Confira 5 coisas importantes antes de comprar uma bike usada

O uso diário de bicicletas já é algo bem comum na vida de muitos brasileiros, em pedaladas nos mais diversos locais do país, do Oiapoque ao Chuí. Há quem faça uso da bike para ir ao trabalho pela manhã, passear no parque aos finais de semana, se exercitar com média intensidade, e até competir em corridas de maior exigência atlética.

Em metrópoles cada vez mais caóticas devido a engarrafamentos, poluição e pressa de seus habitantes, o uso da bicicleta pode ser uma boa estratégia para lidar com esses problemas de maneira mais eficiente e menos estressante.

Em Buenos Aires, capital da Argentina, programas de distribuição e empréstimo de bikes ajudaram a aumentar a extensão de ciclovias e incentivaram uma alternativa “mais verde” na cidade portenha. O fato colocou Buenos Aires no “Ranking Copenhagenize 2015” — eleição que aponta os lugares no mundo mais hospitaleiros e preparadosquando o assunto é a magrela de duas rodas.

Em levantamento da ONG Transporte Ativo e o laboratório de mobilidade da UFRJ, realizado em dez grandes cidades brasileiras em 2015, 45% dos entrevistados para a pesquisa eram novos ciclistas. Os motivos para a medida eram os mais variados, desde economia de combustível do veículo até o gosto pela bike.

Para quem deseja fazer um novo investimento na vida além do Código de bónus Netbet e começar a pedalar, mas não quer gastar muito e prefere apostar em uma bike usada, é preciso prestar atenção em algumas coisinhas antes de adquirir o novo meio de transporte; confira:

A ORIGEM DA BIKE

Antes de tudo é preciso saber a procedência da magrela, já que ninguém deseja comprá-la sem um breve histórico. É recomendável saber quais pessoas já foram donas e conhecer o hábito delas com o transporte. Assim, dependendo das respostas, a compra pode ser mais tranquila, sem tanto medo por parte do investidor.

AS PASTILHAS DE FREIO

“Algo que acelera em algum momento vai precisar parar”. Com base nessa premissa, é preciso prestar atenção nas “borrachinhas” do freio da bike. Se elas estiverem muito gastas, é preciso pedir ao vendedor que faça uma troca ou venda a magrela por um valor mais barato.

VERIFIQUE AS SUSPENSÕES

Uma das coisas mais importantes na hora de adquirir uma bicicleta é verificar as suspensões. Para isso, além de uma análise visual e conversa com o proprietário sobre eventuais ajustes, é recomendado ao comprador dar uma volta para sentir a absorção dos impactos pela bike.

MATERIAL DO QUADRO

Os quadros das bicicletas também se desgastam com o passar do tempo, assim como todos os materiais dela. É preciso, portanto, analisar possíveis corrosões no alumínio, o estado da solda, e até pedir para o vendedor tirar adesivos, caso existam; alguns deles são colocados propositalmente para esconder imperfeições.

PREÇO DE UMA NOVA

Depois que todas as conferências anteriores forem feitas, é importante saber o preço de uma bike nova de mesmo modelo nas lojas, com isso é possível analisar com maior assertividade se vale a pena adquirir a usada ou se é mais inteligente investir em uma zero quilômetro.

5 destinos pelo mundo para um bom passeio de bicicleta

Além de ser um meio de transporte saudável para quem pedala, a bike tem a vantagem de ser ecológica, ter um bom custo-benefício a médio-longo prazo e ser prática para aqueles que vivem na pressa do dia a dia.
E cada vez mais cresce o número de pessoas que estão adotando a bicicleta, seja ela usada como ferramenta de exercício físico, deslocamento para o trabalho ou para lazer. Essa terceira possibilidade que a bike oferece já está no coração dos brasileiros há muito tempo, principalmente para aqueles mais aventureiros que adoram viajar também para pedalar, que gostam de experimentar os mais diferentes terrenos para um passeio e as mais distintas paisagens, independentemente da dificuldade que cada caminho possa oferecer.
Antes de voltar para o hotel para fazer uma refeição mais equilibrada, jogar um videogame, fazer um jogo legal no Gaming Club cassino online, assistir uma série ou se preparar para o outro dia de aventura, o turista ciclista aproveita (e muito) o que cada lugar tem de melhor.
Pensando nisso, separamos cinco lugares pelo mundo que são quase obrigatórios para todo amante da pedalada. Confira:

