5 destinos pelo mundo para um bom passeio de bicicleta

Além de ser um meio de transporte saudável para quem pedala, a bike tem a vantagem de ser ecológica, ter um bom custo-benefício a médio-longo prazo e ser prática para aqueles que vivem na pressa do dia a dia.
E cada vez mais cresce o número de pessoas que estão adotando a bicicleta, seja ela usada como ferramenta de exercício físico, deslocamento para o trabalho ou para lazer. Essa terceira possibilidade que a bike oferece já está no coração dos brasileiros há muito tempo, principalmente para aqueles mais aventureiros que adoram viajar também para pedalar, que gostam de experimentar os mais diferentes terrenos para um passeio e as mais distintas paisagens, independentemente da dificuldade que cada caminho possa oferecer.
Antes de voltar para o hotel para fazer uma refeição mais equilibrada, jogar um videogame, fazer um jogo legal no Gaming Club cassino online, assistir uma série ou se preparar para o outro dia de aventura, o turista ciclista aproveita (e muito) o que cada lugar tem de melhor.
Pensando nisso, separamos cinco lugares pelo mundo que são quase obrigatórios para todo amante da pedalada. Confira:

AMSTERDÃ, HOLANDA

A capital holandesa é muito tradicional quando o assunto é passeio de bicicleta. Como não tem ruas muito íngremes e possui uma vasta quantidade de ciclovias, Amsterdã oferece diversas oportunidades para os amantes de plantão. Além de se exercitar enquanto conhece as particularidades de outro país, as pedaladas pela cidade permitem ao turista admirar a vista de parques e dos canais que atravessam a capital.

CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA

Para quem é bem aventureiro e possui um maior tempo de relacionamento com a magrela, pedalar pelas trilhas da famosa região de serras brasileira é um bom programa. O passeio pela Chapada permite ao ciclista experimentar os mais variados tipos de solo, desde a terra batida até o asfalto. E além da paisagem exuberante do lugar, claro, ainda é possível parar em cachoeiras para se refrescar.

Panorama da Chapada Diamantina, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia

MALMO, SUÉCIA

Com muito espaço para pedalar pelas ruas, a cidade ao Sul do país possui muitas vias exclusivas para bicicleta, monumentos para contemplar durante o passeio e um alto índice de segurança, já que os carros não costumam competir com as bikes por espaço nas ruas. Os parques no verão sueco também podem ser uma ótima pedida, já que também são receptivos com bicicletas.

Malmo, Suécia

BUENOS AIRES, ARGENTINA

De acordo com o “Ranking Copenhagenize 2015”, a capital da Argentina está entre as melhores cidades para dar um passeio ciclístico. A cidade portenha investiu muito nos últimos anos para atender o público que se locomove a pedaladas. Através de programas de distribuição e empréstimo de bicicletas, Buenos Aires conseguiu aumentar a extensão de suas ciclovias e proporcionar uma alternativa mais “verde” para seus habitantes.

Buenos Aires, Argentina

COPENHAGUE, DINAMARCA

A capital danesa melhora cada dia mais seu sistema para o uso de bikes. Além de poder pedalar tranquilamente pela cidade devido à grande infraestrutura para esse meio de transporte, o turista também pode fazer um passeio arquitetônico pela capital, pedalar ao lado do Canal Nyhavn e dar uma parada para fazer um lanchinho em vários pontos do passeio. O aluguel de bicicletas é altamente difundido e facilita bastante a vida do visitante.

Copenhague, Dinamarca

Treinamento mental com pôquer

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Fundamental para que o atleta encontre seu nível de concentração pessoal, é cada vez mais importante fazer um trabalho de treinamento mental. Cada pessoa possui um poder de concentração diferente do outro e por esta razão, não há um modelo único indicado, nem para o ciclismo nem para nenhum esporte.
Está sendo observado, no entanto, uma grande concentração de esportistas das mais variadas modalidades migrando para o pôquer. Pilotos de Fórmula 1, tenistas (Rafael Nadal disputa torneios e é patrocinado por um site de pôquer), jogadores de basquete, vôlei e futebol, não faltam exemplos, dentro e fora do Brasil.

