J.J Abrams confirma novo filme sobre Lance Armstrong

J.J. Abrams
J.J. Abrams

O longa está baseado no livro Ciclo de Mentiras: A queda de Lance Armstrong.
J.J. Abrams, o co-criador, roteirista, produtor executivo e diretor da série LOST, dentre outras séries e filmes, confirmou a realização de um filme biográfico sobre Lance Armstrong, o polêmico ex-campeão do Tour da França, que confessou uso de substâncias ilegais para melhorar seu desempenho.
Segundo o cineasta americano, o filme se chamará Cycle of Lies: The Fall of Lance Armstrong – Ciclo de mentiras: A queda de Lance Armstrong – e será uma produção conjunta entre Bad Robot, a companhia de Abrams e Bryan Burk, e os estúdios Paramount Pictures.
O roteiro será baseado no livro de mesmo nome da jornalista do New York Times, Juliet Marcur, que deve chegar ao mercado em junho deste ano.
Sobre a trama, J.J. adiantou extra-oficialmente que será centrado nos truques, mentiras e artimanhas recorridos por Armstrong para melhorar seu desempenho esportivo e virar um dos melhores ciclistas do mundo. Também incluirá sua entrevista concedida à apresentadora Oprah Winfrey, para quem reconheceu ter utilizado transfusões de sangue, eritropoietina e testosterona, para ganhar suas corridas.
Apesar do anúncio, Cycle of Lies: The Fall of Lance Armstrong ainda não tem data para início das filmagens, como também não tem uma possível data de estreia, ou ator protagonista.

Marcelo Cândido e Isabella Lacerda foram os campeões do 18º Intercity de Onça de Pitangui 2013

Pódio Elite Masculino
Pódio Elite Masculino

Neste domingo (27/01) aconteceu o 18º Intercity de Onça de Pitangui, MG, a primeira prova do ano de 2013 do mountain bike mineiro. A prova reuniu cerca de 398 atletas em uma das mais belas paisagens de Minas Gerais.
O formato da prova foi maratona em um circuito de apenas 28 km, visto que foi necessário alterar o percurso que estava estabelecido, devido às constantes chuvas, fato que colocaria em risco a integridade dos participantes. Foi uma prova rápida. O campeão Marcelo Cândido (LM / Shimano) completou o percurso em 01h01min.
Atletas de varias cidade de Minas lotaram a cidade de Onça do Pitangui, bela cidade por sinal. Nem a chuva deste final de semana desanimou os atletas, a largada foi com uma subida na serra de Santa Cruz até a antena, depois vieram as descidas em alguns ponto com barro.
Pódio Elite Feminino
Pódio Elite Feminino

Entre as mulheres, quem venceu foi a itaunense Isabella Lacerda (LM / Shimano). Logo após a prova foi servido o tradicional almoço para os participantes.
Silvinho fez o seguinte comentário sobre a sua prova. “Mesmo iniciando a temporada, não estava 100%, e com pneu furado e esvaziando, consegui ir levando, parando e enchendo até completar a prova. Só tenho a agradecer a DEUS por tantas bênçãos, pois estava molhado e com facilidade de se machucar, porque o pneu traseiro não estava firmando no aro. São problemas que todos nós atletas passamos e isso é normal em competições. Espero poder colher bastante resultados nesta temporada que se inicia. Parabéns à todos os atletas que participaram da prova. Agora a próxima será em ITU-SP dia 3 de Fevereiro, GP Ravelli, vamos com muita força e garra!
Quero agradecer meu Patrocinador, a CEMIL (BEBA SAÚDE.BEBA CEMIL), que confia em meu trabalho. Agradeço também meus apoios: Star Bike, Bike Fit, Medley Escola de Natação, Academia Lúcia Queiroz, Noispedala e OCE.”
Confira os resultados completos da prova.
Parabéns ao organizadores da prova, André Moisés e Marcelo Oliveira pelo empenho e dedicação, e também a todos os apoiadores e patrocinadores do evento. 

