Prefeitura de Patos de Minas vai repassar R$3.000 para LPC

Delei, Bartolomeu, José Gonçalves e Magela
Delei, Bartolomeu, José Gonçalves e Magela

Na data de 29 outubro, o presidente da Liga Patense de Ciclismo, José Gonçalves e o vice-presidente Magela, estiveram na sede da Prefeitura Municipal de Patos de Minas e receberam a notícia do diretor de esportes da Prefeitura, Delei , que a LPC receberá ainda este ano, provavelmente nos próximos dez dias, a quantia de R$3.000,00 (três mil reais), para cobrir dívidas da LPC e promover provas de ciclismo ainda este ano.
Este verba vem através do vereador Bardolomeu que tem se mostrado um dos grandes incentivadores do esporte na cidade. Durante o nosso contato com o diretor de esportes Delei e o vereador bardolomeu, eles  disseram que estão empenhados na construção da pista de bicicross na cidade, e  que ainda não definiram o local e que esse assunto está sendo tratado em caráter de prioridade.
Delei aproveitou para cobrar da Liga o calendário de provas referente ao ano de 2010.

Diário de Bordo do Nightbike 29/10 – Ribeirão Mata Burro

Chapolim Colorado
Às 18h55min quando eu chegava próximo ao ponto de encontro, o meu amigo Zé da Star Bike estava indo andar de bicicleta sozinho. Com certeza é devido ao capote que ele levou na frente de todo mundo no último passeio noturno, ele ainda estava com vergonha, coitadinho. Mas não tem problema não, lá na cervejaria Contorno estava toda galera do NPD e com gente nova no pedaço, às 19h00min em ponto saímos com destino a Av. Marabá sem a presença do nosso herói Super Mario Bros, que foi substituído pelo grande Chapolin (Miguelangelo), e ainda apareceu do nada o Dão da Civil, com sua pochete de ferramentas na cintura e eu tenho que confessar, achei que ele não ia dar conta de subir a Marabá, pois eu nunca vi o cara pedalando.
Acabamos de subir a marabá contamos  a turma e deram 15. O Gleidson foi voluntário em ser o último e lá foi à gente na estrada do Sumaré com suas costelas de vaca que não acabam por nada e quando ligamos os faróis, desta vez fomos humilhados pelo Luiz que conseguiu colocar um farol que mais parecia com aqueles faróis que sinalizam para os navios próximos aos arquipélagos. Para vocês terem idéia a bateria era uma berreria de carreta que ele amarrou no meio do quadro, uma autêntica jegueira, mas que iluminava muito.

Nightbike 29/10
Nightbike 29/10

Após uns 7 km na estrada do Sumaré, entramos a direita em direção a decida do “dólar” e quando chegamos ao topo da decida entramos a esquerda, mesmo eu avisando que iríamos pegar uma trilha a direita o Weuler (Autopatos caminhões) e o Marco Túlio desceram na frente e passaram do ponto, mais que de pressa o Fabiano (spaço) disse: “Deixa que eu busco eles” (profissional), aproveitou para dar uma de Junim (melhor de Patos), assim que os engraçadinhos voltaram pegamos a trilha e era trilha mesmo, só um trilhinho de vaca e pra piorar cheio de pedras, que no escuro era inevitável as derrapadas, mas descemos todos de boa sem nem um capote.
Quando chegamos à mata, eu como não passava por lá há algum tempo, não sabia que varias arvores estavam caídas sobre a trilha, e por diversas vezes tivemos que empurrar as bikes ouvido o medroso o Coelho falar sem parar; “gente vamos andar todo mundo junto, esse lugar é perigoso, não é melhor a gente voltar? gente todo mundo junto! gente eu to com medo! gente tome cuidado”, e como se não bastasse o Weuler começou com um tal de “olha o gagame, olha o gangagalho” e o Marco Túlio demorou menos de 1 minuto para começar a repetir as frases do Weuler sem parar até o fim do passeio, “olha o gagame, olha o gangagalho”.
No fim da mata o nosso amigo Euler (caixeiro viajante), que veio de Paracatu no maior gás só para pedalar com a gente, ao chegar ao fim da mata, ele travou a roda da frente da bike num toco e levou aquele capote clássico, é quando o piloto passa por cima do guidão da bike, imaginem uma pessoa de 1,95m (um metro e noventa e cinco centímetros) de altura, pensando uns 115 Kg, levando um tombo desses, como diria um locutor de rodeio “o chão tremeu” e a galera riu, mas o Euler saiu ileso, sujo, mas ileso.
Acabamos de descer as trilhas e pegamos uma estradinha abandonada, quando chegamos à ponte do ribeirão Mata  Burrinho, cadê a ponte? A enchente levou a ponte e sobraram apenas três troncos arredondados e com lodo, o Bruno só passou depois que o Luiz deu a mão pra ele segurar, vergonha… Passamos o ribeirão e começamos a subir e subir e subir quando estávamos quase chegando ao topo da montanha e eu já tava bufando, o Dão que eu achava não dar conta de subi a Marabá, passou por mim conversando como se estivesse descendo, boa surpresa.
Após reunir e contar a turma começamos a decida e chegamos à estrada da antiga rinha de galo, como é regra do nightbike o meu pneu estava furado, como estava chegando, acabei de chegar sem trocar a câmara de ar, vim só na bomba e depois enchendo nos postos de combustíveis da cidade.
As 22h10min chegamos à cidade sem chuva, pois armou chuva o tempo todo e não choveu.
É isso aí, quinta-feira que vem noispedala de novo às 19 Horas.
Clique aqui e veja as fotos do Nightbike 29/10.
O autor do Diário de Borda é o Magela.