Foco e concentração


O treinamento mental é um tipo de intervenção psicológica que faz parte da Psicologia do Esporte e é voltado especificamente para que se consiga uma otimização do rendimento. Tem a intenção de aliar o aspecto educacional e a melhoria técnica na modalidade escolhida pelo atleta.
Poucos esportes trabalham tão bem os aspectos mentais quanto o pôquer. A capacidade de conseguir sair de situações adversas, além de não demonstrar suas emoções para que o adversário não perceba se seu jogo está bom ou não, são características fundamentais em um bom praticante do esporte mental.
Estas características podem ser aplicadas diretamente em outras modalidades e até mesmo no mundo corporativo, que a cada dia tenta absorver – utilizando-se de estudos acadêmicos – e utilizar estes ensinamentos.  Depois de perder a injusta fama de jogo de azar, o esporte se desenvolveu muito, além de ter se popularizado, com a facilidade de acesso que a internet proporcionou aos curiosos e aos já praticantes.

Esportistas que já aderiram

ciclista
O ciclista espanhol Óscar Pereiro, vencedor da volta da França em 2006, é um dos entusiastas do preparo mental através do pôquer. Apesar de ter abandonado o ciclismo em 2010, para viver o sonho de se tornar jogador profissional de futebol, na Espanha, por um time de 5ª divisão, ele não abandonou o pôquer.
Brasileiros também já estão não apenas jogando, como até mesmo participando de grandes torneios internacionais. Exemplo disto é o piloto de Stock Car, Thiago Camilo. Ele se dedica a prática com muito afinco, em breve poderemos acompanhar sua aposentadoria dos circuitos e vê-lo somente nas mesas com feltro verde.
Não apenas Camilo se empolgou. A campeã olímpica de atletismo, Maurren Maggi afirma que pretende se tornar uma jogadora profissional de pôquer assim que terminar sua carreira. Ela – que encontra dificuldades de conseguir patrocínios, no momento – também já se aventura em torneios, ainda de forma amadora.
No vídeo abaixo, diversos atletas brasileiros – quase todos vencedores de medalhas olímpicas – relatam suas experiências com o esporte, ao revelar técnicas que aprenderam com o novo entretenimento, como a concentração e a tentativa de esconder emoções, comuns na prática do esporte mental. Também resaltaram a necessidade de analisar os próximos movimentos, tanto os seus próprios quanto os dos adversários:

Competições reais e virtuais

O Brasil possui alguns campeões mundiais de pôquer e o mais conhecido deles, o paulista André Akkari realizou, no final de 2013, um torneio apenas com atletas brasileiros, de diversas modalidades. Maurren Maggi, Rubens Barrichello, Thiago Camilo, Fernando Scherer, além de algumas celebridades televisivas participaram do evento, que foi transmitido por um canal esportivo fechado.
Há um artigo interessante no site onde o professor Helio Souza aconselha os apaixonados por esportes a treinarem suas emoções, antes mesmo de o fazerem com o físico. Para que encontrem motivação e confiança. O pôquer é uma excelente maneira de tentar alcançar estes objetivos. Com certeza, é uma das mais divertidas e emocionantes.
*Publieditorial

Edição especial: Dia do Esportista

Nesse dia especial, iremos brindar essa data com uma matéria especial. Vamos contar a história de uma mulher de fibra que mudou sua vida pelo esporte e hoje é muito mais feliz e equilibrada.Se inspire e comece hoje a fazer parte desse time.
A prática do esporte é mais antiga na história humana do que se imagina. Consiste em aspectos como percepção de espaço e movimento físico do corpo humano.  E em todo Brasil, hoje, no dia 19 de Fevereiro é comemorado o dia do esportista, definido aquele que se dedica ao esporte e o usufrui.

Ela poderia continuar atuando na área de tecnologia de informação, como fez por 33 anos, mas mudou seu estilo de vida quando resolveu realizar um projeto que veio para ampliar a visão de que todos podem praticar o ciclismo. Cláudia Franco, idealizadora da Escola de Bicicletas Ciclofemini, em São Paulo, é uma das mulheres que fazem diferença na sociedade e na história do esporte.

