PROCURA-SE – Djanilton Xavier, 18 anos, Natural de Natal

Assista a reportagem do Djanilton Xavier que está cruzando o Brasil em uma bicicleta crossinha. Ele saiu de Natal, capital do Rio Grande do Norte e está pedalando até Porto Alegre no Rio Grande do Sul.
Ele tem apenas 18 anos e está precisando de dois pneus e uma revisão na magrela.
Que tal ajudarmos o garoto? Alguém tem alguma notícia do paradeiro dele?
Assista a reportagem que foi exibida hoje na NTV.

Diário de Bordo – Nightbike 12/11 – Matinha / Esc. Agrícola

Zé da Star Bike saindo fo final da matinha e assustando o Coelho Bala
Zé da Star Bike saindo fo final da matinha e assustando o Coelho Bala

As 18h55min horas do dia 12 novembro, já estavam quase todos do noispedala na porta da Academia Lúcia Queiroz, disputando o concurso do farol mais potente, quando apareceu um cara com roupas de ir à missa, perguntado o motivo de estarmos ali equipados com nossas mountain bikes, ao saber que toda quinta-feira à noite noispedala aqui em Patos de Minas, ele se apresentou, e nos disse que é de Uberlândia e que toda quinta-feira trabalha em Patos e na próxima semana vai trazer sua bike pra pedalar com a gente. Plínio, bem-vindo ao noispedala!
As 19h03min saímos em direção a Lagoa Grande para fugirmos do trânsito da Rua Doutor Marcolino, pois a turma era grande; 29 “bicicleteiros”. Quando chegamos à Avenida JK, entramos na Avenida da antiga CEASA e após passarmos pela Cica, pegamos uma trilha que leva até a Vila Olímpica da URT, foi quando tivemos nossos primeiros capotes, o Coelho que estava estreando uma lanterna de caçar tatu colocada na bike, foi subir um barranquinho e a sua bicicleta cabritou e jogou o Coelho no chão, pouco mais a frente o Miltim brecou a bike e não destravou os pés dos pedais, foi o primeiro capote dele na noite. Quando resolvemos pegar um atalho que leva a estrada do confinamento o Miltim e o Luiz entraram em uma espécie de terra movediça e atolaram até os cubos.
Subimos o zoca e quando pulamos a 1ª cerca o Fabiano (spaço) quebrou a gancheira e teve que voltar pra casa mais cedo. No final da matinha o Zé (star bike) que chegou atrasado e deu a volta pelo Patão, escondeu na matinha e deu um berro quando o Coelho (mais medroso) passou que quase matou o coitado de susto. Logo após pularmos a porteira tivemos uma corrente quebrada, enquanto consertávamos a corrente, parte da galera foi na frente, possivelmente puxados pelo Marco Túlio (gagame), que constantemente tem se adiantado do restante da turma, desrespeitando a regra do noispedala a noite que é andar atrás do guia, com isso acabou levando a galera para o caminho errado fazendo com que não passássemos na trilha da lagoa que fica no fundo da Ceasa nova e fomos direto para a BR 365. Quando chegamos à rodovia, um carro parou e ligou o alarme, pouco depois saiu de dentro do carro um policial rodoviário federal perguntado se nós iríamos atravessar a rodovia. Rapidamente ele parou o trânsito, que estava pesado naquela hora, o que possibilitou que todos atravessassem a BR com segurança, fica aqui o nosso agradecimento a Polícia Rodoviária Federal.
Galera do Noispedala marcando presença na Lagoa Grande mais uma vez
Galera do Noispedala marcando presença na Lagoa Grande mais uma vez