LPC doa leite e frutas para a Creche Casulo

Quem participou do Primeiro Enduro de Primeiro Enduro de MTB Regularidade de João Pinheiro, no ato da inscrição, doou um litro de leite DaVaca, um dos patrocinadores do evento.
Na manhã desta segunda-feira (26/10), os membros da LPC estiveram na Creche Casulo em João Pinheiro, onde fizeram a entrega dos leites que foram doados pelos participantes e também as frutas que não foram consumidas pelos participantes do enduro, todas elas em perfeitas condições de consumo, fazendo com isso, a alegria das crianças.

Liga Pinheirense de Ciclismo doa alimentos à Creche Casulo
Liga Pinheirense de Ciclismo doa alimentos à Creche Casulo

Cobertura 1º Enduro de MTB Regularidade de João Pinheiro

Pódio Categoria Individual Livre
Pódio Categoria Individual Livre

Foi realizado no último domingo (25), o Primeiro Enduro Mountainbike de Regularidade da Cidade de João Pinheiro. Cerca de 50 bikers da região, principalmente de João Pinheiro, Patos de Minas, Paracatu e Uberlândia participaram da prova.
Os competidores largaram do Supermercado Amanda, um dos patrocinadores do evento, no centro da cidade, percorrendo um caminho com belíssimas paisagens, dividido por asfalto, trilhas, estradinhas e estradões, com PCs muito bem posicionados, que foi um dos diferenciais para determinar as melhores posições.
A chuva forte que caiu na noite anterior ao dia da prova, fez com que o nível da prova subisse muito, já que as médias impressas na planilha foram coletadas com o percurso seco. E como era esperado, o sol também não deu trégua para os competidores.
O destaque foi a organização do evento. Vários membros da Liga Pinheirence de Ciclismo (LPC) estavam engajados em fazer com que este enduro seja apenas o primeiro de muitos. Notável a alegria do pessoal que estava participando e a seriedade dos PCs.
Depois de cerca de duas horas e trinta minutos, os pilotos começaram a apontar na linha de chegada, também no Supermercado Amanda, onde não demorou muito tempo para sair o resultado, que foi apurado pelo patense João Marcos, que também em conjunto com o Júnior Alves, contribuiram na organização do evento.
A entrega de troféus aos vencedores das três categorias proporcionou uma grande festa para os amantes do Mountain Bike. Os organizadores fizeram uma avaliação positiva da competição que, no ano que vem, deverá ser ainda mais disputada.
Fica a dica do Noispedala para a criação de uma Copa Regional, com o apoio de cada uma das Prefeituras das cidades, onde estas estariam cedendo um ônibus para que os atletas possam competir sem dificuldades, todas as etapas da Copa.
Pessoal, não deixe de deixar seu comentário. Queremos saber o que você está pensando. Vamos interagir e auxiliar o pessoal da LPC a organizar mais enduros naquela cidade.
Clique aqui e veja as fotos do Primeiro Enduro Mountainbike Regularidade de João Pinheiro.
O site joaopinheiro.com fez a cobertura da largada. Assista o vídeo.

Confira os resultados do Enduro:

Duplas PRO
Colocação N. Nome Total
1 109 heleno de lima / vinicius dias 490
2 105 joão marcos / marco vinicius 671
3 127 bruno fernandes / heber araujo 859
4 106 marco antonio / nelson 2288
5 101 magno / renato 2447
6 120 marcelo henrique / pedro 3279
7 100 jose bruno / luciano andrade 5315
8 107 hebert / michel 8673
9 103 leonardo vieira / igor lobo 11365
10 102 wagner batista / felipe iury souza 12290
11 111 amarildo cruz e marco tulio 13663
12 115 alexandre / edissiel 16200
13 114 luiz henrique / geraldo 16200
14 116 ricardo / valter 16200
Duplas Sport
Colocação N. Nome Total
1 50 eduardo junior/ fernando cesar 3977
2 51 matheus / gustavo 5120
3 55 lucas / gabriel vargas 6678
Livre
Colocação N. Nome Total
1 4 rene 63
2 2 gleidson jose 129
2 10 luiz antonio matias 224
3 6 alexandre antonio 304
4 14 leandro dos santos 381
5 5 rosilmar 695
7 7 tony ramos 2064
8 1 flavio henrique caldeira 2848
9 3 ernane silveira 4284
10 104 gabriel alonso 7289
11 15 georgimar 10946

