Diário de Bordo: Noispedala em Romaria, 200 km por terra

31/07/10 e 01/08/10, por Pedro Elias

Uma das paradas para reabastecimento. Como o sol castigava
Uma das paradas para reabastecimento. Como o sol castigava

Este é um diário muito especial, pois ele vem descrever a trajetória de 12 cavaleiros montados em suas bikes, uma assistente e um mecânico, que percorreram 200 km com destino a Romaria, com o objetivo de agradecer a Deus e a Nossa Senhora de Abadia.
Começamos às 06h20 da manha, assediados pela TV Noispedala. Estávamos quase todos na porta da Power Bike, aguardando a chega do Marquinho (caixão), que aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo aparece para completar a comitiva que iniciara a ida de Patos a Romaria.
Na saída, passando pelo Balão da Chevrolet, fomos interceptados pela rede de TV NTV, para qual tivemos que dar entrevistas, sabem como é né! O assédio da imprensa é demais!
Robinho levantando poeira
Robinho levantando poeira

Nesta  pedalada tínhamos uns personagens bem opostos, como o Robin ou Robinho como quiserem chamar. Este sempre muito alegre, puxava a tropa, nos incentivamos a subir morro a 17 km/ hora, e com ele aprendemos que “TOP” é morro para iniciante e “TOPIZINHO” é morro para subir pedalando a 3KM/H, é morro de 45° de inclinação. Por curiosidade, o tal morro antes de chegar à BR do Goiá que dá acesso ao Coró, tem inclinação média de 10% em 1,5 km.
Inversamente tínhamos o Batman, ou se preferirem o Kuririm, este por sua vez permaneceu calado durante toda a 1° etapa e não parou nenhuma vez no ponto de apoio. Chegou ao destino do primeiro dia com duas horas de antecedência do restante da turma. Vai saber a cabeça deste garoto … É como o Batman, silencioso, rápido e objetivo.
Vencemos a primeira etapa. Chegamos a Coromandel
Vencemos a primeira etapa. Chegamos a Coromandel

Fomos indo, com uma media de 16.8KM/H rasgando o cerrado mineiro, passando por fazendas até chegarmos à casa da sogra do irmão do Robin, no vilarejo de Pântano. Naquela altura foi a rendição de nossa aventura, pois lá, encontramos carinhosamente a recepção de sua família e o melhor, pão de queijo caipira, feito em atendimento especial ao pedido do Robinho para receber a comitiva do Noispedala.
Depois de abastecidos, continuamos nossa viagem, com um leve imprevisto que foi o furo do pneu do Euler Caixeiro, que logo foi socorrido pelo Hérlley da Power Bike, que gentilmente se ofereceu para consertar o pneu. Lembrem-se deste pneu… ele ainda vai aparecer.
Após este imprevisto continuamos, sempre avante, nas paradas a Elenice (esposa do Sergio) sempre muito gentil nos apoiava, com comida e bebidas para nos hidratar, enquanto isso o valoroso mecânico Giovane, prestava assistência, com lubrificação de correntes e ajustes nos câmbios das bikes.
Elenice levantando poeira
Elenice levantando poeira

Por falar neles lembro-me dos ANJOS da FAB, (aqueles mecânicos que ajustam as aeronaves da Esquadrilha da Fumaça),  de forma muito devota nos serviram com a mais alta eficiência que se pode ter num tipo de evento como este.
Um pouco antes da chegada em Coromandel, paramos em um boteco, onde tomamos uma coca e fomos abordados por um senhor, bastante simpático, que em um momento dos nossos diálogos com ele ousou dizer que havia um morro que desafiaria a audácia de nossa comitiva. Foi neste momento que ouvir o Robinho dizer – “é…. é um topzinho logo a frente.” E o senhor ainda disse que para subir este morro nem o seu caminhão conseguiria subir.
O Hérlley como não estava muito bem, quando ouviu estas conversas atravessadas, subiu-lhe um calafrio e foi logo olhando para o Robinho que com a cara de que eu não sei de nada disse – “vamos brincar de ir embora? Eu quero é tocar o terror!!!!. Olha o Fabianinho escapando, num deixa não … pegaaaaa!!!
Essa galera não afina de maneira alguma
Essa galera não afina de maneira alguma

Saímos do boteco nesta animação e mais adiante num dos TOP ouvi o Robinho dizer para o Herculano no morro que todos já estavam subindo a 5km/h-“óooo Herculano essa é uma subidinha pra subir a 17 km/h, se borá tocar o terror?…. o Herculano, que certamente decente do antigo Hercules, logo estava no vácuo do Robinho sem nenhum problema e cheio de saúde.
Atrás, mas constates íamos o Bruno, o Sérgio, Luiz Matias, Marquinho. (Nota do redator: O Pedro enganou aqui, nesse momento eu tava junto com o Robinho e o Herculano, só que já tinha desistido do desafio de manter o giro nas subidas). Na intermediária ia o Euler , Danilo … e neste ritmo fomos indo, passávamos os morros top e pensávamos – “ este o moro que o tal senhor da venda falou? , pois contrariamente os morros de certa forma eram iguais aos da maioria, normal. Quando de repente nos deparamos  com  tal  topzinho, ai sim, este foi aproximadamente 2 km de morro de muita ralação, marcha no 1por 1, sol quente na muleira e suor escorrendo de cachoeira.
Pelo visto falta pouco...
Pelo visto falta pouco...