Pegamos a Avenida do SEST/SENAT e entramos em uma estrada de terra no fundo do bairro Planalto, foi quando flagramos um casal transando, calma aí gente, era um casal de sapos. Atravessamos a Av. JK pegamos a estrada do Canavial sentido viveiro do IEF, tudo tranqüilo o Hebinho passou pelo mata-burro sem problemas, subimos pela rodovia entramos no prolongamento da Av. Afonso Queiroz até a Escola Agrícola, saímos do asfalto pegamos a trilha e começamos a descer, quando chegamos a um curral o Batista (bocão) caiu num buraco e levou aquele capote clássico (voou por cima do guidão da bike), logo após o capote do Bocão, foi a vez do Alex (Power bike) cometer um erro fatal na trilha noturna que é arrumar o farol descendo, não deu outra, capotou também. A essa altura o Miltim já tinha levado uns 5 tombos, o suficiente para acabar com o resto do couro do corpo dele, que havia sobrado do capote que ele levou na última quinta-feira. E não parou por aí não, o Ângelo (varejão) conseguiu bater numa pedra de mais de 100 kg fazendo com que a pedra saísse do lugar, quem ficou paradinha foi a magrela dele, já o Ângelo, foi cair de costas uns 5 metros pra frente.
Após muitas cercas, barro, terra movediça, córrego, capotes, susto chegamos ao bairro Eldorado com direito a torcida em camarote para ver a gente pular a última cerca às 21h40min. Teve até quem falasse que esse foi o melhor noispedala à noite até agora.
Quinta que vem noispedala de novo!
Não deixe de ver as primeiras fotos do Noispedala a noite.

Entrevista – Guilherme José Silva – Durex do BMX


Guilherme José Silva - Durex
Guilherme José Silva - Durex

NPD: Qual seu nome completo?
Guilherme: Guilherme José Silva – Durex.
NPD: Há quantos pilotos praticando bicicross em Patos de Minas no momento?
Guilherme: Entre 40 e 50 pilotos em condições de competir. Informalmente cerca de 60, 70 pessoas. Com uma pista adequada para treinamento, temos condições de ter mais que 100 pilotos
NPD: Quais os locais para treinamento em Patos de Minas?
Guilherme: Somente dois locais. No morrão e na Gontijo.
NPD: Quais os pilotos estão despontando em nossa cidade?
Guilherme: Além de mim, o Davi filho do João Marcos, Rafael Gontijo, José Sérgio, Márcio Gabriel e o Denis que retornou dos EUA recentemente. Há outros pilotos de potencial como o Charley que não estão participando de competições.
NPD: Há um ranking de competidores?
Guilherme: Estou em 8º na América Latina. No ranking brasileiro estou em 13º, apesar de ter participado de somente uma etapa.
NPD: Qual sua categoria?
Guilherme: 25 a 29 anos no brasileiro e latino-americano. No Mineiro eu participo da elite.
NPD: Qual a promessa da Prefeitura Municipal para os praticantes?
Guilherme: Que será construída até o fim de 2009 uma pista adequada. A promessa foi feita pela prefeita Municipal Béia Savassi e pelo vereador Bartolomeu
NPD: Qual o custo de construção da pista?
Guilherme: Caso seja no Parque Municipal do Mocambo, cerca de 10.000 reais, visto que já há uma infra-estrutura no local. Em outro local, cerca de 40.000 reais.
NPD: Como será o funcionamento da pista?
Guilherme: A pista não ficaria aberta o tempo todo. Haverá dias e horários certos para treinamento. Também serão realizados trabalhos sociais, com escolinha de bicicross, conscientizando jovens que na pista que é o lugar para extravasar, e não em calçadas por exemplo.
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Guilherme treinando na Pista do Morrão