Diário de Bordo do Nightbike 22/10 – Arraial dos Afonsos

Super Mario BrossEram 18h57min quando cheguei no “Balão da Wolks” para encontrar com a galera do NPD reunida escondidinha no meio da praça, ouvindo a prosa do meu amigo Bruno. Ficamos mais uns 10 minutos esperando o Kuririm Voador chegar e lá fomos subindo a Major Gote em fila indiana. A essa altura já éramos 16 bikers. Quando chegamos ao Posto Caiçaras, encontramos com a Turma do Gleidson e quando ninguém mais esperava surgiu o ídolo do Bruno, o Super Mario Bros gritando numa alegria só.
Logo em seguida descobrimos que o Fabiano (Spaço) e quem avacalha com a trilha.  Ele juntou com o Zé (Star bike) e o Junim (melhor de Patos) e acabaram de subir a Av. Marabá num pau loco. Deviam estar fazendo uma média de 35Km/h, mas no final tiveram que esperar a gente.
Contamos a galera e deu 21 bikers. Atravessamos o trevo do Cometa e seguimos direto na estrada do Sumaré. Depois de uns 100m viramos à esquerda. A essa altura já estava muito escuro e pudemos ligar nossos faróis e fomos humilhados pelo farol do Thiago (New Bike) que mais parecia um farol de carreta montado numa bike. Nessa encruzilhada aconteceu à primeira divisão da galera; teve gente que não viu quando viramos e acabaram ficando pra trás. Mais uns 700m e começamos a decida mais forte da trilha, e começou o show dos kamikazes. O Kuririm que a essa altura era o mais empolgando, foi arrumar a posição do farol da bike e acabou levando o primeiro capote da noite, com direito a gancheira da suspensão quebrada e uns ralados no braço, não teve alternativa, o jeito foi voltar pra casa mais cedo e sozinho coitado.
Na segunda porteira demos falta de muita gente, ficamos parados uns 10 minutos e aí apareceu a galera que havia separado do primeiro grupo lá perto do trevo logo que pegamos a estrada do Sumaré, ficou combinado que o Gleidson iria fechar o grupo ou seja seria sempre o último para não ocorrer de alguém se perder ficando para trás.
Após curtirmos umas trilhas muito legais chegamos à estrada do Arraial dos Afonsos e quando começamos a descer  apareceram novamente os  kamikazes Zé, Junim e Dimarzim que estavam tão rápidos, que não ouviram eu gritar que iríamos entrar na próxima porteira a direita e passaram reto. Não restou alternativa a não ser esperar ou engraçadinhos, mas valeu a pena, pois quando eles estavam chegando perto do grupo assistimos de camarote o capote do Zé da Star Bike, foi a parte mais engraçada da pedalada. Após muitas risadas seguimos em direção a fazenda do Sr Lúcio, foi muito legal quando passávamos próximos às sedes das fazendas todo mundo em silêncio para não incomodar os moradores.
Logo que passamos a fazenda do Sr Lúcio e vencemos um subidinha de uns 300m começamos a descer em direção ao Arraial, no meio da decida o Criceles levou o terceiro capote da noite, ao cair em buraco no meio da estrada, nada de grave e seguimos em direção ao Arraial dos Afonsos , o Walner (doutor) para não perder o costume do night bike, furou o pneu, tivemos que ficar 5 minutos ouvindo as gracinhas do Weuler.
Já eram 21 horas quando chegamos ao Arraial e logo na porta do boteco o quase atropelou um velho que surgiu do nada e entrou na frente das bikes, os “pingão” que estavam lá acharam a maior graça, alem de não entenderem da onde surgira tantas bicicletas aquela hora da noite, nisso começou a chuva e como o Coelho pediu ou melhor implorou que não passássemos pelo cemitério resolvemos voltar pelo estradão que era mais rápido e já tinha neginho começando a “piá o galo”.
Subimos até a estrada do Sumaré de boa, menos o Marco Túlio (filho do Amarildo NTV) que passou por nós igual uma flecha, foi quando joguei o farol nele e vi que o Junim era quem pedalava empurrando o danado.
Às 22 horas e 15 minutos chegamos ao posto novo da Av. Marabá antes do frentista apagar as luzes, pois o celular do Bruno não tem flash e tínhamos que tirar as fotos para os casados provarem para suas esposas que naquelas horas estavam mesmo fazendo trilha com a galera do noispedala. Descemos a Marabá debaixo de chuva com a certeza de que quinta feira que vem noispedala de novo.
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Abraço e boas pedaladas!
Por Magela