Passado o topzinho chegamos à cidade de Coromandel, e fomos  direto ao Hotel Dona Adélia, que fica ao lado de um posto de gasolina e lá chegando quem nós encontramos por lá o tal senhor que desdenhou da nossa fé. O Fabiano que não deixa barato logo disse “nós ficamos esperando o senhor lá para nos fazermos um fretim!”
Instalamos-nos no hotel, o valoroso Giovane deu um  guaribada nas bikes, nos reunimos no hall do hotel para vermos a matéria na NTV e fomos ao restaurante “to Tontim” para jantarmos. Lá tivemos um agradável momento de distração, ouvimos o Bruno cantar, demos os parabéns para o Robinho pelo o seu aniversário e comemos muito, no total foram cinco pizzas para 15 pessoas. Estávamos todos juntos com exceção do Kuririm, que ficou no quarto. Depois de tudo isso dormimos, pois no dia seguinte tinha mais.
Chegamos!
Chegamos!

No dia seguinte o Giovane deu mais uma lubrificada na Bike, levantamos novamente fortes como um coco e animados e ficando no aguardo dos guias que viriam da cidade de Monte Carmelo para nos guiar por terra ate o nosso objetivo final.
Saímos de Coromandel rumo a Monte Carmelo guiados pelo Pedro e Wagner, fizemos algumas paradas em alguns lugarejos onde os moradores sempre ficavam só observando. Interessante foi em Altinho, quando um menino saiu de sua casa com sua bike e ficou lá conosco. O Robinho até deu um role na bike do muleque. Era um trecho de subidas e descidas constantes. E que descidas. O Hérlley não perdoava um mata-burro. Após passarmos em Monte Carmelo fomos surpreendidos pela velocidade que o Sérgio subiu um morro na rodovia. Estava a uns 60 km/hora. Tipo Zelite mesmo. Continuamos com o sol castigando e sem nuvem alguma no céu e no final, bem no final, o pneu do Euler estoura, bem na entrada de Romaria, fazendo com que o mesmo chegasse ao seu objetivo correndo.
Por fim terminamos nossa viagem na porta da igreja, firmes em nossa posição, de cabeça erguida e sobre a proteção do Grande Arquiteto do Universo. Assim que Deus ajude.

Cobertura TV Noispedala

Cobertura NTV

Percurso do primeiro dia

Percurso do segundo dia

Fotos

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Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha das Pedreiras

29/07/2010, por Magela
Meus amigos do Noispedala, depois de algum tempo sem redigir o diário de bordo, eu não poderia deixar passar em branco o pedal noturno em que meu parceiro Bruno Fernandes levou um capote ridículo.
As 19h10min após degustarmos a super Athletica Maltodextrina da Nutry, saímos e de cara encontramos com o Herculano na Av. Getúlio Vargas, na maior frescuragem em sua speed. Todo mundo sabe que quinta-feira a noite é dia de pedal noturno o resto é frescuragem.
No começo éramos 17 pessoas, isto contando com o João (Pivodrip), que foi convidado pelo Sérgio Zago. Como se tratava da trilha das pedreiras das Alagoas e esta foi a primeira trilha que o Sérgio fez com a galera do Noispedala, ele resolveu descontar no pobre do João. Para quem não sabe, esta trilha e praticamente 20 Km só de subida, não demorou nada para o João botar os bofes pra fora e voltar antes da metade do caminho.
Em um determinado momento em que estávamos parados esperando todos chegarem, um determinado amigo teve a péssima idéia de soltar uma bombinha, que pode parecer engraçado, porem também pode incomodar os fazendeiros, que por sua vez podem proibir a nossa passagem por suas propriedades.
Logo após, paramos para fazer um tributo ao maior “piloto de speed” de Patos de todos os tempos: lembramos  de algumas  história do Ivo de Lima.
Tudo ia tranqüilo quando descíamos a Serra do Mamão e ao chegarmos em um mata-burro, o Rafael levou um capote, que levantou um poeirão danado, é uma pena que a bateria da maquina fotográfica havia acabado, pois eu nunca vi alguém tão empoeirado na minha vida, só se via o branco das olhos do Rafael.
Quando já estávamos no perímetro urbano, logo que passamos sobre a ponte do Rio Paranaíba, o Bruno foi fazer uma graça e resolveu dar um advance no quebra-molas, a bicicleta dele adquiriu vontade própria e  deu um reverteres pulando meio de banda igual o toro Bandido, o Bruno não conseguiu domar a danada, e o chão foi o limite. Logo depois vinha eu, que para não atropelar o Bruno que já estava caído, tive que efetuar uma manobra tipo “cavalo de pau” e foi mais um gordo pro chão, o Luiz farol de carreta  que vinha ainda depois, provavelmente se assustou com aquele peteco e também capotou feio. Como eu acho que o Bruno ficou com muita vergonha, ele usou a estratégia de ficar gemendo no chão para que pensássemos que ele estava muito machucado, com isto ele se livrou  da gozação .
Após o Bruno se levantar acabamos de chegar sem alteração.
Um abraço, boas pedaladas este final  semana e até a próxima quinta-feira no pedal noturno.