AMSTERDÃ, HOLANDA

A capital holandesa é muito tradicional quando o assunto é passeio de bicicleta. Como não tem ruas muito íngremes e possui uma vasta quantidade de ciclovias, Amsterdã oferece diversas oportunidades para os amantes de plantão. Além de se exercitar enquanto conhece as particularidades de outro país, as pedaladas pela cidade permitem ao turista admirar a vista de parques e dos canais que atravessam a capital.

CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA

Para quem é bem aventureiro e possui um maior tempo de relacionamento com a magrela, pedalar pelas trilhas da famosa região de serras brasileira é um bom programa. O passeio pela Chapada permite ao ciclista experimentar os mais variados tipos de solo, desde a terra batida até o asfalto. E além da paisagem exuberante do lugar, claro, ainda é possível parar em cachoeiras para se refrescar.

Panorama da Chapada Diamantina, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia

MALMO, SUÉCIA

Com muito espaço para pedalar pelas ruas, a cidade ao Sul do país possui muitas vias exclusivas para bicicleta, monumentos para contemplar durante o passeio e um alto índice de segurança, já que os carros não costumam competir com as bikes por espaço nas ruas. Os parques no verão sueco também podem ser uma ótima pedida, já que também são receptivos com bicicletas.

Malmo, Suécia

BUENOS AIRES, ARGENTINA

De acordo com o “Ranking Copenhagenize 2015”, a capital da Argentina está entre as melhores cidades para dar um passeio ciclístico. A cidade portenha investiu muito nos últimos anos para atender o público que se locomove a pedaladas. Através de programas de distribuição e empréstimo de bicicletas, Buenos Aires conseguiu aumentar a extensão de suas ciclovias e proporcionar uma alternativa mais “verde” para seus habitantes.

Buenos Aires, Argentina

COPENHAGUE, DINAMARCA

A capital danesa melhora cada dia mais seu sistema para o uso de bikes. Além de poder pedalar tranquilamente pela cidade devido à grande infraestrutura para esse meio de transporte, o turista também pode fazer um passeio arquitetônico pela capital, pedalar ao lado do Canal Nyhavn e dar uma parada para fazer um lanchinho em vários pontos do passeio. O aluguel de bicicletas é altamente difundido e facilita bastante a vida do visitante.

Copenhague, Dinamarca

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5
50 dicas para você virar um biker expert – Parte 5