Liga Patense reúne com diretoria de esportes da Prefeitura

Magela, Pelezinho, Delei, Coelho e Paulo Henrique
Magela, Pelezinho, Delei, Coelho e Paulo Henrique

Dia 22 de outubro aconteceu uma reunião na secretária de esporte da Prefeitura de Patos de Minas, com as presenças de Wanderlei Resende (Delei) Diretor de Esporte da Prefeitura, Magela (vice-presidente da Liga Patense de Ciclismo), Pelezinho (ex-presidente e Fundador da LPC), Paulo Henrique (Diretor de Turismo da Prefeitura) e Henrique Coelho (diretor de Marketing da LPD)
A reunião foi solicitada pelo Diretor de Esportes Delei, com objetivo de saber como anda o ciclismo em Patos, pois recentemente assumiu a diretoria de esporte do município e está se inteirando das atividades esportivas da cidade.
O primeiro assunto tratado foi  a situação da Liga que já chegou a receber repasses de até R$15.000,00 (quinze mil reais) da Prefeitura e atualmente nem os R$6.000,00(seis mil reais) de subvenção aprovados no ano passando não foram repassados a LPC, fazendo com que a Liga acumulasse dívidas de aproximadamente R$1.500,00 (Um mil e quinhentos reais), além de não conseguir realizar o campeonato patense de ciclismo e conseqüentemente enfraquecendo nosso esporte, inclusive com abandono de alguns atletas por não se sentirem motivados a continuarem competindo por total falta  de apoio, sendo que no ano de 2007, Patos de Minas foi campeão geral do JIMI nas duas modalidades do ciclismo, mountain bike e speed.
Delei também foi informado das dificuldades que os atletas patenses vêm encontrado em competir fora da cidade, pois todas as despesas são arcadas pelos próprios atletas e que mesmo com todas as dificuldades os resultados alcançados  são expressivos.
Delei nos falou que recentemente assumiu a diretoria de esportes da Prefeitura com a missão de fortalecer em geral o esporte de Patos de Minas. Cobrou um calendário das principais provas para planejar e apoiar a participação dos atletas de Patos de Minas demonstrou interesse em juntamente com LPC promover um prova de grande envergadura, possivelmente durante a Fenamilho e se comprometeu pessoalmente, juntamente com a LPC buscar parceria junto à iniciativa privada  para a realização do campeonato de 2010, pois as condições financeiras da Prefeitura atualmente não permitem bancar sozinha todos os projetos esportivos da cidade e lembrou-se do grande desafio que é a construção de uma pita de bicicross em Patos, que é uma reivindicação antiga da galera das BMXs.
No final, Delei deixou bem claro que as portas da secretaria de esporte estão abertas e que o maior resultado que a prefeitura busca é ver mais e mais pessoas praticando esporte na cidade, seja competindo ou simplesmente por lazer.
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Guia prático para montar sua bike


