Diário de Bordo: Trilha Verde da Maria Fumaça, Curvelo a Diamantina 2013

Curvelo – Diamantina, 17 a 20 de janeiro de 2013.
Por Ismar Júnior.

1ºDia: Curvelo – Monjolo

Antiga Estação de Curvelo. Aproximadamente 80 bikers.

Antiga Estação de Curvelo. Aproximadamente 80 bikers.

Nossa aventura começa em Curvelo, são sete e meia da manha estamos no café da manha do hotel, a noite foi curta chegamos em Curvelo as três da madrugada, acho que poucos conseguiram dormir uma mistura de ansiedade com adrenalina, mas a turma esta eufórica, somos treze componentes: Luciano, Celinho, Giovane, Flavio, Henrique, Cassio, Lucio, Elisander, Wandinho, Matheus, Olemar, Kenzo e eu; oito horas hora de ir para a largada,

Antiga estação de Curvelo tropa reunida aproximadamente 80 bikers, pose para foto oficial e partimos antes de pegar a terra uma parada frente à catedral para uma tradicional benção, todas as bikes lado a lado e lá vem o novato por ultimo, eu, a sapatilha nova travada no pedal e mico geral tombaço na frente da galera, mas foi bom pra quebrar o gelo.

Que Deus nos proporcione muitas alegrias nesses quatro dias.

Que Deus nos proporcione muitas alegrias nesses quatro dias.

Partimos, pegamos a lateral da rodovia e uma pequena parada antes de entrar na terra, logo nos primeiros kms uma subidinha anunciava o que vinha a frente, 70km de subidas e decidas em uma estrada de cascalho, primeiro pit stop, organização impecável, suco, agua, frutas, sanduiche e muito bom humor tudo era festa.

Partimos novamente mais um trecho de pequenas subidas chega a ponte sobre o rio das velhas, grande e de aguas escuras, a chuva dava sinais de que estava chegando.

Então o segundo pit stop, eu já estava exausto, agua, fruta pra recuperar, tiramos uma foto em uma capela e bora pro que seria o desafio do dia, o “kaquente” uma subida de aprox. 3 km que fazia marmanjo deitar no chão de câimbra.

O temido Kaquente.

O temido Kaquente.

Eu confesso subi uma boa parte empurrando a bike, Celinho tinha me alertado que ainda tínhamos 3 dias de pedal e não era pra travar no primeiro, mas após 600m subi na bike e vamo que vamo, só que o fim do morro não chegava… puts …no alto o grupo se reuniu e vamos finalizar o dia chegando em monjolo, mas o cansaço fazia monjolo ficar a cada curva mais longe, mas em fim em Monjolo, a chegada em um bar a beira do rio onde a galera literalmente tirou o barro da cara, depois um rango que tava pra la de bom, mas tbem com a fome que a galera tava, ate arroz puro era banquete, depois de umas cervejas pra comemorar o primeiro dia e hora de arrumar a cama pra recuperar as energias, lavar e lubrificar a bike. o dormitório era uma escola estadual, o banheiro era um caso a parte (1 banheiro/ 74 homens).

Clique aqui e confira as fotos do primeiro dia.

2º Dia: Monjolo – Conselheiro Mata

Olha só o sorriso da garotada. Pontilhão sobre o Rio Pardinho.

Olha só o sorriso da garotada. Pontilhão sobre o Rio Pardinho.

Amanhece e vamos pro café da manha, muito bom por sinal, malas e colchoes no caminhão, equipamento pronto, bikes enfileiradas para partida e ai eu tomei outro tombaço na frente da galera, tava virando ate piada, mas logo em seguida meu parceiro Henrique me superou com um capote espetacular na escada da estação.. kkkkk… só gozação, partimos para o segundo dia, aprox 30km que o Luciano tava doido pra aumentar, já na saída da cidade uma ponte de ferro por onde passava a Maria Fumaça, pausa para fotos e pegamos uma estradinha maravilhosa sombreada por arvores, pedalando e batendo papo, muito bom mas ia durar pouco.

