Diário de Bordo: Romaria 2012 – 21 romeiros percorreram mais de 200km por estradas de terra

Os Romeiros de 2013
Os Romeiros de 2013

Patos de Minas, Alagoas, Pântano, Coromandel, Altinho, Brejão, Monte Carmelo e ROMARIA
28 e 29 de julho – Por Renato Amaral
Romaria… peregrinação, seja para pagar promessas, pedir uma graça ou simplesmente agradecer.  Tem como destino  um local considerando santo. O nome do termo é uma referência a Roma, sede da Igreja Católica Apostólica Romana, e por esse motivo é usada para classificar especialmente peregrinações católicas. Então, seja motorista, pedestre ou ciclista, aquele que pratica a romaria é o romeiro!
E foi com este espírito que esta turma foi motivada a três anos atrás, cada um com seus pedidos, promessas ou agradecimentos. O ato de pedalar como esporte ou lazer, então, deixou de ser o objetivo para se tornar o sacrifício oferecido até se chegar os pés de Nossa Senhora da Abadia.
Aí começava o segundo dia da peregrinação
Aí começava o segundo dia da peregrinação

28/07/2012… Sábado ainda nem tinha visto a luz do sol quando a Power Bike já recebia os romeiros para o início dos mais de 200 quilômetros de pedaladas. Após a oração, de Patos de Minas, sem paradas até o Päntano (distrito de Coromandel), foram os primeiros 55 quilômetros. Neste percurso tivemos a companhia do Ronaldo Gonçalves (Tora) fazendo seu treino. Era seu aniversário e ele voltou para celebrar com sua família em Patos de Minas.
A partir deste ponto realmente começavam as dificuldades, pois as subidas eram fortes, intermináveis e já passava de meio dia sem uma única nuvem no céu.
Aos poucos, a partir das 16:00 a turma começou a chegar a Coromandel, cada um com suas dificuldades. A resenha e a troca de experiências no fim do dia deu ânimo novo para o corpo tão cansado.
As dificuldades do segundo dia eram multiplicadas pelas dores do dia anterior: as palavras joelhos, ombros, pernas, tornozelos eram as mais ouvidas. Nem mesmo o forro da bermuda adiantava mais depois dos 120 quilômetros do primeiro dia. Mas… romaria sem sacrifício não é romaria.
Depois de mais uma interminável subida para se chegar a Monte Carmelo a pausa para o almoço renovou os ânimos. Faltavam menos de 20 quilômetros para Romaria. Esse número deu mais ânimo e mais força para os mais esgotados e todos chegaram inteiros ao objetivo final. E, independente da ordem de chegada, Nossa Senhoria da Abadia acolheu todos os seus romeiros em seu Santuário!
Eis os 21 romeiros de 2012:

  • Alisson Kuririn
  • Alisson Facebiker Pó
  • André Jesus
  • Branco
  • Bruno Fernandes
  • Carlos Camelo
  • Euler Caixeiro Viajante
  • Heber Contador
  • Herculano
  • Herlley Power Bike
  • Marco Túlio Ex-Gagame
  • Marquim Kxão
  • Mateus Filho do Branco
  • Mateus Sobrinho do Robim
  • Pedro Elias
  • Raquel Ivar
  • Renato Amaral
  • Robim Dinossauro
  • Sérgio Zaggo
  • Walder Filho
  • Walner Dias

Equipe de apoio:

  • Giovani Vaz
  • Gabriel
  • Ronaldo Tora Gonçalves
  • Tatiane Alves
  • Letícia
  • Elenice

Apoio especial:

  • Cemil
  • Copasa
  • Casa & Construção

Imagens dessa aventura

Confira as fotos

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Diário de Bordo: Romaria 2011. Fé, superação e amizade por 200 km de terra

Patos de Minas, Zalagoa, Pântano, Coromandel, Altinho, Brejão, Monte Carmelo e Romaria, 30 e 31 de julho de 2011
Por Walder Filho, com toques de Renato Amaral e Bruno Fernandes

Foto oficial do melhor pedal do ano!
Foto oficial do melhor pedal do ano!