Confira as fotos:

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Como preparar para uma pedalada longa (Romarias)

Como preparar corretamente para uma Romaria
Como preparar corretamente para uma Romaria

Chegou a época da Romarias e em nossa região (Patos de Minas) é muito comum as pessoas pedalarem uma distância longa, com várias horas de duração. São percursos de variados graus de dificuldade e intensidade. O ciclismo é considerado um esporte de grande exigência física e nutricional. O desgaste energético e de hidratação são condições comuns na prática, que tem a nutrição como uma grande aliada.
Dicas para nutrição durante treinos e provas:

  • Os atletas devem consumir de 8 a 10g de carboidratos por quilograma de peso nas 72horas que precedem o evento. A refeição pré-competição deve ser rica em carboidratos. Ex: Malto Dextrina, Dextrose, Ribose, Frutose, entre outros, na Nutry Suplementos você encontra todos esses produtos!
  • Os treinos de ciclismo geralmente começam muito cedo, porém o atleta nunca deve iniciar a atividade em jejum.
  • Nos intervalos antes da prova pode-se ingerir bebidas esportivas, barras energéticas ou pequenos e rápidos lanches energéticos.
  • A ingestão de carboidratos e fluídos durante o exercício deve ser planejada para os treinos com duração acima de uma hora. A nutrição deve atender as necessidades de 30 a 60 gramas de carboidrato por hora de treino, que devem ser armazenados na bicicleta e nos bolsos da camisa, em forma de bebidas ou alimentos. Além das bebidas esportivas, que contém energia e eletrólitos, alguns alimentos comumente consumidos durantes provas longas são barras energéticas e géis.

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Noispedala no Caminho das Abadias até Andrequicé

Nos dias 7 e 8 de Agosto iremos fazer uma pedalada até Andrequicé passando pelo belo Caminho das Abadias, será uma pedal de 104 Km divididos em dois dias.

Será uma cicloviagem repleta de paisagens como esta
Será uma cicloviagem repleta de paisagens como esta

No 1º dia, sairemos as 07h00min da porta da igreja de N. S. da Abadia no bairro Vila Garcia, iremos em um ritmo bem tranquilo e faremos nossa primeira parada no km 25 na localidade de Santiago de Minas, já no município de Presidente Olegário por volta das 09h30min. Essa parada será  rápida, somente para quem quiser tomarum refri e esticar as pernas.
A  2º perna da manhã  será de aproximadamente 18 km, porem com uma subida bem forte de 3,5 km (tipo secretária).
As 11h30min faremos nossa parada para o almoço na localidade de Marimbondo. O menu será arroz carreteiro, macarrão, salada e frango ensopado.
As 14h30min após tomarmos café, sairemos para a ultima perna do dia, iremos pedalar aproximadamente 20 km, até a fazenda do Alamir, que fica depois do rio da prata, com previsão de chegada as 17h30min.
Faltou fôlego?
Faltou fôlego?

Na fazenda do Alamir montaremos nosso acampamento, o menu do jantar será salada, frango em calda, macarronada e arroz carreteiro (bem diferente do almoço).
No dia seguinte levantaremos acampamento as 07h30min, faremos a 1ª perna de 20 km até a comunidade de Galena (terra do Bruno). A segunda é ultima perna do passeio, será de aproximadamente 20km, com direito a muitas trilhas e subidas técnicas. Se tudo der certo as 12h06min chegaremos em Andrequicé. O almoço será no barracão da igreja e o banho é de cachoeira.
Para essa aventura teremos um caminhão (F4000) de apoio, cozinheiro com tralha para fazer o rango (almoço, café, jantar, café da noite  e café da manhã) e água nas paradas. Cada biker deverá levar barraca, colchão e cobertor.
Noispedala no Caminho das Abadias
Noispedala no Caminho das Abadias

Iremos voltar para Patos em nossos veículos particulares, as esposas, namoradas ou amigos terão que nos resgatar em Anrequicé.
O valor das despesas dependerá da quantidade de pessoas que farão a pedalada.
Qualquer duvida é só postar aqui no site. Com certeza será uma aventura muito bacana.