Top 5 Elite Masculino

  1. MARCELO CANDIDO
  2. UIRA RIBEIRO
  3. GUSTAVO RICARDO
  4. GERALDO RODRIGUES
  5. JUNIO ALVES

Top 5 Elite Feminino

  1.  ISABELLA LACERDA
  2.  LIEGE WALTER
  3. ERIKA  GRAMISCELLI
  4. ANA PAULA SILVA
  5. PRISCILA BENICIO

Resultados dos patenses:

  • Júnio Alves Vieira (Cemil) – Quinto na Elite Masculino
  • Ana Paula Silva Mendes – Quarto na Elite Feminino
  • Felipe Oliveira de Carvalho (Estofamento Santo Antônio Star Bike) – Sexto na Júnior
  • Marco Túlio Ferreira Silva – Décimo primeiro na Sub 23
  • Edimar Modesto de Freitas – Sétimo na Sub 30
  • Robson Marques de Souza – Décimo primeiro na Sub 30
  • Adão Mendes Braga – Vigésimo na Sub 35
  • Sílvio Otávio Neves Amorim (Cemil) – Sexto na Sub 40

Créditos das fotos: Diney Cachorro louco
Com informações do Lapa Bike .

Diário de Bordo: Trilha Verde da Maria Fumaça, Curvelo a Diamantina 2013

Curvelo – Diamantina, 17 a 20 de janeiro de 2013.
Por Ismar Júnior.

1ºDia: Curvelo – Monjolo

Antiga Estação de Curvelo. Aproximadamente 80 bikers.
Antiga Estação de Curvelo. Aproximadamente 80 bikers.

Nossa aventura começa em Curvelo, são sete e meia da manha estamos no café da manha do hotel, a noite foi curta chegamos em Curvelo as três da madrugada, acho que poucos conseguiram dormir uma mistura de ansiedade com adrenalina, mas a turma esta eufórica, somos treze componentes: Luciano, Celinho, Giovane, Flavio, Henrique, Cassio, Lucio, Elisander, Wandinho, Matheus, Olemar, Kenzo e eu; oito horas hora de ir para a largada,
Antiga estação de Curvelo tropa reunida aproximadamente 80 bikers, pose para foto oficial e partimos antes de pegar a terra uma parada frente à catedral para uma tradicional benção, todas as bikes lado a lado e lá vem o novato por ultimo, eu, a sapatilha nova travada no pedal e mico geral tombaço na frente da galera, mas foi bom pra quebrar o gelo.
Que Deus nos proporcione muitas alegrias nesses quatro dias.
Que Deus nos proporcione muitas alegrias nesses quatro dias.

Partimos, pegamos a lateral da rodovia e uma pequena parada antes de entrar na terra, logo nos primeiros kms uma subidinha anunciava o que vinha a frente, 70km de subidas e decidas em uma estrada de cascalho, primeiro pit stop, organização impecável, suco, agua, frutas, sanduiche e muito bom humor tudo era festa.
Partimos novamente mais um trecho de pequenas subidas chega a ponte sobre o rio das velhas, grande e de aguas escuras, a chuva dava sinais de que estava chegando.
Então o segundo pit stop, eu já estava exausto, agua, fruta pra recuperar, tiramos uma foto em uma capela e bora pro que seria o desafio do dia, o “kaquente” uma subida de aprox. 3 km que fazia marmanjo deitar no chão de câimbra.
O temido Kaquente.
O temido Kaquente.

Eu confesso subi uma boa parte empurrando a bike, Celinho tinha me alertado que ainda tínhamos 3 dias de pedal e não era pra travar no primeiro, mas após 600m subi na bike e vamo que vamo, só que o fim do morro não chegava… puts …no alto o grupo se reuniu e vamos finalizar o dia chegando em monjolo, mas o cansaço fazia monjolo ficar a cada curva mais longe, mas em fim em Monjolo, a chegada em um bar a beira do rio onde a galera literalmente tirou o barro da cara, depois um rango que tava pra la de bom, mas tbem com a fome que a galera tava, ate arroz puro era banquete, depois de umas cervejas pra comemorar o primeiro dia e hora de arrumar a cama pra recuperar as energias, lavar e lubrificar a bike. o dormitório era uma escola estadual, o banheiro era um caso a parte (1 banheiro/ 74 homens).
Clique aqui e confira as fotos do primeiro dia.

2º Dia: Monjolo – Conselheiro Mata

Olha só o sorriso da garotada. Pontilhão sobre o Rio Pardinho.
Olha só o sorriso da garotada. Pontilhão sobre o Rio Pardinho.