Finalmente havia chegado o tão aguardado 30 de julho, o dia do início da jornada até Romaria. Como diria o soldado e meu fiel escudeiro Pedro Elias, éramos 14 cavaleiros montados em nossas bikes, uma assistente e um mecânico.
O dia para o Walder começou bem mais cedo do que o combinado. As expectativas e alguns pensamentos fizeram do sono apenas um detalhe. Com o pessoal reunido na Power Bike, fizemos nossas orações, intenções particulares e a intenção comum – Força Iata – antes de partirmos para o nosso objetivo maior. Logo nos primeiros quilômetros já percebemos que a nossa tarefa não seria nada fácil.
Depois de pegar um longo trecho de estradão, com um vento contra ligado na velocidade turbo chegamos ao Pântano (que na realidade é seco). Lá detonamos mais de três dúzias de pão de queijo semi-caipira e muita Coca-Cola gelada.
Nossa unidade de medida nesta cicloviagem era dezena de quilômetros e depois de mais umas duas, chegamos a uma “venda” que foi instalada em um lugar estratégico: no alto de um morro (“topzinho” para os bikers). Fizemos uma pequena pausa para recuperar as energias para o maior desafio do primeiro dia. Era um morro com distância indefinida 2 km, 4 km ou 5 km? Não sei ao certo, só sei que foi um morro comprido demais. Desafio vencido, agora era só chegar a Coromandel. Doze dezenas de quilômetros de Patos de Minas.
O segundo dia começou com o nosso valoroso mecânico Giovani finalizando o trato nas bikes que ele já havia começado no dia anterior. Saímos de Coromandel rumo a Monte Carmelo.
No início do trecho de terra ganhamos a companhia de um cachorrinho que nos acompanharia por 27 quilômetros. Efeito da Maltodextrina fornecida pelo Herlley e do sanduíche de peito de peru e tomate seco.
Mas nem tudo foi descontração. Na primeira descida o Flávio Caixeta caiu após perder o controle de sua bike, fraturando a clavícula. Ele recebeu os cuidados dos companheiros e foi socorrido pelo carro de apoio até o hospital em Coromandel, onde a Tatiana aguardava para acompanhá-lo. Não sem antes receber do Bruno Fernandes as boas-vindas: “-Bem-vindo ao clube dos que têm um ‘carocinho’ na clavícula”.
Neste meio tempo, seguimos a pedalada nos comunicando a cada vez que tínhamos sinal de celular. Quase meio dia, sem água e sem comida, eis que surge o carro de apoio, buzinando, do meio do nada. O Giovanão surpreendeu com sua proatividade ao mudar o combinado. Foi providencial sua chegada.
E, assim como no ano passado, terminamos a cicloviagem, na Igreja de Nossa Senhora da Abadia, onde cada um colocou suas intenções e, de maneira particular, agradeceu as graças alcançadas.
Romeiros: Bruno Fernandes, Renato Amaral, Robim, Euler Caixeiro Viajante, Fabiano Spaço, Alisson Vulgo Pó, Walder Filho, Herlley Power Bike, Flávio Caixeta, Markin Kxão, Branco, Mateus do Branco, Gabriel Power Bike e Pedro Elias dos Reis (o brutão).
Apoio: Giovani e Tatiane
Clique aqui acesse a galeria especial da Romaria 2011 e confira as fotos.
E claro, deixe seu valioso comentário.
 

Diário de Bordo: Trilha Cachoeira dos Borges (buracão) o retorno

19/02/11 – Por Bruno Fernandes

A Cachoeira do Buracão (Borges)
A Cachoeira do Buracão (Borges)

