Patenses trazem bons resultados da Maratona de Bom Despacho 2010

Neste domingo Bom Despacho recebeu cerca de 170 atletas para a terceira edição do III Desafio Maratona de Bom Despacho. A largada aconteceu às 10h30, no estacionamento do Hiper Fidélis. Os atletas percorreram 55 km de um percurso muito desgastante, visto também a temperatura que encontrava no momento.

Zé Gonçalves, Júnio Alves, Edimar Modesto, Samuel e Marco Túlio Gagame
Zé Gonçalves, Júnio Alves, Edimar Modesto, Samuel e Marco Túlio Gagame

A elite masculina foi vencida pelo carioca Robson Ferreira e a elite feminina pela mineira Glaidiany de Cássia A. Resende.
Patos de Minas foi representada por quatro atletas. Júnio Alves Vieira (Cemil) foi o quinto colocado na categoria elite. José Gonçalves (Star Bike / Proshock) que pelo último ano disputa a categoria Master A, foi o quarto colocado.
Silvinho Amorim (OCE, Giro Sport Center, Power Bike, Medley Escola de Natação, Cia do Corpo, Sonobom Franquias, Noispedala) mantendo a grande fase, foi o grande vencedor na categoria Master B, completando o percurso de 55 km em sétimo no geral, com o tempo de 1:59:19, chegando à frente de vários atletas de categoria elite. Ele chegou mais de 5 minutos à frente de Gustavo Bombonato, o segundo colocado em sua categoria.
Depois de correr o Cross-country em Rio Paranaíba, chegou a hora de Marco Túlio Gagame (Água de Cheiro) estrear em maratonas. Ele completou o percurso em 28º lugar na acirradíssima categoria open. Ele que vem treinando forte, promete resultados melhores em 2011.
Rio Paranaíba foi representada por Samuel Rocha da Silva. Ele foi o décimo colocado na categoria sub 23. Vários atletas de Serra do Salitre também participaram da prova.
Silvinho Amorim venceu na Master B
Silvinho Amorim venceu na Master B

Confira algumas fotos desta prova:

[nggallery id=158]

Doping não, ciclismo sim! O mau exemplo de Passione

Não tenho o habito de ver televisão, muito disso pelo fato da Internet prender mais minha atenção a cada dia. Também por trabalhar com o universo on-line, sempre acabo perdendo a noção do tempo navegando pelas ondas da world wide web.
Entretanto, a novela Passione prendeu minha atenção. Não sei exatamente porque, mas fiquei curioso ao saber que os “globais” iriam representar ciclistas e que até pegaram dicas com atletas profissionais, como nosso Luciano Pagliarini.

 foto: ricardo zinner - ativo.com
foto: ricardo zinner - ativo.com

Eu tinha também a expectativa de que a Rede Globo, por meio de sua novela em horário de maior audiência, pudesse de alguma forma retratar um pouco deste esporte e, por consequência, isso serviria de bom exemplo para futuros apaixonados pelas bikes. Vi isso como uma ótima oportunidade de divulgar a modalidade.
A novela é boa e está tendo grande repercussão, contudo, decepcionei-me com a historinha dos ciclistas, cujo enredo optou por mostrar tudo o que um esportista não deve fazer. E isso ajuda a denegrir ainda mais a imagem de um esporte que já sofreu bastante recentemente com escândalos internacionais, por conta de doping em atletas de elite.
O personagem vivido por Cauã Raymond não é o que podemos dizer de atleta-exemplo, além de estar envolvido com doping e drogas, não o vi terminar um treino sequer! Ótimo exemplo, não?
O Brasil será sede nos próximos anos de dois dos maiores eventos esportivos do mundo, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, da qual o Ciclismo faz parte. A hora é de ampliar a cultura esportiva dos brasileiros para além do futebol, divulgando modalidades ainda pouco praticadas e inspirando novos talentos, sempre por meio de bons exemplos, que temos de sobra.
Penso que poderiam ter usado essa deixa para levantar o esporte e seus valores e, com a força do apelo popular que a novela tem, quem sabe plantar uma sementinha para essa juventude tão carente de boas referências. Imaginem uma entrevista, daqui a alguns anos, de um jovem ciclista que acabou de ganhar uma medalha olímpica dizendo que começou a pedalar porque viu um dia em uma novela…
Fica aqui minha torcida para que o talentoso autor reveja o enredo de forma que possamos assistir a uma transformação positiva no personagem, e que o esporte seja mostrado como merece: educando, disciplinando, emocionando e servindo de exemplo a ser seguido.
Caso contrário, vamos ter que nos contentar com as cenas do Velódromo, construído com madeira importada da Sibéria para o Pan-americano do Rio e que, diga-se de passagem, está ocioso e abandonado.
Por Christian Kittler que é CEO do Grupo ativo e triatleta há 15 anos, tendo no seu currículo esportivo a conclusão de 9 provas Ironman, incluindo três participações no Mundial Ironman, no Havaí, além de várias competições em mundiais de XTerra e Ironman 70.3. Antes de dedicar-se ao triathlon, Chris Kittler esteve envolvido com outros esportes, como vela e tênis profissional.