Atletas de Carmo do Paranaíba participam do Big Biker

Foi realizado no dia 18 de julho de 2010 a terceira etapa do Big Biker Cup 2010. Desta vez foi em Taubaté, no estado de São Paulo.

Aline Marques, 4º lugar na Sub 30
Aline Marques, 4º lugar na Sub 30

A chuva levou muito mais emoção à prova que seria disputada em percursos de 67 km e 91 km. Segundo Aline Marques, era puro morro. Ela informou também que devido à queda de uma ponte, o percurso foi reduzido para 55 km de pura lama e muita adrenalina.
Participaram da prova mais de 1000 atletas.
Confira como foi a classificação dos atletas de  Carmo do Paranaíba:
Aline Abadia Marques – 4º lugar na Sub 30
Valdinei dos Santos – 10º lugar na Sub 35
Weliton Marcos dos Santos – Não completou por problemas mecânicos

Artigo: Alimentação para qualquer distância

Aí galera do Noispedala. O pessoal da Nutry nos recomendou esse artigo. Ele é bastante completo, mas é destinado a corredores. Como são atividades relacionadas, vale muito a pena ler com atenção, e ainda no final tem uma receita de campeão. Seguindo ela você vai andar na Zelite na próxima trilha. Ela foi extraída do site o2porminuto.