Amanhece e vamos pro café da manha, muito bom por sinal, malas e colchoes no caminhão, equipamento pronto, bikes enfileiradas para partida e ai eu tomei outro tombaço na frente da galera, tava virando ate piada, mas logo em seguida meu parceiro Henrique me superou com um capote espetacular na escada da estação.. kkkkk… só gozação, partimos para o segundo dia, aprox 30km que o Luciano tava doido pra aumentar, já na saída da cidade uma ponte de ferro por onde passava a Maria Fumaça, pausa para fotos e pegamos uma estradinha maravilhosa sombreada por arvores, pedalando e batendo papo, muito bom mas ia durar pouco.
Oh o gatinho...
Oh o gatinho…

Logo a frente o Luciano mudou o trajeto e pegamos uma trilha fora da estrada….casca grossa…eu tomei mais uns quatro capotes mas isso já era esperado, uma descida bacana onde o Luciano filmou o Cassio descer no “pau” uma subida pra esquentar e voltamos a trajeto normal do passeio, primeiro pit stop em uma cidadezinha “roteador”, fruta, agua e pedal novamente, foi ai que o Luciano achou um prego usados nos trilhos da Maria Fumaça, um suvenir e tanto que depois todos tbem achariam, bela recordação, encontramos ao lado da estrada uma formação rochosa com uma vista top, Luciano subiu pra fotografar eu e o Flavio subimos atrás, na descida meu cumpadre ganha a primeira cicatriz na perna em um abacaxi do mato, parecia uma unhada, um muito suspeito..kkkk….
Sente só essa fenda.
Sente só essa fenda.

A frente uma placa que indicava diamantina e nova pausa para fotos, após o segundo pit stop pegamos o caminho original da Maria Fumaça e nos separamos novamente do grupo, mas logo a frente descobrimos que o caminho estava totalmente bloqueado pela vegetação, tivemos que voltar, próxima parada “conselheiro mata”.
Chegamos direto no bar do kussu um flamenguista fanático, cerveja pra brindar mais um dia e um almoço top, comida mineira da melhor qualidade.
Cachoeira do Telesforo, o paraíso.
Cachoeira do Telesforo, o paraíso.

Pouco depois a organização chamando pra um passeio em uma cachoeira, subiu a galera em cima do caminhão e bora lá, eu nunca vi um lugar tao bonito em toda minha vida, pra todo lado que vc olhava dava um cartão postal, uma cachoeira de pedras claras que desaguava em um rio margeado por areia branca e fina como praia em meio a morros de pedra….puts inigualável….banho de cachoeira, mais cerveja e muita gozação, ao caminhão novamente pois a chuva se aproximava, e a galera foi no caminhão cantando e fazendo a maior farra.. …muito bom.
O Kussú
O Kussú

Na hora de dormir a casa era pequena e teríamos que dormir em barracas debaixo de chuva, então eu e o Flavio foi dar uma volta na cidadezinha, então perguntei a um morador sobre uma pousada, chegando la já estava a noite, batemos e fomos recebidos por Fernando dono da pousada, ele tinha um chalé que estava em obras e por isso estava sem luz, mas insistimos e a luz de velas foi ver o chalé, que ate sem luz era melhor que a barraca, um banheiro limpo, cama em vez de colchonete, não tem preço, e não tem mesmo r$10,00/pessoa e muito barato. a noite viola, cerveja e muito mico pra contar no outro dia.
Confira as fotos do segundo dia.

3º Dia: Conselheiro Mata – Barão de Guaicuí

Gatinho onboard. Miaaaaaau.
Gatinho onboard. Miaaaaaau.

Bem mais descansados e entrosados partimos para o terceiro dia que prometia ser o mais top e foi, saímos da cidade direto em uma trilha foi ai que o Cassio protagonizou com o Luciano um dos tombos mais engraçados da viagem que esta registrado é logico. Mas a trilha já começava com um visual maravilhoso, primeiro obstáculo um vão com uns 4m de profundidade, tivemos que fazer uma corrente pra passar as bikes, a frente várias aberturas na montanha de pedra por onde passava a Maria Fumaça, que mais tarde fomos saber foram abertas a mão, a frente uma piscina de agua natural onde a galera se divertiu primeiro pit stop, bem diferente dos dias anteriores já não tinha sanduiche nem suco, mas nos viramos com bananas, laranjas e agua.
Eram muitos obstáculos.
Eram muitos obstáculos.