Que tal uma bicicleta com quadro de garrafas pet?

Bicicleta de garrafa pet
Bicicleta de garrafa pet

Seguindo a onda da sustentabilidade e reciclagem, um inventor uruguaio conseguiu desenvolver um quadro de bicicleta produzido apenas com garrafas pet. Creio que você ficará curioso em saber o peso do quadro como eu. Interessante é o fato de ela não precisar de suspensao.
A invenção é do uruguaio Juan Muzzi mora no Brasil há 40 anos. Ele explica como criou a forma de reciclar 200 garrafas PET para produzir um quadro de bicicleta. “O quadro é resistente. Tem garantia de dez anos”, garante Muzzi.
A cada dois minutos, há um quadro de bicicleta. Juan Muzzi diz que ainda não tem um plano definido para conseguir as garrafas PET. Ele quer firmar parcerias com empresas que precisam limpar garrafas PET: “São bicicletas de fácil acesso e muito baratas. Custam menos da metade de uma bicicleta comum”, destaca o inventor.
Para transformar as garrafas em bicicleta, é preciso, primeiro, moer as garrafas. Com o pó, uma máquina faz uma mistura grãos e manda para uma ‘injetora’. No molde, a peça já é feita.
A dica é do Euler Caixeiro Viajante.

Assista a reportagem:

Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha da Meia Noite

23/09/2010, por Euler Caixeiro Viajante

Uma pausa para a foto oficial
Uma pausa para a foto oficial

Trilha marcada de saída no balão da Chevrolet, quando cheguei estavam só dois. Pensei, “será que não vai dar muitos hoje?” Mas foi só chegando a galera. Apareceu até o Vinícius, ciclista que está viajando pelo Brasil e o nosso amigo mais animado da galera das bikes o Bruno Fernandes que está de castigo por alguns dias.
Mais o guia não chegava e não chegou (Ô Magela, arruma outra desculpa porque essa de parentes não ta colando mais rsrsrsrs).
E ninguém conhecia a trilha, mas o Bruno deu umas dicas e fomos rumo a mais uma aventura. Subimos pela Rua Santa Cruz para fugirmos do transito da Major Gote, chegamos  no Posto Caiçaras a galera aumentou, pois tinham alguns esperando por lá.
Quando começamos a trilha pela terra contamos a galera eram dezoito. O Sérgio Zago ofereceu para fechar a trilha. Descemos a secretária foi a primeira vez do Renato que não parava de dizer “quero descer aqui de dia”. Foi uma descida bem tranqüila sem nenhum terreno comprado.
Cadê o Gagame?
Cadê o Gagame?

Daí para frente começou a subir e subir muito. Chegamos ao alto onde tínhamos que pegar outra estrada e encontramos com um sujeito simpático que está trabalhando em uma carvoaria, que acabou dando umas dicas para nós por onde tínhamos que ir, daí para frente até encontrarmos a estrada outra vez fomos meio ao palpite, que acabou dando certo. (aí galera, vamos fazer uma fezinha na mega sena com um palpite desses).
Chegamos ao cemitério do Arraial dos Afonso e subimos mais uma vez pra variar, chegamos ao estradão do Sumaré, quando esperávamos a galera que tinha ficado para traz eu só escutava: “melhor trilha que fiz no pedal noturno”, e não foi só eu que disse não, foram vários, mais que foi show de roda foi.
Pegamos o estradão de volta numa velocidade que fiquei assustado a galera ta pedalando muito.
Valeu galera quinta que vem tem mais.
[nggallery id=157]

Subida: é melhor pedalar sentado ou em pé?