Claudiafranco
As mulheres batalham diariamente para a conquista de se espaço desde os primórdios, mas no esporte em si, além de presenciarmos um crescimento latente da presença feminina, ainda são um grupo muito pequeno. “ Muitas mulheres nos procuram para aprender a pedalar, mas lamentavelmente muito poucas, quase nenhuma, tem aspiração para usar a bicicleta como prática esportiva. A grande maioria vê a bicicleta como lazer e algumas como perigo a sua integridade física”. Em base de sua experiência com a Escola de Bicicletas, Cláudia mostra como é a receptividade das mulheres em relação ao ciclismo.
O universo do ciclismo é apaixonante, e todos que conhecem melhor esse mundo sabem o motivo dessa afirmação. Seja no ciclismo de estrada, em montanha ou urbano, o prazer de superar um desafio é fascinante. Para essa empresária esportiva, o simples estar na bicicleta, o giro, o faz transcender. Além de ser contagiante, essa prática é capaz de mudar o estilo de vida de forma saudável, favorecendo um bem estar físico e mental, e na vida dessa cicloturista não poderia ser diferente: ”Meu estilo de vida mudou, meus valores, minha forma de interagir com as pessoas. Tornei-me uma pessoa mais feliz, equilibrada e sensata.
Muitas mulheres acham que pedalar é difícil, e praticar esse esporte mais ainda, mas não existe limite para elas e nem para ninguém no ciclismo. Basta que no ser humano haja força de vontade, empenho, foco e determinação. Um exemplo de superação é a história de Claúdia, pois ela só aprendeu a colocar a bicicleta  em movimento somente aos 49 anos, e após um ano de prática e treinamento ela estava participando do Brasil Ride, uma das competições mais difíceis de mountain bike.
E foi por causa dessa experiência pessoal de aprender a pedalar depois de adulta, que ela teve a ideia de criar um projeto que apoiasse no reconhecimento e valorização da determinação dos atletas. “ Entendo mais profundamente as dificuldades, os anseios e medos de pedalar. Depois que comecei a pedalar eu resgatei a minha autoestima. Realizei-me emocionalmente e foi aí que surgiu a ideia da escola, como o intuito de proporcionar o mesmo sentimento e satisfação a pessoas que não sabem pedalar, independente de serem crianças ou adultos.”
Infelizmente a imprudência no trânsito é um ponto negativo para uma prática regular e segura dos pedais, mas existem fórmulas simples de mudarmos essa situação. Esta faltando no trânsito mais educação  e conscientização da cidadania. “A fórmula é muito simples, porém cada um enxerga a situação somente sob a sua ótica e não sob a ótica do coletivo”. Pedalar não tem hora, e os ciclistas não devem aguardar pela situação ideal para sair para a rua : “Quanto mais ciclistas forem para as ruas, mais o governo terá que investir em regras e infraestrutura . Assim a população irá se acostumar com a presença frequente de ciclistas na zona urbana e irão se conscientizar e o sentimento de convivência irão crescer.” A visão de Claúdia Franco é simples e objetiva: “Meia dúzia de ciclistas nas vias publicas é um cenário, agora 200 ciclistas na via pública  o cenário já é bem diferente. “, se cada ciclista pensar a sim, a situação mudará e iremos poder pedalar com tranquilidade e respeito.
Claúdia afirma “nunca é tarde para começar, nunca é tarde para realizar um sonho. Não existe regra, não existe idade, altura, peso, nada! Existe apenas a vontade genuína de aprender algo novo, de experimentar. Não terceirize o impedimento. Quem quer aprender de fato, não importa a distância, não importa horário, etc. Para quem não quer aprender, tudo isso pode ser uma justificativa, um impeditivo. Mas para quem quer de verdade nada é impedimento. Realizar um sonho sentir-se capaz não tem preço. Somente você pode mudar o curso de sua vida, ninguém mais. A vida é difícil para todo mundo, mas ela pode se tornar mais prazerosa e flexível à medida que você se abrir para novas experiências, à medida que você não estabelece limites para a sua capacidade”.

A vontade de aprender abre caminhos na vida das pessoas, e isso facilita uma mudança de vida sempre para melhor. Seja caminhar, correr, nadar, ou até mesmo pedalar, tenham uma atitude inteligente e favorável em relação a si mesmo, pratiquem exercícios físicos.  Seja um esportista e não deixe medir esforços para continuar se exercitando. Enfim transforme a sua vida pelo esporte, pois lhe oferece prazer, qualidade física, e muita saúde.

Por Giovanna Soares

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 4

31 O freio dianteiro é o mais eficiente deles. O de trás também reduz a velocidade, mas, como o peso do corpo é transferido para a frente, a eficiência dele cai. Se tiver de brecar de sopetão, jogue o peso do corpo para trás, segure o guidão e module os manetes para que as rodas não travem.