Que bela macarronada
Que bela macarronada

Não perca tempo e confira as promoções da Nutry Suplementos. É a loja especializada em nutrição esportiva de Patos de Minas.
Você já deve ter ouvido pelo menos algumas dezenas de vezes que “saco vazio” não para em pé. Imagine então se ele seria capaz de completar uma corrida de rua. Claro que não! Por isso, não importa qual seja a sua distância, ter uma alimentação balanceada e que forneça ao organismo todos os nutrientes necessários para a prática de atividades físicas é fundamental para quem deseja cruzar “inteiro” a linha de chegada dos 5 km aos 42 km.
“Todos os corredores necessitam de macronutrientes como carboidratos, gorduras e proteínas, que fornecem energia para os músculos e fazem todos os sistemas do corpo funcionarem bem, e de micronutrientes como vitaminas e minerais”, afirma o nutricionista Luís Ricardo Alves.
Já a nutricionista Juliana Pansardi destaca que a água é outro elemento indispensável para qualquer corredor nos dias que precedem uma prova: “O atleta que realiza um esforço intenso pode perder de um a dois litros de água, e, por isso é importante o cuidado com a hidratação. Ela deve ser priorizada já ao acordar. Em treinos acima de uma hora é recomendado fazer o uso de bebidas esportivas”, explica Juliana.
“Percebi que minha alimentação passou a ficar insuficiente quando comecei a treinar para a maratona, pois passei a sentir muita fraqueza e dores musculares. Mas, como trabalho na rua, não conseguia comer a quantidade certa de maneira saudável. A suplementação supriu minhas necessidades de uma forma muito prática”, conta Vanderlei Quirino, 31, técnico de informática.
Cada distância, uma necessidade
Assim como no treinamento, cada distância tem sua especificidade quando o assunto é alimentação. Por ser uma atividade de curta duração, quem corre os 5 não precisa se preocupar com suplementação, mas deve ficar atento à dieta antes da prova.
Um alerta: “Uma suplementação errada pode desequilibrar o bom funcionamento do organismo e, dessa forma, atrapalhar em vez de ajudar”, destaca o nutricionista Luis Ricardo Alves, que ainda orienta os corredores a nunca utilizarem um novo suplemento ou tipo de alimentação em dias de provas. “Essas mudanças devem ser testadas em dias de treinamento. Em provas, os atletas não devem experimentar nada novo, pois o organismo não está adaptado e o ‘tiro pode sair pela culatra’.”
5 km e 10 km
A nutricionista Priscila Machado sugere alguns cardápios:
:: O jantar deve priorizar carboidratos, com a ingestão de massas, batata ou arroz, mas também é importante consumir, em menores quantidades, proteínas e gorduras saudáveis, como a do azeite.
:: Utilize um gel de carboidrato 30 minutos antes da prova caso o intervalo entre o café da manhã e a largada seja superior a duas horas.
:: Imediatamente após a corrida, consuma um gel ou uma bebida esportiva rica em carboidratos, para ajudar na recuperação do organismo.
21 km e 42 km
Já para os corredores que partem para as longas distâncias, os suplementos passam a ser praticamente “obrigatórios”. E vale o alerta:
“Uma alimentação balanceada é o mínimo que um maratonista deve ter. Os suplementos alimentares, na maioria dos casos, são necessários pelo simples fato de o atleta não conseguir repor tudo o que perde nos treinos e em seu dia a dia”, afirma Juliana. São dela as seguintes dicas:
:: Os suplementos podem fazer parte da rotina de quaisquer pessoas que treinam diariamente acima de 1h de forma intensa, mas é preciso cuidado com os horários, tipos (proteicos, energéticos, compensadores), forma ingerida (líquida, barras, pó) e quantidade.
:: Quem corre uma maratona ou uma meia-maratona nunca pode negligenciar a ingestão regular de carboidratos ao longo do percurso. Isso pode ser feito com batata cozida, géis de carboidrato, bebidas esportivas ou maltodextrina (veja box).
:: Vitaminas como a C e a E contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico e são ricas em antioxidantes, que minimizam os efeitos dos radicais livres. Já o ômega 3 possui substâncias anti-inflamatórias e ajuda na recuperação. Sua recomendação diária vai de 3 g a 7 g, e varia conforme a concentração do ativo em cada cápsula.
Mas lembre-se, apesar de todos os benefícios que os suplementos alimentares trazem, é muito importante avaliar a necessidade energética e de nutrientes de cada pessoa para saber qual é o mais indicado.
:: A função de alguns suplementos
BCAAs: aminoácidos responsáveis por reduzir a fadiga central e auxiliar na recuperação muscular.
l-arginina: tem ação vasodilatadora e contribui para o fornecimento de nutrientes e oxigênio aos músculos.
l-glutamina: é importante para algumas células do sistema imunológico .
creatina: serve como fonte imediata de energia para os músculos utilizados durante a prática da corrida).
Bebidas carboidratadas como a maltodextrina (de alta quantidade de caloria por unidade de peso e baixo índice glicêmico) fornecem energia para os músculos e também para os sistemas centrais e imunológicos. A diluição da maltodextrina deve ser de 6% a 10%.
Vitaminas antioxidantes, como a C e a E, minerais como zinco, cobre, selênio e manganês são necessários para minimizar os efeitos da produção de radicais livres.
Albumina é uma proteína de alto valor biológico, que fornece ao corpo todos os aminoácidos essenciais e auxilia na manutenção ou ganho de massa muscular necessários para garantir uma boa performance.
Bebidas energéticas são fontes de carboidrato e micronutrientes ideais para melhor hidratação e reposição energética durante grande período de desgaste físico.
Recovery drink é um suplemento de micronutrientes que regula as funções metabólicas e, como consequência, permite melhor produção do metabolismo durante a atividade física. Pode ser usado em treinos intensos e longos (acima de 1 hora). Indicado para combater os radicais livres liberados durante a atividade física e o acúmulo do ácido láctico.
Fonte: Janete Neves, nutricionista
Quando usá-los
5 km: Não há necessidade. Apenas água durante a prova é o suficiente.
10 km:
:: 1 g de carboidrato por kg de peso do atleta 1h antes dos treinos (pode utilizar alimentos, maltodextrina ou dextrose).
:: 0,5 g de carboidrato (maltodextrina ou dextrose) por kg de peso do atleta durante a prova (após aproximadamente 40 minutos de corrida).
:: 1 a 1,2 g de carboidrato (maltodextrina ou dextrose) por kg de peso ao finalizar a prova
:: 10 g de proteína na primeira hora após a prova.
21 km ou 42 km
:: 1 g de carboidrato (alimentos, maltodextrina ou dextrose) por kg de peso do atleta 1h antes dos treinos.
:: 30 a 60 g de carboidrato (maltodextrina ou dextrose) a cada hora de prova. Pode-se utilizar esta recomendação em dias de treinos pesados.
:: 1 a 1,2 g de carboidrato (maltodextrina ou dextrose) por kg de peso ao finalizar a prova. Manter essa recomendação nas primeiras 4 horas após a corrida.
:: Ingerir pelo menos 10 g de proteína na primeira hora após a prova.
Fonte: Luis Ricardo Alves, nutricionista
Receita de campeão
Nos dias que antecedem a prova, a nutricionista Juliana Barancelli Pansardi sugere:
1 Priorize a ingestão de carboidratos (massas leves, arroz, batatas, mandioca cozida, arroz branco e integral, torradas e frutas).
2 Não exagere na ingestão de proteínas (queijos, peito de peru, atum, requeijão), gorduras (manteiga, margarina, azeite) e fibras (aveia, granola, farelo de trigo, germe de trigo, linhaça).
3 Beba ao menos 2 litros de água, mantendo a cor da sua urina clara.
Fontes: Juliana Barancelli Pansardi, nutricionista da nutrição & esportes (www.nutricaoeesportes.com.br), pós-graduada em avaliação e prescrição de exercícios físicos para populações especiais e habilitada em medicina integrada pela associação sul-americana de medicina integrada; Luís Ricardo de Souza alves, nutricionista do nutrição fácil (www.nutricaofacil.ntr.br), pós-graduado em nutrição esportiva pela universidade gama filho; Janete Neves, nutricionista e personal trainer da clínica esportiva (www.clinicaesportiva.com.br), formada em nutrição pela uniban e em educação física pela UMC; Priscila Machado, nutricionista da nutrição e desenvolvimento (www.nutricaoedesenvolvimento.com.br), formada em nutrição e biotecnologia pela UFRJ.