41. Existem alimentos que podem turbinar a sua performance de atleta. Eles contém uma grande quantidade e variedade de nutrientes. Dentre eles destacamos o alho, gengibre, oleaginosas, abacate, banana, cacau, quinoa, chia, batata-doce, beterraba, coco, frutas vermelhas, ovos, brócolis e salmão.
42. Também existem alimentos que devem ser consumidos em pequenas quantidade ou evitados, se queremos uma boa performance. Bebidas alcoólicas, refrigerantes, bolachas recheadas e salgados processados, comidas pré-cozidas e molhos que possuem grande quantidade de gorduras e açucaras.
43. Manter a concentração. Quando temos pela frente um obstáculo técnico, olhe para frente a mantenha-se concentrado. Visualize todo o trecho e quando você ver com clareza onde termina, foque no domínio da bike e oriente a sua roda para uma rota menos complicada. Você pode alternar olhares para o próximo ponto e a roda dianteira.
44. Escolha um pneu de qualidade. Um bom pneu proporciona qualidade na tração, curvas e frenagens em sua bike. Para fazer curvas com maior facilidade, prefira pneus com cravos laterais maiores e em maior quantidade. Já os cravos centrais são responsáveis pela tração e frenagem.
45. Escolha o pneu de acordo com o tipo de terreno. Para terreno barroso, prefira cravos maiores e mais espaçados, pois acumula menos barro nos pneus. Em um terreno seco, prefira pneus mais largos e cravos mais próximos, que proporciona maior desempenho e tração.
46. Aplicativos podem auxiliar a medir seu desempenho. Seu smartphone pode servir como um verdadeiro GPS em seu treino ou passeio. Listamos alguns aplicativos como o Strava, Runkeeper, Endomondo e MapMyRide. Eles ainda podem fazer você acumular milhas aéreas com o programa Mova Mais.
47. Utilize roupas apropriadas. É muito importante que você utilize produtos específicos para pedalar. Bermuda, capacete e luva são essenciais. Os produtos trarão para você o conforto e segurança necessários para um bom passeio ou treino.
48. Vontade. Vários motivos levam uma pessoa para pedalar, como perder peso, interação com outras pessoas, praticar esporte, de baixo impacto, dentre outros. Mas, seja qual for o objetivo, a vontade é fundamental. Metas ajudarão você a manter o desejo de pedalar sempre vivo.
49. Cuidado com trânsito. Mantenha distância de portas de carros parados. Muitos motoristas não olham para o retrovisor ou você pode estar em um ponto cego. Sempre que possível, utilize a faixa seguinte.
50. Não passe o sinal vermelho com a sua bike. Você pode ser atingido por um veículo em alta velocidade.

50 dicas para você virar um biker expert – Parte 4

31 O freio dianteiro é o mais eficiente deles. O de trás também reduz a velocidade, mas, como o peso do corpo é transferido para a frente, a eficiência dele cai. Se tiver de brecar de sopetão, jogue o peso do corpo para trás, segure o guidão e module os manetes para que as rodas não travem.

Mais 10 dicas para você virar um biker expert
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32 Braços levemente dobrados funcionam como amortecedores contra choques. Se eles chegam ao guidão exageradamente esticados.
33 troque o avanço do guidão por um menor ou incline-se mais para a frente. Você está no meio de uma descida e a corrente sai para o lado do quadro. O que fazer? Não é preciso sair da bike. Usando o manípulo de mudança da frente, pressione-o não até que passe para o segundo prato, mas quase, e pedale suavemente. Em 90% das vezes, a corrente volta a entrar.
34 Procure levar um elo de engate com você (ou preso à bike com uma fita adesiva) para se a corrente quebrar, consiga repará-la rapidamente.
35 Se ela sair para o lado do crank, não pedale, pois poderá parti-la. Isso porque, provavelmente, ela ficará encaixada entre o prato e o crank, sendo necessário ir lá com a mão.
36 Quando for mudar de marcha, alivie a força nos pedais antes e, especialmente, quando estiver pedalando em uma subida.
37  Se acha que o seu capacete está sujo demais, não coloque-o dentro da água para lavá-lo. Você vai estragá-lo. Use um pano úmido.
38 Se caiu e o selim saiu dos rails, não perca tempo tentando colocá-lo de qualquer maneira. Se o caminho para casa é longo, pegue uma câmera e enrole-a entre os rails e a superfície do selim para que fiquem relativamente fixos até que consiga chegar em casa.
39 Aprenda a lubrificar os cabos. Solte o L (o tubo de alumínio que une os freios) do V-Brake dos freios.
Mova o conduíte, deslizando para cima para descobrir o cabo. Ponha algumas gotas de óleo de teflon especial, vendido em lojas especializadas.
40 Uma das piores avarias mecânicas que pode vir a ter é o desviador traseiro ir “desta para melhor” quando estiver no meio do nada, algo como o seu carro ficar apenas com o ponto morto no meio da estrada.
Solução: se tiver um descravador de corrente, retire alguns elos dela para que a corrente fique fixa em uma só marcha (como se você transformasse a sua magrela em uma singlespeed). Ao menos, conseguirá  chegar em casa.

