Diário de bordo: Trilha das Cavas 30/01/10

Mais uma vez aqui estou Euler Caixeiro Viajante tentando relatar o que aconteceu na trilha. O combinado era para sair 6h50min com 10 minutos de tolerância e acabamos

Antes e depois
Antes e depois

Saindo 7h30min esperando o Bruno. Depois de tanto esperar ficamos sabendo que ele não iria porque a bike dele estava com uma dor de cabeça forte da trilha noturna de ontem.
Saímos da praça da antiga Volks sentido bairro alvorada. Quando saímos da cidade pegamos o estradão. Contamos a galera que eram 14 bikers se não me engano foi o Recorde do sábado.
Fomos bem tranqüilos até a ponte do Bigode, subimos o morro depois da Olaria, daí para frente foi só trilha, praticamente começava nossa aventura na primeira descida.
O Gagame comprou o primeiro terreno. Fomos sentido Rio Paranaíba margeando ele, quando fomos atravessar um corregozinho com muita lama em volta o nosso fotógrafo Gleidson não perdeu um flash doido para um cair, ninguém agraciou nosso fotógrafo só o Gagame que não deu conta de atravessar montado e acabou atolando o pé na lama.
Logo em seguida saindo do córrego foi à vez do Felipe comprar mais um terreno. Passou um pouco veio o Sérgio Zaggo meio sujo. Notamos que ele tinha comprado terreno também, como o Sérgio é esperto ficava para trás só para ninguém vê-lo comprar terreno. Ele nos disse que foram dois que ele comprou e ninguém comprovou o que ele disse se brincar pode ter sido até mais.
Chegamos à travessia do riacho foi um pouco difícil achar o local para descer e atravessar, logo depois que atravessamos entramos literalmente na fazenda do Sr Alcir, uma simpatia em pessoa e ele queria ensinar para nós o caminho da estrada mais fácil, adivinha a resposta de todos ninguém deu ouvidos ao nosso amigo todos queriam só trilha. Enquanto conversávamos com Sr Alcir, chegou o Gleidson com o pneu furado. Enquanto o Gleidson trocava a câmara de ar o Flavinho Peter Pan viu uns leitões presos queria até fazer churrasco dos coitados. E fomos trilha adentro e água de todos estavam acabando, o Vaninho só dizia que tinha água à frente mais nunca chegava a tal água.
Descemos passamos em frente de uma represa com um morro violento para subir onde só quatro conseguiram subir montado Lazinho, Flavinho, Gleidson e Vaninho (cavalo esses quatro), e a tal água nada de chegar, andamos um pouco mais uma subida técnica e brava, andamos mais ainda e até que enfim chegou à bendita água (alívio para todos). O Gagame no início da trilha tava daquele jeito que todos conhecem fazendo graça cantando depois pensei que ele estava até passando mal, sumiu nem ouvia a voz direito dele. A única coisa que falava era tem mais morro ta chegando.
Descemos uma trilha show que o Gleidson disse que foi o melhor da trilha. Chegamos ao estradão e seguimos de volta para a cidade. Paramos na ponte do Paranaíba para fazermos a última foto.  Não posso deixar de comentar que tivemos dois bikers novatos na trilha de hoje. O Herculano que é de Socorro interior de São Paulo mais morava no Mato Grosso e mudou para Patos há pouco tempo entrou para a turma de vez e o outro é o Marcelo Grandão, (irmão do nosso amigo Eduardo Grandão) que veio de Belo Horizonte só para pedalar com a galera do NOISPEDALA.
E assim foi mais uma trilha show de roda como disse meu amigo Robinho.
Confira as excelentes fotos desta trilha dita por muitos que fizeram ela como a melhor de Patos de Minas.

https://www.noispedala.com.br/nggallery/page-6/album-1/gallery-59/

Diário de Bordo: Trilha do Boi 28/01/2009

Aqui quem vos fala é o companheiro de pedal Bruno Fernandes. Eram 18h54min quando cheguei à Star Bike ainda com minha lanterna para arrumar e com o pneu vazando ar pelo bico. Pior que não era só a minha lanterna. Era de dois novatos também, o Léo e o Rantar.