Como escolher a melhor bike
Como escolher a melhor bike

A Bicicleta pedaço a pedaço. Entenda melhor o que cada componente faz e monte uma super bike. Se não quiser montar, você saberá escolher a melhor bicicleta para o uso que pretende.
Para quem esta no mundo das bkes mais elaboradas muitas vezes se pega meio fora da conversa quando os iniciados começam a falar de caixa de direção, coroa com 32 dentes, etc. Para dar uma ajuda a estes iniciantes elaboramos um beabá de uma bicicleta. Assim você saberá pra lado da bike olhar quando o assunto for roda livre, por exemplo.
Dividimos a bike em três partes: Quadro e conjunto de direção, rodas e grupos de comando e freios. Esta divisão visa também a ajudar a quem esta pensando em montar sua própria bike, pois esta é uma maneira objetiva de comprar as peças.
Quadro
O quadro pode ser considerado a parte mais importante da bike. Não só pelo visual que ele pode dar a sua magrela, mas porque se ele não estiver adequado a você o problema pode ser grande. Na hora de escolher um você deve proceder da mesma maneira que escolhe uma roupa. Além de bonita ela deve servir e te deixar confortável, ou você escolhe uma calça que te deixa encurvado. O quadro é a mesma coisa, se for pequeno você irá pedalar como um corcunda.
A primeira coisa, a saber, na hora de pedir um em uma loja é o número do quadro. Este é dado em polegadas. Para adultos, vai de 17” para mais de vinte. Além do tamanho o desenho também influi. Mas para dar um guia básico em poucas linhas, para pessoas de cerca de 1,60 m de altura, o tamanho indicado é o 17, para 1,70m o 19 e para pessoas de 1,80m pra cima, os de 20” ou maior são os indicados. Tendo isso na cabeça, você já saberá que tamanho de quadro experimentar. Isso mesmo, tem que ver “se cai bem”, pois o tamanho das suas pernas, tronco e braços também influi na escolha. As vezes uma marca de quadro que tem lá seu desenho, pode ser muito linda aos seus olhos, mas nada agradável ao seu tronco. Experimente nas lojas, bikes dos amigos ou onde você puder.
Um outro detalhe é o ângulo da roda dianteira em relação ao quadro, que define a distância entre eixos. Quanto mais curto esta distância, a bike fica mais ágil para trilhas estreitas, daquelas cheias de árvores e pedras. Com a roda mais encaixada no quadro, a bike fica mais arisca também. Do lado contrário, se o ângulo for mais aberto a bike faz curvas mais abertas, mas fica mais confortável para passeios longos, como cicloturismo. Veja que tipo de uso você quer fazer da sua magrela antes de gastar os tubos num quadro.
Mesa e guidão
A mesa é a ligação entre o garfo e o guidão. Mais que somente uma ligação, ela é o ajuste fino do tamanho do quadro com relação ao tamanho do seu tronco. Outro ajuste que a mesa proporciona é na altura do guidão, o que influi na distribuição de peso do corpo entre o selim e as mãos. Este detalhe é muito importante para quem quer fazer viagens de bike. Estar “deitado” mais à frente, pode ser muito bom para subidas de trilhas, mas em uma viagem de centenas de quilômetros, complica e muito. A ideal é sempre distribuir o peso entre em selim e guidão visando o equilíbrio entre conforto e desempenho.
A escolha do guidão é definida pelo uso que se vai dar a bike. Se for passeio, todos praticamente servem, alguns podem ajudar na elevação do apoio das mãos para equilibrar na distribuição de peso. Agora se for fazer down hill, a resistência deve ser levada muito em conta.
Suspensão ou garfo
Se você tiver a certeza absoluta de que só vai pedalar em asfalto liso toda a sua vida, o garfo é a melhor opção: Mais leve e muito mais barato. Agora, se você já for subir e descer de calçada, pedalar por terrenos irregulares, não tem como fugir de uma suspensão dianteira: A segurança e o conforto aumentam.
A principal função do amortecedor é manter o pneu no chão aumentando a segurança nas descidas em trilhas de terra. Poupar os braços é uma conseqüência. Hoje, dificilmente alguém monta uma MTB sem suspensão dianteira. Neste item, existem opções a serem feitas.
São basicamente três tipos: elastômetro, óleo e ar. A mais comum e largamente usada é a primeira. Como sempre a escolha passa pelo uso que você pretende dar à bike. Para passeios pelo campo e cicluturismo, as de elastômetro resolvem muito bem o problema. Este tipo requer pouca manutenção e não te obriga a levar um tubo com ar comprimido na mochila. Se o uso for em DH ou em trilhas muito intensas, pode-se optar pelas outras duas. Estas duas últimas têm uma eficiência maior em situações extremas, mas requerem mais cuidados. Na de ar, por exemplo, calibragem constante.
Outra coisa importante nas suspensões é o tamanho do curso que ela flexiona. Esse valor tem a ver com a pancada esperada para suas descidas e também tem que estar de acordo com o quadro. Os quadros são desenhados tendo em mente um valor de curso: 80, 100, 120, mm. Verifique o indicado para o quadro que você escolheu nas informações do fabricante.
Quanto à suspensão traseira, ela tem a mesma função de manter a roda no chão, mas só é indicada para down hill. Ela ajuda muito pouco em melhorar o conforto do seu traseiro junto ao selim. É melhor economizar a grana e investir num selim e uma bermuda de primeira linha. E olha que vai sobrar muita grana. Além do mais, nas subidas, o movimento de sobe e desce proporcionado pela suspensão traseira, rouba energia que deveria te empurrar para cima do morro. E em viagens não dá pra colocar o alforje.
Caixa de direção
Com esse nome até parece algo de outro mundo, mas não passa de duas “arruelas” com rolamentos que fazem o cano da suspensão girar no quadro de maneira suave ao mesmo tempo em que a mantém presa. Parece contraditório, fixar e girar, mas é justamente o que ela deve fazer. Manter a suspensão no seu lugar sem tirar o movimento para os lados que te possibilitam direcionar a roda.
A fixação no caso de suspensão se da com os anéis que envolvem o cano. Estes anéis são pressionados por uma “aranha” que vai acima da mesa e se agarra na parte interna do cano travando tudo. A pressão deste conjunto tem que ser tal para deixa a roda virar, mas sem jogo. Uma maneira de saber se o conjunto esta solto é, se ao frear a roda da frente, a bike começar a trepidar.
Uma outra dica que cabe aqui. O cano da suspensão pode ser usado para regular a altura do guidão. Geralmente o cano precisa ser cortado, mas você usar este corte para ajustar a altura do conjunto de direção. Quanto mais alto ficar, mais anéis você devera colocar. Uma maneira de você já saber de antemão que tamanho cortar é experimentar bikes alheias e contar quantos anéis tem a que mais lhe ficou confortável.
Grupos de câmbio e freio
Se o quadro é a estrutura da bike que deve lhe vestir com conforto, o sistema de câmbio e freio poderia ser considerado o coração da sua bicicleta. É com ele que você vai ritmar suas saídas ao mundo sobre duas rodas. As opções são muitas, e só pela variação de preço entre os vários modelos já se pode afirmar que você terá muito que pensar e ponderar para escolher. Há sempre aquela máxima de que quanto mais caro melhor, mas isso só cabe pra quem tem dinheiro sobrando e não quer esquentar a cabeça. Se este é seu caso, pode parar de ler aqui e ir a uma loja e pedir um Deori XTR ou um SRAM x.10 que tá resolvido. Mas prepare-se para gastar por volta de dois mil reais só neste item. Cada sistema é projetado para um tipo de uso, mais uma vez, você precisa saber até onde quer ir com sua magrela antes de decidir que sistema escolher.
Se bem que esse item, como coloquei, é composto de um monte de pequenas pecinhas que fazem suas pernas renderem mais que o dobro numa subida e seus dedos muito mais poderosos na freada ao fim de uma serra maravilhosa. A principal preocupação na hora de escolher um grupo é a segurança. Não só pela qualidade dos freios, mas segurança também vem da resistência dos cubos para que você não fique com a roda bamba no meio de uma viagem.
Pedivela
Há duas coisas sobre este componente onde você vai depositar todas suas energias para rodar o mundo: tamanho das coroas e tamanho da alavanca. Quanto maior a haste e menor as coroas, mais rendimento de força você terá. O contrario te dará mais velocidade e mais músculos nas pernas. Uma outra coisa que você poderá levar em consideração é o peso de todo sistema. Hoje em dia, há pé de vela com o movimento central integrado e todo oco para aliviar o peso.
Movimento central