Bom, primeiramente desculpe-me pela demora deste singelo diário de bordo. Fiquei off-line por dois dias e o noispedala por algumas horas. Mas como não pode deixar em branco esta excelente trilha, estamos aqui.
Trilhas de bike combina bastante com cachoeiras e infelizmente, em nossa região, há poucas cachoeiras que fica tranquilo de ir e voltar rapidamente. Uma muito bela que fica relativamente perto, é a famosa Cachoeira dos Borges, onde todos costumam chama-la de “Buracão”.
Há alguns anos atrás, ia bastante lá e quando comecei a engatinhar no pedal, um dos meus objetivos era ir até a cachoeira e retornar pedalando. No início parecia impossível. Sem contar que todo mundo me desanimava. Diziam: “A cachoeira é boa, mas a ida e a volta é cruel de ruim”. Só estradão, costela, poeira, ou seja, ingredientes que nenhum biker curte em uma trilha.
Só que chegou o dia de conhecermos, via estradão mesmo. Todo mundo preparado para rodar mais de 100 km e fomos. A história da semana passada todo mundo conhece. Tora nos guiou por um caminho semelhante, mas acabamos chegando pelo estradão.
Foi então que o Sérgio Zaggo adotou esta trilha como a marca registrada dele. Ele buscou via Google Earth todas as estradinhas e trilhas possíveis e acabou criando um caminho show de roda. É uma região com diversas montanhas e pouco plano. Muito bela por sinal, passando por estradinhas praticamente abandonadas e dois córregos.
Entretanto, é uma trilha bem pesada. Tem outra vantagem que é reduzir 10 km do caminho normal, encurtando o caminho para 45 km de ida e mais 45 km de volta.
Então decidimos retornar e conferir este caminho. Fomos 7 bikers. Dentre eles o retorno do Kuririn e do Luiz Matias. Não vou falar mais deles para não me chamarem de fofoqueiro. KKKKKKKK. Participaram além de mim e do Sérgio, o Aguilher do Cruzeiro, Marco Túlio e o Vaninho Star Lanches.
Um fato interessante foi que encontramos uma árvore que tem como fruto, água mineral engarrafada. Quem explica isso?
É isso aí galera. Que dia voltaremos lá?

Diário de Bordo: Trilha para a Cachoeira dos Borges (Buracão)

12/02/2011 – Por Sérgio Zaggo

O Paraíso
O Paraíso

Este nosso pedal começou no dia anterior, sexta-feira. Decidimos que íamos mesmo e seria necessário levar apoio.
Para isso convoquei o Bruno, a Elenice e o Euler para uma reunião, onde decidiríamos o que seria necessário levar, e estudaríamos a rota.
Enquanto eu estudava o roteiro pelo Google, deixei os três fazendo a lista de compras. Conclusão: conversaram de tudo, menos…
Dei tchau para os animados rapazes, fiz a lista de compras, despachei a Elenice pro supermercado e convoquei o Tora para estudar o roteiro.
Estudamos tudo e o Tora falou: “é mamão com açúcar, deixa comigo que eu conheço tudo, passa lá na fazenda dos caixetas bigodudos, sabe quais?”
Sei não, mas tudo decidido, tudo acertado, estávamos prontos para a nossa aventura.
Sabadão, 5:30 h da matina, horário de verão, tudo escuro, eu mal tinha dormido,tal era a ansiedade e a vontade de meter o pé no pedal, nas estradas Dazalagoas.
Fomos acompanhados pela família do Tora, e pelo Victor (nosso grande churrasqueiro, valeu Vitão) e  a namorada Marina. Também no time feminino estava a Raquel, que veio de BH só pra curtir o pedal, e aproveitou para se encontrar com o Walner,
No trevo dos pneus, reunimos a galera, éramos 15 bikers. O tempo estava maravilhoso, fresquinho e sem sol forte. A estrada é muito bonita, sem trânsito, sem porteira, sem colchete. O Tora ia guiando, eu ia conferindo pelo GPS. Lá pelas tantas, valeu a experiência do Tora, o GPS indicava uma rota que provavelmente seria impossível.
Descemos um morrão e aí tivemos um probleminha: O Banhão deixou escapar a roda dianteira e a magrela se desgovernou. Infelizmente ele se ralou demais, mas o cara é muito duro! Tenho certeza que qualquer um de nós teria chamado o apoio e voltado para casa, mas o Banhão só sacudiu a poeira e seguiu em frente, sempre alegre e bem disposto. Banhão, desejamos melhoras e aqui vai uma dica para todos nós, que nos foi trazida pelo Renato, diretamente de Congonhas: “força na subida e cuidado na descida”.
E aí chegamos no estradão. Oh dúvida cruel!
Esquerda pelo GPS, pelo caminho desconhecido que poderia ser mais curto, mas que poderia ser que o apoio não passasse?
Ou direita pelo estradão, pelo caminho mais longo e conhecido, e com a certeza de chegar?
O Tora decidiu pelo mais longo, pensando sabiamente que, se fossemos pelo caminho mais curto e desse zebra, o recurso seria não atingir a Cachoeira e abortar o passeio, voltando pra casa.
Seria frustração total!
Foi penoso, mas foi o mais certo, só agora eu vejo isso!
Confiram na imagem do Google a “volta” que demos.
Chegamos nas Cachoeira na marca dos 63 km e fomos recompensados pelo lindo visual. O lugar é realmente incrível, e com certeza voltaremos muitas vezes.
Ficamos por lá umas 3 ou 4 horas que passaram voando. Fizemos churrasco, tomamos suco, cerveja, refrigerante, uma verdadeira festa. Depois limpamos tudinho, e eu quero aproveitar para fazer uma sugestão: cada vez que voltarmos lá, vamos trazer, além do nosso lixo, mais um pouco de algum lixo que algum visitante descuidado tenha deixado. Que tal? Podemos deixar no tambor que fica no mata-burro da entrada.
A volta foi rápida, pegamos o estradão e aceleramos forte, só aliviamos Dazalagoas pra cá, e chegamos em Patos cansados mas revigorados, aí pelas 18:00 h, depois de um dia inesquecível de saudável pedal e agradável companhia.
E agora uma notícia de última hora: No domingo, eu, o Euler e o Edinho (Power Bike) voltamos na Cachoeira de carro, roteando com o GPS pela rota mais curta, e ainda pegando uns atalhos que nem o Tora Racing conhece (ele vai dizer que conhece, mas tudo bem…). Foram exatos 45 km contados a partir da Band Bike. Confiram o trajeto e a topografia do trecho na imagem do Google, dá pra ir sem apoio se fizermos o esquema de sair bem cedo como dessa vez.
Alguém tá dentro pra sábado que vem?
TRILHA DOS BORGES, O RETORNO. Desta vez por este percurso.
 