Oh o gatinho...

Oh o gatinho…

Logo a frente o Luciano mudou o trajeto e pegamos uma trilha fora da estrada….casca grossa…eu tomei mais uns quatro capotes mas isso já era esperado, uma descida bacana onde o Luciano filmou o Cassio descer no “pau” uma subida pra esquentar e voltamos a trajeto normal do passeio, primeiro pit stop em uma cidadezinha “roteador”, fruta, agua e pedal novamente, foi ai que o Luciano achou um prego usados nos trilhos da Maria Fumaça, um suvenir e tanto que depois todos tbem achariam, bela recordação, encontramos ao lado da estrada uma formação rochosa com uma vista top, Luciano subiu pra fotografar eu e o Flavio subimos atrás, na descida meu cumpadre ganha a primeira cicatriz na perna em um abacaxi do mato, parecia uma unhada, um muito suspeito..kkkk….

Sente só essa fenda.

Sente só essa fenda.

A frente uma placa que indicava diamantina e nova pausa para fotos, após o segundo pit stop pegamos o caminho original da Maria Fumaça e nos separamos novamente do grupo, mas logo a frente descobrimos que o caminho estava totalmente bloqueado pela vegetação, tivemos que voltar, próxima parada “conselheiro mata”.

Chegamos direto no bar do kussu um flamenguista fanático, cerveja pra brindar mais um dia e um almoço top, comida mineira da melhor qualidade.

Cachoeira do Telesforo, o paraíso.

Cachoeira do Telesforo, o paraíso.

Pouco depois a organização chamando pra um passeio em uma cachoeira, subiu a galera em cima do caminhão e bora lá, eu nunca vi um lugar tao bonito em toda minha vida, pra todo lado que vc olhava dava um cartão postal, uma cachoeira de pedras claras que desaguava em um rio margeado por areia branca e fina como praia em meio a morros de pedra….puts inigualável….banho de cachoeira, mais cerveja e muita gozação, ao caminhão novamente pois a chuva se aproximava, e a galera foi no caminhão cantando e fazendo a maior farra.. …muito bom.

O Kussú

O Kussú

Na hora de dormir a casa era pequena e teríamos que dormir em barracas debaixo de chuva, então eu e o Flavio foi dar uma volta na cidadezinha, então perguntei a um morador sobre uma pousada, chegando la já estava a noite, batemos e fomos recebidos por Fernando dono da pousada, ele tinha um chalé que estava em obras e por isso estava sem luz, mas insistimos e a luz de velas foi ver o chalé, que ate sem luz era melhor que a barraca, um banheiro limpo, cama em vez de colchonete, não tem preço, e não tem mesmo r$10,00/pessoa e muito barato. a noite viola, cerveja e muito mico pra contar no outro dia.

Confira as fotos do segundo dia.

3º Dia: Conselheiro Mata – Barão de Guaicuí

Gatinho onboard. Miaaaaaau.

Gatinho onboard. Miaaaaaau.

Bem mais descansados e entrosados partimos para o terceiro dia que prometia ser o mais top e foi, saímos da cidade direto em uma trilha foi ai que o Cassio protagonizou com o Luciano um dos tombos mais engraçados da viagem que esta registrado é logico. Mas a trilha já começava com um visual maravilhoso, primeiro obstáculo um vão com uns 4m de profundidade, tivemos que fazer uma corrente pra passar as bikes, a frente várias aberturas na montanha de pedra por onde passava a Maria Fumaça, que mais tarde fomos saber foram abertas a mão, a frente uma piscina de agua natural onde a galera se divertiu primeiro pit stop, bem diferente dos dias anteriores já não tinha sanduiche nem suco, mas nos viramos com bananas, laranjas e agua.

Eram muitos obstáculos.

Eram muitos obstáculos.

