o Recorde do sábado.
Fomos bem tranqüilos até a ponte do Bigode, subimos o morro depois da Olaria, daí para frente foi só trilha, praticamente começava nossa aventura na primeira descida.
O Gagame comprou o primeiro terreno. Fomos sentido Rio Paranaíba margeando ele, quando fomos atravessar um corregozinho com muita lama em volta o nosso fotógrafo Gleidson não perdeu um flash doido para um cair, ninguém agraciou nosso fotógrafo só o Gagame que não deu conta de atravessar montado e acabou atolando o pé na lama.
Logo em seguida saindo do córrego foi à vez do Felipe comprar mais um terreno. Passou um pouco veio o Sérgio Zaggo meio sujo. Notamos que ele tinha comprado terreno também, como o Sérgio é esperto ficava para trás só para ninguém vê-lo comprar terreno. Ele nos disse que foram dois que ele comprou e ninguém comprovou o que ele disse se brincar pode ter sido até mais.
Chegamos à travessia do riacho foi um pouco difícil achar o local para descer e atravessar, logo depois que atravessamos entramos literalmente na fazenda do Sr Alcir, uma simpatia em pessoa e ele queria ensinar para nós o caminho da estrada mais fácil, adivinha a resposta de todos ninguém deu ouvidos ao nosso amigo todos queriam só trilha. Enquanto conversávamos com Sr Alcir, chegou o Gleidson com o pneu furado. Enquanto o Gleidson trocava a câmara de ar o Flavinho Peter Pan viu uns leitões presos queria até fazer churrasco dos coitados. E fomos trilha adentro e água de todos estavam acabando, o Vaninho só dizia que tinha água à frente mais nunca chegava a tal água.
Descemos passamos em frente de uma represa com um morro violento para subir onde só quatro conseguiram subir montado Lazinho, Flavinho, Gleidson e Vaninho (cavalo esses quatro), e a tal água nada de chegar, andamos um pouco mais uma subida técnica e brava, andamos mais ainda e até que enfim chegou à bendita água (alívio para todos). O Gagame no início da trilha tava daquele jeito que todos conhecem fazendo graça cantando depois pensei que ele estava até passando mal, sumiu nem ouvia a voz direito dele. A única coisa que falava era tem mais morro ta chegando.
Descemos uma trilha show que o Gleidson disse que foi o melhor da trilha. Chegamos ao estradão e seguimos de volta para a cidade. Paramos na ponte do Paranaíba para fazermos a última foto.  Não posso deixar de comentar que tivemos dois bikers novatos na trilha de hoje. O Herculano que é de Socorro interior de São Paulo mais morava no Mato Grosso e mudou para Patos há pouco tempo entrou para a turma de vez e o outro é o Marcelo Grandão, (irmão do nosso amigo Eduardo Grandão) que veio de Belo Horizonte só para pedalar com a galera do NOISPEDALA.
E assim foi mais uma trilha show de roda como disse meu amigo Robinho.
Confira as excelentes fotos desta trilha dita por muitos que fizeram ela como a melhor de Patos de Minas.

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