É um rolamento onde o pé de vela é colocado e em torno do qual você irá girar suas pernas. O importante desse item é você observar o diâmetro certo no seu quadro e buscar um que seja selado, pois esta parte da bike sempre esta cheia de areia e água.
A colocação deste carinha é também bem delicada, as roscas são muito precisas para que o movimento circular do pedalar não o solte. Qualquer folga ali faz aparecer um barulho que deixa você e amigos que estão pedalando ao seu lado de saco cheio com meia hora de pedal.
Catraca
Ela é responsável pelas relações das sete, oito ou nove marchas intermediárias de cada opção das coroas da frente. Uma bike com 24 marchas, nada mais é que oito opções para cada uma das três coroas da frente. Mas aqui vale uma observação de que nem sempre quanto mais marchas, mas leve é pedalar. O que define a relação de força é o raio da coroa da frente com o raio da traseira. Essa relação também é expressa em números de dentes das coroas. Quanto menor o raio no pé de vela e menos dentes, e maior o raio traseiro, com mais dentes é mais leve a bike. Existem catracas com uma coroas super-wide só para aquela subidas malucas que a gente inventa fazer carregado com 20 quilos no alforje.
Cambio dianteiro
Esta parte é composta de uma braçadeira uma mola e uma guia que faz a corrente mudar de coroa no pé de vela. Apesar de uma aparência simples, a precisão de um bom sistema pode fazer a diferença na hora de engatar uma marcha mais leve no começo de uma subida, ou até desregular menos em condições extremas de chuva e lama.
Esta é uma regra geral para o aumento de preço dos modelos: precisão em condições adversas. Situação comum em competições de MTB. Se você não pretende entrar nessa seara, já pode economizar um pouco.
Câmbio traseiro
Este sim é bem mais complexo que seu primo que vai o meio da bike. Ele é responsável por levar a corrente precisamente de uma coroa para outra na catraca. E é ai que um câmbio bom e bem regulado ajuda no conforto de seu passeio. Câmbios de plástico tendem a desregularem com muita facilidade e sob sujeira de areia de uma praia ou lama te deixa doido querendo trocar marcha sozinho enquanto você esta se desmanchando para subir uma ladeira.
Se você for só pedalar no parque perto de casa em dias de sol, um câmbio simples resolve muito bem suas necessidades. Agora, se você já pensa em pegar uma trilha de terra em passeios de um dia, um que já tenha os componentes de aço ou alumínio é o mais indicado. E observe que os câmbios médios, tipo Alívio e X.5, não são tão caros pelo conforto que proporcionam. Agora se você é fã de relógios suíços e gosta de ver sua bike trocar as marchas com a mesma precisão, pode botar a mão no bolso e partir para a turma dos mil reais.
Comandos
Sobre os comandos de cambio podemos destacar que eles são de dois sistemas, rapid-fire e ….. Agora já há uma variação que agrupa o freio com a toca de marchas no mesmo local. Para trás freia, para baixo e pra cima troca as marchas. Então aqui vai mais de gosto do biker escolher o sistema que mais lhe agrada. A facilidade de manutenção também deve ser levada em conta para quem quer sair em viagens.
Cubos
Hoje existe a venda dois sistemas de cubos: rolamento e esferas. Os sistemas de rolamentos, por serem blindados, dão a impressão de serem mais resistentes. Mas junto com essa resistência vem o peso. Por outro lado, os fabricantes dos outros modelos conseguiram avançar muito a ponto de aliarem leveza e resistência sem deixar nada a desejar. E ainda, esse tipo de construção permite a troca parcial do sistema, o que faz dobrar a vida útil com um pequeno gasto após dois ou três mil quilometro rodados.
Os cubos que integram as bikes vendidas em mercados agüentam no máximo mil quilômetros, isso sem muito tranco. Portanto, projete sua quilometragem anual e você saberá o que comprar.
Freios
Aqui esta uma das mais acaloradas discussões dos últimos tempos em passeios de bikers: Disco ou V-break. Ainda existe um sistema mais simples, mas nem vamos abordar aqui, pois o preço de um v-break simples é ridículo frente a segurança que ele oferece. Hoje, se você quer segurança e praticidade tem que ser de v-break pra cima.
Antes de discutir se vale a pena colocar um freio a disco. Devemos dizer que dentro do sistema V temos vários modelos com sofisticações que fazem muitos ainda resistirem em trocar para disco. Um exemplo é o Deori XT que tem todo um aparato de balanços para fazer a sapata de borracha encostar precisamente paralela ao aro. Isso torna a frenagem macia e segura. Outros V podem pegar em ângulos diferentes e aí exigem mais força ou sensibilidade dos seus dedos para trazer maciês e precisão na hora H.
Os freios a disco chegaram para ficar, pois mesmo sob barro intenso resolvem bem o problema. São mais precisos e macios que os outros, mas alguns ciclistas dizem que para se ter o melhor de um freio a disco tem que ser o hidráulico.