Recebi a seguinte questão na semana passada: quando estou pedalando numa subida, devo pedalar em pé ou pedalar sentado? Como tudo, isso depende, depende dos seguintes fatores:

Pedalar melhor
Pedalar melhor

Inclinação da subida: subidas pouco inclinadas geralmente devem ser feitas sentadas. Quanto mais inclinado for a subida mais provável será que você tenha que pedalar em pé. Pedalar em pé tem a vantagem de usar o peso do corpo para aliviar um pouco a sobrecarga dos músculos, mas com a desvantagem de aumentar o estresse cardiovascular. Como resultado você ficará mais ofegante quando estiver de pé.
Comprimento da subida: Quanto menor a subida, mais vantagem você terá em levantar do selim. Assim você conseguirá gerar uma potência maior (de pé o peso corporal ajuda a transferência de força nos pedais) e você conseguirá vencer a subida mais rápido.
Tipo de competição: Em subidas pouco inclinadas um triatleta ou contra-relogista tem mais vantagens se ficar sentado se comparado com um ciclista. Isso está relacionado com a dinâmica das provas de ciclismo (o contrário das provas de contra-relógio e Triathlon onde manter o ritmo é melhor). Se um outro ciclista do pelotão acelerar na subida você corre o risco de sobrar, o que te forçará a acelerar também. Pedalando em pé é mais fácil acelerar.
 

rei da montanhaCiclistas magros como Cadel e Schleck levam vantagem em pedalar de pé

Massa Corporal: Quanto mais magro você for mais vantagens terá em ficar de pé. Um atleta grande normalmente leva vantagem se ficar sentado. (Abordamos isso em Você sabe o seu peso ideal para competir?)
Velocidade: A 20km/h ou mais é melhor ficar sentado ou no clip, se você estiver com sua bike de triathlon. A menos de 20km/h ficar em pé é melhor. Isso também é afetado pela velocidade do vento, quanto mais forte estiver o vento mais provável a vantagem de se ficar sentado.
Fadiga: Em subidas longas, especialmente aquelas no final de corrida, existe uma vantagem em se alternar pedalar em pé e sentado nas subidas para melhorar a fadiga muscular. Mesmo que todas as condições acima indiquem que é melhor ficar sentado mas você estiver com a perna muito cansada, pedalar um pouco em pé pode ser benéfico para dar um alívio aos músculos usados em pedalar sentado.
Relação: A relação está relacionada com o desnível acumulado. Se sua relação é tão pesada a ponto de não conseguir manter a cadência, então talvez seja necessário pedalar em pé para conseguir manter o ritmo almejado.
Mountain Bike: Na trilha pedalar em pé normalmente significa perda de tração. Portanto na maioria das vezes é vantagem pedalar sentado a menos que o piso seja muito bom para tracionar. Pedalando sentado você conseguirá manter uma tensão mais constante na corrente o que diminui as chances da sua roda traseira escorregar.
A boa notícia aqui é que basicamente você pode seguir os seus instintos. Não há muito mistério, quanto mais você pedalar mais experiência terá.
O importante é incluir tanto subidas onde você pedale sentado quanto em pé no seu treinamento. Treinar subir sentado pode melhorar sua força muscular, o que pode ser benéfico na hora de pedalar no plano. Pedalar em pé pode melhorar o seu condicionamento cardiovascular, isso é um recurso bom para quem mora em regiões com subidas curtas, treinar em pé pode aumentar a sobrecarga cardiovascular do seu treino.
Extraído do Espírito Outdoor, um excelente blog. http://espiritooutdoor.com/