Diário de Bordo: Pedal Noturno Beco dos Borges e Dólar

05/08/2010, por Renato Amaral

Uma pausa para a foto oficial
Uma pausa para a foto oficial

Vinte e um bikers se reuniram na Power Bike para os últimos ajustes e bater um papo animado. O Noispedala está ingressando cada vez mais bikers. Hoje tivemos cinco estreantes: Os Cristianos, Diego, Ronan Pif Paf e o novo Robinho (da Martins) da turma que foi providencial emprestando a câmera fotográfica. Partimos na direção da Igreja Nossa Senhora da Abadia e de lá seguimos até alcançarmos a Av. Marabá.
No início do Estradão viramos à esquerda em direção ao Beco dos Borges. Na primeira descida a galera deu show. Ninguém alcançou o Walner que deixou todo mundo pra trás! E o Marco Túlio Gagame comeu poeira quando passei por ele. Fica duro, Gagame! Lá de baixo os primeiros tiveram um visual bacana: a imagem da fila de faróis ao longo da descida que só perdeu para a “estrela cadente” que rasgou o céu.
Cadê as luvas Cadu?
Cadê as luvas Cadu?

Depois de uma grande descida sempre haverá uma grande subida, já dizia o Pedrão filho do Euler. E dessa grande subida o Herculano gostou e elogiou os estreantes nem tanto. Sofreram bastante e depois da foto oficial retornaram pelo estradão. Só ficou o Diego, apadrinhado pelo Rantar.
Quando liguei pro Bruno ele logo me perguntou: – E aí, quem caiu na descida do dólar hoje? Não exatamente no dólar, mas logo abaixo quem levou um tombaço foi o Cadu. Puxão de orelha nele: estava sem luvas. Mas ele ficou bem… sujo. Ainda houve o tombo do Rafael que caiu no buraco da ponte e quase desceu total. Foi por pouco.
Os destaques desta trilha foram muitos, inclusive o pequeno Duracell que pedalou todo o trajeto na moral. Só precisa de juízo porque tá descendo muito rápido. O papai Luiz Led Farol de Carreta que já não o alcança nas descidas agora vai ter que correr atrás nas subidas também. Poxa, Duracell, domingo é dia dos pais, dá uma moral pro seu. Deixa ele te passar! Parabéns a todos os pais!
Agora, fica o lembrete que neste final de semana iremos pedalar até Andrequicé e quem se interessar, clique aqui e saiba mais detalhes sobre essa aventura. Qualquer dúvida, entre em contato com o Bruno (9169-0141) e com o Magela (9975-4745).
Guia: Euler; Fecha-trilha: Markinho Kxão; Fotos: Renato; Comentários: VOCÊ!