Biker patense é campeão do 7º Mountain Bike Sem Fronteiras

Pódio Categoria Sub-30
Pódio Categoria Sub-30

Já estamos no final de temporada e os bikers de Patos de minas ainda estão treinando forte e representando nossa cidade em diversas competições de MTB.
Neste último final de semana (08/11/09) em Peiropolis, que é um bairro localizado a 19km do centro de Uberaba – MG, que destaca-se no turismo por pelos fósseis de dinossauros,  foi disputada a final da Copa Sem Fronteira de MTB.
O percurso de 40km de distância continha diversas montanhas. A chuva que caiu nos dias anteriores fez com que o barro tomasse conta do percurso. Nada disso impediu a boa forma dos atletas patenses.
Aa competição reuniu os melhores atletas de Minas e interior de São Paulo. Foi uma bela disputa em todas as categorias com definições nos últimos metros da linha de chegada.
O destaque fica para o biker Júnior Alves, que cheg0u em segundo lugar na etapa e venceu a Copa na categoria Elite. A copa foi composta por três etapas. A primeira em Araxá – MG, a segunda em Franca – SP e a terceira em Uberaba – MG.
José Gonçalves foi o terceiro colocado na categoria Master-A. Henrique Amaro o quarto na Sub-30 e Edimar o sétimo também na Sub-30.
Coelho Bala, Zé Gonçalves, Júnior Alves e Edimar
Coelho Bala, Zé Gonçalves, Júnior Alves e Edimar

Com informações do Henrique Amaro (Coelho Bala)

Diário de Bordo: Trilha do Rivalcino 07/11/09

O pessoal encontrou na Praça Bandeirantes no sábado 7 da manhã, passaram pelas Molas Americanas, saindo no Presídio.
Entraram no Pesque Pague e subiram até ao Rivalcino. Tomaram uma coquinha lá. Depois eles foram no Aragão, voltaram no Rivalcino, tomaram outra coquinha e desceram pela BR-365.
Depois disso, alguns ainda voltaram no Rivalcino só para tomar mais uma coquinha.
Que povo que gosta de uma coquinha hein?
Clique aqui e confira as fotos do Primeiro Enduro A Pé Universitário de Patos de Minas.

Cobertura Primeiro Enduro a Pé Universitário de Patos

Comissão Organizadora do Evento
Comissão Organizadora do Evento

Foi realizado no último domingo (08/11/09), o Primeiro Enduro a pé Universitário de Patos de Minas. Cerca de 50 pessoas de Patos e região participaram da prova.
Os competidores largaram do UNIPAM (Centro Universitário de Patos de Minas), que foi um dos patrocinadores do evento. Foram percorridos caminhos com belíssimas paisagens, tendo direito a um passeio pela cidade, trilhas, floresta, fazendas e córregos, que gerava uma falsa impressão de estarmos a muitos quilômetros da cidade.
O destaque foi a presença de pessoas que nunca haviam participado de enduro algum, das mais variadas idades. Também deve ser ressaltada a agilidade na divulgação dos resultados.
Depois de 10Km percorridos em cerca de duas horas e trinta minutos, os competidores começaram a apontar na linha de chegada, onde a última referência era no final da Avenida Major Gote, próximo ao Centro de Controle de Zoonoses. Depois disso, era só deslocar-se até ao Unipam, fazendo uma recapitulação da prova e repondo as energias.
A organização ficou por conta do segundo período de Fisioterapia do UNIPAM, liderada pelo biker João Marcos.
Galera durante o Neutral
Galera durante o Neutral

A entrega de troféus aos vencedores das duas categorias proporcionou uma grande festa para os amantes do trekking. Os organizadores fizeram uma avaliação positiva da competição e prometeram que vão nos proporcionar mais eventos do gênero.
Ficam aqui os parabéns do Noispedala para os organizadores do Enduro e repito as palavras do Doutor Dirceu, coordenador da FACISA. “Parabéns! Vocês são a primeira turma da FACISA que fazem um evento que incentiva a saúde e o bem estar”.
Nossos parabéns às empresas que apoiaram o evento. Ducks Sports, UNIPAM, Alex Suplementos e Sacolão Center.
Confira aqui o resultado oficial do Enduro.
CATEGORIA DUPLAS