22/09 – Dia Mundial Sem Carro

Dia mundial sem carro
Dia mundial sem carro

O movimento do Dia Mundial Sem Carro tem como objetivo mostrar às pessoas que é possível se movimentar nas cidades sem usar o carro próprio.
Como a bike é o veículo ideal para cidades, o movimento foi adotado pelos cicloativistas que propões que as pessoas experimentem ir de bicicleta nesse dia e quem sabe adotá-la pra sempre.
O movimento surgiu na França, no final dos anos 90, e chegou ao Brasil em 2001. A idéia é que todos deixem o carro na garagem e busquem formas alternativas de transporte, diminuindo a quantidade de veículos nas ruas e reduzindo assim os congestionamentos – e a poluição por tabela.
Portanto, dia 22 de setembro, incentive outras pessoas a usarem métodos alternativos de transporte. Se for de bike, melhor.

Comercial – Deixe seu carro em casa, vá de Bike.

Oitava etapa da Copa Vera Cruz foi realizada em Santana de Patos

Foi realizada neste domingo (19/09) em Santana de Patos a oitava etapa da Copa Vera Cruz de Ciclismo.

Premiação da categoria elite
Premiação da categoria elite

Diversos atletas de Patos de Minas, Patrocínio, Uberlândia, Uberaba, Araguari, Vazante, Carmo do Paranaíba e Serra do Salitre participaram da etapa que foi realizada em uma única largada. A organização da prova agradece a todos atletas que participaram de mais uma etapa e já deixo o aviso que dias 20 e 21 teremos as etapas finais, em etapas de montanha e circuito. Va preparando sua bike e suas pernas pois o chão vai tremer.
Vários moradores da região acompanharam de perto a prova.
O evento foi realizado pela Liga Patense de Ciclismo e contou com o apoio do Hospital Vera Cruz, da Prefeitura Municipal, da Farmácia Nacional Canaan, Clínica de Fisioterapia Movimento Saúde, Cemil, Edvon Motos, Odontomed, Star Bike, Folha Patense, NTV, Frutas Colorado, Imprima Propaganda, O Mundo das Peças, Copasa, Noispedala e Polícia Militar.
Nossos parabéns aos organizadores, principalmente ao Zé Gonçalves e ao Lucas Couto que realizaram um evento com bastante organização e também a  todos os patrocinadores.
Os primeiros colocados em suas respectivas categorias foram:

  • Elite: Geovane Júnior (Maminha)
  • Sub 30: André Carlos (Leréia)
  • Master A: Julio César Franco
  • Júnior: Michel Maycon (Micharia)
  • Estreante: Reinaldo Mesquita
  • Master B: Rogério Dias (Professor)

[nggallery id=156]

Silvinho Amorim vence etapa final do Bigbiker 10 em São Lourenço

Centenas de ciclistas participaram da final da 10ª edição do Bigbiker, em São Lourenço, no último final de semana.

Silvinho no lugar mais alto do pódio
Silvinho no lugar mais alto do pódio

A briga pelo campeonato começou no início do ano, com a etapa de Itanhandu (MG). Depois, os atletas percorreram as trilhas de Santo Antônio do Pinhal e Taubaté (SP). Pela primeira vez, São Lourenço foi incluída no percurso. Afinal, a cidade já está figurando entre os melhores circuitos para os bikers.
As provas pelas estradas de terra e trechos de rodovias que cortam a cidade, somaram 81 Km, percorridos pelos vencedores em  pouco mais de 3h.
O Atleta Silvinho Amorim (Giro Sport Center BH, Medley Escola de Natação, Sonobom Franquias, Cia do Corpo) representou muito bem a cidade de Patos de Minas.
Silvinho chegou na nona colocação geral da prova e em primeiro na sua categoria (Master B) com tempo de 3h22min, colocando cerca de 13minutos no segundo colocado da sua categoria.
Silvinho com seu treinador Hugo Pradoneto (OCE)
Silvinho com seu treinador Hugo Pradoneto (OCE)