Mais 10 dicas para você virar um biker expert
Mais 10 dicas para você virar um biker expert

32 Braços levemente dobrados funcionam como amortecedores contra choques. Se eles chegam ao guidão exageradamente esticados.
33 troque o avanço do guidão por um menor ou incline-se mais para a frente. Você está no meio de uma descida e a corrente sai para o lado do quadro. O que fazer? Não é preciso sair da bike. Usando o manípulo de mudança da frente, pressione-o não até que passe para o segundo prato, mas quase, e pedale suavemente. Em 90% das vezes, a corrente volta a entrar.
34 Procure levar um elo de engate com você (ou preso à bike com uma fita adesiva) para se a corrente quebrar, consiga repará-la rapidamente.
35 Se ela sair para o lado do crank, não pedale, pois poderá parti-la. Isso porque, provavelmente, ela ficará encaixada entre o prato e o crank, sendo necessário ir lá com a mão.
36 Quando for mudar de marcha, alivie a força nos pedais antes e, especialmente, quando estiver pedalando em uma subida.
37  Se acha que o seu capacete está sujo demais, não coloque-o dentro da água para lavá-lo. Você vai estragá-lo. Use um pano úmido.
38 Se caiu e o selim saiu dos rails, não perca tempo tentando colocá-lo de qualquer maneira. Se o caminho para casa é longo, pegue uma câmera e enrole-a entre os rails e a superfície do selim para que fiquem relativamente fixos até que consiga chegar em casa.
39 Aprenda a lubrificar os cabos. Solte o L (o tubo de alumínio que une os freios) do V-Brake dos freios.
Mova o conduíte, deslizando para cima para descobrir o cabo. Ponha algumas gotas de óleo de teflon especial, vendido em lojas especializadas.
40 Uma das piores avarias mecânicas que pode vir a ter é o desviador traseiro ir “desta para melhor” quando estiver no meio do nada, algo como o seu carro ficar apenas com o ponto morto no meio da estrada.
Solução: se tiver um descravador de corrente, retire alguns elos dela para que a corrente fique fixa em uma só marcha (como se você transformasse a sua magrela em uma singlespeed). Ao menos, conseguirá  chegar em casa.

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 3

21 Em temperaturas extremas, seja calor ou frio, procure, depois de beber, soprar pelo tubo da mochila de hidratação para que o líquido volte ao recipiente e mantenha o líquido que você guarda ali em uma temperatura adequada.

Mais dicas...
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22 Em algumas ocasiões, os parafusos divididos pelo quadro (suporte de caramanhola, bagageiro), que aparentemente não têm uma função, podem nos tirar de algum apuro. Como todos têm mais ou menos as mesmas medidas, podem ser repostos no caso de uma perda. Você poderá, por exemplo, usar um do suporte da caramanhola para prender a polia do câmbio traseiro.
23 Se um dos raios da roda romper, o melhor a fazer é prendê-lo perto do mais próximo, para que consiga voltar para casa. É sempre importante levar com você uma chave de raios, um raio na medida da sua magrela e um niple. Na grande maioria das vezes, ele quebra no cotovelo, junto a flange, onde ele é mais exigido. Se ele quebrar, desaparafuse do niple, enrole o raio quebrado no outro ao lado. Para afrouxar, gire no sentido anti-horário. Para apertar, no sentido horário.
24 Se você usa um GPS, procure protegê-lo do tempo com um saco plástico.
25 Observe se, ao engatar a 1ª marcha, a corrente está na coroa maior. Se estiver na 2ª, veja se, ao empurrar o câmbio com a mão até a coroa maior, ela muda ou não. Se não mudar nem que a empurre, afrouxe o parafuso do câmbio marcado como L. Se, ao empurrar, ela mudar, tensione o cabo, girando o tensor do trocador direito para a frente.
26  Mais uma dica para quem morre de medo de se deparar com um pneu furado em uma trilha longe da “civilização”. Se o furo  não for grande demais, uma solução de emergência é grudar chiclete na câmera.
27 Nunca, nunca fique atrás de um cavalo solto no caminho. Mantenha uma distância que permita a você uma margem de manobra.
28 Se é daqueles que leva uma garrafinha dágua na caramanhola, não esqueça de retirá-la quando for consertar um pneu furado e tiver de virar a bike de ponta cabeça. Caso contrário, poderá ficar sem o precioso líquido.
29 Na chuva, os cuidados e a atenção devem ser redobrados. Comece a frear com certa antecedência e mantenha distância de carros e outras bikes, já que o chão liso ou com poças d´água são um convite a derrapagens e colisões. Aumente o raio das curvas, especialmente se o terreno está liso.
30 Se a ideia é pedalar em um terreno mais acidentado ou em um aonde vai encontrar um número considerável de pedras soltas, equipe a sua magrela com um pneu traseiro com cravos grandes. O seu desempenho será melhor. Em terrenos planos e pouco arenosos, prefira pneus mais lisos.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 2

11 A bike freia e muda de marcha como se estivesse nova, mas faz um ruído constante na corrente. Se tiver um pouco de lubrificante, bastam alguma gotas na corrente para que fique mais suave.