Robinho mostrando como não se deve ir vestido em uma trilha
Robinho mostrando como não se deve ir vestido em uma trilha

Dois fatos me chamaram a atenção. Primeiro o super simpático Senhor Olímpio (Professor Pardal) e o Robinho que estava de calça jeans, botas e bike com pneus de speed.
Às 19h o patrocinador e guia Zé Gonçalves chegou, resolveu vários problemas nas bikes da galera, inclusive na minha. Saímos para pedalar já eram 19h14min. Grande atraso. Fique atento, pois nas próximas semanas isso não irá acontecer mais.
Seguimos sentido Alvorada para fazermos a tão sonhada e solicitada pelo Zé Gonçalves trilha do boi, onde encontro com o Professor Pardal descendo. Ele disse que vai pedalar semana que vem com a bateria nova que já chegou aos correios.
Chegamos ao estradão da Béia onde o Robinho despediu de mim e do Euler. Contamos a galera. 32 bikers. Ficou decidido que o fecha trilha seria o Gleidsson e o fotógrafo seria o Alisson Tião com a câmera do Luis Farol de Carreta. Quando começo a subir quem me ultrapassa? O próprio. O dinossauro das bikes. Tudo numa boa, todos pedalando unidos respeitando o guia.
Tudo certo até que não sei ainda quem conseguiu errar a tão manjada trilha do boi. O pior foi que neste erro outro dinossauro das trilhas, o Euler da Autopatos descontrolou ao passar em um mata-burro e deixou a bike cair. Quase que ele vai junto. Neste momento escutei os gritos da galera. Era um motoqueiro que estava passando que pelo visto assustou com a quantidade de pessoas a lanternas e comprou um terreno. A roda do Walder da Motoagra no mesmo lugar empenou não sei como ainda.
Uma pausa para a foto oficial. 32 bikers
Uma pausa para a foto oficial. 32 bikers

Seguimos pedalando até que o novato Mateus, que segundo ele é de Bebedouro SP, morou em Uberlândia, Alagoas e casou com uma patense seguiu o mesmo caminho do Euler da Autopatos.
Como já era de esperar, o Robinho na curva do início da subida dos 30 paus fura o pneu da bike e termina empurrando.
Paramos no Posto do Alvorada, tomamos uma água e fizemos a foto oficial. Foi onde observamos um fato notório. O Markim Caxão não caiu nenhuma vez. Isso mesmo que você leu.
É isso aí galera! Semana que vem tem mais pedal noturno. Deixe seu comentário dizendo o que você achou da trilha.
Clique aqui e confir as fotos deste pedal noturno.

Diário de Bordo: Treino Speed – Brejo Bonito – 130 Km 24/02

Como se diz, domingo foi um daqueles dias em que não sair de casa para pedalar seria um pecado… Pois não pecamos! Trevo da Dipam, 7:30 hr. Partiram rumo ao Brejo Bonito, os seguintes ciclistas: Pacheco, Romes, Zé Gonçalves, Lucas, Leréia, Juninho “tô de férias”, Franguinho “dia 07 ganho a corrida”, Rogério Professor, Reinaldo e Flavinho Peter Pan. Ausentes: Iata (namorando), Paulo Troço (diarréia), Tião (dormiu mais que a cama) e Tora (Piocerá).