Participando de apenas duas etapas do Bigbiker: Sto Antônio do Pinhal (2º Lugar), São Lourenço (1º Lugar) das 4 etapas, devido a coincidências com algumas provas como Copa Internacional de MTB onde ficou em 3º lugar no campeonato atrás de Amarildo Ferreira e Márcio Raveli 11 vezes campeão brasileiro, o atleta ainda ficou em 4º lugar na classificação final do campeonato.
Segundo o atleta, “a prova de domingo foi muito dura, onde todas as categorias largaram juntas e mesmo com a chuva no dia anterior da prova, não foi suficiente para apagar a poeira o que em algumas descidas dificultava o domínio da bike. Um circuito muito técnico, onde até o km 40 a prova já se definia e a partir dali começava o longo trecho de subidas duras e tabém descidas técnicas com o famoso zigue zague exigindo muita técnica dos pilotos. Gostaria de parabenizar toda organização pelo circuito e também pelo cuidado com os atletas por existirem vários pontos de água durante a prova que por ser longa desgasta muito e ficamos sujeito a desidratação.”
Vindo de uma ótima fase (7º melhor do mundo em sua categoria), Silvinho agora prepara para fase de transição, onde pretende focar a temporada 2011, tentando renovar alguns apoios e também conseguir alguns novos patrocínios, que por sua vez lhe dão incentivo e motivação que possibilitarão o atleta a participar de competições a nível mundial como Cape Epic na África do Sul (www.cape-epic.com/), Campeonato Mundial de 2011, e também campeonatos brasileiros de MTB, seguindo firme em seus treinamentos.
“Espero poder participar de todas as etapas do bigbiker no ano de 2011, contando com que a organização possa fazer o calendário que não coincida com algumas provas a nível nacional, pois estas distribuem pontos para o ranking nacional o que dificultou minha ida em outras etapas, preferindo competir e participar das que valiam pelo ranking nacional de mtb”.

Cair de bike, como se machucar menos

Um dia você ira cair, veja as dicas de uma dublê pra cair de maneria certa. Ou pelo menos, que machuque menos.
Sobre o guidão
O que acontece
Sua roda dianteira enrosca em algo, pode ser um areião, ou até em um cachorro. Sua bike vai parar por completo e você voa como super-homem sobre o guidão.
O que fazer
Não vire passageiro de si mesmo e espere seu rosto chegar ao chão primeiro. Levante os braços e se prepare. Use seu braço líder à frente para ser o primeiro a chegar ao chão e começar a absorver o impacto. O outro, dobre a frente da cabeça para proteção. Encaixe o queixo junto ao peito com o braço de proteção à frente.
Assim que seu braço líder chegar ao chão, role seu corpo sobre ele no sentido do ombro. Com sorte você terminara de costas no chão. O fato de manter a cabeça encaixada no peito ajuda no rolamento. Com sorte, se você estiver clipado, seus pés vão se soltar em algum momento. Mas de qualquer forma fique preparado, pois sua bike pode estar vindo logo atrás de você e pode querer aterrissar bem no meio da sua barriga. Use as pernas para se defender.