A frente um lugar que nos lembrava um pais escandinavo, um descampado cercado de rochedos enormes muito bonito, logo após uma ladeira de tirar o folego cortando as montanhas que chegava a um lugarejo onde o Celinho encontrou o irmão dele perdido há muitos anos… kkk… a simplicidade da moradia impressionou a todos, a geladeira era um armário, a carne secava acima do fogão, mas bora que ainda tinha muita dificuldade pela frente, uma ponte sem piso era o próximo obstáculo, caminhar sobre uma barra estreita de aprox 30 cm de largura carregando a bike, teve gente que afinou,
Quanto menor a casinha, mais sincero é o bom dia.
Quanto menor a casinha, mais sincero é o bom dia.

Mais pedal, mais visual e chegamos a um rio atravessar carregando a bike acima da cabeça e agua na cintura, e como era de praxe do nosso grupo vamos curtir a agua, afinal nos viemos pra aproveitar sem se preocupar com tempo, éramos sempre os últimos a chegar aos pontos de apoio e parada, a famosa galera do fundão, seguindo em frente um paredão de pedras, so escalando com a bike nas costas, encontramos um casal retardatário cuja esposa estava naqueles dias e começando a passar mal, mas nossa equipe tem ate ginecologista..ahhhh não esperavam por isso…kkk….demos uma força e bora, outra brecha aberta na montanha so que esta  estava  cheia d’água a ai outro tombão meu….foda…e o Luciano só gravando.
Tem que ter coragem!
Tem que ter coragem!

Um trecho de trilha outra ponte improvisada de madeira e o arregao se mostrava novamente…mas não conto o nome…a frente fomos alcançados pela esposa daquele casal o pneu deles estava furado, ai mais uma vez nosso amigo Celinho pau pra toda obra correu com seu Camelback multiferramentas pra ajudar, logo pediram uma bomba de encher pneu, me prontifiquei a levar.
No meio do caminho a bomba caiu e….outro tombaço, o maior de todos, o guidão na costela me tirou o folego, mas nada que uma boa piada não curasse rápido…quase matei o amigo Lucio de susto.
Mais um pedaço do paraíso.
Mais um pedaço do paraíso.

Chegamos em “Barão de Guaicuí…” o nome do lugar e difícil pra caramba, mas a essa altura eu tinha sido nomeado rp da turma e minha obrigação era arrumar um lugar pra dormir e tomar banho, la vai, cheguei a uma casa simples, bati, um senhor simpático atendeu, perguntei: o senhor teria um quarto para alugar para 8 amigos do passeio ciclístico, ele prontamente me convidou a entrar e me mostrou as acomodações, nota 10, o preço muito mais caro R$15,00/pessoa….barato demais, ai veio a maior surpresa, ao perguntar o nome dele, ele me respondeu “Ismar”, puta coincidência, qd falei que o  meu tbem era foi a senha pra uma nova amizade o kra me deu um abraço e ficou super feliz, chamei a galera e nós literalmente invadimos a casa do xará, nem acreditavam que teríamos banheiro privativo, banho quente e cama..
Esse pontilhão ninguém tem coragem de passar por ele. Melhor escalar.
Esse pontilhão ninguém tem coragem de passar por ele. Melhor escalar.

Puts como as coisas simples tinham muita importância a essa altura, foi então que o xará me mostrou a maior riqueza da casa, o rio passava no fundo do seu quintal formando uma piscina natural de pedras com uma praia de cascalho. Muito top…eu, Lucio e Luciano dispensamos o banho quente e caímos no rio, ate lavei roupa…kkk.
Mais tarde no bar onde era o apoio do passeio assistimos uma palestra sensacional do Alex Santos (ONG – Caminhos da Serra) um kra idealista super bacana e apaixonado pela região que há dez anos luta para preservar o lugar  ajudar as comunidades, ele nos contou do projeto da ONG a qual ele dirige, que conseguiu do governo o controle da trilha onde passava a Maria Fumaça….muita historia…papo pra noite inteira se deixar….prosa de mineiro do interior.
Mas eu ainda sentindo dores dos tombos, comi e rachei fora pra durmir numa cama de viúva com meu cumpadre..mas nada de cochinha não…opa.
Confira as fotos do terceiro dia.

