Diários de bordo

Diário de Bordo: Pedal Noturno Trilha do Ponto Chic

18/11/2010 – Por Bruno Fernandes
Para mim era um dia diferente. 67 dias após uma queda, estaria de volta às trilhas do Noispedala. Foram mais de dois meses sem colocar a bike na terra e praticamente sem pedalar. A animação era grande, pois iria finalmente conhecer a famosa e temida Trilha da Mulher de Branco.

Ué, não estou vendo o guia
Ué, não estou vendo o guia

Tudo certo para sairmos da Band Bike, galera reunida e… cadê o guia? Às 18h13 o Diógenes comenta aqui no site questionando a ida ou não do Magela. E não é que ele não apareceu? Após alguns telefonemas para ele, sem lograr êxito, a galera deu algumas sugestões e uma foi acatada. Resolvemos então fazer a Trilha do Ponto Chic, inédita em pedais noturnos. Só que ela é casca grossa para fazer a noite. São 45 km e uma subida de tirar o fôlego.
Então seguimos para o estradão do Sumaré. Saímos eram 19h04min sentido Padre Almir, Paracatu, Tomaz de Aquino e Marabá.
O meu parceiro Hebinho que havia firmado compromisso em pedalar quando eu voltasse, estava lá com uma camisa nova da Giant. E essa camisa rendeu muitas risadas. Por quê? Minutos atrás o Criscele a deixou para vender na Power Bike e o Hebinho comprou e não falou nada com ele. Aí ele ficava lá questionando com ele mesmo: “É a minha camisa? Já vendeu?”. Quando ele resolveu perguntar foram aquelas gargalhadas, afinal a maioria da turma já estava por dentro da história.
Seguimos até o trevo do Ponto Chic pelo estradão, quando Iuri e Hebinho voltaram. A galera pedalou pesado, e eles que estavam retornando às trilhas, resolveram voltar pelo estradão. Aí veio uma descida onde duvidaram que já coloquei 60 km/h a noite e depois viram que era completamente possível.
Criscele, Hebinho e a camisa Giant que tem muitas histórias
Criscele, Hebinho e a camisa Giant que tem muitas histórias

Depois da descida, pegamos algumas estradinhas, sem barro algum, e claro, era a hora de subir. E que subida. Alguns até empurraram. Chegamos ao estradão onde Euler, Walner e Walder foram descer o Dólar ainda. Ah, Walner e Walder dá uma dupla sertaneja, não dá?
Chegamos antes das 22h. Eu estava muuuito cansado, mas de alma lavada. Que falta faz uma trilha galera. E este pedal noturno é uma terapia. Muito bom. Já estou ansioso para a próxima semana.
Participaram do pedal noturno, Eu, Markim Caxão, Walner, Walder, Euler Caixeiro Viajante, Fabrício Fisioterapeuta, Celinho Band Bike, Banhão, Herculano Paulista, Criscele, Iuri Scotton e Hebinho (primo do Alberto Contador).
E o que acham de marcarmos a trilha da Mulher de Branco com o Magela de guia novamente? Será o que ele estava fazendo que não foi? E o Sérgio? Acho que tá sofrendo tanto lá no Claro Brasil Ride que nem está conseguindo tirar fotos. Rs..

Confira as fotos deste pedal noturno. Os registros fotográficos foram do Celinho Band Bike

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8 Comments

  1. E eu fiquei esperando os bikers lá no posto Beira Rio até 19:40 e nada da moçada passar. Saí atrasado de casa e achei que a única solução para encontrá-los seria cortando caminho pela Avenida Fátima Porto e esperá-los no posto.
    Acabou que eu só dei uma pedalada pela JK sozinho.

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