Confira as fotos

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Diário de Bordo: Trilha da Serrinha 26/06/10

26/06/10 – Por Euler Caixeiro Viajante
Mais um sábado com grande expectativa mais uma nova trilha com o Ronaldo Tora. Marcamos as 7h30 na Praça Bandeirantes. Mesmo com o frio apertando, apareceram onze animados bikers. Fabiano Spaço Bruno Fernandes, Alisson Kuririn, Euler Caixeiro Viajante, Sérgio Zago, Felipe, os Bombeiros Sirlânio e Joaquim, o guia Ronaldo Tora, Walner e sua namorada Raquel.

Um dos momentos mais inusitados da trilha
Um dos momentos mais inusitados da trilha

Desta vez foi uma trilha bem diversificada teve um pouco de tudo para todos os gostos, estradão, estradinhas, muitas trilhas, rodovia, serras, descidas e subidas.
Como disse o Bruno esta trilha está marcada com duas das melhores descidas da nossa região. São fortes e bem técnicas só conferindo para saber.
O Kuririn como sempre foi o nosso fotógrafo e registrou os melhores momentos com o seu celular.
O Tora não podia ver um lugar diferente que ia prometendo que as próximas seria naquele lugar. Sem contar que ele em um momento disse: “Eu sou doido demais né? E era só risada do pessoal foram umas das mais descontraídas e emocionantes trilhas que fizemos.
Chegamos e a galera foi direto para a Lagoa Grande tomar um caldo de cana no Laércio Engenheiro amigo do Luis Farol de Carreta.
É isso aí galera, você estão convidados para pedalar conosco ao sábados.

Confira as fotos de mais uma trilha bacana.

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Diário de bordo: Trilhas do fim de semana 19 e 20 de junho

Na manhã de sábado, 10 bikers fizeram mais uma trilha guiada pelo Tora Racing. Bruno Fernandes, Euler Caixeiro Viajante, Herculano, Danilo, Tora, Robinho Dinossauro, Coca-Cola, Alisson Pó e Walner.

Descendo para a Mata do Ribeirão Mata burrinho
Descendo para a Mata do Ribeirão Mata burrinho

Saímos da Praça Bandeirantes sentido Baixadinha dos Gonçalves. Aí começaram os atalhos do Tora. Fomos até atravessarmos o estradão que liga a BR 365 à Zalagoas e aí começou a emoção pra valer. Destaque para a descida que fica logo após o Paraíso Camping Clube que tem um misto de descida técnica e aquele trecho que você pode soltar o freio. Sem contar a paisagem do local e a matinha que adentramos após a descida.
Por incrível que pareça, chegamos antes do meio dia em casa, apenas com o pneu do Coca-Cola furado e nenhum tombo.
No domingo também pedalamos. Fizemos a trilha do Arraial dos Afonsos guiados pelo Rantar. Bruno Fernandes, Renato Amaral, Renato Lima, Rantar, Doutor Kleber, Pedro Elias Cadu e Vanelton Sagra.
Tudo nos conformes até o Bruno começar a dar palpite. Como o pessoal andava meio parado, a intenção era cortar o morro do Arraial pela metade e voltar.
Galera no Viaduto da Pipoca
Galera no Viaduto da Pipoca

