Diário de Bordo: Pedal Noturno Ribeirão Mata Burrinho

“O melhor pedal noturno de todos os tempos”. Essa frase eu ouvi de muitos companheiros. E realmente foi. Mas porque foi o melhor? Bom, aqui mais uma vez quem vos fala é Bruno Fernandes.

Duracell tomando um de seus 10 copos de malto

Duracell tomando um de seus 10 copos de malto

Eram 18h51 quando cheguei ao nosso grande parceiro Nutry Suplementos. Havia poucas pessoas. Um deles era o Júlio, patense que tem bike no sangue que reside em Goiânia e é membro do Pedal do Cerrado (http://pedaldocerrado.com/). A galera da Nutry tava muito animada, fazendo com que a galera do noispedala se sentisse mais em casa ainda. Diversas informações sobre produtos foram passadas aos bikers e havia uma malto deliciosa para tomarmos. Para quem não toma, vale à pena comprar galera, pois auxilia muito na pedalada. Há também o Carbomax que está em promoção. E quem ligar na Nutry e dizer que é do noispedala vai ganhar 20% de desconto em diversos produtos. Aproveitem galera! Na degustação só houve um problema. O João Victor Duracell que parecia muito mais um jogador de futebol, exagerou na dose. O menino que deveria é tomar calmante para pedalar mais tranqüilo, ele tomou uns 10 copos. E ainda queria encher a garrafinha.

Saímos da Nutry bem atrasados. Já eram 19h11min. Ficou decidido que o guia seria o Euler Caixeiro Viajante, o fotógrafo foi o sempre prestativo Alisson Tião Vulgo Pó. Saímos pela Major Gote. Quem passava ficava impressionado com a galerona do pedal. Seguimos até chegarmos ao Posto Marabá onde o Iuri estava aguardando.

Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos

Galera atenta às instruções prestadas pela Equipe Nutry Suplementos

Veja como ficou a lanterna do Banhão

Veja como ficou a lanterna do Banhão

Subindo a Marabá, algumas pessoas disseram que o Luis Farol de Carreta e o Duracell haviam voltado, mas nada disso. Eles chegaram a tempo de ouvir as recomendações, pois a trilha do Ribeirão Mata Burrinho sempre prega algumas surpresas.

Contamos a galera. Éramos 19 bikers (até agora eu acho que eram 20). No estradão do Sumaré a galera dividiu em dois pelotões. Os Zelite só queriam saber de girar, inclusive o Felipe que estava uma alegria só, estreando bike e sapatilhas novas. O Gagame estava em seu dia mais inspirado. Fica até complicado escrever tudo que ele disse. Vou deixar para vocês comentarem as grandes descobertas desse “astronauta maluco”. Os rôia não estavam preocupados nem um pouco em pedalar. Estavam é conversando pra valer. E como estava bacana. Que clima legal. Ops… clima que eu digo é em relação às amizades. Pois o frio chegou galera.

Bruno passando pela mata

Bruno passando pela mata

Entramos sentido dólar e na primeira entrada à esquerda, fomos pular o mata burro que tem a corrente no meio. Sem acidentes até então. O Euler Caixeiro Viajante estava com medo do barro e o Gagame dizia que não passava, pois o mato estava alto. Ao sairmos da estradinha e entrarmos nas trilhas cheias de pedras, tocos e buracos de tatu, as emoções começaram. O primeiro a cair como sempre foi o Duracell. Logo após foi o Banhão, que passou por cima do guidão da bike e arrebentou a lanterna em vários pedaços.

Passamos pela matinha bem tranquilamente e deu início à segunda descida. O Duracell, o maior latifundiário da região, caiu mais algumas vezes. Uma galera grande saiu catando mamona, mas não chegou a cair, como Eu, Luis Farol de Carreta, Valner, Marquim Caxão e mais gente que não estou lembrando.

Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?

Chegamos à ponte. Peraí, qual ponte?

No fim da descida, o Gagame mais uma vez passou dentro do Ribeirão. Passamos pela ponte (que ponte?) e deu início à subida. Uma surpresa. No local onde todos esperavam muito barro, não havia praticamente nada.

Quando chegamos à cerca elétrica, o Edinho demonstrou ser um legítimo galeneiro (gentilício de pessoas que tiveram o prazer em morar na Galena). Na maior tranqüilidade ele resolveu o problema e todos passamos. Estavam presentes também o Hebão, o Rantar, o Claudinho, O Otávio e o Renato Amaral que a cada dia que passa, estão demonstrando mais intimidade com o pedal.

Após a primeira fazenda, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Paramos e o Herlley Power bike ajudou o sempre prestativo Euler no pitstop. Terminamos a subida e paramos para tirarmos a foto oficial com nossa bela Patos de Minas ao fundo.

Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez

Ih, o pneu do Euler Caixeiro Viajante furou. Herlley, o bondade da vez

Seguimos e deu início à descida do Pesque Pague. Daí foi só pegarmos a rodovia e chegarmos pelas Molas Americanas. Chegando à JK eu assustei pra caramba. Já eram 22h50min. Como o tempo passou rápido e nem percebemos.

É isso aí galera! Fique atento às trilhas do fim de semana. Esforçaremos para ter pelo menos uma no sábado e uma no domingo.

E sempre aquele recado. Deixe seu comentário, pois é ele que nos motiva a escrever os diários de bordo. E essa trilha, vale a pena você deixar sua opinião registrada.

Veja as fotos desta aventura!

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Comentários

20 Comentários para Diário de Bordo: Pedal Noturno Ribeirão Mata Burrinho

  1. Iuri disse:

    Muito bacana o pedal de hoje, tirando o frio foi só sucesso. HEHEHE

  2. Claudinho disse:

    foi bom….muito massa…..mas como diz nosso amigo Iuri….Oooo frio viu….rsrs

  3. Samira disse:

    Nossa galera, você são realmente muito animados em andar de bike naquele frio que estava ontem! =)

    Bruno, os videos da cobertura da Copa Integração ficaram muito bons!! Adorei!

    Forte abraço a todos.

  4. banhao disse:

    e realmente tinha muitos buracos de tatu e pudi testar a profundida de um rsrsrsr mais muito bao o frio …..

  5. Claudinho disse:

    poderiamos fazer ela dinovo no fim de semana….de dia….mais emoção…hehehehe

  6. ALISSON_PÓ disse:

    Ontem estava muito massa, apesar de muita caminhada, na hora que foi para pedalar deu uma esquentada nas pernas…..
    Na proxima trilha vou ter de andar com a maquina ligada direto, pois foram tantos tombos e escorregadas que, só assim para registrar tudo!!!
    E não podia deixar de dizer pro gagame, o cara mais macho da trilha.
    Foi o unico(doido) que teve a audacia de atravessar o corrego de bicicleta, e ainda nem caiu……
    Esse é macho , parabéns gagame

  7. Hebinho disse:

    Claudinho Primo, vc está de parabéns!!! Já viciou no Pedal Noturno. Ontem eu afinei com o frio viu.

    • Bruno Fernandes disse:

      O Claudinho tá honrando sua família hein? A galera tá sentindo sua falta parceiro. Vc tinha que ver como o Euler ficou satisfeito quando pensou que vc tava chegando…

  8. Julio disse:

    Gostaria apenas de agradecer pela recptividade do grupo. Trilha muito boa. Ate a proxima

  9. Samira disse:

    kkkk… Acho que vou pegar a bike do Hebinho mesmo! 😉

  10. Hebinho disse:

    Galera, semana que vem eu tô firme. Vou colocar um moleton e bora pedalar!

  11. Bruno Fernandes disse:

    Parceiro Hebinho, escolhe duas das três trilhas marcadas aí no site e vamos pedalar.

  12. Otáavio disse:

    Trilha mto boaa ^^
    Tirando o friooo haha’ teve uma hora q eu pensei q eu ia congelar..hehe
    mais ow trilha mto boa autos tombos..kkkk
    vlw galera

  13. markinho kxão disse:

    a melhor parte da trilha foi o frio,me lembrou a fenamilho.
    valner vc pode pedir musica

  14. euler disse:

    A trilha de ontem foi uma das melhores. Tudo nota 10
    Caro amigo Hebinho vamos animar, te espero no próximo pedal.

  15. euler disse:

    To esperando todos amanha TRILHAS DAS CAVAS considerada por muitos como uma das melhores trilhas da região.

  16. Renato Amaral disse:

    Alguém consegue adivinhar de quem foi a pérola a seguir, proferida neste pedal noturno? >>> “Amanhã eu vou lá na lua…. fazer um trabalho escolar”. Kkkkk Dica: o autor desta frase tem outras citações astronômicas no currículo tipo “olha o satélite” e “as estrelas tem uma seta que a gente segue”… e outras nem tão astronômicas assim como “olha o jatinho do meu pai passando, paiêêêê”.

  17. Renato Amaral disse:

    A trilha foi realmente fora de série: a começar pelo frio que congelou meu joelho na subida da Marabá. Está doendo até agora. É uma trilha mais pra curtir do que pra se esforçar, e bem completa: rodovia, estradão, trilha, mata, córrego, cerca elétrica (rs), duas boas subidas, uma visão privilegiada de Patos de Minas do alto e uma bela descida pra terminar. Valeu demais!

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