Os prós e os contras das bicicletas aro 29

O Mountain Bike (MTB), também conhecido como BTT por nossos amigos Portugueses é a modalidade de ciclismo mais praticada no mundo e por consequência são as bicicletas mais vendidas no mundo.
As bicicletas de MTB surgiram no final da década de 1950 na Califórnia, quando um grupo de surfistas procurou atividades para os dias sem ondas. As primeiras pessoas a modificarem uma bicicleta para melhorar seu desempenho na terra foram James Finley Scott, Tom Ritchey e Gary Fisher. Este último considerado por muitos o verdadeiro inventor do MTB. Na época as MTBs nada mais eram do que bicicletas de passeio com pneus balão e guidão reto.

A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher.
A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher.

As MTBs evoluiram muito com o passar dos anos, hoje possuem quadros reforçados de alumínio ou fibra de carbono, pneus mais grossos com cravos que possibilitam uma melhor tração em diversos tipos de terreno; freios a disco hidráulicos, suspensão traseira e/ou dianteira, pedais de encaixe, pneus tubeless e um número muito maior de marchas.
De lá pra cá o único componente que, até recentemente, não havia sofrido nenhuma modificação foi o diâmetro das rodas que normalmente tem 26”. Na última decada começaram a surgir bicicletas que usam rodas com o diâmetro de 29”. Segundo Gary Fisher, as rodas 26” só foram adotadas no MTB por pura coincidência pois na época do surgimento das MTBs as rodas 26” eram as mais comuns no mercado.
Muito se debate a respeito dos prós e os contras desse tipo de bicicleta, mas os puristas do MTB têm que admitir as 29ers, como são chamadas essas bicicletas com rodas maiores tem se tornado cada vez mais comuns a ponto de algumas equipes de MTB adotarem exclusivamente esse tipo de bicicleta e mais as 29ers começam a ser presença cada vez mais comuns nos pódiuns das Etapas do Circuito Mundial de MTB.
Segundo Conrad Stoltz, em e-mail recente ao Espírito Outdoor, “Pretendo usar mais minha 29er nessa temporada. Sinto que em percursos tecnicamente difíceis a maior superfície de ocntato com o chão da mais tração. Com iso você não tem que brecar tanto nas curvas e consegue manter o momentum. É quase como ter uma suspensão extra e com isso você não se cansa tanto….Em qualquer situação acima de 5km/h as 29ers são mais rápidas”.

Vantagens das 29er:

  • Menor ângulo de ataque: com um diâmetro maior as rodas dissipam melhor as oscilações verticais dos buracos e obstáculos. Andar em uma aro 29 é quase ter uma suspensão extra.
  • Maior superfície de contato com o chão o que melhora a aderência nas curvas, tração nas subidas e nas frenagens. Em superfícies “soltas” (loose surface) rodas maiores são uma real vantagem.
  • Rodas maiores mantém o momentum mais fácil: Quanto maior a velocidade mais fácil fica de manter o momentum.
  • As 29er são mais confortáveis e com isso cansam menos os ciclistas.
As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos.
As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos.

Desvantagens das 29ers:

  • Rodas maiores sempre serão mais pesadas.
  • Rodar maiores demoram mais para acelerar.
  • A distância entre eixo pode ser maior numa bike 29” do que em uma bike 26” o que faz com que a bike seja um pouco mais lenta em situações extremamente travadas.
  • Ainda não existem muitas opções de suspensões e pneus para as 29ers.

Leia mais: http://espiritooutdoor.com/?p=515#ixzz19JLQpPZl