E afinal, quem é Lucas Couto?

Lucas Couto, nosso correspondente internacional
Lucas Couto, nosso correspondente internacional

Lucas Couto Matos reside em Patos de Minas. É médico neurologista no Hospital Vera Cruz, casado com a Polyana Casaes e em um futuro próximo será pai do Henrique. Aí começa um problema sério, pois o Lucas comprou uma speed pro seu filho que está na barriga da Polyana, só que pelos impactos na barriga da mamãe, o menino praticará é mountain bike. Imagine a decepção do pai speedeiro. Ele é um dos organizadores da Copa Vera Cruz de Ciclismo.
Quando ficamos sabendo que ele participaria do Le Etape du Tour e acompanharia o Tour de France, logo o convidei para redigir diários de bordo, como o Sérgio Zaggo fez no Bike Luz. Ele gostou muito da idéia e disse que até já faria isso, e que seria uma honra.
Noispedala na França
Noispedala na França

Aí fomos surpreendidos. O cara tornou-se um correspondente internacional de primeira qualidade. Conseguiu passar a emoção que é participar e acompanhar as duas competições. Ele tornou o assunto não só nas pessoas do meio do ciclismo, e também de pessoas que simpatizam com o esporte e com o noispedala. Incrível a quantidade de pessoas que me procurava pra conversar sobre os diários de bordo do Lucas.
Além dos diários, ele fez fotos excelentes. Como bom patureba, ele sempre estava em lugares privilegiados. Como nem tudo são flores, o cara quase foi atropelado pelo seu ídolo. Isso mesmo, o Lance Armstrong quase passou por cima dele. Imagine só se isso acontecesse? E o escrito Noispedala Tour 2010. Que bacana, ficamos emocionados. Essa marca está para um ciclista, como para um rockeiro, ter o nome escrito na Abbey Road.
Os Rosinhas foram bem representados. Completou os 181 km
Os Rosinhas foram bem representados. Completou os 181 km

Nós dos noispedala gostamos muito dessa nova interação, pois nosso site (nosso mesmo), que segundo o Gilmar, se tornou de domínio público, transformou no canal de comunicação com o Lucas. Virou foi um bate papo mesmo, com amigos e familiares.
Quem sabe em 2011 a delegação de nossa região aumente no Le Etape du Tour e no Tour de France hein?
Criamos uma página especial que agrupa todos as postagens relacionadas à essa aventura. O intuito é você divulgar para seus amigos e trazer cada dia mais, novos adeptos ao ciclismo. O link é o seguinte: https://www.noispedala.com.br/tag/le-tour-de-france/
Em breve gravaremos uma edição especial do TV Noispedala com o Lucas. No momento, como forma de agradecimento, produzimos o seguinte vídeo com imagens do nosso atleta e correspondente internacional.

Obrigado Lucas Couto. Estamos orgulhosos de você! Forte Abraço do Bruno Fernandes e do Magela e boas pedaladas.

As aventuras de Lucas Couto: Le Tour de France #20 Final

Longjumeau a Paris Champs-Élysées, França, Domingo – 25/07/10

E o tour chegou ao fim
E o tour chegou ao fim

Eram 09:30 hr quando peguei um trem na estação da cidade de Libourne em direção a Paris. A chegada estava prevista para as 13:45 hr e se tudo desse certo, ainda tinha uma chance de ver a chegada dos ciclistas na Champs Elysees. A viagem foi muito tranqüila. Recomendo viajar de trem na Europa. É barato, seguro, pontual e muito rápido. Fato inusitado foi o “cobrador” ter encrencado com a minha mala após já termos viajado por cerca de 2 horas. Disse que era grande e só poderia ter embarcado com bagagem de mão. Mas e o mala-bike? Podia? Tinha o dobro do tamanho da mala e ele não falou nada. Mais uma vez, constatei a moral da bike nesta terra. Ninguém “mexe” com elas. Santa Bicicleta…
A chegada foi pontual. Na estação, já me esperava o brasileiro Matheus. Ele trabalha como taxista aqui em Paris e tem a vantagem de ser seguro, mais barato e não importar com o volume das bagagens.
O "Francês" Lucas Couto
O "Francês" Lucas Couto

