NightBike está de volta nesta quinta-feira

Nightbike realizado em anos anteriores
Nightbike realizado em anos anteriores

Os tradicionais NightBikes, as trilhas noturnas realizadas em anos anteriores estão de volta nesta quinta-feira 01 /10.
O ponto de encontro será na Praça Champagnat às 19 horas. A trilha que iremos fazer é a tradicional Trilha do Boi, e o nível de dificuldae é médio.
Percorreremos em média 26km.

Mais de 80 pilotos da região disputam a Final da Copa Cemil

Participantes da Copa
Participantes da Copa

Depois de cinco etapas e disputas acirradas entre pilotos de toda a região, chegou ao fim, nesse domingo (27), a Copa Cemil de Enduro de Mountain Bike. Mais de 80 pilotos da região participaram da última prova. Os pilotos largaram da Panhoria do Aguinaldo para cumprir um percurso de aproximadamente 20 quilômetros.
Depois de cerca de duas horas subindo e descendo as trilhas da região, os pilotos começaram a apontar na linha de chegada. No enduro de regularidade, o segredo é cumprir o percurso dentro do tempo estipulado na planilha. Vence aquele que perder o menor número de pontos.
A final do campeonato teve René José, como vencedor da categoria Elite, Wender Charles levou o título na categoria Livre. Na categoria Duplas Sport, os vencedores foram Antônio Sommer e Heitor Calazans e, na categoria Duplas Pro, Marco Túlio e Vitor Babilônia levaram o título.
A entrega de troféus aos vencedores das quatro categorias proporcionou uma grande festa para os amantes do Mountain Bike patense. Os organizadores fizeram uma avaliação positiva da competição que, no ano que vem, deverá ser ainda mais disputada.
Autor: Maurício Rocha – Patos Hoje
Assista o vídeo de cobertura da Etapa final da Copa Cemil. Produção: Renato Amaral

Como evitar fisgadas na virilha e pubalgia

Pubalgia
Como evitar fisgadas na virilha e pubalgia

Não é incomum que atletas de diferentes modalidades esportivas sintam fisgadas na região da virilha após um treino intenso ou após um movimento brusco durante a prática esportiva. Os atletas que realizam movimentos repetitivos (como o corredor e o ciclista) e os atletas que realizam mudanças bruscas de direção e chutes (como o tenista e o jogador de futebol) estão mais propensos a sentir tal incômodo.
O diagnóstico mais comum desse tipo de dor é o estiramento dos adutores, musculatura da parte interna da coxa. Esses músculos são responsáveis pela adução do quadril (fechamento das pernas), assim como participam da estabilidade da pelve em movimentos dinâmicos. A principal característica do estiramento é que este acontece por um movimento brusco e uma dor intensa e aguda é sentida no momento do trauma, sendo esta geralmente bem localizada.
Já a dor que se inicia mais gradualmente na região da virilha, acompanhada ou não de dor na região inferior do abdome, irradiação para a face medial da coxa ou até mesmo dor na região lombar pode receber o diagnóstico de pubalgia (inflamação do púbis).
O púbis é um dos 3 ossos da pelve, onde se insere os músculos adutores e parte dos abdominais. Essa região é particularmente susceptível a forças de cisalhamento durante determinadas atividades atléticas. Com traumas repetitivos (ou trauma agudo em alguns casos), pode ocorrer um processo inflamatório envolvendo o osso, a cartilagem e os ligamentos da região, além dos músculos que de alguma forma se relacionam com a região pubiana. Aliados aos pequenos traumatismos, estão os desequilíbrios musculares causados por movimentos compensatórios e as alterações biomecânicas peculiares do atleta, além da fase de treinamento em que esse de encontra.
O encurtamento dos músculos isquiotibiais (posteriores da coxa), a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos músculos abdominais são achados comuns no atleta com esse diagnóstico.
O diagnóstico diferencial entre o estiramento muscular e a pubalgia não é muito simples, e os exercícios para tratamento do primeiro podem complicar o quadro clínico do segundo, se o diagnóstico for feito precipitada e erroneamente.
Os sintomas da pubalgia variam de atleta para atleta, sendo muitas vezes inespecíficos e de difícil caracterização, o que dificulta o diagnóstico e permite que esta seja confundida com outras patologias.
Para um diagnóstico preciso e precoce, é necessária uma avaliação estática e dinâmica precisa do atleta, buscando as causas e conseqüências da lesão, que servirão como base para o tratamento. Exames complementares, em especial a ressonância magnética, também são de grande importância para o fechamento do diagnóstico.
O tratamento, como já foi dito, será baseado na correção das alterações e desequilíbrios encontrados na avaliação. O uso de antiinflamatórios pode ser indicado, e muitas vezes o repouso é necessário na fase inicial do tratamento. E, muito melhor do que ser acometido por essa lesão chata, é fazer um trabalho de prevenção paralelo à atividade esportiva, incluindo fortalecimento muscular, alongamentos e exercícios funcionais e proprioceptivos.
Por Silvia Guedes – Fisioterapeuta formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais / Especialista em Fisioterapia Esportiva pela PUC-MG e em Osteopatia pela Escola Brasileira de Osteopatia.