Mais um treino da galera da speed
Mais um treino da galera da speed

No Patão, encontramos o “vovô guerreiro” Gilton e a história do treino começaria ali. Já na saída, depois da ponte do rio Paranaíba, Rogério furou o pneu e logo em seguida novo furo, desta vez, Lucas. O sempre prestativo Zé Star Bike Team comandou o pit stop.
Não demorou muito, na altura do camping, James, atrasado, buscou o pelotão na roda do Leréia. Giro bacana, pelotão compacto, rumo à capital do ciclismo mundial, Brejo Bonito.
O trecho é plano e rodeado por uma bela paisagem. Vale à pena conferir! Na ponta do pelotão, revezando, Juninho “Cemil Team” e James “o apressado”. Ritmo forte e velocidade média na casa dos 34 Km/h. Pacheco retornou nos 50 Km.
Parada no Brejo para tomar aquela tradicional Coca-Cola (menos Rogério, tá de dieta…) e antes de voltar, uma passadinha na pista onde estava acontecendo a prova de moto cross. Na volta, o Professor foi premiado com a famosa câimbra. Custou mas chegou. Também, sente o treino semanal do rapaz: Posto Lagomar 3x + P.O. + Brejo (500 Km!!!).
Leréia escapou no vácuo da carreta e foi embora. Lucas e James tentaram em vão. Logo o pelotão buscou. Novo furo na PF, Franguinho. Sprint final no morro do Patão. Atacaram Juninho, Favinho e Gilton. Não sustentaram e a dupla Zé e James bateram na frente, seguidos por Lucas.
Nova parada para a Coca no Disk-Cerveja. Destaques para a performance de Reinaldo e Romes, “cada dia melhores”, e pela conscientização da galera: a melhor maneira de se treinar é junto ao pelotão. Ali se aprende regras, observa-se a técnica dos mais experientes, e ganha-se ritmo.
Portanto, vamos tentar manter um ritmo forte, mas sabendo esperar quem tá em busca da forma, para sempre chegarmos juntos. O 2010 tá animado. E preparem-se: em breve, muito breve, com exclusividade no noispedala, o lançamento do Campeonato Patense de Ciclismo 2010. Aguardem!

Diário de Bordo: Cicloviagem Curvelo / Diamantina 2010

Saímos às 16 horas do dia 21 de janeiro da Power bike. No caminho pegamos o Valner e o Bruno. Seguimos viagem até a parada para o lanche em Três Marias. Na van não calamos um segundo sequer e fomos assistindo o DVD do Grandão quando o Marquinhos não nos agraciava com excelentes músicas. 10 km após Três Marias encontramos com o Renato que havia tido problemas em seu carro, ele que fez o contato com o pessoal de Curvelo.

Galera perfilada para a foto oficial da saída na Estação Ferroviária de Curvelo
Galera perfilada para a foto oficial da saída na Estação Ferroviária de Curvelo

Chegamos a Curvelo e encontramos o organizador Bruno Ribas e fomos jantar no Bar do Zé Carlos, onde conhecemos as famosas cachaças de 200 anos que até o Dom Pedro bebia. Quando estávamos comendo peixe à segunda turma chegou. Jantamos e fomos para o hotel.
Na sexta-feira, saímos às 07h45min da Praça da Estação Ferroviária de Curvelo. Paramos na Igreja de São Geraldo onde tiramos algumas fotos e a turma dividiu. Uma parte foi pra Corinto que encurtava o caminho em 30 km. A galera de Patos de Minas juntamente com alguns de Curvelo seguiu pelo estradão. Mesmo o Marquinhos usando notube, ele furou o pneu pela primeira vez.
Pedalamos mais e chegamos ao primeiro ponto de apoio. Depois de poucos quilômetros rodados o Marquinhos fura o pneu pela segunda vez. Houve até uma ameaça de reboque à bike dele.
Depois de 50 km pedalados, chegamos ao tão temido morro caquente. Eram 13h e faziam 39ºc. O Marquinhos furou o pneu pela terceira vez durante a subida. A galera não desafinou e subiu bonito o morro.
Seguimos pedalando até Monjolos, já na região da Estrada Real. Havia uma estrutura bacana para almoçarmos e um rio para aproveitarmos.
Almoçamos e demos início à subida da linha férrea inativa. Era só subida. Chegamos de baixo de chuva em Rodeios. Duas meninas jogaram flores quando passamos pela estrada. A chuva apertou e uma parte da galera escondeu no coreto e outra na estação ferroviária inativa. Encontramos em uma mercearia onde havia um ponto de apoio e seguimos para a última parte da pedalada do primeiro dia. O destino era Conselheiro Mata. Quando chegamos, havia uma pousada bem bacana para acomodarmos, um jantar excelente e churrasco. Pedalamos 101 km no primeiro dia com direito a um tombo do Luis Farol de Carreta.
Um dos obstáculos que foram superados
Um dos obstáculos que foram superados