Resolvemos descer até o cemitério. Depois de 40 minutos subindo o morro, resolvemos is sentido Ribeirão Mata-burrinho. Aí foi emoção pra valer. Vários tombos. Primeiro foi o Pedro Elias no tradicional buraco de tatu, depois o Renato Amaral duas vezes e pra fechar o Renato Lima comprou um terreno com bastante cascalho.
No final da subida do dólar, encontramos os corretores de imóveis Vinícius Diógenes e Breno. Ao chegamos, encontramos com o Doutor Romes e o Paulo Trosso que estavam voltando de um treino de speed no Viaduto da Pipoca. Chegamos antes do meio dia também.
Também pela manhã de sábado, os bombeiros fizeram a trilha da Usina e relataram o seguinte:
Por Joaquim (Bombeiro)
Bombeiros unidos pelo pedal
Bombeiros unidos pelo pedal

Eram 07horas e 25minutos quando cheguei ao Posto Alpa(Camalle), e nem sinal dos companheiros de pedalada. O dia estava lindo, céu claro, mas fazia muito frio, talvez a manhã mais fria deste mês. O que deve ter intimidado os colegas bikers. Eram exatamente 07horas e 35minutos, como não havia aparecido ninguém  até o momento, desloquei com minha bike, sentido Viaduto da Pipoca, pela ciclovia da avenida Jk, momento em que passava pelo posto Sem Fronteira, entrada do bairro Planto, fui surpreendido por dois bikers, que estavam nos aguardando . São eles o Sirlânio e o Hely Braga, que também são bravos Soldados do Fogo. Eramos apenas três companheiros.
Seguimos pela Avenida JK, logo em seguida atravessamo-la e entramos na entrada das molas americanas. Fomos observando as casas e logo a frente vimos a esquerda  um campo de futebol, e uma bar ao lado e o Hely Braga disse-nos já temos um local para tomar aquela coca-cola quando retornarmos, concordamos por unanimidade. Resolvemos subir pela BR 365 e entrar depois do trevão.
Essas cavas já fizeram muitas vítimas
Essas cavas já fizeram muitas vítimas

Fomos seguindo pedalando um pouco mais forte como o intuito de esquentar o corpo. Quando notamos já estávamos chegando ao  Aragão. Logo após o Aragão resolvemos pegar um atalho, depois do mata-burro, era uma descida muito forte, que o nosso amigo Hely Braga, acabou comprando um pedaço daquele terreno, acredito que não foi uma boa compra, pois era pura cava, kkkkk….
Quando chegamos à usina, nossas bikes, já estavam todas impregnadas, de poeira e as marchas desreguladas. Foi o momento crucial para podermos dar aquela descansada e lubrificar e regular as marchas. Quando estávamos próximo do Aragão, resolvemos continuar por terra, passando pelo cafezal, pois a trilha estava muito emocionante.
Atravessamos em fim a rodovia 365, e fomos ao barzinho tomar aquela coca-cola geladíssima, para fechar a trilha.
É isso ai galera, compreendemos a ausência de todos, mais não vamos deixar que o frio nos desanime, pois nem o tempo pode contra nós. E no próximo final de semana tem mais, fiquem ligados no noispedala.

Confira as fotos destes pedais

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Diário de Bordo: Trilha do Santo Antônio 03/06/10

03/06/10 – Por Bruno Fernandes e Kuririn
O feriado não passou em branco. Pela primeira vez não tivemos o nosso tradicional pedal noturno, pois a galera toda resolveu pedalar durante o dia. A trilha não foi marcada no site, pois o grau de dificuldade era imensurável. Além da distância de 80 km. E o pior galera, o guia era o Tora. E quem já pedalou com ele, sabe como são os “atalhos” que ele conhece.

Repare bem a neblina. 16 companheiros nesta trilha
Repare bem a neblina. 16 companheiros nesta trilha

Todos preparados para mais uma trilha, em frente à Igreja dos Capuchinhos. Quando observamos que faltava alguém. E quem era? O organizador da trilha e super Pontual Kuririn Saulo Alves (esta semana estamos homenageando o nosso amigo que nos deixou recentemente).
Esperamos o Kuririn até 8 da manhã quando saímos com a certeza de muitas aventuras. Tivemos um companheiro novo desta vez, o atual melhor de Patos, Silvinho Amorim que disse que iria fazer um “treino leve” e entrou no clima com a galera.
O frio castigava. Na ida tudo normal até decidirmos passar pelo cruzeiro, pegamos a estrada da Rocinha e passarmos por fora das Zalagoas. Passamos pelos eucaliptos e eu ficava me perguntando. Cadê o toque de aventura do Tora? Tá tudo muito normal.
Ué, parece que rolou um acidente. Três envolvidos.
Ué, parece que rolou um acidente. Três envolvidos.