4º Dia: Barão de Guaicuí – Diamantina

Bom dia Barão de Guaicuí.
Bom dia Barão de Guaicuí.

Amanheceu um pé d’água fugido, ninguém queria sair de dentro da casa, mas eis que aparece o Flavio com uma capa de chuva dos pes a cabeça que sua patroa colocou na mala, a essa altura os lances na capa já estavam em R$100,00
Sbimos para o ponto de apoio preparados para sair, antes disso hora de pagar o Ismar.ele não queria receber tivemos que deixar o dinheiro em cima da mesa….o kra e muito gente boa mesmo.
A igreja de Barão de Guaicuí
A igreja de Barão de Guaicuí

A chuva então para completamente e o preço da capa cai como papel de bolsa em dia de pregão..kkkk….saímos….parada na porta da igreja para ultima foto…e bora…só subida ate diamantina, mas antes, o rio estava muito cheio e com correnteza ultimo desafio, alguns do grupo não sabiam nadar, mas a essa altura a turma já estava super unida e transpomos com tranquilidade, subiríamos ate 1400m, segundo informações a maior altitude que um trem já subiu no pais, mas a subida foi tranquila a essa altura as pernas já estavam acostumas a trabalhar muito, subida meio melancólica por saber que o passeio ia deixar muita saudade
Chegamos galera! Até 2014.
Chegamos galera! Até 2014.

Depois de 11 km de subida primeira vez que vimos asfalto depois de 4 dias, mas só atravessamos e terra novamente, uma estrada com uma vista do alto da serra maravilhosa, uma descida ate diamantina onde já na entrada a corrente do Lucio arrebenta, o Celinho arrumou tão rápido que a galera ate assustou, mas já estávamos extasiados pela sensação de missão cumprida e  pela certeza de que fizemos uma amizade que se deus quiser vai durar muito.
Confira as fotos do quarto dia.
Brigadu meu Deus….
Que lindu……

Confira a bela Edição do Luciano Pit Stop. É de pirar.

Alex Diniz vence terceira etapa do Tour de San Luiz, na Argentina

Alex Diniz cruza a linha de chegada isolado Crédito: Bettini Photo
Alex Diniz cruza a linha de chegada isolado
Crédito: Bettini Photo

O Brasil subiu no lugar mais alto do pódio durante a terceira etapa do Tour de San Luis, que esta sendo disputado na Argentina, entre os dias 20 e 27 de janeiro. A primeira colocação veio com o ciclista Alex Diniz, que defende a equipe Funvic, completando o percurso de 173,1km em 4h29min36s.
– Foi a vitória mais emocionante da minha vida. O percurso era bastante difícil desde o inicio, mas eu estava me sentindo muito bem. É uma vitória muito importante para minha carreira e para minha equipe, jamais esquecerei esse momento – declarou Diniz após cruzar a linha de chegada.
Com a vitória Alex Diniz também se tornou o novo líder geral da competição, assumindo a primeira colocação com uma vantagem de 24 segundos sobre o italiano Mauro Santambrogio (Vini Fantini-Selle Itália), segundo colocado.
O Tour de San Luis 2013 terá sete etapas e esta reunindo as principais equipes do ciclismo mundial, com a presença de nomes como Alberto Contador, Mark Cavendish, entre outros grandes ciclistas. Nesta quinta-feira (24), os atletas vão competir uma prova contra o relógio de 19,2km, retornando as montanhas na sexta-feira (25), com uma prova de resistência de 169,8km.
Classificação da terceira etapa:
1 Alex Diniz (Bra) Funvic Brasilinvest 4:29:36
2 Mauro Santambrogio (Ita) Vini Fantini-Selle Italia 0:00:24
3 Michal Kwiatkowski (Pol) Omega Pharma-Quick Step
4 Bart De Clercq (Bel) Lotto Belisol 0:00:25
5 Tejay van Garderen (USA) BMC Racing Team
6 Jurgen Van Den Broeck (Bel) Lotto Belisol
7 Ricardo Diaz (Arg) San Luis Somos Todos 0:00:29
8 Diego Ulissi (Ita) Lampre-Merida 0:00:34
9 Miguel Angel Rubiano (Col) Androni Giocattoli
10 Andre Cardoso (Por) Caja Rural
Classificação geral após três etapas:
1 Alex Diniz (Bra) Funvic Brasilinvest 12:07:48
2 Mauro Santambrogio (Ita) Vini Fantini-Selle Italia 0:00:24
3 Michal Kwiatkowski (Pol) Omega Pharma-Quick Step
4 Jurgen Van Den Broeck (Bel) Lotto Belisol 0:00:25
5 Bart De Clercq (Bel) Lotto Belisol
6 Tejay van Garderen (USA) BMC Racing Team
7 Ricardo Diaz (Arg) San Luis Somos Todos 0:00:29
8 Miguel Angel Rubiano (Col) Androni Giocattoli 0:00:34
9 Andre Cardoso (Por) Caja Rural
10 Diego Ulissi (Ita) Lampre-Merida
Assista a chegada e a entrevista de Alex Diniz