Mais dicas...
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12 Se a corrente sair da catraca maior para fora (lado do pedal), gire meia volta o parafuso marcado com um Hi no câmbio dianteiro. Se a corrente cair da catraca menor para o lado do quadro, gire o parafuso Lo meia volta no sentido horário.
13 Se sente que a caixa de direção tem uma pequena folga, é hora de fazer um ajuste.Solte os parafusos do avanço de guidão o suficiente para que eles girem sem que faça esforço. Aperte um quarto de volta o parafuso localizado no meio da tampa sobre o avanço. Vá apertando aos poucos, um quarto de volta por vez. Alinhe o guidão ao eixo da roda. Aperte os parafusos do avanço. Com a bike entre as pernas, acione o freio dianteiro e chacoalhe-a para a frente e para trás. Se ouvir um clique ou a caixa de direção se mexer, é preciso apertar mais. Repita o procedimento, tomando cuidado para não espanar o parafuso.
14 Pneu furado. Você é do tipo que deixa os desmontáveis em casa? Você pode usar as chaves de roda para tirar o pneu da roda. Mas cuidado para não danificar o aro.
15 E se tiver esquecidos os remendos? Há muitas soluções, mas uma dica que nunca falha é colocar em uma das revisões completas ou ao trocar os pneus um par de remendos na parte interna do pneu, entre ele e a câmera. Na hora da emergência, isso é um verdadeiro tesouro.
16 Você desceu da bike várias vezes e, em algum dos momentos em que tirou a mochila, perdeu a boca da mochila de hidratação e, agora, a água está vazando. Sopre para que o líquido entre na bexiga. Como solução de emergência, use algum objeto cônico (pode ser um ramo ou papel enrolado) e encaixe no extremo do tubo.
17 Os insetos podem amargar o seu passeio. Se uma vespa o picar, faça um pouco de barro com a água da mochila e aplique sobre a picada.
18 Cruzar um córrego ou rio até tem a sua diversão, mas já cansou de passar por eles e de a água entrar na sapatilha pelas ranhuras onde elas se fixam nos pedais clip. Ao voltar para casa, passe silicone e as sapatilhas ficarão impermeáveis, ao menos nessa área.
19 Se está apenas na metade do percurso e o canote não para de mexer por mais que tenha apertado o parafuso, uma lata de alumínio de qualquer refrigerante pode solucionar o problema. Corte uma pequena tira da lata até que molde uma lâmina fina que seja quase todo o diâmetro do canote e coloque-a sobressaindo pela parte superior do quadro. Isso fará com que ele se ajuste
e poderá chegar ao seu destino.
20 Depois de uma descida, você se dá conta que seus antebraços não “aguentam mais”. Uma boa maneira de evitar que isso ocorra é levar os manetes do freio relativamente desapertados ou perto do guidão, o que fará o esforço de manter o guidão e frear ao mesmo tempo mais suportável.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

50 dicas para você virar um biker expert

Fazer uma viagem ou uma trilha de mountain bike exige conhecimentos mínimos de mecânica para que consiga se livrar dos percalços que aparecem no caminho. Confira as 10 primeiras dicas.
1. Procure não pedalar sozinho. Se o fizer, avise parentes ou amigos sobre o percurso que vai fazer. Seja realista sobre o seu condicionamento físico e informe-se sobre o tempo. Lembre-se  de que, no verão, as temperaturas são altas e que deve-se evitar a prática de atividade física nos horários em que o sol está a pino.

Mais 10 dicas para você virar um biker expert
Mais 10 dicas para você virar um biker expert