#

Dupla

Pontos

Douglas Machado / Eduardo Pedro

49

Jefferson Alves / Wender Charles

67

Elvano Dias / Ana Amélia

85

Flávio André / Fabrício Oliveira

168

Marcos / Fabiano Spaço

189

Leandro Santos / Alexandre Antônio

192

Geraldo Magela / Heitor

325

Heber Araújo / Samira Alexandre

537

Vinícius José / Edson Rafael

1098

10º

Aparecido Marafon / Milton Roberto

1206

11º

Guilherme José da Silva /

18000

12º

Fabiano Correia / Arlete Lima

18000

 
CATEGORIA TRIOS

#

Trio

Pontos

Rogério Caetano / Horozita / Luiz Matias

34

Julio Cesar Silva / Guilherme / Fernando

43

Aod / Pedro / Lúcia Queiroz

85

Bruno Fernandes / Renato Amaral / Marcelo Alves

93

André Carlos / Edvon / Elisabeth

111

Marilene / Jesus / Dante

438

Pessoal, não deixe de deixar seu comentário. Queremos saber o que você está pensando. Vamos interagir e auxiliar o pessoal a organizar mais enduro.
Clique aqui e confira as fotos do Primeiro Enduro A Pé Universitário de Patos de Minas.
Confira o trajeto do Enduro no GPS

Cobertura do Enduro na NTV

Aprenda a escolher o tamanho certo do quadro

treino_determinar_quadroO perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo. A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.
E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro vêem com o seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro). Nas mtb, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.
Bikes Speed
Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.
No Brasil é difícil de se encontrar quadros com numeração ímpar, o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior.
Dicas: Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos.
Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).
Para medir o tamanho de um quadro sloping – aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás – despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.
A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm.
Atenção: Canotes de selim e mesas têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.
Mountain bikes
A regra acima não se aplica às mountain bikes. O tamanho do quadro é geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos EUA) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha que foi publicada pela revista norte-americana Mountain Bike Action, em janeiro de 1992 que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike. Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.
Nova numeração
Já está disponível no mercado bicicletas que têm a numeração S, M, L, XL (como em camisetas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a marca norte-americana Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da ScottUSA.
A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto. Foi também a Giant que introduziu no ciclismo de estrada o conceito de quadros com geometria “sloping”, ou seja, tubo horizontal é inclinado para trás para tornar o quadro mais compacto.
No Brasil, a maioria das bicicletas nacionais (leia-se Caloi e Sundown) são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque. Pesquise em pelo menos três lugares diferentes antes de fechar negócio. Se em sua cidade você só tem uma loja de bicicletas, viaje para uma cidade pouco maior e continue a pesquisa.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois!
Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Supermercados são excelentes para vender arroz, feijão, ervilha, salsicha e outros mantimentos. Bicicletas devem ser adquiridas em casas especializadas e que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.
Esta matéria foi extraída do Bike Magazine e foi indicada pelo biker Heber Contador, primo do Alberto Contador.

Diário de Bordo 05/11/09 – Trilha do Pesque Pague

Gata Seca, quem é você?
Gata Seca, quem é você?

Chegando ao ponto de encontro do nightbike do dia 5 novembro, Pizzaria Miquelângelo, vimos o nosso super herói Chapolin e sua equipe, ou melhor, toda Família Miquelângelo com um ar de satisfação por estarmos fazendo de sua casa o nosso ponto de encontro. As 19h05min saímos e com éramos muitos fomos até a orla da lagoa grande tirar uma onda, as pessoas que faziam caminhada ficaram sem saber o que era aquilo, 33 bicicletas com seus “bicicleteiros” equipados com roupas de ciclistas e até capacetes. Percorrida a orla da lagoa, pegamos a R. Doutor Marcolino e em seguida até a Av. JK, paramos pra contar a galera na entrada das molas Americanas, o Junim (melhor de Patos) muito humilde, se prontificou em ser o fecha trilha.
Ligamos os faróis e desta vez juntaram o Luiz e o Thiago (New Bike) com seus faróis de carreta tirando onda em cima da gente, fomos na estrada do canavial sentido viveiro do IEF, no 2º mata-burro veio o primeiro capote da noite, Hebinho se assustou com o grito de “olha o Mata-burro” do Bruno e parou a bike de uma vez, esquecendo de desencaixar os pés dos pedais (falta de psicotécnico, sabe!) e não deu outra o bicho tombou bonito.
A essa altura a turma já tinha se separado devido ao nosso Doutor Walner, que sofreu um minúsculo corte próximo ao tornozelo e parou para fazer curativos (coisa de moleque que foi criado com danoninho).
Noispedala na Lagoa Grande
Noispedala na Lagoa Grande