A frente um lugar que nos lembrava um pais escandinavo, um descampado cercado de rochedos enormes muito bonito, logo após uma ladeira de tirar o folego cortando as montanhas que chegava a um lugarejo onde o Celinho encontrou o irmão dele perdido há muitos anos… kkk… a simplicidade da moradia impressionou a todos, a geladeira era um armário, a carne secava acima do fogão, mas bora que ainda tinha muita dificuldade pela frente, uma ponte sem piso era o próximo obstáculo, caminhar sobre uma barra estreita de aprox 30 cm de largura carregando a bike, teve gente que afinou,

Quanto menor a casinha, mais sincero é o bom dia.

Quanto menor a casinha, mais sincero é o bom dia.

Mais pedal, mais visual e chegamos a um rio atravessar carregando a bike acima da cabeça e agua na cintura, e como era de praxe do nosso grupo vamos curtir a agua, afinal nos viemos pra aproveitar sem se preocupar com tempo, éramos sempre os últimos a chegar aos pontos de apoio e parada, a famosa galera do fundão, seguindo em frente um paredão de pedras, so escalando com a bike nas costas, encontramos um casal retardatário cuja esposa estava naqueles dias e começando a passar mal, mas nossa equipe tem ate ginecologista..ahhhh não esperavam por isso…kkk….demos uma força e bora, outra brecha aberta na montanha so que esta  estava  cheia d’água a ai outro tombão meu….foda…e o Luciano só gravando.

Tem que ter coragem!

Tem que ter coragem!

Um trecho de trilha outra ponte improvisada de madeira e o arregao se mostrava novamente…mas não conto o nome…a frente fomos alcançados pela esposa daquele casal o pneu deles estava furado, ai mais uma vez nosso amigo Celinho pau pra toda obra correu com seu Camelback multiferramentas pra ajudar, logo pediram uma bomba de encher pneu, me prontifiquei a levar.

No meio do caminho a bomba caiu e….outro tombaço, o maior de todos, o guidão na costela me tirou o folego, mas nada que uma boa piada não curasse rápido…quase matei o amigo Lucio de susto.

Mais um pedaço do paraíso.

Mais um pedaço do paraíso.

Chegamos em “Barão de Guaicuí…” o nome do lugar e difícil pra caramba, mas a essa altura eu tinha sido nomeado rp da turma e minha obrigação era arrumar um lugar pra dormir e tomar banho, la vai, cheguei a uma casa simples, bati, um senhor simpático atendeu, perguntei: o senhor teria um quarto para alugar para 8 amigos do passeio ciclístico, ele prontamente me convidou a entrar e me mostrou as acomodações, nota 10, o preço muito mais caro R$15,00/pessoa….barato demais, ai veio a maior surpresa, ao perguntar o nome dele, ele me respondeu “Ismar”, puta coincidência, qd falei que o  meu tbem era foi a senha pra uma nova amizade o kra me deu um abraço e ficou super feliz, chamei a galera e nós literalmente invadimos a casa do xará, nem acreditavam que teríamos banheiro privativo, banho quente e cama..

Esse pontilhão ninguém tem coragem de passar por ele. Melhor escalar.

Esse pontilhão ninguém tem coragem de passar por ele. Melhor escalar.

Puts como as coisas simples tinham muita importância a essa altura, foi então que o xará me mostrou a maior riqueza da casa, o rio passava no fundo do seu quintal formando uma piscina natural de pedras com uma praia de cascalho. Muito top…eu, Lucio e Luciano dispensamos o banho quente e caímos no rio, ate lavei roupa…kkk.

Mais tarde no bar onde era o apoio do passeio assistimos uma palestra sensacional do Alex Santos (ONG – Caminhos da Serra) um kra idealista super bacana e apaixonado pela região que há dez anos luta para preservar o lugar  ajudar as comunidades, ele nos contou do projeto da ONG a qual ele dirige, que conseguiu do governo o controle da trilha onde passava a Maria Fumaça….muita historia…papo pra noite inteira se deixar….prosa de mineiro do interior.

Mas eu ainda sentindo dores dos tombos, comi e rachei fora pra durmir numa cama de viúva com meu cumpadre..mas nada de cochinha não…opa.

Confira as fotos do terceiro dia.

4º Dia: Barão de Guaicuí – Diamantina

Bom dia Barão de Guaicuí.