Facilidades que a só a internet nos proporciona. Recomendo. Já fui entrando no táxi e dizendo “amigo, esse táxi voa?” Como era domingo, o trânsito tava tranqüilo e logo cheguei ao hotel. Fiz o check-in a jato, deixei as malas no quarto, e em poucos minutos já estava dentro do metrô a caminho da Champs. Não demorou 10 minutos, cruzei a cidade e ao sair da estação de metro já fui dando de cara com uma multidão na rua. Havia chegado a tempo. Olha, numa boa, nunca vi tanta gente reunida em um só lugar. Mais uma vez assustei. Aí sim o bicho pegou. Era gente em cima de escada, de árvore, nos ombros dos pais. Sem chance de chegar lá na grade, haviam “camadas” de pessoas, tipo 8 na sua frente. Só avistava o outro lado da rua. Mas aí, depois de dar aquele giro, vi uma turma de jovens ingleses na beira da grade mandando ver na cerveja. Fui encostando, empurra daqui, empurra dali e na medida que eles iam saindo para fazer xixi, eu ia chegando mais próximo da grade. E deu certo, demorou uns 40 minutos e consegui ficar a 1 pessoa da grade. Não demorou muito e o pelotão entrou na avenida socando a bota.
Avenue des Champs-Élysées
Avenue des Champs-Élysées

Eram 8 voltas. Impressionante a velocidade. Mas imaginem vocês. Circuito plano, últimos minutos do Tour, milhares de fãs na rua, o mundo alí te assistindo. Era o grand finale. Uma etapa neutra para fins de classificação geral mas tinha briga pela vitória da etapa. E deu ele, Mark Cavendish.
Depois da premiação, já com bem menos pessoas na avenida, os ciclistas voltam para uma volta de despedida, em suas bikes e acabam dando mais um show. Vão até a grade, cumprimentam os fãs, dão autógrafos e posam para fotos. E com exceção das estrelas. vão embora para seus hotéis de bike mesmo, pedindo licença para as pessoas nas ruas. Chegava ao fim o Tour de France 2010.
Imagino que algumas pessoas tenham curiosidade em saber quantos Km´s percorri, quantos quilos perdi ou então quantos euros gastei nesta viagem. Eu não sei. Mas sei que nos últimos 10 dias eu ganhei muito. Conheci lugares inesquecíveis, conversei com pessoas do mundo todo, numa única língua, o ciclismo e fiz o que mais gosto na vida, pedalei. E quanta gente especial passou por este site para acompanhar um pouquinho desta aventura.
O meu muito obrigado a todos, mais uma vez.
Vive le Tour! Poly e Henrique, amo vocês sempre.
Nesta atualização, temos até um vídeo galera. Confira.

Confira as fotos do último dia do Tour de France

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As aventuras de Lucas Couto: Le Tour de France #19 CRI

Bordeaux a Pauillac (CRI), França, Sábado – 24/07/10

O Senhor de 74 anos que "deu na cabeça" do Lucas
O Senhor de 74 anos que "deu na cabeça" do Lucas

Hoje era um dia do Tour esperado por todos. Dia de prova de contra-relógio individual. Um verdadeiro desfile dos ciclistas e suas bikes, ou melhor suas máquinas. Era a hora de conhecer de perto o circo das equipes com seus ônibus maravilhosos, rodeados pelo local de aquecimento dos ciclistas.
Por volta das 10 horas da manhã, saímos da pequena cidade medieval de Saint-Emilion em direção a Bordeaux, local de largada da prova. A ciclovia, sim aqui não se pedala em rodovia, era em um local mais uma vez abençoado por Deus. Os vinhedos em contraste com os girassóis proporcionavam uma paisagem muito bacana.  Estava uma manhã bem gostosa para se pedalar.
No caminho, alcançamos um senhor pedalando e que por coincidência morava em Bordeaux.
Futuro tri-campeão, Alberto Contador, primo do Heber Contador
Futuro tri-campeão, Alberto Contador, primo do Heber Contador

Grudamos nele. Não sabíamos como entrar na cidade de Bordeaux. Nosso guia havia ficado com outro grupo para trás e tínhamos pressa em chegar.
Detalhe, esse senhor tem 74 anos de idade, pedala diariamente e hoje estava terminando um treininho de 120 Km. Disse que quando trabalhava, a bicicleta era seu meio de transporte. E não achem que o velhinho sobrou do pelotão alguma hora não. Impôs seu ritmo e mandou ver. Tem no seu currículo 2 Le Etape´s (Mont Ventou e Alpe d´huez).
Com essa mãozinha, logo chegamos na praça principal da Bordeaux, rodeada por monumentos e prédios históricos. É considerado um patrimônio histórico da humanidade. Então não é preciso descrever a beleza. Era ali que a turma ia “socá a bota” com força.
A lenda mundial, Lance Armstrong
A lenda mundial, Lance Armstrong