Reunimo-nos na rodovia e como é de praxe tivemos nosso pneu furado e desta vez foi o do Luiz Matias. Aproveitamos para tiras fotos da galera e pela 1ª vez vimos o Criceles (gente boa) sorrir, sorriso meio amarelo, mas foi um sorriso! Pneu colado descemos até o Pesque Pague São Gabriel pegamos a estradinha e começamos nossa 2ª subida, aí já apareceram os elites, subido no maior gás quase derrubado os bikers educados, essas atitudes retardadas só podem ser comandadas pelo Coelho (óbvio), galera do NOISPEDALA anda é de boa!
Acabamos de subir, reunimos e contamos a turma e seguimos em direção a BR 365, atravessamos a BR e seguimos em direção ao cafezal a essa altura os 33 bikers já pedalavam agrupados e tava muito legal aqueles faróis minúsculos no meio da escuridão, imagino que quem estivesse de longe olhando aquele monte de luzinhas passando, deve está até agora se perguntando, o que seria aquilo.
Quando margeávamos o cafezal o Miltim velou o 2º capote da noite, no momento que ele foi arrumar o farol (porcaria esse faróis, toda hora o bicho desce), topou uma pedra e foi aquele capote clássico, igual ao que o Euler levou semana passada, só que o Euler tem Airbag por todos os lados e o Miltim é o puro pele e osso (chassi de frango), o coitado veio o resto da trilha reclamando de dores por todo lado.
Às 21h30min chegamos à porta do Miquelângelo, onde estacionamos nossas magrelas, uma por cima da outra, o pessoal do Miquelângelo arrumou uma mesa gigante pra gente e começou a descer pizza e cokinha, sem dúvida comemos a melhor pizza da cidade, em meio a um papo muito agradável e ainda ajudamos uma galerinha da mesa ao lado cantar “parabéns pra você”, para alguém que ainda não sabemos quem é.
Barriga cheia, pé na areia. Sábado tem mais trilha e domingo tem enduro a pé e a gente se encontra lá.
Clique aqui e veja as fotos do Nightbike 05/11/09 – Trilha do Pesque Pague voltando pelo cafezal.

Primeiro Enduro a Pé Universitário

Inscrições abertas. Clique aqui e faça a inscrição de sua equipe
Acontece no próximo domingo em Patos de Minas, o Primeiro Enduro a Pé Universitário. O evento será realizado pelo 2º período de Fisioterapia do Unipam.
A largada e a chegada serão no Ginásio do Unipam com um percurso de 10.10Km.
A prova será na modalidade regularidade e contará com as categorias duplas e trios, independente de idade e sexo.

Cartaz Primeiro Enduro a Pé Universitário
Cartaz Primeiro Enduro a Pé Universitário

A inscrição pode ser realizada aqui no noispedala (clique aqui e faça a inscrição de sua equipe), na Star Bike, na Alex Suplementos (na orla da lagoa) e na Ice Berg Sorveteria. O valor da inscrição é de apenas R$ 15,00.
Haverá premiação para os cinco primeiros colocados em cada categoria.
O Enduro a pé, que também é conhecido como trekking é bastante similar aos enduros de bikes. Para participar, basta levar um relógio com cronômetro e água. É recomendado que os participantes vão de tênis ou bota apropriada, e calça.
É um evento que visa a promoção de saúde e toda família poderá participar.
Nossos parabéns ao UNIPAM pela iniciativa e apoio ao evento e também à Ducks, à Alex Suplementos e Sacolão Center.