Bom dia Barão de Guaicuí.

Amanheceu um pé d’água fugido, ninguém queria sair de dentro da casa, mas eis que aparece o Flavio com uma capa de chuva dos pes a cabeça que sua patroa colocou na mala, a essa altura os lances na capa já estavam em R$100,00

Sbimos para o ponto de apoio preparados para sair, antes disso hora de pagar o Ismar.ele não queria receber tivemos que deixar o dinheiro em cima da mesa….o kra e muito gente boa mesmo.

A igreja de Barão de Guaicuí

A igreja de Barão de Guaicuí

A chuva então para completamente e o preço da capa cai como papel de bolsa em dia de pregão..kkkk….saímos….parada na porta da igreja para ultima foto…e bora…só subida ate diamantina, mas antes, o rio estava muito cheio e com correnteza ultimo desafio, alguns do grupo não sabiam nadar, mas a essa altura a turma já estava super unida e transpomos com tranquilidade, subiríamos ate 1400m, segundo informações a maior altitude que um trem já subiu no pais, mas a subida foi tranquila a essa altura as pernas já estavam acostumas a trabalhar muito, subida meio melancólica por saber que o passeio ia deixar muita saudade

Chegamos galera! Até 2014.

Chegamos galera! Até 2014.

Depois de 11 km de subida primeira vez que vimos asfalto depois de 4 dias, mas só atravessamos e terra novamente, uma estrada com uma vista do alto da serra maravilhosa, uma descida ate diamantina onde já na entrada a corrente do Lucio arrebenta, o Celinho arrumou tão rápido que a galera ate assustou, mas já estávamos extasiados pela sensação de missão cumprida e  pela certeza de que fizemos uma amizade que se deus quiser vai durar muito.

Confira as fotos do quarto dia.

Brigadu meu Deus….

Que lindu……

Confira a bela Edição do Luciano Pit Stop. É de pirar.

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Comentários

19 Comentários para Diário de Bordo: Trilha Verde da Maria Fumaça, Curvelo a Diamantina 2013

  1. Fabiano disse:

    Aí Galera, sou amigo so Ismar de Barão de Guaicuí, e fico feliz de vocês terem sido bem recebidos lá, mas isso é o que os amigos do Ismar esperavam dele, sempre acolhedor na sua casa do “Barão”. Parabéns pela matéria, ficou mesmo muito legal. Espero estar junto com você o ano que vem. Fabiano (Gouveia – BH)

  2. Ismar Antunes de Oliveira disse:

    E aí Xará…

    Gostei do texto e curti muito as fotos e o filme. Obrigado pelas palavras e elogios. Minha casa é simples e está lá para ser usada a qualquer hora. Sejam bem-vindos.

  3. Giovane R Braga disse:

    Meu caro amigo Ismar fiquei emocionado com as suas belas palavras, retratou muito bem o que passamos nestes quatro dias de pedal, quem não foi pode sentir em seu texto um pouco do que é a Trilha Verde Maria Fumaça – Curvelo a Diamantina – o que é pedalar entre amigos, o companheirismo, amizade, a união, um pelos outros, a energia positiva, o carinho, o desprendimento, as risadas, os aluguéis do Celinho kkkk, cada um com a sua particularidade, mas que no final somou junto com o grupo. Parabéns amigos. O ano que vem tem mais… UHULL… OBRIGADO MEU DEUS!!! Parabéns ao amigo Luciano pelas belas imagens e pelo vídeo que ficou Excelente.

  4. Célio disse:

    Parabéns Ismar pelo diário de bordo retratou muito bom como foi esses quatro dias de pedal, e vc Geovane mostra muito bem que além das pedaladas e belas imagens prevaleceu a amizade o companheirismo a união o carinho a alegria e com certeza blindamos uma amizada muito bacana,e pra saber o quanto foi bom só estava lá conosco.
    Parabéns Luciano pelas belas e lindas imagens sabemos o trabalho que isso te traz, mas é através delas que muita gente apaixona pelo MTB.