2. Outro detalhe importante é ficar atento às condições climáticas e quantas horas vai gastar no passeio, para que não seja pego de surpresa no meio do caminho por uma forte chuva ou pela escuridão. Dê preferência por pedalar pela manhã, pois o desgaste será menor e terá mais tempo para voltar no caso de um imprevisto.
3. Procure ser amigável com todos, não economize um “bom-dia” e sempre que encontrar alguém seja gentil, pois nunca se sabe quando irá precisar de ajuda. Mesmo pedalando em estradas de terra, siga os princípios básicos de como andar de bicicleta: trafegue pela direita, respeite os cruzamentos e pedestres, obedeça a sinalização e, mais do que nunca, leve todo o lixo produzido no passeio de volta para casa. Deixe apenas as suas pegadas e guarde somente lembranças ou imagens do local.
4. Carregue sempre com você uma garrafa com água ou bebida energética e algo para fazer um lanche, como uma barrinha de cereais, gel de carboidratos, frutas secas ou passas. Leve, também, um kit básico com ferramentas, uma câmera reserva, bomba de ar, remendo etc. Não esqueça: dinheiro, documentos e celular, indispensável para quem curte pedalar.
5. Revise a bike periodicamente, especialmente antes de sair de casa para fazer um passeio ou viagem. Verifique a pressão dos pneus e o estado do câmbio, dos freios e dos pneus. O principal? Os parafusos dos passadores, do selim e do canote.
6 Praticamente todos os problemas têm solução, desde que você tenha se preparado para enfrentá-los. Às vezes, na pressa, acabamos por não cumprir os requisitos prévios mínimos e as complicações começam no meio do caminho, por exemplo, uma das sapatas de freio que roça no aro. A solução é simples: no próprio freio, encontrará um minúsculo parafuso na parte lateral.
Aperte-o meia volta (girando no sentido horário) e a sapata se separará do aro.
7. Se perceber que a bike está instável e que está difícil rodar, provavelmente é porque a pressão dos pneus está baixa. Pare imediatamente e os encha. A pressão deve ser de, no mínimo, 2.0 BAR (para pessoas mais leves pode ser um pouco menos, mas nunca abaixo de 1.8 BAR).
8 Você chega à primeira descida de seu passeio e nota que a bike não freia como antes, ainda que faça força no manete do freio. Uma das razões mais prováveis é que as sapatas – no caso do freio V-Brake – ou as pastilhas – no caso do freio a disco – estão desgastadas. Se a superfície de contato com o aro estiver irregular, pegue uma lixa ou lima e desbaste as arestas.
9. As marchas não param de raspar durante a troca! Regra nº 1: quanto mais tempo pedalar com o câmbio desajustado, mais difícil será ajustá-lo de novo. Regra nº 2: ponha o câmbio traseiro com a corrente engrenada na catraca menor. Esse será o ponto de partida. Regra nº 3: não encoste nos parafusos do câmbio se não souber para que eles servem. Você pode piorar as coisas. Se o problema for um pequeno desajuste, provavelmente é a tensão do cabo. Levante a roda traseira, gire o pedal com as mãos e acione o câmbio para que a corrente suba à catraca maior. Se não subir, falta tensão no cabo. Gire o ajuste no sentido anti-horário (um quarto de volta) para esticar o cabo.. Se continuar não subindo, gire mais um quarto de volta. Se o problema se mantiver inalterado, volte o regulador e dê mais tensão ao cabo, soltando o parafuso de fixação ao lado do câmbio.
10. Se, ao contrário, eles não baixam, suba a corrente até a catraca maior e gire o tensor correspondente um quarto de volta, desta vez, no sentido horário.
Por Julio Vicioso, http://sportlife.terra.com.br/

Domingo tem Enduro do Batalhão. E você? Está preparado?

Para participar de um enduro de regularidade, principalmente quando é concorrido como o Enduro do Batalhão, que é considerado o maior enduro de bikes do Brasil, você deve ficar ligado em alguns pontos importantes. Fica a dica também para você aproveitar as promoções dos patrocinadores oficiais do enduro.

Cemil Soy

A Cemil, patrocinadora principal da Copa, mantém em seu portfolio de produtos o suco Cemil Soy. É um produto a base de soja, nas versões tradicionais e ligths: Original, Maça, Uva, Laranja, Pêssego e Maracujá.

Cemil Soy
Cemil Soy

A soja é o único legume considerado uma proteína completa, rica em proteínas e fibras. É fonte de minerais como: ferro, potássio, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B, indicada para os praticantes de esportes, além disso é a única alternativa para as pessoas com intolerância à lactose e ajuda a melhorar o nível de colesterol .
E claro, mais uma vez teremos a possibilidade de degustar o Cemil Soy no Enduro do Batalhão.
Seus benefícios reduzir o risco de inúmeras doenças tais como:

  • Câncer de esôfago
  • Câncer de pulmão
  • Câncer de próstata
  • Câncer de mama
  • Câncer de cólon retal
  • Doenças cardiovasculares
  • Osteoporose,
  • Diabetes,
  • Mal de Alzheimer
  • Sintomas da menopausa

Hidratação e repositores energéticos

Um fator essencial para que você consiga fazer um bom enduro, é que você esteja bem hidratado e não perca sua energia durante a prova. Por experiência própria, quanto mais cansado você tiver, menos você estará concentrado e mais irritado.
Pensando nisso, a NUTRY SUPLEMENTOS preparou alguns produtos essenciais para que você complete bem o enduro. Passando lá na NUTRY, você também poderá pegar algumas dicas com os profissionais. Se não bastasse isso, eles resolveram entrar com tudo no enduro. Os profissionais da Nutry estarão no Congresso Técnico e durante a prova comercializando os produtos e tirando as suas dúvidas.
Além destas promoções, comprando qualquer produto da linha Nutrilatina AGE na NUTRY SUPLEMENTOS, você concorre a uma bike.