Aí começou a aventura. Só trilhinhas, mato e pés de lobeiras. Neste momento houve um engarrafamento com um acidente com três vítimas. Kuririn Caiu, o Edinho Galena chapou a traseira do nosso amigo fotógrafo voador e o Tora veio por trás com os pés presos e foi aquele tombo. Só pra começar a aventura.
Era só trilha. Trilhinha mesmo. Sensacional. Eram lugares inacreditáveis. Passamos pelas trilhas e chegamos a uma estrada abandonada, cheia de cascalho. Tudo certo até chegarmos a uma mata com uma descida bem técnica. Foi aquele festival de tombos. Primeiro foi o Cadu, seguido pelo Robson Pintor, depois o Euler e pra finalizar o Robson PM. E o capote do Euler? Não considero um capote e sim foguete voador. Parecia um Jumbo . O cara voou de uma altura de 2 metros. Por incrível que pareça não quebrou nada. Nem nele, nem na bike.
Minutos depois do vôo do Euler Caixeiro Viajante. Parecia um foguete.
Minutos depois do vôo do Euler Caixeiro Viajante. Parecia um foguete.

Logo depois à descida da matinha, paramos para a foto oficial. Era um lugar mais bonito ainda. E tome descida técnica. Chegamos a um córrego onde passamos por pedras e tome subida. Foi quando o Tora disse que o nosso objetivo tava atrás da serra. Já que não havia como margeá-la, o jeito era subi-la mesmo.
E tome trilha. Foi até o Tora Amassa Mato dizer: “Eu sei de um atalho”. Aí o bicho pegou. Era um mato e não uma mata desta vez. Ele dizia: Siga a trilha. E quando não tem trilha? O Fabianinho Spaço ficou perdido no meio do mato. Esperamos o Tora chegar e ele só meteu o braço e encontrou o caminho. Era um bambuzal que nos esperava, onde havia uma casa abandonada. Passamos por mais uma aguinha e já ouvimos o grito da filha do Tora que nos aguardava.
Oração para agradecermos o pedal e o almoço que nos esperava.
Oração para agradecermos o pedal e o almoço que nos esperava.

Chegamos e fomos muito bem recebidos pela família do Tora que preparou aquele rango. Antes de rangar nós rezamos e agradecemos. Muitos exageraram no tamanho da serra e mesmo assim não pagaram mais. O rango tava uma maravilha. Com direito até a frango caipira. Encontramos com a galera dos Jipes. Eram três carros cheios de gente que estavam com o mesmo objetivo que o nosso. Buscando novas trilhas. Desbravamos umas trilhas até chegarmos ao Córrego Santo Antônio. O Bruno e o Cadu subiram com eles. Que emoção. Muito bacana.
Aí então voltamos à sede e para voltar somente estradão. Nada de atalhos. Chegamos a Patos de Minas já eram 15h40min. Mas com uma certeza. Valeu à pena. E valeu muito a pena.
Obrigado a todos e parabéns a você que participou desta aventura.

Assista a voltinha de Jipe do Bruno Fernandes


Galera Off-road. Dos Jipes e do MTB
Galera Off-road. Dos Jipes e do MTB

Hora do Bruno fazer trilha de Jipe.
Hora do Bruno fazer trilha de Jipe.

Confira as fotos deste pedal. Vale a pena conferir, pois ficaram excelentes.

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Diário de Bordo: Trilha do Tora, aventura no aniversário de Patos

24/05/10 – Por Euler Caixeiro Viajante
Marcamos 7h30min em frente ao Coreto Municipal. Contamos a galera éramos 10 animados bikers, Ronaldo Tora de guia, Fabiano Spaço, Bruno Fernandes, Euler, Kuririn, Danilo, Edimarsinho, Gagame, Herculano e Robson.