    Parabéns a todos e como sempre. OBRIGADO MEU DEUS POR ESSA OPORTUNIDADE.

  5. Célio disse:

    Parabéns Ismar pelo diário de bordo retratou muito bom como foi esses quatro dias de pedal, e vc Geovane mostra muito bem que além das pedaladas e belas imagens prevaleceu a amizade o companheirismo a união o carinho a alegria e com certeza blindamos uma amizada muito bacana,e pra saber o quanto foi bom só estava lá conosco.
    Parabéns Luciano pelas belas e lindas imagens sabemos o trabalho que isso te traz, mas é através delas que muita gente apaixona pelo MTB.

    Parabéns a todos e como sempre. OBRIGADO MEU DEUS POR ESSA OPORTUNIDADE

  6. Flavio disse:

    Cumpadre,
    Isso que é um diário de bordo “circunstanciado”, arrebentou cara não faltou nada!
    O companheirismo a amizade, o respeito ás diferenças e o grande valor que apredemos a dar situações que no dia a dia não percebemos, pra min foi a marca desta trilha.
    Que venham as proximas !
    Começamos o ano em grande estilo…

  7. Eduardo disse:

    Ismar, parabéns pelo relato gostoso e preciso da nossa cicloviagem, foi minucioso sem ser cansativo. Parabéns ao Luciano pelas belíssimas imagens e edição, o cara é um artista, sensibilidade pura. Se Deus quiser, ano que vem estarei lá novamente. Dê um abraço em toda a galera de Patos que é nota 10. Se forem fazer outra cicloviagem em 2013 me avisem. Abraço. Eduardo (Lagoa da Prata)

  8. Luciano Pit Stop disse:

    Bom galera!! Quatro dias pedalando ao lado de pessoas bacanas numa trilha com um visual que nos surpreende a cada momento é magnifico. Hoje sinto uma nostalgia!! Medo de não conseguir mais sentir o que sentimos durante o percurso da Maria Fumaça, emoção de encher os olhos de lagrimas. Penso que essa trilha deve fazer parte do curriculum de todo ciclista, seja ele de qualquer modalidade!!!

    Parabéns ao Bruno Ribas e toda galera do Amantes da Magrelas por cultivar o MTB, Alex Santos(ONG Caminhos da Serra) por sua determinação para recuperação da “Trilha Verde da Maria Fumaça”.

    Blog do Alex pra quem quiser conferir o trabalho dele: http://alexambiente.blogspot.com.br/

    Abraço a todos

  9. Leonardo Muniz disse:

    O PASSEIO FOI MUITO BOM E O RELATO REFLETE BEM O QUE FORAM ESSES 4 DIAS. PARABÉNS A TODOS, ESPECIALMENTE AOS ORGANIZADORES, SURPREENDEU DO INICIO AO FIM, PRINCIPALMENTE A ESTRUTURA DE APOIO.

  10. Lucio Rocha disse:

    Moçada …… foi emocionante, não acho palavras para descrever tanta emoção ao ler o diário e ver o filme. Faço meus os relatos de Geovane, Flavio, Luciano e Célio. Quero deixar o meu muito obrigado a todos os amigos que tivemos juntos nessa aventura e parabenizar muuuuito ao Ismar pelo diário de bordo ….. me fez relembrar cada história e ao Luciano por fazer essa edição maravilhosa, onde vou poder relembrar uma das minhas melhores histórias. OBRIGADO MEU DEUS …..

  11. ismar jr disse:

    Amigos ano que vem nos encontramos em curvelo. . .Abs.

  12. jucemar (falcão) disse:

    Cara estive a curti isso cheguei me emociona com tanta beleza mas a minha emoção mesmo e a saudade que sinto de esta encima da minha companheira bike a desafia a natureza e pode vence-la em partes pois muitas das vezes ela me vence com a sua beleza exuberante parabéns ao povo que faz da bike uma opção de vida.
    PARABÉNS AO GALERA NOISPEDALA PO TÃO BOA MATERIAL QUE AQUI VI DE REPORTAGEM.

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