Lateral por cima
queda_lateral_por_cima_545097980.jpg
O que acontece
Este tipo de queda acontece em um fração de segundos. Em uma curva, quando a bike tende a escorregar de traseira e você vai controlando a situação, se a roda tracionar ou parar de vez, a bike fica ereta de imediato e você é lançado para o lado.
O que fazer
Como no primeiro tipo de queda, você é lançado fora da bike, mas dessa vez de lado. Aqui a principal coisa a fazer é se separar da bike, largue a bike e tente soltar os pés dos clipes.
O mais importante aqui é tentar focar onde você vai cair e, se possível, escolher o local. Essa “escolha” na verdade se dá em frações de segundos quando você sente que a roda esta derrapando e pode travar começando o lançamento de ciclista. É a velha coisa de, se você vai entrar forte numa curva, já visualizar onde é a saída caso algo dê errado. Se nada disso for possível, como acontece na maioria dos casos, lembre-se de usar um braço para proteger o rosto e levar o queixo ao peito a fim de minimizar impactos na cabeça. Dobre o corpo e as pernas para que a queda seja absorvida pelos músculos e não pelos ossos.
Lateral por baixo
queda_lateral_por_baixo_948854993.jpg
O que acontece
Você entra em uma curva de maneira agressiva e uma ou as duas rodas começam a escorregar. Você sente a bike deitando de vez sem chances de voltar começando a ralação de coxa, quadril e bike se você não fizer nada.
O que fazer
Sem dúvida você precisa parar de escorregar o mais rápido possível. Diz a lenda que a 60 km/h um asfalto queima 2 centímetros de carne por segundo de derrapagem. Se esse valor esta certo, eu não sei, mas que a lycra não vai fazer muito por você nesse caso, isso não vai.
Tente virar seu corpo na direção para onde a bike esta escorregando. Se tiver tempo, solte a mão que esta mais perto do chão e use a parte de trás do ombro para absorver o principal do impacto. Tente soltar o pé que esta por baixo e use-o como freio. O principal é parar de escoregar.
Tombo bobo
Queda de bikeO que acontece
Este é o tombo mais bobo e humilhante que existe para um ciclista. Principalmente para que anda clipado ou com firma pé. Mas pode acontecer a qualquer um mais desatento. Quando você para, não consegue ou esquece de soltar os pés e cai de lado de maneira boba e ridícula.
O que fazer
Muitas vezes esse tipo de queda pode machucar até mais que outras porque você não se prepara em nada e acerta o solo com coxa, quadril e ombro de modo chapado.
Para evitar este impacto chapado, tente manter o corpo ereto até o ultimo momento. Mande a bike pra baixo para que o pedal e o guidão encontrem o solo antes que você. E quando for sua vez de chegar ao piso, tente rolar sobre o ombro para diluir o impacto.
Via: ondepedalar.com

Silvinho Amorim foi o sétimo colocado no Mundial Master da UCI

Silvinho Amorim foi o sétimo no Mundial Master
Silvinho Amorim foi o sétimo no Mundial Master

A cidade de Balneário Camboriú, no litoral catarinense, recebeu os melhores ciclistas de mountain bike do mundo para disputar o Campeonato Mundial Máster de MTB, para pilotos com idade acima dos 30 anos.
Esta foi a primeira vez que o Brasil sediou o Mundial da modalidade, que também se estenderá por mais dois anos (ciclo de três). O evento envolveu a CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo), que junto com a FCC (Federação Catarinense de Ciclismo) fizeram que tudo corresse bem. A supervisão máxima da competição foi da UCI (União Ciclística Internacional).
Cerca de 600 atletas de mais de 29 países estiveram disputando as sete categorias: 30/34, 35/39, 40/44, 45/49, 50/54, 55/59 e acima dos 60. E os brasileiros mais uma vez fizeram bonito, representando o país e conquistando várias medalhas. Patos de Minas foi representada pelo atleta Silvinho Amorim.
Diversas raízes em single-tracks aumentaram o índice técnico da prova
Diversas raízes em single-tracks aumentaram o índice técnico da prova

Segundo o atleta, “a pista era muito completa com uma longa subida logo na largada que exigia muito dos atletas. Longas decidas técnicas passando por uma parte de asfalto até iniciar outra subida para logo em diante passar por uma parte técnica com single-tracks repletos de raízes com descidas de tirar o fôlego.”
Ele complementa. “Apesar do alto nível técnico dos competidores, fiz uma corrida de recuperação, pois na largada fui classificado pela ordem de inscrição o que fez com que eu largasse por último. Fiquei contente com o 7º lugar, pois os gringos têm o domínio deste tipo de terreno e também pelo bronze de Márcio Ravelli em minha categoria. Ele já foi 11 vezes campeão brasileiro.”
Foi a primeira prova internacional do atleta de Patos de Minas. Apenas 14 atletas, dos 48 que largaram completaram a prova, visto que quando os atletas tomavam volta do primeiro colocado, este era automaticamente desclassificado.
Ele agradece o apoio das seguintes empresas: Cia do Corpo, OCE, Giro Sport Center, Medley Escola de Natação, Sonobom Franquias, Power Bike, Noispedala e a todos que me apoiaram de certa forma para esta corrida.
Neste fim de semana ele disputa a quarta etapa do Big Biker em São Lourenço. Boa sorte Silvinho.
Plano altimétrico da prova
Plano altimétrico da prova