Eles são fornecidos com o acionamento a cabo ou a óleo. Por via hidráulica o freio funciona bem melhor, mas o galho é que caninos de óleo passando por um quadro de bike que passar por entre rochas de uma trilha sempre podem se encontrar de forma inesperada, e aí, vai-se o seu super sistema de freio. Então mais uma vez, observar o que você pretende fazer com sua bike e o quanto longe você pretende ir de uma oficina de bike pode fazer diferença. É pensando justamente nisso que cicloturistas preferem cabos. Eles são facilmente carregados com sua câmara extra e você mesmo pode trocar caso algo de errado no meio da Chapada Diamantina. E convenhamos, para quem pretende pedalar a uma média de 13 km/h. Um freio simples já resolve o problema.
Corrente
A corrente parece tudo igual, mas para cada modelo de grupos, uma corrente é indicada. Basicamente o que difere é a resistência. A corrente é forçada não só no sentido da tração, mas lateralmente também. Quando você usa as marchas das pontas na catraca a corrente pode ficar em diagonal. Todo este esforço desgasta. Uma corrente bem usada sai da bike mais extensa do que quando entrou. Portanto uma corrente certa é fundamental. Outro detalhe, as correntes vêm geralmente maiores do que necessária. Isto, porque há diferenças do tamanho das coroas. Para colocá-la, você talvez tenha que tirar alguns gomos.
Rodas
Uma parte importante das rodas á foi mencionada no item anterior, os cubos. Isto porque, você pode comprá-los no grupo, o que pode gerar alguma economia do que comprar tudo separado.
A partir dos cubos montamos as rodas com o aro e os raios. Depois, é só revestir com um pneu para o seu tipo de passeio e sair por aí. Vamos ver o que avaliar em cada componente.
Raios
Além de estruturar as rodas, os raios são responsáveis pelo alinhamento da bike. Os raios podem ser de aço comum ou Inox, claro que o de inox é bem superior. Os terminais para fixação no aro são de alumínio. O ideal para quem quer ir a todos os lugares, pegar chuva e praia com a sua magrela é usar os de inox.  A sua resistência, além de evitar quebras bobas, ajuda a evitar desajustes. Principalmente em viagens com carga a mais na roda traseira.
A montagem de uma roda requer uma certa perícia e equipamento certo para isso. Aquele ajuste que vemos o pessoal dar de vez enquando é apenas quando a sapata esta pegando no aro em algum ponto. Esse ajuste serve para quando estamos a campo, mas se os raios não se acertam mais é melhor levar para uma revisão.
Aro
O aro é uma peça na qual você não deve economizar. Relativamente barato em relação ao resto da bike, ele simplesmente estraga uma viagem se resolver dar problemas. Antes de escolher pelo jeitão invocado que ele pode dar a sua bike, observe que tipo de alumínio é utilizado na fabricação. Principalmente se você optar por v-brake. Pedalar com lama e areia desgasta, e muito, as paredes de um aro. Portanto, muita atenção antes de sair em viagem com aros cavadinhos nas laterais.
Outra característica para resistência dos aros são as paredes duplas. Isso já é algo definitivamente incorporado na tecnologia dos aros, mas não custa repetir. Aro sem parede dupla é furada, literalmente, pois basta a fita interna andar um pouco e lá se vai a câmara de ar.
Pneu
Assim como os câmbios, você vai encontrar pneus de bike de 20 a 200 reais. E como dizem os ingleses, você recebe pelo que paga. Hoje em dia há muita tecnologia agregada aos pneus de bicicletas, a melhor maneira de escolher um é conversar muito com companheiros de pedal a cada parada de um passeio.
Duas coisas velem ser lembradas. Se você anda muito em asfalto, rodantes mais finos ajudam no desempenho.
Se vai se enfiar mais em areia, um mais largo pode ajudar. Cada fabricante propagandeia seu pneu pelo uso que se pode dar a ele. A outra coisa, é que, os mais baratos não suportam pressões a mais da recomendada. Verifique que alguns vêm com a indicação de 40 a 60 libras de calibragem, outros só 45. Estes que só tem uma calibragem, não devem ser forçados, pois as paredes laterais do dito podem esgarçar e você vai ficar com a bike bamba. Isso se ao estourar em uma descida.
Hoje em dia um pneu em torno de 60 reais já dá uma boa qualidade para seu passeio, mas já ouvi relatos de borrachudos de mais de 100 reais que fazem milagres em estradas de terra. Fazem você ficar grudado ao chão sem roubar energia da rolagem.
Câmara de ar
Só é lembrada quando cutucada. O que podemos dizer é que, você deve ter sempre uma de reserva. E lembrar que para evitar  pequenos furos, deve-se usar uma fita protetora no aro de qualidade. O custo desta fita é ridículo para o que ela evita. Outro acessório que evita bobeiras é o Mr Tuff, uma fita colocada entre a câmara e o pneu. Ela evita pequenos furos bobos. Principalmente se o pneu utilizado for do tipo misto, liso no meio. Esta parte lisa ajuda em estradas, mas um mínimo caco de vidro pode te atrasar o passeio sem o Mr. Tuff.
Este guia foi extraído na íntegra do Onde Pedalar, um excelente site para os amantes do pedal. Acesse http://www.ondepedalar.com/