Equipamentos

Outro fator essencial, é que você esteja com a bike em dia, equipado com um ciclo computador (cateye), Road book, capacete e materiais de segurança como luva. Uma camisa com bolsos também é essencial para que você consiga levar materiais de uso durante a prova. Na BAND BIKE, você pode revisar a sua bike com um preço super especial e mecânicos experientes e é a única da região autorizada ROCK SHOX, AVID E TRUVATIV.
No domingo, a BAND BIKE estará oferecendo um Neutral Service, que foi a novidade em 2010 nas maiores provas de Cross Country e Maratona. Lá você poderá ajustar a sua bike e ainda comprar produtos.
Além disso, o Celinho preparou algumas ofertas especiais:

  • Velocímetro Cateye Velo 5 de R$53,90 por R$49,90
  • Capacete High One MV 18 M de R$49,90 por R$ 42,90
  • Mochila de Hidratação Northpak Artic por de R$ 118,00 por R$ 109,90
  • Camisa Equipe Caloi Extra de R$ 49,90 por R$ 39,90
  • Bomba de Ar GTS de R$ 22,90 por R$ 18,90
  • Luva Proshock Claw (dedo longo) de R$ 62,00 por R$ 47,90
  • Kit Remendo UNIUM de R$ 9,00 por R$ 5,90

Se não bastasse isso, tem mais promoção. A partir de segunda-feira, você que aparecer lá na Band Bike com a plaquinha do enduro, você poderá agendar uma revisão com produtos de primeira linha com um valor super especial.
Sugerimos também que você prestigie os demais patrocinadores que são eles:

Sinceramente, existe um motivo plausível para a raspar as penas?

Excelente artigo que aborda este tema bastante discutido entre atletas. Vale a leitura.
Por Wagner Araújo – Mundotri
Quando comecei no triathlon, há pouco mais de 3 anos, eu jamais cogitava a hipótese de raspar as pernas. Passado alguns meses e provas, me sentia um troglodita no meio das provas. Praticamente todo mundo corria com as pernas raspadas e isso parecia ser um certo código de conduta entre triatletas e ciclistas.
Confira o restante da matéria no Mundotri.

Que tamanho de pedivela devo usar?

Na minha opinião o ciclismo é um dos esportes que mais recebe influencia do equipamento. E são muitos fatores a considerar, tamanho da bicicleta, roda escolhida, pneu, calibragem do pneu, relação, peso da bike…Um equipamento que tem gerado infinitas discussões é a influência do tamanho do pedivela sobre a performance no ciclismo em todas as suas modalidades.
O que traz tanta atenção aos pedivelas talvez seja o fato de o pedivela ser o componente mecânico para transferir a força gerada pelos músculos durante a pedalada. Muitos modelos matemáticos tem sido propostos para tentar determinar o comprimento ideal de pedivela para o ciclista.

Um pedivela menor parece ser melhor para o desempenho para algumas provas de ciclismo como o contra-relógio

Um pedivela menor parece ser melhor para o desempenho para algumas provas de ciclismo como o contra-relógio