Galera depois de desbravar uma das matas
Galera depois de desbravar uma das matas

Saímos sentido trilha de Alagoas, com algumas mudanças que o guia nos levou. Quando estávamos pedalando tranqüilo em capim alto, eis que surge o primeiro problema. Um pedaço de pau entrou entre o câmbio traseiro e a roda da bike do Euler que acabou quebrando a gancheira.
Todos pensavam em diminuir a corrente e ele voltar, quando o Gagame salvador da pátria disse que tinha uma gancheira que deu certinho na bike. O Tora e o Edimarsinho foram os mecânicos.
Tudo resolvido e seguimos trilha adentro.
Seguimos dentro da trilha que todos conhecem quando íamos subir a cascalheira o Tora nos guiou diferente, passamos dentro de um curral e depois tinha uma descida bacana em um pastinho.
Tora, nosso guia "maluco"
Tora, nosso guia "maluco"

Quando acabou a descida no da reta que começava a pedalar o Euler bateu em uma pedra camuflada pelo capim e acabou comprando terreno. Daí para frente foi só aventura descemos um matinho e o guia viu que estava errado, que resolveu subir ao contrário, quando chegamos ao final dessa subida demos com uma mata fechada. Esperamos o Tora desbravar o lugar e o guia não voltava, neste momento estávamos todos conversando e rindo, foi quando o Edimarsinho pediu para ficarmos calados, ninguém entendeu mais foi pra todos escutarem o Tora desbravando o lugar era só galho e cipó sendo quebrando aí que foi só risada mesmo, todos perdidos e o Tora procurando a saída. O Tora voltou dizendo que não dava para ir, mais que ele conseguia o Bruno rebateu se você consegue, nós também conseguimos também e fomos mato a dentro foi difícil mais foi divertido. Em vários momentos o Kuririn e o Bruno diziam que deveria estar nesta trilha que é a cara do Dr. Walner e do Marquinho.
Um dos momentos mais inusitados da trilha
Um dos momentos mais inusitados da trilha

Saímos do mato e demos em frente a um pastinho com uma subida bem forte. Já no alto fomos presenteados com uma bela paisagem e bem alto que o Danilo acabou dizendo que a trilha do Topo do Mundo era abaixo daquele lugar, que poderíamos até mudar o Topo do Mundo.
Chegamos à frente de outro mato. Foi quando aconteceu o pior da trilha. Quatro colegas acabaram separando e desistindo da aventura, que foram o Herculano, Edimarsinho, Robson e o Gagame, parece que um deles foi picado por um marimbondo. Atravessamos esse mato e acabamos encontrando uma plantação de mandioca abandonada, enfim chegamos à estrada com muito cansaço e muitas risadas.
Passamos em uma pequena casa, uma fazendinha que acabamos pedindo água mais querendo também as belas mexericas que havíamos avistado, mais ficou só na água mesmo.
Um dos obstáculos superados
Um dos obstáculos superados

Subimos um morro difícil. Foi quando o Kuririn disse que tinha furado o pneu, que resolveu só dar uma enchida para trocar a câmara de ar só em Alagoas. Chegamos com o Tora dizendo vamos ao bar do Padrinho, que é o mesmo que costumamos ir.
Chegando ao bar deparamos com o Padrinho do Tora fazendo as unhas, depois de ter deparado com a ocasião já não era Padrinho mais dizia o Tora. Pedimos uma coca cola como é de costume e escutávamos alguém cantando dentro do bar, mais com uma voz de embriagado. Passou um pouco o tal cantor apareceu e o Bruno pediu para ele cantar Djavu, e o cantor disse que é apaixonado pela banda, e aí começamos a pedir músicas foi só risada até que o Bruno resolveu acompanhar nosso amigo e formaram uma dupla. Foi uma festa só, o cantor achou tão bom o Bruno de parceiro que queria até beijar ele, depois de já ter atacado o Fabiano Spaço. Resolvemos ir embora e o Tora disse que sabia de uma trilhinha show de volta, todos foram contra ao mesmo tempo e voltamos pelo estradão.
Mais no contexto geral a trilha foi show. O Tora é meio entusiasmado mais é o cara das trilhas, aliás, é o TORA DAS TRILHAS.
Quem voltou acabou perdendo o melhor.

Conrira as fotos desta aventura!

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