1º Enduro de Regularidade em João Pinheiro

Para realizar a sua inscrição, faça o download da FICHA DE INSCRIÇÃO, preencha e envie para andrejosh@hotmail.com
Com organização da Liga Pinheirense de Ciclismo, acontece no próximo domingo (25/10), o Primeiro enduro Mountainbike de Regularidade em João Pinheiro – MG.
Os participantes poderão escolher entre as categorias Duplas Pro, Duplas Sport e Individual Livre.
Cartaz do Primeiro Enduro Mountainbike de Regularidade de João Pinheiro
A largada está marcada para as 9 da manhã no Supermercado Amanda. As inscrições custam apenas R$ 10,00 mais um litro de Leite desnatado DaVaca e podem ser feitas na X-Bike e House Bike em João Pinheiro.
Maiores informações sobre a prova, entrem contato nos telefones (38) 8814-9365 (André) e (38) 9122-1000 (Cleiton).
Tem uma galera de Patos que irá participar do Enduro. Para combinarmos algo, favor entrar em contato com o Bruno Fernandes no (34) 9169-0141.
Confira uma entrevista com o Euler, o presidente da Liga Pinheirense de Ciclismo, um dos realizadores do Enduro.

Patenses participam do Iron Biker 2009

Aconteceu nesse último fim de semana em Ouro Preto e Mariana o Iron Biker 2009, conhecida como a maior prova de mountain bike da America-latina, com participaçao de mais de 730 atletas.

Largada em Ouro Preto
Largada em Ouro Preto

O evento no formato maratona, foi dividido em duas etapas. No sábado a largada foi em Ouro Preto, com chegada em Ouro Preto. No domingo, com um percurso diferente, a largada foi em Mariana e a chegada com premiaçao após a prova na Estaçao Ferroviária em Mariana.
Patos de Minas foi representada por cinco bikers.
Na categoria D1, onde compreende uma dupla com a soma de idades inferior a 55 anos, Eder Adriano Barbosa (Tigrao) e Henrique Amaro Alves de Noronha (Coelho Bala), patrocinados pela Cemil e Kalykin, conquistaram o terceiro lugar.
Na categoria D3, com soma de idades entre 71 e 85, Ronaldo Gonçalves (Tora) e Ronival Caetano Silva (Roninho), superaram 14 atletas e conseguiram o primeiro lugar. Nutri e Auto Center José da Silva sao os patrocinadores.
Na categoria M7, com participaçao de 74 atletas, Sílvio Otávio Neves Amorim (Silvinho), conquistou o segundo lugar.
Parabéns do NPD aos bikers patenses
Mais informaçoes, você pode conferir no site oficial do Iron Biker 2009.
Clique aqui e confira as fotos do evento.