Como bom brasileiro, ou melhor mineiro, logo fui dando um jeitinho de buscar o melhor ponto para acompanhar a largada e acabei decidindo não ficar na avenida. Tava lotado, os ciclistas passavam muito rápido e fotografá-los não seria nada fácil. Depois via na TV. Rodei, rodei, fucei, fucei e aí descobri um portãozinho lá no fundo do parque, por onde os feras saíam dos seus ônibus em direção ao ponto de pesagem e largada. Tinha poucos policiais e o contato era tipo “ ô garoto, saí da frente!”. Fome? Sede?. Tava disposto a ficar ali uns 2 dias direto se fosse preciso.
Terminada a prova, foi hora de zarpar no mundo de volta para Saint-Emilion. Me perdi do grupo, não sabia o caminho de volta e acabei tendo mais uma experiência bacana. Fui até uma estação, peguei um trem rápido, a bike viajou ao meu lado e em poucos de 30 minutos estava de volta ao meu hotel. Detalhe, preço da passagem: R$ 20. Aprende Brasil!!!
Amanhã sigo cedo para Paris e existe uma possibilidade pequena de curtir o finalzinho do Tour. Acabei optando por assistir à prova de CRI à chegada na Champ Elysees.

Grande abraço a todos, curtam o domingo com estas fotos e amanhã é noispedala em Paris!

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Diário de bordo: Pedal Noturno: Trilha da Vaca Atolada 22/07/10

22/07/2010, por Bruno Fernandes

Luis Led caiu de bunda no chão
Luis Led caiu de bunda no chão

Aí sim, fomos surpreendidos novamente. Este diário de bordo vai ser com a minha visão sobre a trilha noturna de ontem. E o que eu tenho a dizer? Gostei demais. Surpreendeu-me muito. Saímos de um ponto de encontro diferente, na Catedral de Santo Antônio. Estávamos lá 17 companheiros. A maioria pensava que seria uma trilha comum, pois era um lugar muito batido e próximo à cidade. Confesso que eu também não esperava muita coisa.
Os assuntos principais eram a cicloviagem do Doutor Lucas Couto, a bike elétrica que o Celinho tá vendendo e as romarias. Foi um pedal como os de antigamente. O frio não castigava muito e parecia que a galera não queria que ele terminasse, visto o clima de harmonia que estava.
O salvador Banhão passando pela Matinha do Confinamento
O salvador Banhão passando pela Matinha do Confinamento

Saímos sentido Matinha do Confinamento, onde logo no primeiro colchete dois fatos marcantes. Gagame e Felipe resolveram soltar uma bomba. E O Luis Farol de Carreta? Estava estreando o seu farol 2.0 com um led que ilumina até a lua se for preciso. Ele foi testar o farol andando em uma roda: “esse farol ilumina até andando em uma roda”, quando de repente, cai de bunda no chão. Foi uma risada só. Estamos pensando em evoluir o apelido dele para Luis Led. Aprovado?
Seguimos a trilha passando por dentro da matinha, depois passamos pela cerca e viramos na última porteira para passarmos na Lagoa do Enduro do Batalhão. Foi aí que chegamos ao SEST/SENAT onde encontramos com o companheiro Robinho Dinossauro que estava trabalhando. Ficou naquela vontade de pedalar com a gente, mas primeiro a obrigação. O Lazinho que agora é speedeiro estava treinando na Avenida do Planalto.
Ao chegarmos às Molas Americanas, emoção pra valer. O Gagame disse: “Agora eu sou o guia”. Fomos tranqüilos até chegarmos à encruzilhada antes da BR e quebramos a esquerda.
Passamos ao lado do Viveiro do IEF, subimos outra matinha muito bacana e chegamos à Escola Agrícola.
Enfim encontramos a cachoeirinha
Enfim encontramos a cachoeirinha

Lá houve uma apresentação do Globo da Morte, aqueles de circos. O Duracell que pelo que eu vi, não caiu nenhuma vez novamente, deu um show. Começou então a descida. Eis que o Gagame erra o lugar de virar e chegamos a um brejo / esgoto. Os Marquinhos encontraram uma vaca atolada e era de consenso tentar salvar a vaca. Embora tenhamos criado várias alternativas, nenhuma foi executada.
Resolvemos então subir e quando o Gagame já estava errando novamente, o Banhão acerta o caminho e aí sim, conseguimos chegar à cachoeirinha. Foi quando eu avistei uma luz e fui lá avisar sobre a vaca. Ela tava lá desde a semana passada e não conseguia sair, mas estão tratando dela.
Terminamos a trilha chegando pelo Eldorado, pulando as duas cercas. Foi quando o Renato Amaral intimou eu, Marquinho Caixeiro, Gagame  e Felipe para subirmos um morro novo, atrás da Dipam. E os Zelites não desafinaram.
Termino esse diário com a impressão que esqueci algo. Me ajude aí, o que eu esqueci?
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