Nesse artigo pretendo expor minha opinião e reunir informações preciosas para que o ciclista possa escolher o pedivela ideal e melhorar seus resultados no contra-relógio, nas provas de criterium (antes chamadas de australianas) e nas provas de pista. Tentarei discutir as considerações do ponto de vista biomecânico sem considerar fatores como o condicionamento físico, tipo de fibra muscular altura do ciclista.
Muitos estudos tem sido feitos olhando diversos aspectos do pedivela: dados antropométricos e comprimento do pedivela, comprimento do pedivela e economia de movimento, comprimento do pedivela e produção de potência máxima, tamanho do pedivela e sua influência na bicicleta, influência do pedivela na cadência adotada.
Uma revisão publicada recentemente reuniu os artigos mais relevantes sobre o assunto e deu o seu veredito: não existe ainda uma fórmula definitiva para o cálculo do tamanho do pedivela e a escolha do tamanho do pedivela depende da modalidade escolhida (MTB, provas de pista, criterium, provas longas….). O autor do trabalho sugere que são necessários mais estudos para esclarecer o assunto.
Então estamos perdidos?
Não, não é isso. Apesar dos estudos não serem totalmente conclusivos podemos observar algumas coisas:
Tamanho do pedivela e cadência: Parece haver uma relação inversa entre o tamanho do pedivela e a cadência produzida durante a pedalada. Em outras palavras, quanto maior o tamanho do pedivela, menor a cadência gerada, ou quanto menor o pedivela maior a cadência produzida pelo ciclistas.
Tamanho do pedivela e vantagem mecânica: É muito comum relatos de mountain bikers e contra-relogistas que usam pedivelas grandes. Miguel Indurain era famoso por usar pedivelas de 180mm nos contra-relógios e etapas de montanha. E de fato um pedivela maior confere uma alavanca de força maior e como consequência uma maior produção de força se não considerarmos as alterações de posicionamento decorrentes da mudança do tamanho do braço da pedivela.
Aumentar o tamanho do pedivela em 2,5mm implica em diminuir o seu selim em 2,5mm para manter o mesmo ângulo de extensão do joelho. Mas com isso surgem algumas considerações: (1) o eixo do pedal está agora 5mm mais próximo do seu tronco (2,5mm por abaixar a altura do selim e 2,5mm pelo pedivela mais comprido no topo da pedalada) e (2) para cada incremento no tamanho do pedivela você incrementa em dobro a extensão do joelho o que fazer com que o joelho trabalhe em ângulos mais extremos podendo acarretar em uma lesão e com uma amplitude maior de movimento pode fazer com que os músculos da perna trabalhem fora da zona de comprimento ótimo de produção de força.
Nossos músculos trabalham numa relação ótima de comprimento e tensão para a produção de força. Quando estão muito alongados ou muito contraídos têm sua produção de força máxima prejudicada.  Esse mecanismo ilustra porque, por exemplo, conseguimos levantar mais carga no movimento de meio agachamento do que num agachamento completo.
No contra-relógio a aerodinâmica é muito importante para o resultado final da prova. Na busca por maximizar os ganhos aerodinâmicos muitos ciclistas adotam posições muito agressivas e com isso sacrificam sua produção de força. Ao baixar a frente da bicicleta para ficar mais aerodinâmico o ciclista pode posicionar-se de maneira a tirar os seus músculos da zona ótima de comprimento e tensão para a produção de força.
Provas de pista ou de criterium são mais parecidos com os contra-relógios do que com as provas de estrada. Segurando na parte de baixo do guidão e pedalando forte para aguentar as muitas fugas faz com que o ciclista adote uma posição similar do que no contra-relógio, só que sem o clip.
No bike fitting, um ângulo muito importante de ser determinado é o “acute hip angle” ou o ângulo formado entre sua coxa e o tronco (trocanter maior, centro do joelho e acrômio) quando o pedal encontra-se no ponto mais próximo do seu tronco. Dependendo das suas características físicas (tamanho do fêmur, tíbia e relação pernas/tronco) esse ângulo estará entre 46 e 52º. Nessas provas aumentar o pedivela pode representar uma diminuição desse ângulo e para que ele seja mantido seria necessário subir a frente da bicicleta o que traria perdas consideráveis na aerodinâmica para essas provas.
Outro ponto que vale considerar é que as cadências médias nas provas de contra-relógio, criterium e pista tem aumentado ao longo dos anos. Desde 1960, todos os recordes da hora (muito disputados no Vigorelli no pássado) foram quebrados com cadências acima de 100rpm (cadência alta).
Conversei (por email) no ano passado com Jöel Steve, técnico da equipe de ciclismo francesa Agritubel (que conseguiu manter a camisa amarela no Tour de France por duas etapas em 2009) ele afirmou que “se eu não puder testar o atleta para recomendar o pedivela ideal. Sempre irei recomendar 170 ou 172,5 ao invés de 175mm”.
Então se você achava que o pedivela de sua bicicleta de contra-relógio ou de pista seria maior do que o da sua bike de estrada, talvez esteja errado. Considere o uso de pedivelas menores que favoreceriam a manutenção de cadências mais elevadas o que parece ser fundamental para o sucesso nessas provas.
Bons treinos!
Referências:
Crank arm length for tri
Influence of crank length on cycle ergometry performanc of well-trained female cross-country mountain bike athletes
Leia mais: http://espiritooutdoor.com/?p=1251#ixzz19VJll1Tc