Fonte: CBC

Exemplo de fair play: Corredor se recusa a vencer para ajudar líder

Um exemplo de fair play.
Um exemplo de fair play.

O importante é competir. A frase que já virou chavão foi levada ao pé da letra pelo espanhol Iván Fernández Anaya. No último dia 2, o corredor poderia ter saído vitorioso da prova de cross country de Burlada, em Navarra, mas ao ver o líder Abel Kiprop Mutai comemorar, equivocadamente, a vitória antes da linha de chegada, preferiu conduzir o queniano até o fim do percurso.
“Eu não mereça ganhar e fiz o que tinha que fazer. Ele me impôs uma distância que eu não poderia superar. Quando vi que parou, sabia que não iria ultrapassá-lo”, disse o espanhol de 24 anos, ao jornal El País, da Espanha.
A vitória significaria o bicampeonato do espanhol na prova, uma vez que ele já havia vencido a corrida no ano passado. No entanto, ele admitiu em seu blog, que o gesto repercutiu mais do que uma vitória.
“Nunca pude pensar que meu gesto com Mutai chegaria aonde está chegando. Estou em uma autêntica nuvem. São muitos comentários, entrevistas, reportagens. Queria agradecer por tudo que fizeram”, falou o corredor, que ainda descreveu o ocorrido.
“A 100 m do fim, vejo que Mutai começa a saudar o público e vai freando. As pessoas ali presentes, ao ver que eu chegava, gritam para ele, porém Mutai não entende nada. Eu não dava crédito, pois só via um arco de chegada. Quando cheguei até ele, coloquei a mão em suas costas e lhe disse que a meta estava mais adiante. Ele não me entende, logicamente, e decido ir com ele até a chegada”, escreveu.
Ao final da prova, o queniano nitidamente sem graça agradeceu o espanhol com um aperto de mão. Seu treinador, Martíz Fiz, também elogiou o gesto de seu pupilo, mas afirmou que não tomaria a mesma reação. “É um gesto que já não se faz, ou melhor, nunca fizeram. Foi muito bom”.
Fernández ressaltou, porém, que se o deslize do queniano, medalhista olímpico em Londres, acontecesse em uma prova de maior relevância, sua atitude poderia ser diferente. “Não havia nada em jogo, tampouco, muito dinheiro. Se houvesse uma medalha de mundial em disputa, acho que teria aproveitado para ganhar”, finalizou.

Assista ao vídeo:

Focus/OCE Racing Team fecha parceria com a SRM para a temporada de 2013

Em primeira mão o uniforme 2013 da equipe
Em primeira mão o uniforme 2013 da equipe