No segundo dia saímos às 10 da manhã para uma pedalada de 38 km. A expectativa era de ser um lugar muito bonito. Era pura trilha. A cada 3 km havia um obstáculo a ser superado; pontilhões, cachoeiras, escaladas, rios, pântanos que davam na cintura e montanhas cortadas.
O Candango que teve muitas dificuldades em pedalar no primeiro dia teve um bike fit e curso instantâneo com o Mestre Robinho e surpreendeu a todos nos outros dias.
E como os pneus furaram. Foram 13 furos. No apoio o Valner e o americano foram à cachoeira. A cada vazão de água havia um show do Dênis Americano BMX. Passamos por um pontilhão onde cabia só um pé de cada vez. Chegamos ao ponto de apoio em Mendes. O nosso churrasqueiro queria comprar a espingarda do Tião nativo amigo do lula. A Elenice esposa do Sérgio Zaggo comprou um saco de milho que serviria para café da manhã no dia seguinte e seguimos atravessando o rio, pois não dava pra passar no pontilhão. Na descida o Assis nos presenteou com um mega tombo. Subimos o morro escalando até o final do pontilhão.
Passamos pelo pântano, seguimos o pedal e no final um fato muito bacana. No pântano o Fabiano Spaço da Mulinha tomou um tombo onde várias pessoas dizem que foi de propósito. No final da pedalada do segundo dia um momento emocionante. Pegamos uma chuva de granizo com 17ºc de temperatura.
Chegamos a Barão de Guaicuí e fomos para o Bar Trem de Minas onde almoçamos e deliciamos um churrasco. Gentilmente a galera de Curvelo nos cedeu a casa para dormirmos e eles foram dormir em barracas no Bar do churrasco. Na casa dos paturebas tinham bikes em cima da pia, da mesa e da estante. Eram 12 pessoas em uma casa de dois quartos.
O Robinho não desceu para o churrasco e ficou colando as câmaras e dando manutenção nas bikes.
No terceiro dia era só chegar a Diamantina. Faltavam apenas 25 km, sendo apenas 12 km de terra. O Sérgio Zaggo passou de caminhoneta no córrego devido ao curativo. No primeiro topzinho, a maioria empurrou, exceto os paturebas.
Chuva de granizo para fechar com chave de ouro o segundo dia
Chuva de granizo para fechar com chave de ouro o segundo dia

Passamos por um garimpo super acidentado. Muitas erosões e continuamos subindo até chegar na BR.
Ao chegarmos a Diamantina a galera se reuniu em um posto de combustível e demos início à descida até ao centro histórico onde tiramos bastantes fotos e fomos almoçar. Depois disso a galera só queria voltar, pois já estávamos muito cansados.
Ah, em relação à expectativa em ser um lugar bonito, foi superada. Que lugar show. A natureza foi muito generosa com aquela região.
Foram 20 bikers, sendo 11 de Patos de Minas que participaram desta cicloviagem. É isso aí. Ano que vem tem mais hein galera.
A galera de Patos de Minas agradece a todos os curvelanos que nos receberam de braços abertos. Obrigado a todos os que pedalaram conosco e em especial ao companheiro Bruno Ribas que organizou. Agradecemos também a todos que participaram as pessoas que fizeram parte da equipe de apoio. Vocês estão de parabéns e contamos com a presença de um ônibus daí nos próximos enduros de nossa cidade.
Confira no GPS o roteiro deste paraíso. Clique aqui e faça o downloa do arquivo do GPS.

Confira as fotos desta cicloviagem da galera do Noispedala

Pedro Henrique irá compor a equipe de ciclismo Peels/Iracemápolis

Semana passada (21 a 25) ocorreu a seletiva de uma das mais conceituadas equipes de ciclismo do Brasil: Iracemápolis/Peels.
A seletiva ocorreu na cidade de Iracemápolis, interior paulista, somente para as categorias Júnior e Juvenil, mas apresentou um cronograma digno de elite. De acordo com o técnico Renato Buck, “duas ou três vagas serão destinadas para cada categoria, dependendo do nível técnico dos ciclistas”.

