Diários de bordo

Diário de Bordo: Pedal Noturno Pesque Paque e Cafezal

10/06/2010, por Renato Amaral
O Ponto de Encontro foi no Posto São Cristóvão e lá estava o presidente das organizações Noispedala Bruno Fernandes, que compareceu para fazer o “social” e justificar sua ausência: está poupando sua gripe para o frio de São Lourenço-MG. O Ronaldo Tora Racing Rei dos “Atalhos” também apareceu para cumprimentar a galera e prometer novas trilhas. Ele disse que descobriu uma trilha que não se chega nem de helicóptero.

Gagame lança uniforme 2010. Finalmente resolveu largar os bermudões de futebol.
Gagame lança uniforme 2010. Finalmente resolveu largar os bermudões de futebol. A cada dia ele está com mais cara de atleta hein?

Os quatorze bikers presentes, quatro novatos na turma: bem-vindos Alex, Danilo, Pedro Elias (Pneus União) e Marcelinho. Mas estreante de verdade só o Marcelinho que estava inaugurando sua bike, trocando as esporas pelos pedais. E ele escolheu bem o dia de começar. Acho que o Bruno pode reclassificar essa trilha para dificuldade baixa.
Além dos novatos, as figurinhas carimbadas eram Eu, Euler e filhão Pedro, Walner, Celinho (Band Bike), Felipe, Marco Túlio Gagame, Markin Kxão, Otávio e Waguinho (Band Bike). Encontramos com o Danilo Uberaba já na Av. JK onde ele fazia uma pedalada sem compromisso e sem lanterna. O Euler tratou logo de incentivá-lo a seguir conosco e ele topou.
Seguimos pelas molas americanas onde guiamos um motorista até o clube da CEF. Atravessamos o anel viário, subimos o morro do pesque-pague e fizemos o trajeto sem imprevistos e quando retornamos ao asfalto ainda era cedo: só 20:55h. Então o Walner sugeriu uma “esticada”.
Muitos queriam mas por motivos diversos fomos somente Eu, Walner, Felipe e Pedro Elias. Subimos a BR-365 até quase no Rivalcino e retornamos pelas trilhas com aquelas descidas sensacionais.
Ué, o Felipe resolveu fazer o bigode e teve dificuldades?
Ué, o Felipe resolveu fazer o bigode e teve dificuldades?

Nenhum imprevisto até chegarmos ao tradicional “desvio à esquerda do mata-burro” um inédito colchete fechado e uma enorme pedra surpreenderam o Felipe que descia rápido. Ele abriu o colchete no peito e a poeira subiu quando ele aterrissou.  O susto foi grande porque à primeira vista parecia mais grave do que realmente foi. Só com o lábio cortado e o rosto arranhado pode-se dizer que ele saiu no lucro.
Curtimos a boa descida até o pesque-pague, retornando pelas Molas Americanas e Av. JK.
O diário fica por aqui porque estamos arrumando as malas para fazer a cobertura da segunda etapa da Copa Internacional de Mountain Bike (http://www.cimtb.com.br/) que acontece neste final de semana em São Lourenço-MG.
Fique ligado e torça por nossos atletas de Patos de Minas.
Acompanhe e comente a partir de sábado à noite a cobertura em vídeo, reportagem e fotos. Acompanhe também pelo twitter: http://twitter.com/noispedala.

Confira as fotos desta galera que não desafina uma quinta-feira sequer

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6 Comments

  1. Grande Renato, sempre bom com as palavras! Rachei de rir c a descrição do acidente do nosso amigo Felipe.
    Falar nisso, ele foi esperto e se livrou de machucar mais, misturado no arame farpado e aquela pedroca.
    Quem perdeu a esticada ficou sem o melhor da trilha.
    Valeu galera que não desanima. Ótima trilha.

  2. Quando eu vi o Felipe caído não entendi nada… o colchete estava aberto. mas abriu no tombo… deu sorte nosso amigo Felipe. Dá notícias ae pra galera, Felipe!!!

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