Diário de Bordo 02/11 – Trilha Alagoas / Ponte do Bigode

Izegeraldo, jogado aos seus pés, eu sou mesmo o Izegeraldo
Izegeraldo, jogado aos seus pés, eu sou mesmo o Izegeraldo

Só mesmo o noispedala pra me tirar da cama as 06h20min da manhã em dia de feriado, mas valeu à pena! Eram 07h04min quando eu e meu amigo Fuscão chegamos ao Posto Elmo pra encontrar com a galera do NPD e fui logo recebendo um telefonema do Vinícius (Setta Engenharia) dizendo pra esperar que ele iria atrasar uns 10 minutinhos, depois foi a vez do Aod (pediatra) ligar falando que iria atrasar mais uns 10 minutinhos e acabou que saímos as 07h30min.
Pegamos a Av. Brasil que nos levou até a ponte do Paranaíba, contamos a turma e deu 13 bikers. seguimos em direção ao aterro sanitário e pegamos uma estradinha à esquerda depois do Ribeirão D’acota e começamos a subir, impossível não se lembrar da trilha da matinha, que acabou virando carvão e hoje não resta praticamente nada, daquela que foi a melhor trilha dentro de mata do município de Patos. Saudosismo a parte, seguimos subindo e mais 10 minutos o Vinícius teve que fazer uso da matinha. Após passarmos pela antiga pedreira, que agora é estrada, começamos a subir de novo e o Vinícius aparentava não estar nada bem e não deu outra, como era dia 2 de novembro, ele acabou morrendo e quase que o Vandinho (dentista) consegue levá-lo para o fundo do posso, com um papo de “o pior já passou, você já cag…,  já vomitou, vamos continuar com a gente”. Ainda bem que o Vinícius não deu ouvidos ao pilantra do Vandinho e voltou logo que acabamos de subir a ponta da cerra do Mamão, pois ainda faltavam uns 35 km até o final do pedal.
Seguimos de boa, pois o sol estava descansando e uma fotinha aqui, uma paradinha ali e já estávamos no Córrego Rico, subindo de novo e essa subida do Córrego Rico é casca grossa, pois é muito íngreme e com cascalho, subimos mais essa e logo atravessamos a estrada do Curraleiro. A essa altura o Weuler (Autopatos caminhões) já tava enchendo o saco, desta vez com um tal de “eu vou voltar, minha bicicleta ta fazendo um barulhinho chato, eu acho que vou voltar”.
Galera do Noispedala 02/11/09
Galera do Noispedala 02/11/09

Seguimos em direção ao “zoca”. Começamos a descida e ouvimos um barulho de estouro, era o pneu do Euler (caixeiro viajante) que estourou e pra não perder o costume, o Euler levou aquele capote e desta vez a coisa foi feia, ele caiu de ponta no chão em um lugar cheio de pedras, sobrou escoriações pra todo lado, até no rosto. Após se acalmar, vieram as previsões de possíveis conseqüências “o meu filho quando ler que eu caí de novo vai pegar no meu pé, sem falar no Kuririm que vai escrever comentários engraçadinhos a meu respeito no site”. Colocamos uma câmara de ar na roda do Euler, pois ele tava com pneu sem câmara e acabamos de descer, chegamos ao corguim bebemos água e subimos com as bikes nas costas.
Atravessamos a ponte do Bigode pegamos o estradão com o Euler no sacrifício e o Zé Geraldo, ou melhor o Izegeraldo (filho do Dautim da Honda) foi fazer gracinha andando em uma roda só e a sua bicicleta parece que não gostou e deu uma “cabritada” jogando o danado com o sambirico no chão e ainda ficou montada em cima dele, ele ficou caído ali sem se mexer. Como 5 minutos antes dele cair, ele havia dito que não gostava de polícia se referindo a minha presença ali, rapidamente saquei minha máquina fotográfica e comecei a fotografar sem me preocupar em socorrê-lo (vai bobão praga de polícia pega). Após o Dr. Aod apalpar as nádegas do Izegeraldo por uns 20 minutos (coisa estranha viu gente) seguimos até a cidade.
Já eram 12h25min quando chegamos pra tomar um refri e comentar as proezas desse noispedala e chegamos a uma conclusão: “essa trilha é pra poucos”.
É isso aí galera quinta-feira tem noispedala à noite!
Clique aqui e confira as fotos da Trilha das Alagoas voltando pela Ponte do Bigode.
Ahhhh, não esqueça de deixar o seu comentário.


O Diário de Bordo tem a autoria do Capitão Magela