Pedro Henrique
Pedro Henrique

Foram seis etapas para a seleção dos novos ciclistas: laboratório, contra o relógio individual (CRI), resistência em estrada, Circuito (Criterium) e a 51ª Prova Ciclística Da Comarca De Poços De Caldas (válida como 1ª etapa da Média Paulista de Ciclismo).
Os felizardos atletas Peels selecionados terão direito a alojamento, alimentação e escola gratuitos e uma ajuda de custo mensal e participarão das principais provas do ciclismo brasileiro.
Ciclistas de toda parte do Brasil compareceram para a seletiva, podendo-se citar as cidades de Campinas, Itatinga, Sumaré, Itaperuna, Uberlândia, Patos de Minas, Patrocínio, Porto Velho.
Dos quatro atletas mineiros participantes, dois foram aprovados na seletiva Peels. São eles o uberlandense Victor Carvalho Reis (Trilha Bike/ Autoelétrica Central/ Protege Registros/ Sport Time), na categoria Juvenil, e o patense Pedro Henrique Silva Reis (Edvon Motos), na categoria júnior.
O Noispedala parabeniza o atleta e amigo Pedro Henrique. Sucesso total para ele em 2010.
Todas as informações do processo seletivo podem ser encontradas no site www.sportime.cjb.net.

Diário de Bordo: Trilha da Meia noite 21/01/10

Eram 19h05min quando eu, Magela, cheguei com 5 minutos de atraso e tive que ouvir algumas broncas pelo atraso.  Quando subíamos a Av. Major Gote notei a presença de um novo membro que me chamou a atenção, um senhor de aproximadamente 60 anos, com uma bike elétrica, que ele mesmo construiu.

Senhor Olímpio, o Professor Pardal
Senhor Olímpio, o Professor Pardal

Logo que pegamos a Av. Marabá, deparamos com um acidente envolvendo uma moto e um caminhão, o doutor Carlos Campos, preocupado com uma possível vítima, se aproximou do local do acidente e quase foi preso por violar o isolamento da Polícia. O meu compadre Vandinho que subiu na frente do guia pegou a estrada do cenourinha de desgarrou da turma, que passou direto na Marabá.
Depois da no alto dos 6 km, quando íamos pegar a descida da secretária encontramos novamente com o Vandinho e o Paulinho que o acompanhou pelo cenourinha. Começamos a descida e logo eu furei o pneu, com a ajuda do nosso amigo Zé Gonçalves (STAR BIKE ver anúncio ao lado) rapidamente colocamos a minha bike para rodar de novo.
Sem dúvida o que chamava mais a atenção era o senhor Olímpio com bike elétrica, ele encantou a todos com sua simpatia e paciência explicando com funcionava seu invento. Logo a galera o apelidou carinhosamente de professor pardal.
Assim que começamos a subida do outro lado da secretária, o Markim Caixão conseguiu cair duas vezes, mais um tombo e ele teria direito a pedir uma música. O senhor Olímpio (professor pardal) começou a ter problemas com sua maquina, ela emitia um som estranho, parecendo com sirene de viatura e segundo ele foi super aquecimento dos transistores bipolares alternadores de energia da caixa transformadora de alternadores da propulsão dos cabos condutores de energia renovada das partículas ultra polares ligadas a corrente que fica na caixa de renovadores de potência cognitiva renovada, acionada pelos freios. Não deu outra; o senhor Olímpio deve que acionar o resgate, e foi a pé até o Sertãozinho. Já colocamos em nossa pauta uma matéria para o TV NOISPEDALA com o Sr Olímpio e sua bike elétrica.
Após a triste separação do nosso mais novo amigo, seguimos em direção ao Beco dos Borges, após passarmos por um curral, pegamos uma pequena descida cheia de cavas, mesmo após ter alertado do perigo, o nosso amigo João Bocão resolveu encará-la montado, o que de dia já é difícil imagine a noite, dito e feito o Bocão achou um buraco e foi aquele capote.
Passamos pelo Beco dos Borges, atravessamos a aguinha e antes de começar a subida que chega ao estradão tivemos mais um pneu furado, sem falar do capote do Joãozinho Grandão.
As 22h28min h chegamos à cidade e a galera acabou se separando sem se despedir
È isso aí, fica duro e pé no pedal!
Clique aqui para ver as fotos deste pedal noturno