Cuide do seu joelho – Síndrome do Trato Iliotibial

Joelho
Síndrome do Trato Iliotibial

A Síndrome do Trato Iliotibial é uma lesão inflamatória aguda comum em ciclistas, corredores (é conhecida também como “joelho do corredor”) e em outros atletas que praticam atividades envolvendo flexão repetitiva do joelho.
Caracteriza-se por uma dor na região lateral do joelho que ocorre devido ao atrito repetido do trato iliotibial contra o epicôndilo lateral do fêmur.
O trato iliotibial é uma fáscia que se localiza na parte lateral da coxa e é responsável principalmente pela estabilização ântero-lateral do joelho.
Este trato sofre atrito com a parte óssea lateral do fêmur quando o joelho flete a aproximadamente 30°. A sobrecarga e o atrito repetido desta estrutura contra o osso provocam a inflamação da fáscia.
O atleta geralmente percebe a dor na região lateral do joelho durante a atividade, e a cada treino, pode aparecer mais precocemente. Muitos atletas relatam sentir fisgadas durante a atividade, e muitas vezes intensas. Quando esta se torna mais crônica, pode incomodar em atividades cotidianas como subir e descer escadas.
São causas comuns do surgimento da Síndrome do Trato Iliotibial:
● Encurtamento da banda iliotibial;
● Fraqueza do músculo glúteo médio e maior ativação do músculo tensor da fáscia lata;
● Aumento abruto da intensidade do treinamento – treinamento sem orientação de um profissional;
● Pronação excessiva dos pés;
● Calçado inadequado para seu tipo de pé;
● Posicionamento incorreto dos pés no pedal da bike – uma dica é posicionar o pedal com o calcanhar aproximadamente 6° para fora
● Altura incorreta do banco da bike;
● Corrida em terrenos irregulares, subidas e descidas em excesso;
● Joelho varo (arqueado para fora), torção tibial ou epicôndilo lateral do fêmur anormalmente saliente.
E o que fazer quando a dor aparecer?
● Uso de gelo no local – 20 min 3 x /dia
● Tente encontrar dentre as causas acima o que pode estar acontecendo com você e procure corrigi-las;
● Faça um alongamento suave do trato iliotibial e do ventre do tensor da fáscia lata;
● Procure um profissional adequado (médico e fisioterapeuta do esporte) para um exame clínico preciso e possíveis exames complementares para confirmação do diagnóstico.
Por Silvia Guedes – Fisioterapeuta formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais / Especialista em Fisioterapia Esportiva pela PUC-MG e em Osteopatia pela Escola Brasileira de Osteopatia

Patenses dominam o Enduro Radical bike em Uberlândia

Patenses no 1º Enduro Radical Bike em Uberlândia
Patenses no 1º Enduro Radical Bike em Uberlândia

O ciclismo de Patos de Minas coleciona bons resultados em torneios disputados em todas as regiões do país. Depois de faturar troféus no Desafio Goiás de Mountain Bike, eles foram a Uberlândia e conquistaram dois primeiros lugares e duas segundas colocações nas categorias mais disputadas.
O 1º Enduro Radical Bike aconteceu no último fim de semana no município de Uberlândia, em uma fazenda construída para a prática de esportes radicais nas proximidades da barragem do Rio Araguari. Foram mais de duas horas de provas para cumprir um percurso de 18 Km em meio à natureza.
Patos de Minas é referência no Estado em enduros por um dos melhores sistemas de apuração do país. Além disso, o Enduro do Batalhão com a participação de mais de 300 atletas é um dos maiores do país na modalidade. Com esse retrospecto favorável, os atletas patenses se deram bem.
Depois de mais de duas horas de prova, Gleidson José faturou o título na categoria over 16. A dupla Amarildo e Marco Túlio, formada por pai e filho, faturou o 1º lugar na categoria duplas. O segundo lugar na categoria duplas também veio para Patos de Minas com Geraldo Magela e Vinícius Dias. Na categoria elite, Henrique Amaro “Coelho” ficou em segundo lugar.
Os resultados não poderiam ter sido melhores e deixaram os atletas patenses ainda mais entusiasmados.