A FOCUS/OCE Racing Team promete brigar pelos títulos das principais provas do mountain bike brasileiro na próximo temporada.
Para isso, já conta com três dos pilotos mais fortes da modalidade no Brasil atualmente: Hugo Prado Neto, Lukas Kaufmann e Douglas Neto.
A seriedade do projeto acabou chamando a atenção de muitas marcas do setor e a equipe fechou uma parceria de peso para a próxima temporada. Em 2013, os atletas da FOCUS/OCE RACING TEAM correrão com os medidores de potência SRM.
Essa será a primera vez que uma equipe do mountain bike brasileiro terá o apoio da marca alemã, patrocinadora de muitas equipes PRO TOUR. A SRM é a pioneira em medidores de potência no mundo. Suas pesquisas datam desde 1969 e o primeiro time a utilizar seus medidores de potência no Tour foi a equipe de Bernard Hinault e Gred Lemond.
O sistema SRM tornou-se o mais utilizado pelos profissionais mais importantes do mundo como Mário Cippolini, Paolo Bettini, Erik Zabel, Nicole Cooke, Amber Neben, Cadel Evans, Mark Cavendish, Bradley Wiggins e muitos outros.
No Brasil, a OCE treina atletas utilizando medidores de potência desde 2000 e agora também é revendedora exclusiva SRM no País.
A OCE também é a empresa de consultoria esportiva brasileira com o maior número de atletas treinando com essa ferramenta. Um dos maiores benefícios de utilizar um medidor de potência é que os dados coletados possibilitam uma análise extremamente sofisticada dos treinamentos e da performance do atleta, permitindo que o pico de desempenho seja planejado de forma precisa.
Dessa forma, a FOCUS/OCE RACING TEAM chega ainda mais forte para disputar a temporada 2013. A equipe também está em negociação com uma jovem promessa do mountain bike brasileiro e anunciará em breve o quarto piloto que formará o time.

As principais frases da confissão de Lance Armstrong para Oprah Winfrey

Lance Armstrong confessa doping em entrevista
Lance Armstrong confessa doping em entrevista

Lance Armstrong confessou doping e reconheceu que toda a sua vida foi uma grande mentira.
Confira aqui as frases que chocam todos os que acreditaram no ex-ciclista.
“Na minha opinião, não teria sido possível ganhar por sete vezes o Tour sem recorrer a substâncias dopantes”.
“Dopar-me fazia parte do trabalho”.
“Tomei as minhas opções, o erro é meu”.
“O meu cocktail era EPO, transfusões sanguíneas e testosterona. Não tinha acesso a nada que os outros não tivessem”.
“No início da minha carreira, tomava cortisona, depois a geração EPO começou. Iniciei-me na EPO em meados dos anos 90”.
“Não vou dizer o nome de ninguém. Eram 200 ciclistas (no pelotão do Tour de France), haveria certamente alguns que não se dopavam”.
“Porquê agora? Essa é a melhor pergunta, a mais lógica. Não tenho uma boa resposta. É demasiado tarde (para admitir ter-me dopado), provavelmente para a grande maioria das pessoas, e a culpa é minha. Esta situação é uma grande mentira, que repeti inúmeras vezes”.
“Estava habituado a controlar tudo na minha vida, especialmente no que toca ao esporte. Agora a história é tão má, tão tóxica, e grande parte é verdade”.
“Era uma história perfeita e não era verdade”.
“Eu não inventei a cultura (do doping), mas não tentei pará-la. Agora a modalidade está pagando por isso e eu lamento”.
“Eram tempos competitivos. Éramos todos homens adultos, fazíamos as nossas escolhas. Houve pessoas na equipe que optaram por não dopar”.
“Havia um grande nível de exigência (na US Postal). Esperávamos que os ciclistas estivessem em forma, fortes, para desempenharem as suas funções. Neste momento não sou o tipo mais credível, mas nunca fiz isso (pressionei colegas para usarem doping)”.
“Não sentia que estava fazendo algo errado. (Sentia que estava a fazer fraude?). Não. Olhava para a definição de fraude e não via o que estava fazendo isso. Via como um meio de jogar ao mesmo nível dos outros”.
“Era assustador”.
“Nunca fui apanhado, porque o meu organismo estava limpo durante a competição”.
“Sinto-me mais feliz agora do que naquela altura. Mais feliz hoje do que ontem”.
“Não percebia a magnitude das minhas ações. O importante é que agora começo a entender. Vejo a revolta nas pessoas. A sensação de traição… está tudo lá. Eram pessoas que me apoiavam, acreditavam em mim e, por isso, têm todo o direito de se sentir traídas. Terei de pedir desculpa a essas pessoas toda a minha vida [referindo-se a antigos colegas e respetivos familiares que ameaçou, difamou e processou]”.
“Nunca houve um controle positivo [na Volta da Suíça em 2001], nunca houve um encontro secreto com o diretor do laboratório de Lausana, nem nenhum pagamento à União Ciclista Internacional”.
“Assumi que as histórias continuariam por muito tempo. Só estamos sentados aqui porque houve uma investigação federal que decorreu durante dois anos. Todos os envolvidos na história foram chamadas, depuseram. Havia um homem com uma arma e um distintivo e as consequências eram sérias”.
“Amo o ciclismo. Amo mesmo. E dizer isso pode parecer… as pessoas dizem que desrespeitei o Tour, a cor amarela, a modalidade, a camisa. É verdade. Abusei do meu poder e desrespeitei as regras. Foi uma escolha minha. Não tenho moral para dizer ‘vamos limpar o ciclismo'”.

Confira na íntegra a confissão


Agora sim. Confira como serão os uniformes das equipes de Ciclismo em 2013

Como todos os anos, os uniformes das equipes foram atualizados. Assista a esse vídeo que compara os uniformes de 2013  com os de 2012. A mudança mais significante foi o da Rabobank que abandonou o seu tradicional cor-de-laranja.
Confira:

Captura de Tela 2013-01-18 às 10.05.20

Lance Armstrong vai quebrar silêncio para Oprah Winfrey

DA REUTERS

Lance Armstrong; Oprah Winfrey
Lance Armstrong; Oprah Winfrey

O ex-ciclista Lance Armstrong vai quebrar o silêncio que cerca sua exclusão vitalícia do esporte e as acusações de doping, numa entrevista para a apresentadora e empresária Oprah Winfrey na semana que vem, anunciou a apresentadora na terça-feira. A entrevista será transmitida pelo canal OWN, de Oprah, no dia 17. Será a primeira vez que Armstrong falará à imprensa desde que foi banido do ciclismo e teve seus sete títulos da Volta da França cassados.
Oprah Winfrey é uma das mais influentes personalidades da televisão americana.
“Armstrong tratará do suposto escândalo de doping, dos anos de acusações de trapaça, e das acusações de mentir sobre o uso de drogas que melhoram o desempenho ao longo da sua conhecida carreira no ciclismo”, disse a rede em nota. No sábado, o jornal “The New York Times” noticiou que Armstrong, 41, contou a pessoas próximas e a autoridades antidoping que estava cogitando admitir o uso de substâncias proibidas.
Segundo o NYT, Armstrong esperava convencer as autoridades a autorizá-lo a participar de competições que adotam o Código Mundial Antidoping, e das quais o norte-americano está atualmente banido pelo resto da vida. Mas Tim Herman, advogado do atleta, disse posteriormente ao jornal “USA Today” que não houve negociações com agências antidoping acerca de tal admissão.
Armstrong sempre negou veementemente as acusações de doping, e nunca teve resultado positivo num exame. Mas em 10 de outubro um relatório da Usada (agência antidoping dos EUA) apontou o envolvimento dele no “mais sofisticado, profissionalizado e bem sucedido programa de dopagem que o esporte já viu”, envolvendo esteróides anabolizantes, hormônios do crescimento humano, transfusões de sangue e outras infrações.
Menos de duas semanas depois, as sete vitórias de Armstrong na Volta da França foram anuladas, e ele foi banido do ciclismo pelo resto da vida, já que a União Internacional do Ciclismo ratificou as sanções da Usada contra ele. Em novembro, Armstrong, sobrevivente de um câncer de testículo, renunciou ao cargo de conselheiro da ONG Livestrong, voltada para o combate ao câncer, que ele fundou em 1997.

Discurso emocionado de um garoto que aprende a andar de bicicleta

Discurso emocionado de um garoto que aprende a andar de bicicleta
Discurso emocionado de um garoto que aprende a andar de bicicleta

Acredito que existam pessoas que acessam o Noispedala que não sabem andar de bicicleta. Ou até mesmo, pessoas que nem lembram se sabem pedalar uma magrela.
Curti muito esse vídeo.
É de um garoto que fica extremamente empolgado após conseguir andar de bicicleta pela primeira vez e realiza um discurso emocionante, que com certeza, fará você tirar a bike do canto da casa e sair pedalando.
ASSISTA! Está com legendas em português.
Ah… ROCK AND ROLL!!!!!